Cotidiano de um casal feliz.

39 Capítulo 39 - Castigo da Mills. [Parte 2]


Notas iniciais
Voltei. Cara eu simplesmente AMEI os comentários do último capítulo. Vocês são sensacionais. Vocês entende essa Fanfic de um jeito inexplicável. Sem favoritismos, e sabem quando uma ou outra estão passando dos limites. Estou muito orgulhosa das pessoas que comentaram. Obrigada mesmo! ♥ E espero que você gostem desse capítulo.

Após Regina sair Emma fica encarando a porta por um tempo em silêncio.
— Pai — Mãe – Chama Roland e Henry ao mesmo tempo, vendo Emma parada encarando a porta a tirando de seu transe.
— Quer saber? – Vai falando Emma olhando para os meninos – Nós também vamos sair. – Fala pegando suas chaves do carro – Vamos conhecer a cidade também. – Fala sorrindo e os meninos comemoram.
Então eles já iam saindo e Emma os barra, e faz sinal para eles esperarem e depois de algum tempo ela fala. – Agora sim, vamos – E eles saem porta a fora. Emma entra em seu da partida e sai cidade a fora.

Henry pai que já havia entendido as intenções da loira apenas balança a cabeça sorrindo.

E eles vão para um lugar que tem umas lojas, andam admirando tudo, conversando e Emma sempre distraída e procurando por algo. Ela dá dinheiro para eles quando eles pedem e mal presta atenção no que eles estão pedindo para comprar.

Até que Roland vê Regina. – Olha é a mamãe e a vovó Cora e já ia saindo atrás dela e Emma o puxa bruscamente.
— Nossa pai precisa me puxar assim? E porque não posso ir com a mamãe e...
— Fica quieto garoto. – Fala ela sussurrando e então a ficha de Roland cai.
— Nós estamos a seguindo? – Emma fica quieta
— Por isso ela nos fez esperar antes de sairmos, estava esperando o carro da mamãe da partida.
— Não é nada disso – Fala Emma e eles olham esperando uma resposta – é... que... quero fazer uma surpresa e encontrar com ela.
— Mãe, você mente tão mal. – Gargalha Henry e Roland e ela fecha a cara.
— Respeita sua mãe garoto.
— Ela esta saindo – Fala Henry – Vamos.

Então eles vão correndo em direção ao fusca e seguem Regina e Cora. Emma, Roland e Henry as seguem e para o carro assim que vê elas chegarem a um determinado lugar.

– Okay – Começa Emma se virando para eles – Vamos entrar, mas precisamos parecer invisível. Se sua mãe descobre ela esmagara o coração de nós três. – Eles engolem em seco e concordam e descem do carro em direção ao restaurante.

Emma e Henry entram discretamente e andando tranquilo sem chamar a atenção. Enquanto Roland dava um passo de cada vez como se estivesse escondendo de alguém e olhando para os lados.

— Por Deus Roland, anda logo! – Fala Henry estressado
— Eu estou disfarçando, cara. E enfim eles se sentam em uma mesa, fazem seus pedidos e Emma a todo instante olhando a morena.

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Regina e Cora andaram por quase todas as lojas da cidade que nem são muitas como em Nova Iorque e compram algumas coisas. Depois de muito andarem e comprarem elas decidem irem almoçar e vão a um restaurante que tinha na pacata Storybrooke.

— Querida, quando eu pedia o cartão de crédito do seu pai eu realmente o usava – Fala Cora despreocupadamente enquanto comia um pedaço de torta.
— Eu só pedi em um momento de raiva. – Fala suspirando – Mas eu nem sei se deveria estar realmente com raiva.
— Óh querida, não fique assim – Fala pegando as mãos da filha lhe transmitindo forças – Eu sei que vocês vão se acertar. A senhorita Swan te ama isso fica cada vez mais claro para mim.
— É – Fala Regina desanimada – Eu sei que ama. O problema não é esse.
— Embora ela tenha esse jeitinho desengonçado e atrapalhado é uma graça. Alias, eu acho que é isso que chama atenção de todos nela. Além daquela carinha de anjo dela – Sorri e Regina já começa a fechar a cara. – Veja só estamos nem dois dias completos nessa cidade e já temos uma prefeita e uma garçonete de olho nela.
— Eu já entendi aonde você quer chegar mamãe. – Fala Regina entre dentes.
— Que bom que entendeu. – Fala Cora tomando despreocupadamente seu drinque. – Eu não sei o que houve, mas você pegou pesado com a pobre moça. Regina continua em silêncio olhando para o seu prato.
— Não sei se quero falar disso. – Fala Regina envergonhada.

