Cotidiano de um casal feliz.

25 Capítulo 25 - Vamos, lá Swan.


Notas iniciais
:)

No dia seguinte Regina e Emma acordaram com Roland e Henry lhes levando café da manhã na cama. Regina aproveitou para conversar com eles, explicou que toda ação gera uma reação os fazendo entender que assunto de adultos não são tão simples assim, que se eles desconfiarem de algo o certo é sentar e conversar com elas. Eles disseram que não fariam mais, pediram mais uma vez desculpas, e elas claro que desculparam e agradeceram pela surpresa que eles fizeram. Após isso eles seguiram para o colégio e Regina levou uma Emma emburrada para o hospital, pois seu pé ainda estava inchado.

Elas passaram com a médica. Emma tirou Raio-X e constatou que era mesmo uma luxação e que ela precisaria ficar de repouso por no mínio uns três dias em repouso e tomando medicação e levaria uma injeção para desinchar. Emma quase implorou a Doutora para não tomar a injeção porque não estava mais sentindo tanta dor e que seu pé estava bem menos inchado.

Elas estavam na sala de medicação aguardando para Emma ser médica com um bico do tamanho do mundo.
— Amor desfaz essa carinha, vai. – Fala Regina abraçando Emma de lado, pois ela estava sentada e Regina ao seu lado em pé. – Eu prometo segurar sua mão. – E a loira nem se deu ao trabalho de olhar para a morena e continuou emburrada. – Amor, o que foi? – Pergunta Regina já meio impaciente.

— Você nem me defendeu. – Fala Emma como se fosse uma garotinha que tinha perdido o brinquedo.
—Amor, você queria que eu fizesse o quê, hã? – Fala Regina se agachando em sua frente. – Ela está certa, afinal.
— Ela não precisava dizer que eu sou uma mulher velha de mais para ter medo de injeções. – Fala agora com raiva – Cada um tem medo do que quiser. – E Regina segura o riso em ver Emma assim e achando o maior exagero da loira.

Então entra a enfermeira para aplicar a injeção e Emma que estava toda brava e emburrada prontamente pegou a mão de Regina e apertou. Então ela abraçou a loira e ficou fazendo carinho na mão dela.
— Olha para mim, não para lá tá? – Emma assentiu e fez.
— Pronto. – Falou a enfermeira.
— Amor nem doeu. – Fala Emma toda feliz e fazendo Regina e a enfermeira gargalhar.

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Chegaram em casa e Emma ligou para sua chefe avisando que ficaria esses dias de licença médica porque tinha sofrido um pequeno acidente, e ela disse que já sabia pois o Daniel já tinha comunicado a ela e ela pediu desculpas pelo comportamento dele a Emma que disse que não foi nada e que a família dela havia feito pior com ela, e então ela disse que em falar nisso elas precisariam conversar sobre o ocorrido e Emma desligou o telefone meio apreensiva.

— Como foi? – Pergunta Regina trazendo os remédios de Emma que fez cara feia.
— Ela disse que já sabia que o cara feio do estabulo já tinha contado pra ela – Regina sorri com a cara que ela faz contando revirando os olhos ao mencionar Daniel – E que precisa conversar sobre o ocorrido comigo.
— Você imagina o que seja amor?
— Não. E sinceramente em anos pela primeira vez estou com medo de perder meu emprego. – Fala Emma meio chateada.
— Ahh amor, eu sinto muito. – Fala e trás Emma para seus braços que deita a cabeça em seu colo e ela começa a fazer carinho em seus cabelos loiros. – Mas ela sabe o quanto você é competente, aliás, todos naquele departamento sabem. Não fica assim, por enquanto tá? – Emma assente e elas fica assim mais um pouco.

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Esse três dias passaram e Regina ficou com ela todos esses dias sem sair um minuto do lado da loira, cuidando dela, mimando suas manhas e vontades e rindo das caras de emburrada e careta que fazia toda vez que tinha que tomar o remédio.

