Cotidiano de um casal feliz.
81 Capítulo 81 - Surpresas.
Notas iniciais
— Cadê ele? – Pergunta Regina adentrando a sala da diretoria do colégio que Henry e Roland estudavam
— Olá senhora, Mills – Diz a diretora do colégio – Eu sei que é um momento delicado, mas eu preciso que a senhora se acalme.
— Como me acalmar? – Pergunta Regina desesperada – Onde ele está? Ele está bem? Aliás, o que houve? – Disparou ela um monte de pergunta.
— Eu já conto tudo senhora Mills, estamos apenas aguardando a xerife chegar.
— Ah pronto agora vamos ficar aqui a vida inteira – Diz Regina sarcasticamente – Emma nunca chega no horário nos lugares – Ela termina de falar e elas ouvem uma batida de leve na porta e a diretora vai atender.
— Xerife, nós estávamos apenas te esperando.
— Desculpe pelo atraso eu esta... – Emma mal termina sua frase e é interrompida.
—Tá, já chega dessa conversa fiada. Todos sabemos que você não chega no horário Emma, agora a vossa senhoria poderia me dizer se meu filho esta bem? – Pergunta Regina quase gritando e a diretora apena concorda.
— Sentem-se, por favor – Pede ela educadamente apontando as cadeiras a frente de sua mesa. Emma se senta, mas Regina continua parada a encarando com cara de desaforo e a diretora apenas respira fundo.
— Senta logo Regina – Ordena Emma já impaciente e puxa a esposa pela mão que a muito contra gosto se senta.
— Então senhora...? – Hesita Emma e a diretora se apresenta.
— Nova Connor Blue – Diz a diretora mostrando a plaquinha onde estava escrito Connor Blue. Emma reprime a vontade de rir do nome da mulher que lhe lança um olhar e ela limpa a garganta e continua.
— Então senhora Nova Blue, o que aconteceu? Henry esta bem?
— Ele está sim, xerife não se preocupe..
— Custava você ter dito isso logo de uma vez? Você quer me matar do coração? – Pergunta Regina brava mais ao mesmo tempo aliviada
— Linda – chama Emma – Fica calma, ela disse que ele está bem. Já passou – Finaliza Emma pegando a mão da esposa dando um suave beijo nela e parece que acalmar a morena um pouco mais com o gesto da loira. A diretora aproveitando o momento de silêncio e decide continuar contando.
— Então como eu estava dizendo, Henry está bem. Ele esta apenas com o braço imobilizado. Ele se meteu em uma briga com outro aluno – Emma e Regina arregalam os olhos.
— Oh meu Deus! – Exclama Regina já com as lágrimas querendo sair de seus olhos – Mas como? Henry é sempre tão dócil – Diz ela pensativa.
— Bom, foi por isso que eu as chamei aqui – Diz Nova – Henry estava meio descontrolado e tiveram que levar ele para a enfermaria e dar um calmante a ele. Ele estava muito agressivo e...
— Isso é impossível – Diz Emma brava que até o momento estava quieta – Eu conheço meu filho e essa pessoa que você esta descrevendo não é ele.
— Xerife eu sei que é difícil, mas estamos todos aqui em busca de ajuda-lo. Eu não quero e nem posso afirmar nada, Senhora Mills. – Fala olhando para Regina já que Emma já tinha ficado em pé e de costa para ela – Mas acredito que vocês vão precisar verificar esse tipo de comportamento dele. Nós recomendamos um acompanhamento psicológico a Heny, ele pode estar sobre algum tipo de estresse e acabado explodindo. Vocês repararam em algum tipo de comportamento estranho, fora do normal ou agressivo nele ultimamente?
— Bom... – Diz Regina pensativa – Teve uma vez em que estávamos no parque e ele empurrou o irmão, nós nos assustamos, pois Henry não é disso, mas depois ele se desculpou e achamos que era apenas briga de irmãos
— É claro que foi apenas briga de irmãos – Retruca Emma ainda brava e a diretora respira fundo já esperando pelo que vem a seguir.
— Bom, além disso, infelizmente ele vai precisar ficar suspenso por três dias.
— Eu espero que o outro garoto também esteja suspenso – Diz Emma brava.
— Xerife, infelizmente não podemos fazer isso com o outro aluno. – Emma olha incrédula para ela.
— Você acha isso justo? Por que só Henry é suspenso?
— Bom aparentemente o aluno não estava fazendo nada para ele. Alguns alunos afirmam que Henry apenas chegou e agrediu o aluno, nós não podemos fazer muita coisa.
— Okay – Concorda Regina quebrando aquele clima, antes que Emma avance na diretora – Vocês recomendam algum especialista?
— Na verdade sim. – Diz ela entregando um cartão a Regina – Esse aqui é vinculado com a nosso colégio e ele mora aqui na cidade.