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Eles comem e ficam atentos a todo o momento ao que Regina e Cora estão fazendo.
— Pai, não é por nada não... Mas acho que preciso ir ao banheiro.
— Agora garoto? – Pergunta Emma espantada.
— É que eu estou meio que apertado.
— Okay – Concorda Emma – Mas vai apenas você – Olha para os lados e volta a atenção a ele. – mas vai pelas laterais, e só vai quando um garçom passar assim elas não veam você. E faz a mesma coisa na hora de voltar. Você consegue?
— Claro pai. – Fala empolgado – Eu sou seu filho – Fala orgulhoso – Filho de uma policial.

E ele faz exatamente o que Emma manda, chegou até quase a porta do banheiro sem problemas algum, exceto é claro, ele ter trombado de frente com outro garçom o fazendo derrubar uma bandeja fazendo um barulho e chamando a atenção dos cliente para o local. A macarronada que estava na bandeja cai tudo na cara dele. O que foi bom, pois deu para ele disfarças melhor que era ele. Então ele olha desesperado para Emma e Henry e não os encontra na mesa. E vai se rastejando pelo chão e entra em uma sala.

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Emma vendo que Roland trombou com o garçom puxa Henry e os dois entram embaixo da mesa.
— Mãe – Começa Henry – a senhora e a mamãe parecem duas adolescentes às vezes.
— Garoto, não tem isso no amor – Fala sorrindo – quando você se apaixonar vai ver que tenho razão.
— Se eu for feliz o quanto você e mamãe são juntas, eu mal posso esperar.
— Ahh garoto, vem aqui. – E abraça o filho.
— Mas nós dois nos abraçando em baixo de uma mesa ainda não é normal – Eles sorriem e Emma confere se esta tudo certo e eles voltam para seus lugares.

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Roland que estava saindo do lugar que ele entrou, agora com roupa de garçom e com um chapéu na cabeça tem uma brilhante ideia para ajudar seu pai. Então ele coloca seu celular em uma badeja e começa a filmar o que Regina e Cora estão conversando discretamente sem elas verem. Depois de um tempo gravando ele vai até Emma mostrar a gravação.

— Entrega para Swan – Fala Roland estendendo a bandeja com o celular.
— É o celular do seu irmão – Fala Emma sem olhar o suposto ‘garçom’ – Ele deve ter deixado cair quando foi ao banheiro.
— Eu acho que não, mãe – Fala Henry rindo – Acredito que ele quis entregar
— O que quer dizer com isso? – Pergunta Emma olhando para Henry, que aponta para Roland.
— Roland? – Pergunta surpresa – O que esta fazendo com essa roupa?
— Eu entrei em um lugar e achei essas roupas já que as minhas estavam cheias de macarronada, que a propósito não é um dos melhores, o sua é muito melhor pai. E aquele lugar cheira a roupa velha...
— Roland, foco! – Fala Henry
— Aé... Então eu aproveitei para gravar o que mamãe e a vovó estavam falando e acho que você deveria assistir. Mas devo alerta de Henry não fazer isso. – Fala ele com uma cara de desgosto – As coisas que eu ouvi me deixaram traumatizado.
— Mais do que ver elas se beijando e se agarrando no sofá de casa? – Pergunta Henry – Acho que nada me afeta mais.

Emma apenas os repreende com o olhar e dá play ao vídeo. E começa com cora falando.

GRAVAÇÃO ON

— Killian esta com ciúmes do seu pai – Cora quebra o silêncio contando seu problema a fim de deixar a filha mais a vontade de contar o que estava a aborrecendo – Disse que eu não posso ficar abraçando o seu pai, estando com ele – Elas gargalham. – Vê se posso com isso. – Elas ficam um pouco em silêncio.
— Você realmente gosta dele? – Pergunta Regina séria olhando sua mãe.
— Ele me faz sentir mais jovem. – Regina arqueia sobrancelha – Não na idade, alias sim na idade, mas não a numérica. Ele me faz sentir aquele sentimento novo, que você sente a primeira vez. Eu gosto do que sinto quando estou com ele, tudo vira uma possibilidade, o amanhã não fica tão incerto, entende? – Finaliza e Regina sorri com os olhos lacrimejados.

