Notas iniciais
Pessoal demorei pra postar, e por favor eu peço que me digam oque estão achando, é muito importante pra min ter uma ideia da opnião de vcs, desde ja agradeço a cada um que ler.

Os dois apertam as mãos e todos passam o resto da tarde bebendo e conversando próximo ao mar.

Alguns dias após o acordo, todos se reúnem e fazem progresso com seus respectivos instrumentos. Sophia é a que sente maior dificuldade, mas ninguém parece se importar com isso. A atenção que todos prestam nas palavras de Jeronimo o faz se sentir respeitado, e o estimula a tocar com os garotos. Tudo ocorre bem até um dia que Urias chega atrasado e bastante animado.

−Você bebeu? –Pergunta André.

−Bebi... mas não é esse o motivo da minha animação. Quero saber, quem aqui topa um desafio? –Pergunta Urias com o sorriso de sempre.

−Seus desafios não costumam dar em coisa boa, cara. Primeiro diz oque é.

−Primeiro digam se aceitam..

−ACEITO! –Exclama Sophia, com intenção de satisfazer sua curiosidade.

−Ok. Vocês já aceitaram, lembrem disso. Na proxima sexta feira, nós vamos tocar num barzinho chamado “Wisky, por favor”.

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Era sexta feira, e os garotos se encontram no bar combinado, não num camarim ou algo assim, mas nos fundos onde o dono costumava armazenar arguardentes. A iluminação do local não era das melhores, o galpão onde a banda se reunira tinha caixas de cerveja em todos os lados e os caras estavam mal dava pra se mexer. Lá no palco improvisado a banda que antecedia a apresentação deles estava fazendo seus minutos finais de apresentação, enquanto isso eles repassavam o som. Passaram-se mais alguns minutos e finalmente chegou a hora da banda estreiar. Há uma breve discussão sobre quem deveria apresentar a banda, e Raul se prontifica. Antes dele subir no palco Jeronimo o segura pelo braço e em seguida indaga:

−Genio. Não ta esquecendo de nada?

−Vamos lá, montar o equipamento.

−Não é disso que estou falando. Uma coisa mais importante.

−E você vai falar ou vou ter que implorar?

−O nome... não temos um nome.

−Ih velho, é verdade.

−Que tal o nome da nossa única música autoral?

−BOA CARA!! Se todos aceitarem... –Um a um os membros da banda concordam, e então Raul conclui. –Então se todos concordam, nasce aqui Countess Widow.