Cotidiano de um casal feliz.
16 Capítulo 16 – Campeonato, Exposição, Confusão. [Parte 1]
Notas iniciais
Capítulo 15
Campeonato, Exposição, Confusão.
[Parte 1]
Há algumas semanas o departamento onde Emma trabalha teve algumas mudanças. Graham subiu de cargo e foi para outro Estado e entrou uma nova chefa, Lacey French. Ela havia feito uma reunião com todo o departamento e se apresentado a todos, explicou sua forma de trabalhar e depois fez uma reunião em particular com Emma e Augusto dizendo que ela ouviu falar muito bem do trabalho dos dois e que ela iria fazer algumas mudanças no departamento isso incluía nomear um novo detetive e como ela já tinha trazido um de fora e o departamento já tinha um, resultava ela poder nomear apenas um e isso colocou Emma e Augusto em uma espécie de ‘disputa’ silenciosa para quem iria ficar com o cargo.
Em uma dessas reformas a chefe promoveu um campeonato de futebol a fim de compensá-los e também para entrosar novos e antigos funcionários, pois ela acredita que um departamento só funciona em equipe, e para haver uma equipe todos precisam estar unidos.
Emma então levaria Roland a final do campeonato, já que Henry preferiu passar o dia com Regina em uma espécie de apresentação cultural que Emma nem sabe muito bem do que se trata, mas que eles estavam muito animados sobre essa tal apresentação. ‘Quais as chances de arrumar uma namorada tão nerd quanto meu filho’ – Pensou Emma assim que eles contaram sobre a apresentação empolgados.
— Amor, estamos saindo – Gritou Emma descendo as escadas e Regina prontamente apareceu.
— Bom jogo querida – Fala envolvendo Emma pelo pescoço e a beijando docemente. – Faz um gol pra mim. – Sorri e beija Emma novamente. Emma já ia saindo e Regina a chamou novamente.
— Ahh querida... – Fala se aproximando com aquele olhar de predadora que Emma conhece bem e se arrepia todo. – Você ficou uma delicia vestida assim – Fala já apertando a bunda da Emma com as duas mão colando bem ela ao seu corpo e lambuzando o lóbulo da orelha de Emma com sua saliva que geme já se excitando. – Não vejo a hora de você voltar para eu de eu tirar peça por peça... – Sorri maliciosamente– E dá uma apertada generosa no sexo de Emma.
– Amor, não faz assim, se não desisto do campeonato e te como aqui e agora. – Regina continue acariciando sexo de Emma lentamente a torturando mais e a loira soltando um gemido longo e manhoso já com a respiração alterada.
— Mas, você sabe que não podemos fazer nada até segunda onde vou fazer o teste e preciso de energia. – Regina bufa e Emma se afasta dela. – Amor, não fica assim, é só mais três dias.
— Três até segunda, mas já tem duas semanas Emma. – Emma a abraça por trás dando beijos na nuca da morena. –Não vejo a hora de esse maldito campeonato acabar e você ser promovida logo – Fala agora emburrada e fazendo manha. – pra gente fazer sexo quente e selvagem como só nos sabemos fazer. – Fala Pegando a mão da Emma e subindo para os seus seios. – Emma tira e a vira bruscamente para ela e como os olhos brilhando pergunta:
— Amor, você acha mesmo que vou ser promovida?
— Claro querida. Até porque você não tem outra opção. – Fala rindo maldosamente. – Eu não fiquei esse tempo todo – Fala agora com um olhar ameaçador e pausadamente – Sendo torturada a te ver fazer exercícios, só de top toda suadinha e sem poder fazer sexo com você – A encara com um sorriso debochado nos lábios – Para você não ser promovida. – Emma engole seco. Nessa hora Roland aparece na porta irritado.
— Pai vamos logo, que demora! – Regina revira os olhos por ainda não se conforma por Roland chamar Emma de pai.
— Okay. Amor, já estou indo. – Elas se beijam e Emma e Roland seguem seu caminho.
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Regina segue para cozinha e embarca uma conversa animada sobre a exposição que eles iriam. Eles tinham uma relação diferente de Emma e Roland, e até mesmo de Emma com ele. Ele sentia com Regina uma espécie relação de mãe mais responsável, não que Emma não fosse, mas Regina era aquele tipo de mãe bem protetora e até mesmo controladora. Com Emma Henry não tinha medo de mostrar os boletins escolares, mesmo levando uma bronca, ela o aconselhava tudo na tranquilidade, com Regina sempre tinha um castigo a pagar e um sermão longo clássico de mãe. Devido a isso Henry começou a chamar Regina de mãe fazendo uma Regina quase desmaiar de tanta emoção quando ele a chamou assim a primeira vez.
Henry estava todo empolgado com a exposição e de vez em quando dava uma tossida. E Regina já assionou o modo mãe e ficou em alerta com o filho. Eles terminaram o café e seguiram para seus respectivos quartos para se trocarem para saírem logo, pois estava quase no horário. Regina terminou de se arrumar e achou estranho fato de Henry ainda não estar pronto e foi chama-lo em seu quarto.