— Claro que entendo. – Sorri com cara de boba – Emma me faz sentir isso o tempo todo. Ela me faz tão bem, tão feliz às vezes sinto que não faço um terço do que ela faz por mim – deixa escapar uma lágrima – Não estou dizendo que eu não a mereço, não, não é esse o sentimento aqui. É que o que ela faz por mim é tão grande, é tanto cuidado e um carinho tão imenso que ela me transmite em cada gesto, cada olhar, cada vez que ela me olha com aqueles olhinhos dizendo que tudo vai ficar bem, que eu tenho vontade de fazer tudo por ela. De dizer o quanto sua presença me faz bem e tudo que ela faz me faz sorrir, mesmo agora eu com raiva por a mulher da minha vida ter dormido depois de um dia estressante durante o sexo e nem ter percebido e eu descontar toda minha frustação nela, ela agiu da forma mais tranquila e doce possível e é uma das coisas que eu mais admiro nela. O mundo esta sempre um caos e ela esta lá forte, ela é força que não me deixa cair e eu a amo tanto. – Finaliza sorrindo bobamente. Cora também esta com os olhos lacrimejados e sorrindo por ver a filha tão feliz. Cora seca a lágrima insistente que desceu dos seus olhos, limpa a garganta e come mais um pedaço de sua torta.

— Então... a senhorita Swan dormiu durante o sexo? – Ergue as sobrancelhas. – Querida esta na hora de usar uns brinquedinhos e tirar minha nora do tédio – Regina fica completamente constrangida e vermelha e abre a boca algumas vezes.
— Mamãe! – Repreende
— Querida, tem uns brinquedinhos que são divinos. Killian e eu já... – Regina se recusava acreditar no que seus ouvidos estavam ouvindo.
— MAMÃE! – Fala um pouco mais alto. – JÁ CHEGA! – Cora faz uma cara de que não entendeu a reação da filha como se tudo o que ela acabou de dizer fosse natural.

GRAVAÇÃO OFF

— Meus olhos, meus ouvidos... – Fala Henry – Estou completamente traumatizado.
— Eu avisei.
— Então era isso – Fala Emma – Eu dormir sem nos termos terminado – Fala ainda em transe para si mesmo.
— Na segunda mesmo eu vou atrás de um psicólogo – Fala Henry tapando os ouvidos. – Sou muito novo para ouvir essas coisas.

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— Falando sério agora querida – Começa Cora falando disfarçadamente e sussurrado. – Você percebeu que ela esta nos seguindo não é?
— Percebi sim – Fala Regina rindo – Roland não é nada discreto.
— Essa minha nora é mesmo uma graça, já sou completamente fã.

Nisso encosta um homem loiro e alto perto delas com uma cesta de flores. Emma vê a cena e larga o celular e já fica em sinal de alerta. Ainda mais em ver os sorrisos que Regina esta dando toda vez que o paspalho abria a boca.

Então o homem se despede delas e vai em direção a Emma.

— Senhorita Swan? – Pergunta o homem sorridente – ‘Esse cara parece que esta fazendo propaganda para uma marca de creme dental’ – Pensa Emma irritada.
— Eu mesma.
— Sua esposa pediu para lhe entrega – E entrega uma rosa para Emma – Ela pediu para dizer que sente muito por hoje de manhã e que te ama muito.

Emma então olha para direção em que Regina esta que esta lhe dando um sorriso lindo.

‘Então foi porque eu meio que dormir no sexo? Ahh Mills você esta tão ferrada! Vou te mostrar como uma Swan brinca de verdade’ — Pensa Emma sorrindo internamente. A loira então pega a rosa e vai em direção a Regina, para ao lado da mesa, abaixa na altura de Regina e fala baixo e pausadamente.

— Então você não consegue perdoar a sua mulher que dormiu uma única vez após o sexo, sim nós já tínhamos terminado, pelo menos eu consegui finalizar meu serviço se é que entende – Sorri cinicamente – Você sabe que eu estava muito cansada. Eu sei, voce ate tem o direito de ficar chateada, eu também ficaria. O que me ofende é que ao invés de sentar e conversar comigo como uma boa namorada, você me acorda derrubando da cama? – Regina esta estática porque nunca viu Emma falando com ela daquele jeito. – Você me ofende agindo assim Regina, sabia?
— Amor, me perdoa eu fiquei... – Emma a interrompe e coloca a rosa na boca de Regina a impedindo de prosseguir.
— Shhh... Não precisa dizer mais nada não, eu já entendi. – E sai andando e no meio do caminho volta – Ahh paga a conta da minha mesa, já que esta com o cartão – Sorri – E volta logo para casa e tira esse vestido – E sai porta a fora e chamando os garotos a seguir ela. Deixando uma Regina sem ação e Cora com um sorriso largo nos lábios.
— Agora quem esta ferrada é você – Diz Cora – Eu realmente amo minha norinha – Gargalha por fim.

Notas finais
Minha ideia desde a primeira parte era essa. Regina dar pit e acabar virando contra ela. Vamos ver como ela vai se desculpar agora rs até a próxima. PS: Já que vocês deram tantas ideias e palpites bacanas em relação ao capítulo anterior, lhes dou a liberdade de ideias e ou que vocês gostariam de que Emma possa possivelmente fazer com Regina. Fiquem a vontade! haha