Cotidiano de um casal feliz.
120 Capítulo 120 – Provocações
Notas iniciais
POV EMMA
— Anda Emma, vamos logo! — Regina gritava pela nem sei qual vez por mim — Assim vamos perder o voo.
— Já estou indo — Grito mais uma vez de dentro do banheiro do hotel que nos hospedamos em Boston após o casamento — Só mais um minuto.
— Emma, você disse isso há mais de 20 minutos atrás.
— Mas, você ficava me interrompendo toda hora, ai demorou mais — digo já esperando pelo exagero que viria a seguir.
— Aé? Então tudo bem! Vou me sentar aqui e ler meu livro enquanto você faz sabe-se Deus o que e não te interrompo mais, — Disse se sentando como uma rainha, cheia de poses e marras e fica batendo o pé no chão em claro descontentamento, penso por um segundo e chama-la, mas claro que não tinha acabado e ela retorna a falar — Mas escuta aqui Emma Swan, se perdermos o voo, não venha com você não me avisou eu juro que pego o primeiro voo e parto para lua de mel sem você... — ela dizia sem parar e acabo não segurando a risada, o que claramente foi um erro, pois ela me olhou como se ela tivesse olhos de Super Homem e fosse me dissolver em segundos.
— Linda, se acalma mulher — Digo sorrindo da cara de emburrada que ela esta fazendo— Vai dar tudo certo sim? — Digo dando-a um selinho.
— E estou calma! — Diz ela ainda emburrada — Aliás longe disso, estou a mulher mais calma desse mundo — O mulher linda e exagerada essa a minha. Mas, sei que isso tudo é birra por eu não ter dito onde estávamos indo e, bem, talvez eu não queria ter consumado nosso casamento, por querer que fosse na nossa lua de mel oficial e bem, se tem uma coisa que Regina Mills odeia é perder o controle das coisas. E foi a coisa mais difícil de recusar na minha vida, só Deus sabe o quanto aquela mulher me provocou na noite passada.
FLASH BACK ON
— Amor, vem logo para cama — Chamo Regina que esta no banheiro
— Já vou amor, só um segundo. — Diz com sua voz doce.
— Estou com saudade — Digo manhosa, depois de um tempo e nem sinal dela na cama comigo. — E com soninho — Deixo claro mais uma vez a fim de ver se ela ainda esta brava por eu ter sugerido ela para termos nossa primeira noite de forma romântica, já que nossa primeira vez não deu muito certo, já que dona Regina apareceu em minha sala no distrito policial e sutilmente sugeriu que se não fizéssemos ali e naquele momento, ela iria atrás de quem fizesse e claro, eu não seria louca de deixar minha então namorada na época na mão. Aliás, deixei ela em minha mãos, se é que me entende.
— Vamos dormir então — Regina diz saindo de dentro do banheiro e PUTA QUE PARIU. A mulher estava um espetáculo. Com uma camisola de seda na cor pérola, mas toda rendada deixando a mostra algumas partes de seu maravilhoso corpo moreno. O cabelo estava solto de forma meio selvagem, deixando a pontas espetadas, do jeito que sempre o deixo quando pego ele em minhas mãos na hora do..., bom você entendeu.
— Amor... — Engulo em seco depois de alguns instantes babando naquela deusa em minha frente — Isso não vale — Digo quase sussurrando, tentando me recompor
— O que não vale querida? — Ela me pergunta como se nada estivesse acontecendo como se ela subindo a camisola ao ponto de aparecer sua minúscula calcinha da mesma cor da camisola e se sentado em uma poltrona de frente para mim fosse a coisa mais tranquila do mundo.
— Você... — Digo e engolindo seco mais uma vez em a ver espalhar o hidratante em seu corpo de forma sensual, céus, eu não vou aguentar! — Isso... — Digo apenas essas duas palavras parecendo um homem das cavernas.
— Ainda não compreendi querida — Ela diz agora se levantando e indo até o balde de gelo e preenchendo duas taças com champanhe e vindo em minha direção logo após — Que tal brindarmos o dia de hoje? — Ela propõe e como negar? Pego minha taça e entrelaçamos nossos braços e ela diz com sua voz rouca, ao nosso amor e a mulher mais linda desse mundo — Ela propõe e eu repito as mesma palavras dela — Ao nosso amor, e a mulher mais linda desse mundo que é você — Ela sorri, brindamos e nos beijamos como de costume.
