Cotidiano de um casal feliz.

76 Capítulo 76 - A visita... Continua.


Notas iniciais
Voltei galerinha, desculpa a demora ( e todos aqueles discursos de notas de fics) ;saiba que nunca vou abandonar vocês. Papo sério. Eu queria dizer hoje, casso alguém não saiba, que tem um grupo no Facebook que se chama: Fanfics - Swan Queen, caso alguém queira divulgar suas Fics (ou indicar uma tal de cotidiano de um casal feliz ;) kkk) é um espaço bem bacana. Então fica ai a dica! Segundo que se alguém tiver alguma e quiser me passar para ler, só deixar ai nos comentários, ou mandar mensagens ou mandar sinal de fumaça qualquer coisa. E se eu gostar muito eu divulgo aqui, okay? E por último, caso alguém queira, sei lá, pode me mandar um alô lá no twitter: @annarodrigues1. Bom é isso.

— Então como é viver com duas mães, para vocês? – Pergunta a assistente sentada em um dos sofás da sala de frente para os irmãos Swan Mills.
— Mãe e pai – Diz Roland orgulhoso e a assistente olha confusa e torna a olhar seus papeis e Henry revira os olhos.
— Ele chama minha mãe Emma de pai – Explica e a assistente faz uma cara esquisita tentando assimilar a informação e por fim acaba rindo.
— Tudo bem – Diz ela ainda sorrindo de lado – E como é viver com uma mãe e um pai mulher?
— É normal – Diz Henry
— Normal? – Pergunta ela.
— Sim, normal. Temos duas mães que nos amam muito. Estão sempre ao nosso lado para tudo, cuidando da gente, nos dando bronca, nos ajudando quando preciso. Enfim, normal, afinal não é isso que pais fazem?
— Certamente – Completa a assistente e anota algo na prancheta que tinha em mãos.

= = = = = = = = = = = = = =

— Emma para quieta! – Diz Regina enquanto penteava o cabelo da loira – Assim não consigo terminar seu cabelo – Prontinho minha loira desastre – Fala Regina depois de um tempinho e rindo da cara da esposa e a mesma logo faz um biquinho fofo, mas logo sorri.
— Eu tô uma pilha de nervos, linda – Diz Emma se virando para Regina. Ela estava sentada em frente à penteadeira que tinha no quarto, com Regina logo atrás ajudando a loira pentear e prender o cabelo, já que a loira estava tão nervosa que estava fazendo as coisas, mais atrapalhada que o normal.
— Fica calma amor, que vai dar tudo certo – Sorri para a loira – Tenho certeza que ela vai gostar da gente.
— Você fala isso porque não foi você quem a chamou de testemunha de Jeová – Fala se levantando e calçando seus tênis vans modelo clássico preto.

— Vamos? – Fala Emma estendendo a mão para Regina que solta uma risada mais alta e a loira não entende nada – Que foi?
— Vem aqui amor – Chama Regina e a loira atende e assim que se aproxima Regina lentamente vai colocando as mãos por baixo da regata preta da loira e levantando-a lentamente e olhando nos olhos da loira sorrindo.
— Linda – Chama Emma sorrindo, mas meio nervosa – Não temos tempo para isso. A religiosa esta lá em baixo nos esperando e só Deus sabe o que Henry e Roland e capaz de fazer. – Tenta argumenta, mas Regina parece não estar nem ai para o que a loira esta falando e tira a regata da loira, dando umas mordidinhas de leve no pescoço da loira, deixando ela arrepiada de imediato.

Emma leva às mãos a cintura da morena apertando com precisão a trazendo para mais perto de seu corpo e Regina solta uma risadinha, dá um selinho rápido na loira e a afasta de si e deixa a xerife sem entender nada.
— Você provoca e depois me empurra Regina! – Fala brava
— Amor você estava com a regata do avesso – Diz ela arrumando a regata e entregando a loira que ficou desconcertada e colocou certo dessa vez.
— Obrigada, linda – Agradece timidamente, enquanto sua esposa lhe ajudava arrumar a regata.
— Amor, eu também estou uma pilha de nervos, e se tem uma coisa que eu aprendi por esse quase um ano que estamos juntas – Sorri e alisa o rosto da mesma delicadamente – É que o que tiver que ser será – Emma de imediato a abraça – E sabe o que é melhor de tudo? É que eu sei que não vou estar sozinha, você vai estar comigo e eu com você, certo?
— Mais que certo Dona Swan Mills – Diz Emma já mais calma e roubando um selinho da esposa – Estamos atreladas para o resto de nossas vidas e até além disso. – Finaliza e dá mais um selinho na esposa depois a abraçando fortemente – Obrigada meu amor, por tudo. Eu amo muito você! – Finaliza alisando as costas da morena deixando-a com um largo sorriso.
— Também te amo!