— Henry, já estou pronta querido. – Fala do outro lado da porta apenas dando leves batidinhas na mesma.
— Entra mãe. – Regina entra e vê Henry com nariz vermelho, cabelo bagunçado sentado na cama lutando para colocar o sapato.
— Henry querido, você está bem? – Diz Regina já colocando as mãos na testa dele pra checar sua temperatura. – Querido acho que você com febre.
— Eu estou bem mãe! Vamos? Fala Henry levantando e quase se desiquilibrando e Regina o senta na cama novamente.
— Mas de jeito nenhum, nosso passeio esta cancelado. Vou trazer um remédio para baixar essa febre e você fica aqui descansando.
— Não mãe, você esta querendo ver isso há meses. Essa exposição é importante pra você.
— Não mais que a saúde do meu filho.
— Mãe eu estou bem é só... – E espirra e ela olha pra ele com um sorriso sarcástico. – Okay. Tudo bem eu não vou, mas a senhora vai. Eu sei o quanto isso é importante para você e eu me sentiria muito mal por tirar isso de você. – Regina fica com os olhos marejados e se senta ao lado do filho.
— Filho, você não esta me tirando nada. Você é um dos motivos da minha felicidade e nada me faz mais feliz do que ficar aqui cuidando do meu filho mais velho. – Sorri docemente para ele passando as mãos de leve em seu rosto.
— Okay. Eu não vou, mas com uma condição... – Regina arqueia uma sobrancelha e cruzando os braços esperando pelo que viria e ele prossegue. – Se a senhora ir e eu... – Mal termina e Regina levanta da cama bruscamente com uma cara de indignada
— De jeito nenhum que vou te deixar aqui sozinha com você nesse estado. Que tipo de mãe você acha que eu sou Henry Swan? – Fala com a cara de ofendida.
— Posso terminar? – Ela faz uma cara de indiferença e da de ombros. – Então... Como eu ia dizendo – Fala e dá uma breve pausa. – Você vai – Regina solta uma risada sarcástica achando aquilo um absurdo, Henry ignora e prosssegue. – Você vai, e eu fico aqui quietinho tomo todos os remédios que você quiser, e você liga pra Rose ficar aqui comigo. O que acha? – Regina fica em silêncio coloca uma mão no queixo ponderando a proposta.
— Mas, e se você passar mal filho?
— Mãe é só uma gripe, só preciso tomar um remédio e descansar um pouco. E se eu passar mal Rose liga pra você imediatamente. – Regina continua quieta. – Por favor mãe, faz por mim? Me deixe recompensar tudo o que você faz por mim, por nossa família. – Regina já esta derretida e suspira fundo Henry percebe que ela esta amolecendo. – Então?
— Okay – Fala Regina se dando por vencida e abraçando Henry fortemente e dando vários beijos em sua cabeça.
Regina faz o que Henry pediu primeiro o entupiu de remédios, encheu ele de cobertores e só saiu quando Rose chegou fiz mil recomendações pra ela e a ameaçando se não ligasse pra ela caso algo acontecesse com Henry ela arrancaria o coração dela com as próprias mãos. Logo após Regina sair Rose sobe para o quarto de Henry correndo.
— Cheguei. – Fala entrando no quarto e Henry se levanta tirando as cobertas de cima dele e já calçando os sapatos. – Vamos, Roland já me deu o sinal.
— Vamos! Operação cobra em ação! – Fala Henry pegando sua mochila e já saindo com Rose o seguindo. – É hoje que descobrimos a verdade.
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Emma e Roland chegam ao campo particular que a policia tinha. Chegam em cima do horário de começar o jogo, e assim que o pessoal vê Emma sai puxando ela para o vestiário para uma última reunião da equipe. Ela pede pra Roland esperar por ela na arquibancada. Roland avista a nova chefe de seu ‘pai’ e senta-se ao seu lado.
— Oi – Fala Roland.
— Olá – fala ela sorridente. – Tudo bem?
— Olha eu vou ser bem direto eu sei que você quem está saindo com o meu pai – Lacey faz uma cara de espantada sem saber o que dizer e Roland fica a encarando. – Ouvi você conversando pelo telefone e minha amiga viu vocês se abraçando aqui na porta de um restaurante.
—Eu não sei o que dizer. – Fala Lacey. – Eu sei que você deve estar achando que eu estou querendo separar seus pais, mas não é bem assim.
— Okay. Será que podemos conversar em outro lugar. Minha mãe esta esperando por você. – Ela se levanta com tudo.
— Sua mãe esta aqui? – Ele confirma com a cabeça. – Okay. – Fica andando de um lado pro outro. – Okay... Oh meu Deus...
— Você só sabe falar isso?
– Não... Por essa eu não esperava.. Okay, vamos lá, onde ela está?
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