Cotidiano de um casal feliz.

14 Capítulo 14 - Encontro perfeito


Notas iniciais
Voltei :) Cara, vocês são sensacionais! Eu amo os comentários de vocês.

Capítulo 14

Emma pede para sair mais cedo do trabalho e foi até o supermercado, comprou algumas coisas e foi por fim para o seu apartamento e ajeitou ele todo, depois de muito trabalho e quando enfim havia anoitecido ela foi tomar um banho e por uma roupa, colocou uma calça preta colada, uma camisa também preta e um blazer branco por cima e por fim colocou saltos, não muito altos afinal ela não gostava muito, mas a ocasião pedia, fez uma maquiagem leve prendeu o cabelo em rabo de cavalo meio solto e ficou aguardando a morena ligar. O que não demorou muito, logo ela ligou e Emma foi busca-la na cafeteria.

Chegando a cafeteria desceu do carro e encostou-se nele e mandou uma mensagem para Regina avisando que estava esperando por ela ao lado de fora.

Regina sai e vê Emma segurando um enorme buquê de rosas vermelha e abre um enorme sorriso. Emma lhe sorri de volta e vai até ela pegar as coisas de suas mãos e lhe entrega o buquê e a conduziu até o carro, abriu a porta e guardou a bolsa e as coisas da morena, deu a volta no carro e colocou no banco de trás. Entrou por fim e sentou virada para ela.

— Oi. – Dá um selinho e sorri de forma doce.
— Oi. – Sorri feito boba.

– Adorei a surpresa amor e você esta incrivelmente linda. – Regina fala e lhe puxa para mais um beijo. – E obrigada elas são lindas – fala levando as rosas para sentir o perfume.

— Sabe, eu estive pensando que geralmente as pessoas tem encontros antes de namorem e eu percebi que eu lhe devo um encontro oficialmente. – Regina abre um sorriso derretido.
— Então, aceita um encontro comigo?
— Claro que eu aceito, amor, mas...
— Não se preocupe Rose ficará de olhos neles e já avisei que vamos passar a noite fora. –Regina sorri e lhe beija mais uma vez e elas partem.

Chegando Emma abre a porta do carro novamente para ela, como sempre faz e pega a bolsa de Regina e elas sobrem. Ela abre a porta do apartamento e dá passagem para Regina entrar primeiro.

A morena fica de boca aberta e emocionada com o que vê. O lugar estava todo decorado as luzes estavam apagadas e havia pequenas luzinhas espalhadas pelo apartamento dando um ar totalmente romântico. Regina caminha e chega a porta da sala e encontra um caminho feito por velas decoradas com laços vermelhos que conduziam a uma linda mesa decorada com uma toalha vermelha com dois pratos posto e dentro cartõezinhos escrito reserva para Sra. Swan Mills, que fez Regina soltar uma gargalhada gostosa, ao centro tinha um vinho e uma vela de cada lado. Regina abriu um sorriso enorme, que na hora Emma pensou ser o mais lindo do mundo que aqueceu seu coração, e abraçou a loira forte com os olhos marejados.

— Amor, essa é a coisa mais romântica que já fizeram por mim.
— Você merece o mundo meu amor. – Finaliza dando um beijo nela. – Vem, senta. – Fala tirando o casaco de Regina e puxando a cadeira para ela se sentar. – Eu já volto – e a beija mais uma vez.

Ela logo volta trazendo uma lasanha que ela mesma tinha feito, não era nada sofisticado e nem tão gostoso como o da morena, mas ela fez questão de fazer.

— Essa foi a primeira coisa que você fez para nossa família, lembra? – Fala Emma sentando de frente para morena, que nessa hora Regina deixa as lágrimas caírem livremente.
— O que foi amor? Por que esta chorando assim? – Levanta e se ajoelha ao lado da morena limpando suas lágrimas.
— Ai amor... – Fala pegando nas mãos da policial – você... faz ideia de como soa perfeito, quando você diz nossa família?
— Amor, você sabe que eu nunca tive uma família e Henry sempre foi tudo para mim. Eu tive alguns relacionamento, que agora mal consigo lembrar deles, pois você mudou tudo em minha vida, em mim.
Você e Roland são minha família, a família que veio mais perfeita do que pedi aos céus para um dia ter. Hoje você é meu lar, eu me sinto segura ao seu lado, me sinto em casa. – E Regina puxa Emma para um abraço apertado.
— Eu te amo tanto meu amor, tanto. – Fala distribuindo vários beijinhos no rosto da loira que gargalha com carinho da namorada.

