Cotidiano de um casal feliz.
36 Capítulo 36 - Confusão, meu nome é xerife.
Notas iniciais
Emma e Regina enfim chegam a lanchonete. Quando elas abrem a porta seus olhos recusam a acreditar no que estão vendo. Gente brigando, comida voando, uma Ruby gritando histericamente e no canto sua linda família tentando se esquivar dos ataques de comida.
De imediato vem ao encontro dela um David todo desnorteado e todo sujo de comida. – Xerife, graças a Deus você chegou! Eu não sei mais o que fazer e... – Emma respira fundo e nem deixa o pobre homem terminar de falar. Então sobe no balcão da lanchonete com a ajuda do policial David. Olha em volta e respira mais uma vez e leva seus dedos aos seus finos lábios e dá um assovio alto e ensurdecedor fazendo todos procurarem da onde estava vindo o barulho e assim que fazem acham uma loira muito zangada em cima do balcão os encarando, aos poucos eles foram parando o que estavam fazendo e tentando entender quem era ela e o que estava fazendo.
Emma vê que conseguiu a atenção das pessoas e decide parar de assoviar. – Prestem atenção no que eu vou falar, porque eu só vou falar uma única vez. – Nisso a porta da lanchonete se abre mais uma vez revelando uma ruiva, prefeita da cidade.
— Pode continuar querida – Fala olhando Emma com malícia – Eu vou apenas apreciar sua pose de xerife – Fala rindo e mordendo os lábios. Emma fica alguns segundos tentando voltar a sua linha de raciocínio e enfim prossegue.
— Primeiramente vou me apresentar, certamente vocês devem estar se perguntando que eu sou. – Todos concordam e continuam olhando para que ela prossiga ela dá pausa e olha a todos e dá alguns passos pelo balcão depois para e volta a encara-los. – Meu nome é Emma Swan, sou a nova Xerife da cidade. Bom eu não sei como vocês vivem e se o que esta havendo aqui é normal nessa cidade, mas...
— A culpa é desse paspalho... – Começou a gritar um homem do fundo e Emma da um olhar mortal para o mesmo fazendo-o parar de imediato.
— O próximo que me interromper ou jogar qualquer pedaço de comida, ou mesmo olhar feio para quem estiver ao seu lado passara a noite na delegacia, fui clara? – Silêncio total ninguém falava nada. – Eu perguntei se eu fui clara? – Todos assentem e respondem que sim. – Ótimo. – Ela sorri – Como eu ia dizendo... – Fala e olha para o home que a interrompeu que encolhe os ombros – Eu não sei se isso é normal por aqui, se é receio tirar a alegria de vocês, pois não acontecerá mais. E ninguém vai sair daqui sem pagar os prejuízos... – Todos começam a murmurar – É, parece que querem ir para o canto do pensamento na delegacia – Fala ironicamente e todos param. – Vão pagar os prejuízos e quem causar problemas já sabe.
— Eu vou para a minha casa agora, pois na realidade meu turno começa amanhã e estou cansada. Eu juro por Deus que se eu for chamada mais uma vez para resolver esses tipos de problema não serei tão boazinha assim. Agora se dirijam ao caixa que a dona – Olha para os lados a procura de alguém e vê Ruby e sua vó Granny sorrindo para ela – passara os valores a vocês. –Todos já ia saindo e ela grita – Ahh e claro se precisarem de algo é só pedir, estamos aqui para os proteger. – Finaliza e desce do balcão.
Zelena se aproxima de Emma. – Você foi nossa melhor escolha de xerife até hoje, sem duvida alguma. Ótimo trabalho Emma – Ela elogia pela primeira vez sem maldade, e sem más intenções e Emma vê isso.
— Obrigada Zelena! – Sorri – Essa cidade é um caos. – Elas riem juntas.
— Na verdade acho que estão lhe dando boas vindas, porque isso aqui fica meses sem acontecer nada. Antes de elas falarem alguma coisa mais Ruby veio em direção a elas e deu um abraço apertado na xerife. Emma retribui o abraço sorrindo da empolgação da garçonete.
— Obrigada, xerife, eu nem sei como agradecer.
— É apenas meu trabalho – Fala e por reflexo olha na direção em que os meninos estão juntamente com Cora, Jones e Regina e se solta bruscamente de Ruby ao ver a cara que Regina esta lhe olhando.
— Meu nome é Ruby a propósito. – Fala estendo a mão pra Emma. – Prazer em conhecê-la Xerife Swan.
— Pode me chamar de Emma. – Sorri gentil.
Regina não se aguentou e foi para perto das duas e puxou Emma e a virou dando-lhe um beijo cinematográfico atraindo alguns olhares para elas, levou alguns segundos e levantou Emma da mesma forma que a puxou, deixando a loira sem ar, fora de orbita e mal lembrando o número do seu RG. Ela finaliza e sorri para Emma maliciosamente – Vamos amor? Eu ainda estou cansada e quero me deitar mais um pouquinho. – Emma claro, corou um pouco mesmo sabendo que a morena só queria demarcar território com a garçonete.
— Vamos sim, amor – Fala Emma sorrindo – Cadê nosso povo?
— Já estão lá fora nos esperando.
— Okay. – Se vira para Ruby e lhe estende a mão – Prazer em conhecê-la Ruby.
— O prazer foi todo meu xerife! Quer dizer, Emma. – Fala Ruby sorrindo para Emma e Regina querendo mata-la. E repete o gesto cumprimentando Zelena – Até mais, prefeita.
E Ruby fica suspirando olhando para Emma sair.
— Desencana garçonete. – Fala Zelena – Aquela ali já tem dona – Sorri – E se tem o mesmo gênio da mãe dela, você não vai querer se meter com uma Mills. – Sai por fim da lanchonete, deixando Ruby pensativa.
E mais uma vez naquele mesmo dia elas partem para a mansão com sua família, depois de uma longa confusão.
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Enfim chegaram e o dia pareceu correr bem. Regina fez o almoço para eles que comeram entre risadas, provocações e piadas. Eles contaram como começou a briga e todos gargalharam quando Roland imitou Leroy, o bêbado que causou problemas e David teve que o levar detido, de como ele chamou Killian de senhor lápis de olho, e ele ficou com um enorme bico e Cora tentando segurar o riso para não gargalhar do namorado.
Depois do almoço cada um foi fazer alguma coisa. Cora e Killian foram se deitar, pois estavam cansados da viagem e da confusão toda. Henry e Roland decidiram ver um filme e apesar de Emma estar caindo de sono e estar cansada decidiu ficar com sua família para matar a saudade.
Regina levou um colchão para a sala e todos se deitaram para assistir o filme. Emma e Regina a todo momento trocando beijinhos discretos e carinhos, sorrindo completamente apaixonada. E se sentindo felizes apesar de toda aquela confusão que era a vida delas.
Depois de alguns minutos, acabaram todos pegando no sono, por fim. Estavam todos tão cansados e tão aconchegados uns nos outros que nem viram a campainha tocar. Cora que já estava descendo as escadas foi atender. Abri a porta e se assustou com que viu.
— Henry Mills. – Fala Cora para o homem que esta parado a porta.
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