Cotidiano de um casal feliz.

37 Capítulo 37 - Henry Mills


Notas iniciais
Voltei no mesmo dia, olha só :) Escrevi para [des]estressar um pouco porque tomei três banhos de chuva. São Paulo, óh cidade difícil rs Bom vamos lá.

— Coriana Mills. – Fala rindo debochadamente e Cora fecha a cara na mesma hora.
— Eu juro por Deus, Henry, que se me chamar por esse nome mais uma vez, não sairá dessa cidade vivo! Alias não passara de hoje.
— Para de besteira e cumprimenta seu marido direito – Fala rindo e a trás para um abraço, ela retribui o abraçando carinhosamente.
— Cadê Regina? – Pergunta meio sem graça falando baixo e meio de lado.
— Eu ainda não falei com ela. – Ela dá passagem para ele apontando para a entrada – Entra. Ela esta na sala com a família dela – Ele entra e ela fecha a porta e eles seguem até a sala.

Assim que chegam Cora apontam mostrando eles aconchegados dormindo serenamente na sala. Ficam um tempo em silêncio apenas assistindo a família da filha dormindo e ficam maravilhados em como eles estão serenos.

O senhor Henry deixa rolar uma lágrima tímida em ver a cena. Cora sorri em ver o amigo e ex-marido emocionado com o que vê e passa um dois braços na cintura dele que a abraça de lado, beijando carinhosamente o topo da cabeça dela.
— Ela parece feliz – Diz ele sorrindo.
— E ela está – Sorriem mais uma vez – Como sempre mereceu estar e como sempre quisemos.

Nessa hora Killian esta descendo as escadas e quando vê sua namorada abraças com os ex-marido sorrindo e com lágrimas nos olhos o senhor lápis de olhos enlouquece.

— Tira suas mãos da minha mulher – Berra Jones ainda das escadas e vendo a cara de Cora e Henry de espantados com a atitude dele ele diminui um pouco o tom de voz, mas ainda gritando continua – Sua chance já passou senhor Mills.
— Óh, Cora não me diga que...? – Não termina e começa a gargalhar – Cora fica meio envergonhada e Killian com pose superior.
— Vovô – Grita Roland se levantando com tudo do colchão e assustando os demais que ainda estavam dormindo.
— O quê? – Se levanta Emma em um pulo com os punhos cerrados em pose de boxe e olhando para os lados – Não se preocupe. Eu defendo você amor!
— Mas que diabo está... – Regina fala irritada e se levantado e para assim que vê seu pai abraçado com Roland a olhando. – Filha – Fala Henry Mills. Emma que tinha levantado no pulo quando foi dar um passo enrosca o pé no lençol e cai de cara com tudo no chão e fazendo um barulho ao cair. E todos correm em direção a loira para ajuda-la.
— Amor você esta bem? – Pergunta Regina levantando Emma do chão a sentando no sofá e conferindo o corpo da loira pra ver se estava tudo no lugar.
— Aiiii – Reclama quando coloca a mão no rosto dela e ela retira de imediato – Estou amor, acho que só quebrei a cara – Sorri de lado – Literalmente, mas estou bem sim.
— Você caiu igual a um saco de batatas, pai. – Fala Roland gargalhando de Emma levando Henry Swan, Cora e Killian a rirem junto e a loira os olha emburrada.
— Pai? – Pergunta Henry confuso.
— Sim vovô – Fala Roland orgulhoso – Emma é meu pai agora. Ele continua confuso.
— Pai – Fala Regina ainda em transe olhando fixamente seu pai – O que faz aqui?
— Eu precisava te ver, filha. – Fala ele sinceramente.
— Vamos os deixar a sós. – Fala Emma tentando se levantar e Regina a puxa de volta e ela solta um gemido de dor e Regina olha pedindo desculpas.
— Não será necessário mocinha.
— É Emma Swan, pai. Ela é minha namorada. – Fala Regina entrelaçando as mãos nas mãos da xerife.
— Prazer senhorita Swan. – Fala ele sorrindo gentilmente para ela que retribui o sorriso. – O que eu tenho para dizer precisa ser ouvido por todos. – Fala olhando diretamente para Regina – Eu errei, minha filha. E eu sei que eu não mereço o seu perdão. Mas se você me deixar, eu gostaria muito de merecê-lo algum dia. E eu vim aqui dizer que eu errei em tudo com você, mas em nenhum momento foi por não te amar, minha filha. E eu estou aqui disposta a aceitar você seja como você for, assim como você me aceitou sendo esse pai obcecado por trabalho, que acha que esta sempre acima da verdade.

Todo estão com lágrimas nos olhos, enquanto o pai de Regina ia falando Emma apertava a mão da morena mostrando apoio Quando ele terminou todos ficaram esperando ela dizer algo e Regina não diz nada. Apenas se levanta e abraça seu pai o mais forte que ela pode.
— Oh, minha filha– Fala ele entrando em um choro compulsivo – Como eu senti sua falta!
— Eu também, papai. – Fala a morena emocionada também.