= = = = = = = = = = = = = =

— E como será ter uma irmãzinha para você? – Continua a assistente perguntando coisas a eles. Roland já estava até com tédio de responder tantas coisas e já estava achando a mulher uma chata. Mas assim que ela pergunta de Lorena ele logo se anima no sofá e ela percebe a reação dele.
— A Lori é tão linda, nós já até separamos um quarto para ela – Diz ele com os olhinhos brilhando – Isso se deixarem ela vir morar com a gente né – Diz desanimado.
— Você não sentiram de lado por elas quererem uma adotar essa menina? – Pergunta ela ainda de forma contida.
— Claro que não! – Diz Roland ainda empolgado – Ela tem aquelas chatices de boneca e princesa, mas Henry gosta de brincar dessas coisas com ela – Diz fazendo careta.
— O quê? – Pergunta Henry espantando – De onde tirou isso Roland? Eu não gosto de boneca coisa nenhuma – Diz meio alterado e a assistente arregala os olhos
— Boneca não, mas eu já vi um kit de maquiagem no seu quarto Henry – Diz Roland e Henry abre a boca umas duas vezes sem saber o que dizer vermelho igual a um tomate.
— Roland é um kit de palhaço – Diz Emma aparecendo de mãos dadas com Regina – Ele usou para uma apresentação no antigo colégio dele. – Finaliza sorrindo e Henry nem ousava falar nada de tão sem graça que estava.
— Desculpa a demora – Diz Regina
— Não se preocupe! Bom que deu tempo de conversar com eles. Terminamos agora mesmo – Finaliza ela e sorri para o casal.
— Se já tiver terminado a conversa com eles já podemos ir.
— Ah sim, terminamos sim. – Diz se levantando e pegando suas coisas – Vamos?

= = = = = = = = = = = = = =

Eles se encaminham para a entrada da casa e espera Regina tirar o carro da garagem.
— Uma moto? – Pergunta ela olhando de forma reprovadora – É sua xerife? – Emma fica sem graça e engole seco e responde a primeira coisa que veio a cabeça.
— Não! – Os meninos olham para ela sem entender – Quer dizer... é sim – Fala e esfrega a mão na nuca de forma nervosa.
— É ter três crianças com apenas um carro deve ser complicado, afinal a senhora Regina esta concorrendo ao cargo de prefeita da cidade, certo? – Pergunta e Emma assente cada vez mais nervosa.
— É sim, mas eu estou vendendo para um dos policiais que trabalha comigo na delegacia e logo eu vou comprar um carro e além do que eu geralmente uso a viatura da delegacia. – Diz Emma
— É meu pai tinha um carro muito maneiro. – Fala Roland olhando fixamente para a moto – Pena que o Edge não suportou, eu gostava muito dele, acho que meu pai nunca vai nos perdoar por ter roubado ele – Falava ele sem nem notar a cara de desespero de Emma e de Regina que tinha acabado de estacionar o carro e continua contando
— Vocês roubaram esse tal de Edge ou o carro dele? – Pergunta a assistente confusa.
— Não Edge era o nome do carro da minha mãe. – Explica Henry.
– É e nós tecnicamente não roubamos, só o pegamos emprestado. Nossa aquele dia que Henry e eu pegamos ele para ir atrás da mamãe que tinha fugido de casa por ter brigado com o vovô fui muito maneiro. Nossa tivemos que andar um tempo sozinho por aquela mata escura. Henry estava morrendo e medo e... – Se assusta quando ouve um barulho alto e estridente da buzina do carro de Regina – Que susto, mãe! – Diz ele levando as mãos ao peito e ela sorri meio de lado.
— Desculpa querido – Pede a ele e olha para os demais – Vamos? – Todos assentem e entram no carro. E Emma e Regina trocam um olhar cumplice e respiram fundo.

