Cotidiano de um casal feliz.
2 Capítulo 2 - Xerife do velho Oeste.
Notas iniciais
Capítulo 2.
Xerife do velho Oeste.
Henry e Emma Swan – POV autora.
— Não se preocupe garoto, todos irão ver o quanto sua mãe é talentosa e sabe atirar bem, ó...– Diz Emma em posição de guerra com a arma em punhos apontando uma hora pra um lado e hora para o outro, fazendo Henry gargalhar e revirar os olhos. Ela estava ensaiando para apresentação do dia do orgulho do filho. Que Henry havia lhe convidado fazendo-a chorar com o convite ao explicar do que se tratava, ela esta há quase uma semana falando dessa apresentação e já limpou a arma e distintivo, milhares de vezes.
— Eles vão sim mãe, mas pode guardar o entusiasmo para quando chegarmos lá, okay?
— Okay. – Diz Emma guardando sua arma no coldre cheia de pose, cara e bocas. Fazendo Henry gargalhar mais uma vez.
— O que fez de café da manhã para a pessoa que é seu orgulho? Afinal, acho que mereço no mínimo um café da manhã especial para também me sentir especial. – diz Emma piscando e sorrindo de forma sapeca para seu filho.
— Okay, pessoa especial, xerife do velho Oeste e também humilde... – diz essa ultima palavra pausadamente. –... O que vai querer para o café?
— Olha garoto se eu fosse do velho Oeste certamente seria a xerife e salvadora da pequena cidade. – Diz orgulhosa. – E umas panquecas, um chocolate com delicioso chantilly e por cima polvilhado de canela iria bem. – Enumera Emma lambendo os lábios.
— Tudo bem! – Emma com os olhos brilhando faz uma espécie de dancinha da vitória. – Decorei seu pedido, assim que passarmos no Mills coffe eu pedirei tudo isso para você e depois vamos para o colégio. – Fala Henry gargalhando ao ver sua cara de alegria desfazer e se formar bico em seus lábios que sua mãe faz.
— Olha aqui garoto, não se ilude uma mãe xerife do velho Oeste assim não, okay? – Fala pegando suas chaves em cima da mesa e já indo em direção à saída.
— Eu poderia ser uma xerife do Oeste! – fala Emma tempos depois que saíram de sua casa e estavam em silêncio há algum tempo, enquanto olhava para os lados a espera do farol ficar verde.
— Sim, poderia. Embora acredite que você não precisa de mais desculpas para comer ainda mais rosquinhas recheadas, mãe. – Gargalha Henry.
— Hey, garoto você diz como se eu só fizesse isso na delegacia. Eu prendo muito bandido, meus dias são sempre corridos naquela delegacia, okay? – Emma fala com cara de indignada e fazendo bico.
— Ah, sim. Que nem aquela vez em que você ficou presa no banheiro por 3 horas esperando o sinal da oficial Mulan, mas tinha esquecido o rádio de comunicação e só percebeu que o havia perdido porque ela entrou atrás de você e a encontrou dormindo. – diz Henry sorrindo e com uma cara de como estivesse lembrando-se do momento. – Tia Mulan diz que quando a chamou, você ainda levantou com os punhos cerrados e dizendo: “Não se preocupem eu defendo a todos...”— diz Henry imitando a voz de Emma, mas com um tom de voz mais grave. –... e na hora que foi correr pra fora do banheiro ainda tropeçou e caiu. – Ai mamãe, a foto da sua cara de sono que a tia Mulan tirou é a melhor de todas. – Diz Henry gargalhando dessa vez descontroladamente e com os olhos lacrimejados.
— Olha aqui garoto, aquele dia foi um dia a parte. Eu tive um dia muito difícil, okay? E fui dormir muito tarde e acordei muito cedo porque eu tive treinamento pela manhã aquele dia. – Fala agora com cara de chateada.
— Tudo bem dona Emma, estou apenas brincando não precisa chorar também.
—Emma olha indignada dessa vez para seu garoto. – Que saber? Agora também vai cair nas garras da policial Swan para aprender a não cometer mais desacato a autoridade. – fala fazendo cosquinha em seu filho em todos os lados de Henry.
— Okay, mãe – gargalha quase sem ar. – Agora para, – mais risadas – por favor! – fala quase ar.
—Parei, parei. – diz Emma também rindo com seu filho e voltando a dirigir.
— Chegamos – diz parando o carro. – Agora saiba que quem vai pagar a conta será você, por iludir uma mãe tão boa como eu. – Anuncia indo em direção a porta do estabelecimento.
— Isso não é justo. Minha mesada não é igual ao seu salário de policial... – Henry vai parando sua mãe na porta de entrada impedindo a de entrar segurando seu braço encarando-a e continua argumentando. – trabalho esse que a propósito a senhora o desempenha muito bem. Sabe, andei até pensando que se eu não tivesse esse talento todo com tecnologia e computação, certamente seria um policial igual a você mãe. – diz Henry segurando o riso e com cara de cínico ao ver que sua mãe abria um grande sorriso ao ouvir isso.
— Henry! – fala com a voz meio falhada e baixa. – Uau garoto, você até emocionou sua mãe agora.
— Isso significa que eu mereço que me pague um café sem descontar da minha pobre mesada?
— Garoto, eu não acredito que tudo isso é pra não pagar a conta. – fala rindo e entrando por fim na Mills Coffé’s.
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