Cotidiano de um casal feliz.
28 Capítulo 28 - Lírios.
Notas iniciais
Regina entra em seu carro e sai em disparada para sua casa encontrar com sua loira manhosa. Chegando em casa ela chama por Emma.
– Querida? Vamos conversar?
Chama mas não ouve nenhuma resposta e ela sai andando por todos os cômodos procurando por Emma e não acha. Ela vai para o quarto, senta na cama e liga para loira diversas vezes e só cai na caixa postal. E decide esperar por ela, e quando ela chegasse elas conversariam ela diria tudo que estava sentindo.
Depois de um tempo Regina acorda com barulho na casa e desce as escadas correndo pensando ser sua loira. E encontra apenas Roland e Henry, que sem questiona-la abraça em conjunto.
— Você se acertaram? – Pergunta Roland.
— Ainda não – Fala desanimada – Ela ainda não voltou pra casa. Vou fazer o jantar – Fala Regina os soltando.
— Não precisa, já comemos pizza.
— Vocês chegaram faz tempo? – Pergunta Regina e eles afirmam com a cabeça. – Ah meu Deus que horas são?
— Muito tarde.
— Roland e eu decidimos não perguntar, já basta a confusão da última vez, então quando vocês estiverem prontas estaremos aqui, okay?
— Ah, meus filhos! – Fala Regina chorando emocionada – Vocês realmente estão crescendo. Henry ri orgulhoso.
— Espera que logo ela volta. Eu a conheço, ela só precisa ficar um pouco sozinha.
— É isso. – Fala Regina subindo as escadas correndo e eles olham sem entender a seguem, mas já encontra ela voltando com o celular e as chaves do carro na mão. Mas em vez de ela parar ela continua correndo para a cozinha e vai até os lírios que estão no vaso com água. E pega um único lírio e sai em disparada até a porta de saída e se vira para os garotos que estão apenas a seguindo sem dizer nada.
— Vocês ficam aqui e qualquer coisa me liguem.
— E se ela aparecer?
— Ela não vai. Eu sei onde ela esta.
— Okay, mãe tome cuidado, porque já esta tarde. – Fala Henry e a beijando.
— Vai dar tudo certo, mãe. O pai te ama. – Fala Roland e Regina sorri.
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Regina entra em seu carro e sai em disparada e olha para o banco ao seu lado onde está o único lírio, e fica sorrindo ao lembrar-se de Emma aparecendo em sua porta com eles. E como ela não pode mais se conter e a puxou para um beijo.
Ela então chega a porta do apartamento de Emma, pega o lírio e vai em disparada para o andar dela. Chega à porta respira fundo a fim de se acalmar. Bate na porta, mas não tem nenhuma resposta. Então volta a bater até que a porta se abre revelando Emma.
— Regina – Fala Emma surpresa.
Elas ficam se encarando, Emma estava com os olhos completamente vermelho, com certeza estava chorando e estava com os cabelos bagunçados, certamente estava deitada. E Regina sorriu em vê-la assim, que apesar de tudo continuava parecendo o mesmo anjo de sempre, o mesmo anjo que ela achou que era ao pensar ter morrido quando a viu a primeira vez.
— Eu deveria te surrar por sumir assim e me deixar desesperada, pensando que poderia ter te acontecido todo tipo de coisa com você. – Fala e começa a chorar. Emma a abraça. Ela tenta resistir empurrando ela e dá uns três tapas no peito dela e para quando Emma aperta mais em seu corpo.
— Desculpa baby. Eu precisava de um tempo. – Ela aperta mais Regina que aumenta o choro – Não chore, por favor..
— Não vai me convidar para entrar senhorita Swan? – Fala com a voz ainda carregada devido ao choro e sorrindo para Emma, que lhe dá espaço para ela entrar. – Eu trouxe para você – Estende o lírio e Emma abre um sorriso – Que tecnicamente era pra você me entregar, então termina o que você iria fazer hoje mais cedo. Emma faz um carinho no rosto dela, limpando suas lágrimas.
— Eu fui lá para abrir meu coração para você. Eu ouvi você dizendo que não poderia abrir mão de sua vida... – Rspira fundo – Que sou apenas sua namorada. Eu simplesmente não podia mais ficar lá para ouvir mais nada, porque você tem razão – Fala olhando pra Regina que esta prestando atenção nela.
— Em primeiro é muito feio ouvir atrás da porta Swan – Fala sorrindo. – Em segundo você deveria ter ouvindo até o final. – Se aproxima de Emma – Ouvido, eu dizer que eu estou com medo, mas que não vou te deixar sozinha. E que sim somos apenas namoradas, mas eu quero mais, muito mais. – Emma a olha sorrindo.