Durante esses dias Emma estava meio apreensiva e com medo do que poderia acontecer quando fosse ao departamento e conversasse com sua chefe e Regina percebia o nervosismo dela e de vez em quando tentava anima-la, mesmo ela também estando com medo de Emma perder o trabalho, porque sabia que aquilo era o que Emma amava fazer. Ela mesma já disse que não se via fazendo outra coisa, além de que a maioria de seus amigos estavam todos lá.

Enfim chegou o dia que Emma voltaria o trabalho e falaria com a chefe e ela estava uma pilha de nervos por dentro, mas tentava disfarçar para Regina não preocupar Regina, sem muito sucesso pois a morena via o nervosismo dela e que ela estava mais calada e não brincando tanto.

Regina até pediu para os meninos deixar ela um pouco mais a vontade e não ficasse indo procura-la o tempo todo.

— Você sabe que vai dar tudo certo, não sabe? – Pergunta Regina abraçando Emma por trás enquanto ela estav se olhando no espelho no banheiro, se preparando para sair. Emma não responde apenas dá um sorriso para ela e aperta suas mãos da morena que estão em sua cintura.

— E se algo sair do roteiro, nós daremos um jeito. – E vira Emma de frente – Não importa o que aconteça, amor. Nós sempre daremos um jeito juntas.

— Promete?
— Com todo meu coração, eu prometo! Elas se abraçam por um tempo e depois cada uma foi para seu afazer. Regina voltaria para a cafeteria, os meninos para o colégio e Emma seguiu para o departamento.

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Emma chega e cumprimenta a todos ao chegar como sempre, todos deram boas vinda a ela, contaram do jogo e por fim perguntaram como esta o pé dela e o nariz. E para surpresa de Emma alguns dos colegas de trabalho tinham visto a confusão. Emma já viu que aquilo não era bom sinal. Então foi direto a sala da sua chefe.

‘Vamos, lá Swan’— Pensa respirando fundo e bate na porta por fim esperando pelo que viria.

— Entre está aberto. – Fala Lacey French. Emma entra e ela esta com a cabeça baixa olhando uns documentos.
— Bom dia, French! – Ela ouve a voz de Emma e se levanta.
— Swan, como está? Você melhorou? – Perguntou toda solicita e simpática como sempre tratou Emma.
— Melhorei sim, e queria agradecer pelo fim de semana. Vocês me enganaram direitinho. – Fala sorrindo.
— Vai dizer que não gostou da surpresa? – Emma sorri afirmando – E nem dos brinquedinhos? Emma então fica vermelha igual a um tomate e Lacey percebe e começa a gargalhar.
— Éeer... hum... – Fica gaguejando sem saber o que dizer e enfim limpa a garganta – Bom enfim... Eu queria primeiramente pedir desculpa pelo mal entendi com minha família, eu não fazia ideia do que estava acontecendo, me desculpe.
— Tudo bem, Swan. Deixemos isso para lá por hora.
— Okay. É... então o que queria falar comigo? Nessa hora French se levanta e fecha a porta.
— Sente-se. – Emma agradece. E ela encosta-se à mesa quase sentando de frente para Emma.
— Emma, você sabe o quanto eu admiro o seu trabalho. Você é ótima para trabalhar em equipe, é companheira e tem visão, agilidade...
— Desculpa, Lacey.. Mas diz logo eu passei três dias pensando que perderia meu emprego. Afinal a promoção já soube que é do Augusto. Lacey então respita fundo.
— Alguns funcionários viu o ocorrido e outros ficaram sabendo e infelizmente essa história não ficou só por aqui, e chegou ao ouvido dos meus superiores. Emma se levanta com tudo e explode.

— Então é isso? Eu serei mandada embora por meia dúzia de policiais que não sabem ficar com a boca fechada? – Já fala com lágrimas nos olhos – Você faz ideia de quantas coisas eu já vi aqui nesse departamento e fingi que não vi?
— Eu sei sim Emma, inclusive eu e o Augusto, que graças a você ninguém sabe também – Ela respira fundo mais uma vez – Mas você não perdeu seu emprego de certa forma, só surgiram novos planos para você.
— Como assim?
— Senta-se que eu vou te explicar tudo.
— Okay.

Notas finais
Finalizando o próximo eu já posto.