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Eles conversam comem algumas besteiras. Regina e o velho Mills colocam alguns assuntos em dias, nada muito complexo apenas assuntos aleatórios. Perguntam-se como estão. Regina conta como conheceu Emma, como é a vida delas e como ela teve que mudar para lá.

Roland conta algumas besteiras fazendo todos gargalhar, Killian solta algumas frases que faz todos os olharem de forma desconfiada, Emma faz algumas trapalhadas e vez ou outra, Emma, Roland, Henry e Killian discutem parecendo umas crianças, enquanto Cora e Regina os olham suspirando.

— Você realmente esta feliz, não está? – Constata Henry pai sussurrando abraçando a filha de lado.
— Mais do que eu poderia imaginar que seria um dia – Responde orgulhosa.
— Então eu também estou feliz – Fala ele beijando o topo da cabeça dela.
— Obrigada, papai – Fala beijando demoradamente a bochecha do pai – Eu amo você!
— Eu também amo você!

Enfim a noite chega e todos estão acomodados em seus quartos e Emma esta esperando mais uma vez a morena sair do banheiro. E dessa vez mais exausta que tudo. Regina ia conversando com ela do banheiro e a loira estava quase caindo no sono e enfim Regina sai do banheiro e Emma abre a boca com a visão.

Regina estava com uma camisola preta transparente e com uma minúscula calcinha combinando. Só com aquela visão o coração de Emma acelerou, e algumas partes baixas deu sinal de vida.

— Nossa amor, eu achei que estava com saudade – Fala Emma não desviando o olhar da morena que esta se aproximando dela lentamente com um sorriso lascivos nos lábios – Mas te vendo assim... – Fala colocando as mãos na cintura dela que esta se sentando em seu colo e prossegue falando sussurrando agora – Eu percebo que saudade não chega nem perto do que eu estou sentindo agora. – Finaliza com Regina a beijando calmamente.

— Amor, eu estou com saudade também. Muito. – Fala Regina lambendo os pescoço de Emma que já esta gemendo – Mas hoje eu quero apenas sexo, quente com minha xerife.

Emma não espera mais nada e começa a beijar Regina com volúpia, vai descendo os beijos pelo pescoço dela, baixa uma alça da camisola e beija o ombro dela, faz o mesmo na outra alça, e prossegue os beijos molhados e selvagens pelos corpo da morena que esta suspirando cada vez mais intensamente. Enfim ela baixa a camisola da morena e chega aos seios delas e os agarras e começa a massageá-los com firmeza e cheia de tesão, pressa e saudade.

Então passa a ponta da língua nos bicos e dá uma mordidinha de leve, fazendo Regina suspirar em excitação ansiando pela loira cair de boca, que é o que ela faz. Cai de boca nos seios dela, chupa o direito com sede e puro desejo e aperta o outro. Regina solta um gemido rouco de prazer e Emma fica mais algum tempo revezando do outro e vai descendo seus beijos e arranca a calcinha da morena dela e a rasgando um pouco o que deixa Regina pegando fogo.

Emma então abre bem as pernas dela e sem hesitar começa a chupar a morena que já não sabe mais nem o seu próprio nome. Ela chupa o clitóris da morena fazendo pressão e ela começa a rebola na boca da loira, que leva os dedos naquela vagina completamente molhada e lambuza seus dedos la, e enfim a penetra de forma firme, ágil e selvagem.

Regina então geme cada vez mais, rebola, chama o nome da loira, aperta os lençóis e quando esta quase chegando ao ápice segura a cabeleira loira prendendo a cabeça dela lá e enfim se desfaz chegando a um magnifico orgasmo.

Emma cai ao lado dela ofegante e Regina sorri deliciosamente e beija a sua loira que corresponde ao beijo completamente ofegante.

— Agora é minha vez, de comer você – Fala Regina e começa a distribuir beijos pelo pescoço da loira, e vai descendo tira a blusa e o sutiã dela compressa e vai descendo os beijos e abre a calça da loira e vai tirando a calça com dificuldade já que Emma não a ajuda a tirar. Mas, continua com as caricias e quando olhou para Emma para dar aquela olhada safada e ver os olhos de desejo da loira que ela adora ver antes de tirar sua calcinha , ela percebe que a loira esta de olhos fechado.

— Amor? – Chama Emma e nada. – Querida? – Balança a loira e sobre para perto dela se recusando a acreditar no que esta acontecendo. – Emma – Fala ela empurrando a loira mais forte e nada dela acordar, ao invés disso ela puxa a morena para perto dela e a aperta mais ao seu corpo. Regina fica puta da vida com Emma e tenta se soltar, mas ela a apertar mais em seu corpo. Restando apenas a opção de Regina ficar ali e tentar dormir. Já que pelo visto nada mais iria rolar.

— Você esta tão ferrada Emma Swan – Fala ela entre dentes e enfurecida– E Emma solta um suspiro dormindo – Tão ferrada – Fala por fim fechando os olhos para tentar dormir.

Notas finais
Pobre Emma...