Cotidiano de um casal feliz.
57 Capítulo 57- Ex-namorada.
Notas iniciais
—Ué cadê a mãe, mãe? – Pergunta Henry olhando em volta.
— Querido você tem começar a perceber que tem uma vida além desse celular – Fala Cora.
— É Henry só fica nesse celular agora... E nem me dá mais atenção. – Fala Roland emburrado
— Não exagera irmãozinho – Fala Henry sorrindo –além de que passamos quase o dia todo juntos.
— É mas você quer saber do seus novos amigos – Diz fazendo careta – Só quer saber daquele tal de Peter agora.
Cora e Regina começam a rir do bico de Roland. – Vem cá meu bebezinho a mãe te dá atenção. – Fala Regina o puxando para seu colo no sofá e ele deita com a cabeça no colo dela que começa a fazer carinho em seus cachinhos.
— Esse menino esta cada dia mais parecido com a senhorita Swan – Fala Cora rindo – Até as caretas dela ele faz.
Nisso eles ouvem o barulho da moto de Emma e Regina se levanta com tudo quase derrubando Roland.
— Ei... Cuidado – Fala Roland bravo e Regina só sussurra um desculpa e sai em disparada para a entrada da casa. Chegando lá vê Emma e uma menina na garupa com as mãos agarradas fortemente em sua cintura.
— Eu posso saber o que é isso Emma? – Pergunta Regina já enfurecida – O que essa menina... esta fazendo agarrada a você? Aliás, você já pode soltar ela. – Fala tirando a mão de Lily da cintura da Emma, que a olha com uma cara incrédula, pelo exagero da namorada. Lily apenas rindo meio de lado desce da moto e tira o capacete.
— Você deve ser a Regina – Fala sorrindo.
— Sim Regina Mills e quem é você? – Fala encarando Lily.
— Linda quer parar de besteira – Fala Emma descendo da moto, já com o capacete nas mãos – Essa daqui é... – E não terminar de falar e Regina já a interrompe.
— Eu não me importo quem é ela... Estou há um tempão atrás de você e você está por ai andando nessa coisa com desconhecidos pela cidade, enquanto eu estou aqui aflita... – Regina ia falando sem parar e Emma e Lily rindo do descontrole dela ela ia ficando cada vez mais brava.
— Emma eu juro por Deus que se você continuar rindo... – Emma a interrompe.
— Regina fica calma mulher – Sorri a olhando – Essa aqui é... – Mas, mais uma vez é interrompida dessa vez por Roland que corre em direção a Lily.
— Pequeno– Ela abraça ele.
— Tia Lily... Você já conheceu minha mãe e meu pai... Meu pai é muito legal, ele joga vídeo game, joga futebol igual você e... – Emma faz sinal para ele parar.
— Calam ai ou furacão. – Elas sorriem e Regina esta estática olhando a cena. E logo Heny a esposa, e a cunhada se aproximam deles.
— Filha – Diz Henry Mills e as duas olha para ele que fica meio sem graça. – Regina meu amor que saudade – E abraça ela que também retribuiu o abraço. – Já conheceu Liliane?
— Na verdade ainda não – Fala Lily sorrindo de lado.
— Vamos entrar e nos apresentamos lá dentro – Fala Emma.
— Essa loirinha é realmente uma gracinha – Fala Cruella e quando faz menção de ir perto de Emma, Regina se antecipa e abraça a loira pela cintura e Cruella apenas sorri de lado e pisca para Emma.
— Roland querido, entra com seu avô e sua... – Hesita um pouco, engole seco e prossegue – Sua tia. – Roland faz exatamente o que a mãe lhe pediu. Quando estavam quase entrando encontram Cora na porta, Henry Mill a cumprimenta e eles entram animados conversando acompanhados dos demais.
— Amor – Começa Regina virando Emma de frente – Você entendeu tudo errado. Eu contei uma coisa para aquela linguaruda, que não sei se entendeu errado, se aumentou, não sei, só sei que não é não é nada do que você pensou amor. Eu não estou grávida e eu jamais minha vida, jamais trai... – E Emma a beija de repente, um beijo apaixonado, quente e molhado que mesmo sem estar esperando ela retribui de imediato. Elas vão parando os beijos aos poucos, buscando ar já que a respiração de ambas já estava alterada.
— Esta tudo bem linda – Sorri – Mary já me explicou tudo.
— Aquela baixinha é uma fofoqueira – Diz com raiva e fazendo bico e Emma sorri.
— Me desculpa sair daquele jeito – Diz fazendo carinho no rosto da morena – Só de pensar na possibilidade de... – Dessa vez é Regina que a puxa para um beijo.