— Obrigada – Agradece Regina.
— Meu filho não precisa de nenhum picareta não. – Diz Emma explodindo – Cadê ele?
— Emma... – Chama Regina e Emma a ignora.
— Eu quero ver meu filho onde ele está?
— Ele esta na enfermaria e... – A diretora mal finaliza e Emma sai porta a fora.
— Me desculpa, ela geralmente não é assim. É que nunca tivemos nenhuma reclamação de Henry e de repente tudo isso em cima da gente, fica meio difícil de digerir – Desabafa Regina e a diretora pega não mão dela de forma compreensiva.
— Bom eu já posso ir vê-lo? – Pede e ela concorda
— Eu a acompanho até a enfermaria.
— Obrigada – Diz Regina e se retira da sala, seguida de Nova Blue.
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Chegando a enfermaria Regina encontra Emma deitada na maca junto com Henry e eles brincando e sorrindo tranquilamente e ela e a diretora ficam observando eles por alguns minutos.
— Eu não entendo – Diz Regina quebrando o silêncio – Esse é o nosso menino. Ele sempre está assim. – Aponta para Henry.
— Eu entendo Senhora Mills. Eu mesma gosto muito de Henry e todos os professores ficaram muito impressionado com a atitude dele, por ele sempre ser um menino gentil e educado – Regina concorda com a cabeça
– Eu não sei, será que fizemos alo de errado. Eu não sei o que pensar – Diz e as lágrimas começam a correr livremente por seu rosto.
— Não se culpe senhora Mills. Pode ser vários motivos ou mesmo um excesso de estresse. Não pense nisso agora o que ele precisa agoira é das mães. – Regina concorda com a cabeça e vai em direção a seu filho e esposa.
Assim que ela entra Emma fica em silêncio e Henry olha para a porta e vê Regina ele abaixa a cabeça já esperando a bronca e Regina corre para abraça-lo.
— Henry – Diz ela beijando o rosto do menino e passando as mãos nos cabelos dele – Você esta bem meu amor? – Fala ela procurando algo fora do lugar no corpo do garoto. E Henry se joga nos braços dela de novo e começa a chorar.
— Mãe me perdoa, eu não sei o que me deu. Eu senti uma raiva tão grande e eu não conseguia controlar – Dizia ele soluçando e Regina o apertou mais em seu braço e Emma que via a cena já estava com o rosto banhado em lágrima – Eu não queria machucar ele. Ele está bem?
—Ele está sim filho – Diz Emma se juntando a eles em um abraço coletivo – Está tudo bem, não se preocupe – Finaliza ela olhando para Regina pedindo um tipo de socorro mudo e Regina abraça eles de volta.
Eles ficam um tempo assim, acalmando Henry e o convencendo que estava tudo bem e depois seguem para a mansão. No caminho elas tentam animar o garoto que parecia estar muito mal com tudo que houve e mal abria a boca.
Assim que Emma estaciona o carro e eles descem percebem um carro diferente estacionado na porta da mansão.
— Quem será? – Pergunta Regina olhando para Emma que dá de ombros e abre a porta da mansão para eles entrarem. Ela entra por último e quando entra vê Regina imóvel em uma espécie de transe na entrada da sala e Henry não muito diferente.
— O que foi Linda? – Pergunta Emma preocupada – Vocês estão b... – Não finaliza em ver para onde eles estavam olhando e não acreditando no que estava vendo.
— Amor – Chama Regina – É a nossa filha? É a nossa Lorena? – Pergunta a Emma e abre um enorme sorriso em ver a menina correr para o colo de Emma.
— Princesaaaaaa – Grita a garotinha colocando a mão no rosto de Emma – Tava com sodade — Diz ela tímida.
— Meu amor – Diz Emma chorando e enchendo o rostinho da garota de beijinho arrancando risadinha dela fazendo com que todos gargalhem com o som da risada da garotinha.
— Agora ela é oficialmente uma Swan Mills – Diz a assistente entregando uma bolsa com as coisas de Lorena e um envelope. Regina pega a bolsa coloca no sofá e abre o envelope de imediato que fica difícil segurar as lágrima ao ler: Lorena Swan Mills, filha de Emma Swan e Regina Mills.
— Ela é nossa – Diz Regina mostrando a ceridão para Emma que passa a pequena Lori para o colo de Regina que enche a garotinha de beijinho também.
— Agora você é minha mamãe? – Pergunta para Regina.
— Sim meu amor, sou sua mamãe e você é minha filhinha.
— Então Emma é o que? – Pergunta confusa – É meu pai? – Pergunta receosa.
— Simmm – Grita Roland entrando pulando a sala – Emma é nosso pai.
— Pronto! Mais um – Diz Henry revirando os olhos e todos gargalham.
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