Depois disso elas sentaram e começam a comer calmamente, falando coisas aleatórias, Emma fazendo Regina gargalhar contando suas peripécias e trapalhadas nas operações policiais. Vez outra pegavam nas mãos uma da outra, trocavam carícias e palavras de amor. Depois da refeição elas levam os pratos para a cozinha e Emma abre outra garrafa de vinho e elas ficam agarradinhas no sofá da sala.

— Então senhora Mills, acho que está faltando só mais uma coisa para nosso encontro. – Fala encarando Regina que arqueia sobrancelha enquanto bebericava seu vinho e colocando a taça na mesa de centro em seguida.
— E o que seria querida? – Emma se levanta e liga o rádio e coloca uma música do Pearl Jam chamada Future days e estende a mão para Regina
– Dança comigo? A morena sorri e aceita o convite pegando na mão de Emma, que a puxa para mais perto, colando seus corpos.

E elas começam a dançar e apertar uma contra a outra, fecham os olhos sentindo todo o amor que uma transmitia a outra naquele momento e naquela dança.
Então Emma começa a cantar algumas partes da música baixinho no ouvido de Regina:

“Se por acaso eu te perdesse, eu com certeza perderia a mim mesmo.
Tudo o que eu encontrei querida, eu não encontrei sozinho.

Todas as minhas peças roubadas eu não preciso mais delas.
Eu acredito! E eu acredito, porque eu consigo ver:
Nossos dias futuros, dias de você e eu.

Quando as inundações vieram ou as marés se levantarem
Isso vai nos tornar cada vez mais próximos.
Todas as promessas feitas ao pôr do sol
Eu as fiz, assim como o farei resto.

Todos os demônios que costumavam nos rodear,
sou grato agora que eles nos deixaram
Tão persistente nos meus caminhos.

Ei, anjo, estou aqui para ficar, sem resistência, sem sustos.
Por favor, isso é bom demais para ir embora.
E eu acredito! E eu acredito, porque eu posso ver:
Nossos dias futuros, dias de você e eu.”

A música acaba e elas continuam dançando por mais um tempo, até que Regina levanta a cabeça do ombro de Emma e a encara sorriso e sussurra um ‘eu te amo’ que sorri de volta e sussurra de volta ‘Eu te amo’.
Elas colam o topo da cabeça e continuam se encarando cada vez mais intensamente. E começam a se beijar, em um beijo calmo e tranquilo, parecia até ser o primeiro beijos delas, um beijo sem pressa e aproveitando cada segundo daquela noite.

Suas línguas deslizam em sincronia como se tivessem dançando como elas há minutos atrás. Emma escorrega a mão pra cintura dela e aperta a trazendo mais para si, começou a passear suas mãos pelas costas de Regina, em seu próprio ritmo, segurando-a contra si carinhosamente e pouco a pouco o beijo foi se intensificando, quando estavam já sem ar ela foi parando o beijo com leves mordidas nos lábios de Regina e começou sugar seu pescoço fazendo-a se arrepiar inteira.

— Vamos para o quarto? – Fala uma Emma ofegante e Regina assente e vai à frente, chegando ao corredor dos quarto ela encontra com velas com pétalas de rosas fazendo uma trilha para o quarto de Emma. Ela seguiu a trilha de pétalas que terminavam na cama. No chão do quarto espalhado tinha alguns balões em forma de coração. Regina não poderia estar se sentindo mais feliz, completa e amada. Virou-se para Emma com lágrimas nos olhos.

— Emma, amor. Eu tô sem palavras você é tão perfeita amor, o que você fez por mim hoje foi incrível e eu te amo tanto, obrigada por tudo isso. – Fala abraçando Emma.

— Você é perfeita amor. Eu também te amo, eu agradeço ao meu coração por me fazer amar alguém como você. Tudo isso, que eu fiz pra você hoje foi apenas uma forma de te agradecer por me deixar a te amar.– E elas se beijam mais uma vez.

— E claro... – Fala e aperta a bunda da Regina que ofega. – Te amar em todos os sentidos. – Fala erguendo as sobrancelhas e Regina gargalha.

— Você é realmente uma besta.
— Sua.

Notas finais
Até mais. O próximo já teremos as trapalhadas de volta.