= = = = = = = = = = = = = =

Eles finalmente chegam a Granny. Logo Ruby os acomoda e eles fazem os pedidos. A conversa seguiu como um a entrevista. Ela perguntava as coisas e eles respondiam, claro com Henry e Roland soltando suas maravilhosas pérolas.
Emma e Roland foram ao banheiro e ficaram Regina e a assistente na mesa, já que Henry estava conversando com Ruby animadamente próximo ao balcão.
Depois de algum tempo eles decidem ir embora e a assistente pediu para conhecer a delegacia e eles iam para lá. Henry já estava dentro do carro mexendo despreocupadamente no celular e Roland ao seu lado, ouvindo música em seu iPod e cantarolando junto com a música e nem estava vendo o que estava acontecendo em sua volta. Enquanto isso do lado de fora Regina e Emma trava no lugar a ver a presença de Robin saindo de dentro do carro e indo à direção delas.

— Bom dia xerife! Bom dia futura prefeita! – Cumprimenta Robin sorridentemente ao casal – Bom dia Margot, como esta sendo essa visita? – Cumprimenta ele a assistente gentilmente.
— Bom vejamos – Começa ela – Elas me confundiram com testemunhas de Jeová, Roland e Henry alegaram que roubaram um carro e foram atrás de Regina sozinho pela cidade... – Ela ia falando e enumerando e não se aguentando mais acaba gargalhando e Robin acompanha o riso solto da mulher – Ou seja, um verdadeiro desastre – Emma e Regina fecham a cara de imediato.
— Eu não estou vendo graça alguma – Diz Emma brava.
— Desculpa – Pede Margot segurando a risada com a mão na boca.
— Desculpa gente – Fala Robin também parando o riso – Mas essa entrevista é apenas para manter a formalidade, Margot já tinha sido avisada. É só para fazer conforme a lei mesmo.
— Quer dizer que é tudo encenação? – Pergunta Regina e Robin confirma com a cabeça – Ufa! –Diz ela mais aliviada. – Porque você não nos avisou? – Pergunta a ele.
—Fui eu quem pediu para não avisar – Diz Margot – E gente, não é por nada, mas vocês estavam indo muito mal – Fala a mulher voltando a rir.
— Estavam indo para onde agora? – Pergunta Robin
— Estávamos indo à delegacia, mas acho que não será mais necessário. Vocês estão dispensadas! – Sorri a mulher apara as duas – E desculpa, qualquer coisa. Mas eu precisa que a entrevista ficasse o mais verdadeiro possível, por isso pedi a Robin para não avisar.
— Esta tudo bem. O importante é que dê tudo certo –Diz Regina
— Se depender de mim já deu tudo certo – Diz Robin passando confiança a ela.
— Bom, como depende de mim – Diz Margot orgulhosa – Posso confirmar que já deu tudo certo – Diz ela e Emma e Regina abrem um sorrisão iluminados e se abraçam.
— Não sei nem como agradecer – Diz Regina com os olhos lacrimejados.
— Muito obrigada, Robin por tudo – Diz Emma ainda meio tímida.
— Não se preocupe com isso xerife. Você já fez o mesmo por mim – Diz ele sorrindo amigavelmente para Emma que fica sem saber o que dizer e com os olhos cheiro de lágrimas. E são tirados da conversa ao ouvir o som estridente da buzina do carro de Regina
— Pai – Grita Roland – Vamos logo!
— Nossa! – Diz Robin paralisado olhando para Roland – Seu filho me tem um rosto tão familiar – Diz ele pensativo e Emma paralisa na hora e apertar fortemente a mão de Regina que fica meio sem saber o que fazer.
— Bom nós já vamos indo – Diz Regina e vai puxando Emma pela mão para o carro. Quando estão quase entrando escuta Robin a chamando.
— Ah xerife – Chama Robin – Depois eu passo na delegacia para resolvermos aquele assunto – Emma paralisa na hora e apenas confirma com a cabeça e entra no carro.
— Ué cadê a testemunha de Jeová? – Pergunta Roland – E quem é aquele homem?
— É o advogado que esta ajudando com a Lorena – Responde Regina, já que Emma esta olhando fixamente para frente. E Roland nem parece estar mais prestando a atenção em nada. Regina pega a mão de Emma dá um aperto passando apoio, a loira sorri meio amarelo para esposa e elas partem.

Notas finais
Vou teeentar voltar ainda hoje e resolver essa história logo. E temos que trazer Lorena e Regina tem que virar prefeita e.. enfim até (daqui a pouco).