— Nunca mais duvide do meu amor, entendido? – Diz Regina brava e meio chateada e abraçando com desespero.
— Não linda... Eu não duvidei nem por um segundo, só que... – Suspira – Nem eu sei. Acho que... que eu quero muito um filho com você, eu já venho pensando nisso há um tempinho, e de pensar que... Bom enfim... Só me perdoa? – Diz apertando Regina eu seu braço e beijando o pescoço dela.
— Eu não deveria – Diz Regina suspirando e passando as mãos na costa da loira.
— Me perdoa? – Fala Emma beijando o pescoço dela – Hum? – Mais outro na ponta do nariz – Hum? – E vai dando vários beijinhos em todo rosto e pescoço da morena enquanto sussurrava manhosa para ela, que vai mudando a cara de brava para feliz e sorrindo involuntariamente.
— Mais uns mil desses beijinhos e quem sabe eu penso no caso – Sorri e Emma também – Você me perdoa também? – Fala meio sem jeito – Por ter escondido isso de você?
— Depois nós conversamos direitinho sobre isso, esta bem? – Regina concorda com a cabeça. – Vamos entrar e conhecer sua irmã? A tia dela é uma figura – Sorri e Regina revira os olhos e Emma dá um último beijo nela, pega em sua mão e vai indo na frente sendo seguida pela morena. Quando elas chegam à porta Regina a puxa. Emma vira com tudo e a encara e Regina a abraça.
— Eu te amo – Sussurra – Nunca se esqueça disso.
— Nem por um segundo – Apertara a morena passando as mãos no cabelo dela – Eu também te amo.
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Depois das apresentações feitas, todos conversavam animados na sala. Na realidade mais Roland, Henry, Lily, Cruela, Emma e Killian em um canto. Cora, Henry e Malévola em outro. E Regina estava em um canto apenas observando todos e Malévola encosta perto dela.
— Obrigada por nos receber – Fala ela gentilmente para Regina – Sua casa é muito bonita
— Obrigada – Sorri simpática também – E fiquem a vontade.
— Sabe... Eu sinceramente achei que você iria me reconhecer – Fala Malévola rindo e Regina a encara.
— Ah, meu Deus! – Exclama sorrindo – Eu achei que era você, mas pensei que seria muita coincidência.
— Coincidência do que? – Pergunta Henry pai abraçando a esposa de lado.
— Nada de mais querido – Sorri – Estamos falando de Ella e Lily ter encontrado justo Emma na lanchonete. – Disfarça Malévola e Henry parece que acreditar e desandar a falar e Regina e Malévola ficam se encarando meio sem graça. Isso até Regina ver Cruella dando os braços para Emma e alisando os braços a loira.
— Essa sua irmã é muito abusada – Fala Regina encarando a cena nada contente.
— Me desculpa, mas ela é impossível – sorri meio de lado – Mas se você ignorar ela para.
— Parece até que não me conhece – Fala Regina e vai ao encontro dela.
— Espera ai.. – Fala Henry Mill pensativo – Como assim?
— Como assim o que querido? – Pergunta meio sem jeito para o marido
— Você conhece... – E para Malévola faz uma cara de pega no flagra – Não pode ser a mesma Regina... é? – Ela coça a cabeça
— Coincidência, não?
— Tira suas mãos da minha mulher por gentileza – Fala Regina sem rodeios e puxando Emma.
— Calma, queridinha... – Fala com a maior cara de cínica – Ela é toda sua.
— Bom que saiba.
— Eu não pretendo pegar para mim – Sorri – E$ mamãe me ensinou a dividir as coisas
— Ela não esta insinuando o que eu acho que ela esta, esta? – Pergunta Regina para Emma que não sabe o que fazer.
— Tia – Repreende Lily – Deixa a Emma e a Regina em paz. – Se vira para Regina – Me desculpa, ela é assim mesmo. Antes que Regina fala alguma coisa, eles só escutam um grito de Henry.
— COMO ASSIM, MINHA FILHA É SUA EX-NAMORADA?
E fica aquele silêncio e todos espantados e se encarando.
Emma e Cora encara Regina que não sabe aonde enfiar a cara. Killiam e Cruella segurando o riso. Lily esta estática igual ao seu pai Henry e encarando Malévola, que também não sabe aonde enfiar a cara.
— Espera... – Fala Roland confuso – Você namorou sua própria mãe? Ecá! Ela não é feia, mas cara, credo.
— Não cabeção – Fala Henry sussurrando e dando um tapa na cabeça do irmão – A mãe da Lily namorou com a nossa mãe.
— O QUÊ? – Grita ele sem acreditar e de novo fica aquele silêncio constrangedor.
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