— Você quer? Você quer ir comigo?
— Como eu disse eu quero muito mais, quero você até ser minha por completo Emma Swan.
— Você tem certeza, amor? Eu não quero te pressionar e nem que você decida isso em um impulso e... – Regina interrompe a beijando desesperadamente.
— Você não vai a lugar algum sem mim. Estamos entendidas? – Emma a abraça forte – E agora estou esperando minha flor. E elas gargalham.
— Sabe – Começa Emma pegando as mãos de Regina e fixando seus olhos em suas mãos – Na Grécia Antiga as noivas utilizavam lírios brancos para enfeitar seus cabelos e vestidos, já na China, sonhar com Lírios significava casamento próximo. – Regina não ousava desviar os olhos de Emma e prestava atenção em tudo – Na antiguidade os lírios eram considerados como sinais de fertilidade e de uma vida pura, e as flores foram usadas como oferendas para apaziguar os deuses. – Regina esta tomada de emoção deixando as lágrimas correrem livremente – No Feng Shui os lírios representam o verão e a abundância, e para os chineses, o lírio significa “Amor eterno”. – Emma finalmente a encara e olha dentro de seus olhos intensamente – Resumindo, podemos dizer que as Flores de Lírio representam: casamento, pureza, inocência, majestade, doçura, paz, saudade, proteção, nobreza. – Ela leva uma mão ao rosto de Regina e acaricia – E são todas essas coisas que vejo em mim quando estou com você, que vejo em você e em nós quando estamos juntas. E eu quero tudo isso para mim, mas só quero se for me dado por você. Eu te amo, meu amor. – Elas sorriem e Emma se ajoelha para Regina – Então com esse único lírio em símbolo de tudo que eu quero oferecer a você, pergunto: Você aceita ir começar uma nova vida ao meu lado? Regina a puxa para cima e a beija.
— Claro que eu aceito meu amor – a beija de novo sorrindo – Nada me faria mais feliz nesse mundo. Emma a roda no ar com ela no colo com elas sorrindo.
Depois de tudo conversado e Resolvido elas decidem ir para casa, afinal teria que ter uma conversa com os meninos, e não sabiam muito o que eles diriam e ficaram ansiosas para voltar e contar logo, então faria logo que eles acordassem. Elas chegam em casa e encontra Henry e Roland dormindo em um colchão na sala com a televisão ligada e eles encostado um no outro.
— Olha esses garotos amor. São mais irmão do que irmãos de sangue. – Fala Emma emocionada.
— São sim querida. A amizade deles é tão linda como nosso amor. – Fala sorrindo.
— Parece que temos alguém romântica hoje – Elas gargalham – Besta – Fala Emma
— Sua – Diz Regina rindo. – Sabe eu adoro inverter os papeis com você. – Fala de forma maliciosa e Emma pega a puxa pelo decote da blusa para mais perto dela.
— Nós ainda estamos aqui – Fala Henry e elas dão um selinho ainda rindo e voltam-se para eles. – É perderam o respeito mesmo. – Fala Henry ainda resmungando e elas continuam rindo. – Meu Deus! Vocês morderam alguma maçã do amor ou tomaram alguma poção? Eu nunca vi vocês assim! – Então Emma abraça Regina por trás e descansa seu queixo no ombro dela
— Só estamos felizes garoto.
— Percebi a mãe nem reclamou da gente estar aqui.
— E nem vou. Aliás – Fala se virando para Emma – O que acha de dormimos aqui com nossos bebês, querida? E sim Herny você é nosso bebê sim e sempre será. – Fala ela antes que ele resmunga. – Eu não disse nada
— Pai você voltou! – Fala Roland pulando em cima de Emma que cai no colchão caindo.
— Garoto, seu pai nunca foi embora. – Fala sorrindo deitando-se e Roland e Henry deitam cada um do lado dela – Aliás vocês não se livram de mim nunca mais, nem você e nem sua mãe. – Olha pra Regina.
— Assim esperamos Swan. Agora será quem tem espaço pra mim ou vou ter que subir? – Fala fingindo estar chateada e Roland a puxa também.
Eles ficam assim brincando até que adormecem os quatro no chão da sala. Não antes de Emma sussurrar no ouvido de Regina.
— Eu te amo besta.
— Eu também te amo, minha besta – Sussurra Regina de voltam e elas se aconchegam mais uma no braço da outra e pegam no sono.
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