O beijo começou bem calmo, apenas um roçar de boca. Logo fomos entreabrindo nossas bocas e sentindo nossos lábios um contra o outro e eu já estava inebriada com seu sabor e cheiro, e sai de órbita assim que senti sua língua invadir minha boca e vasculhar todos os cantos de minha boca. Beijar Regina Mills é sempre um prazer novo beijar meu amor. Ela me envolvia de uma forma tão única que mal podia conter meus atos, e mal percebi quando já estava em cima dela ofegante e minhas mãos em toda parte, só voltei a mim quando senti suas mãos adentrar minha regata e tocar meus seios.
— Amor... — Digo ofegante — A gente... ahhhh — Gemo ao sentir ela chupar meu pescoço e me arrepiar inteira — A gente... nbão deveria estar fazendo isso.
— Não estamos fazendo nada de mais querida — Ela diz sussurrando lentamente em meus ouvido e mordendo o lóbulo de minha orelha no fim — Pelo menos nada que não queiramos — Ela fala pressionando meu sexo com sua coxa torneada e maravilhosa me arrancando um suspiro mais alto — Ou você não quer?
— Você sabe que sim amor... mass — Tento dizer e ela leva suas unhas a minhas costas e arranha de forma precisa de forma que me arrepia inteira e suspiro fundo mais uma vez — Ahhh merda
— Mas nada amor — Ela diz agora virando e ficando por cima e sentando em meu quadril e sinto sua vagina em meu abdômen e céus, como ela esta quente. Levo minhas mãos de imediato a sua cintura e aperto com vontade assim que sinto ela rebolar lentamente sobre mim. — Veja como você me deixa — Ela diz sussurrando em minha orelha mais uma vez, e levando minha mão para dentro de sua calcinha, nos fazendo gemer alto em uníssono.
— Ahhhh! Você esta tão molhada, linda ahhhh — Digo e ela retonar a rebolar em minha mão e decido chutar o balde. Retiro minha mão da vagina dela e em um movimento rápido a viro de costa para o colchão e seguro suas mão na altura da cabeça e a encaro fixamente. Ela fica na expectativa pelo que vou fazer e sorrio de forma maldosa.
— Você é tão má amor — Digo chupando seus lábios e os lambendo em seguida — Mas, — Fala e pauso minha fala e retiro minha regata e vejo-a sorrindo ao perceber que eu já tinha me entregado a ela, e diz, tem como não se entregar? Em seguida me afasto um pouco só até conseguir retirar minha calcinha— Eu também sei ser, muito, mais muito má.
— Ahhh — Ela gargalha — Mas eu não tenho dúvida alguma, querida — Ela diz me encarando fixamente e sinto seu desejo latente em sua voz. Sorrio de volta e sem mais rodeios ataco minha mulher com o mesmo desejo.
Beijo sua boca com sede, chupando, mordendo, me deliciando com seu gosto e com seus lábios tão apetitosos e volumosos. Vou descendo para seu pescoço o lambendo, chupando e mordendo, enquanto aperto seus seios com firmeza fazendo arfar e arquear o quadril de encontro a mim, buscando por mais contato. Logo retiro sua camisola e passo calmamente minhas mãos de forma espalmada por seu abdômen até chegar seus seios já rígidos a minha espera. Os tomo em minha boca, desasa vez com mais fome.
— Que delícia — Digo enquanto os lábia e ela crava as unhas em minhas costas me fazendo gemer abafado, já que estou ocupada tentando encaixar seus bicos em minha boca de uma vez só. Ao tempo que vou descendo sorrateiramente minha mão por seu abdome e adentro de sua calcinha já meio úmida devido a sua excitação estar escorrendo de sua vagina. Assim que chego ao ponto mais ansiado por nós duas. Paramos por um segundo para gemermos.
— AHHHH iss issoo — Ela geme me apertando mais a seu corpo e eu continuo estimulando seu clitóris de forma lenta a deixando louca e rebolando na palma de minha mão. Eu invado ela com um dedo e Ela já não geme e sim solta gritinhos — Emmmaaa ahhhh isssooo — Eu entro de forma lenta até o fim, e saio da mesma forma, e repito isso umas quatro vezes Regina já esta falando nada com nada. Na quinta vez retiro e levo meus dedos a boca e chupo lentamente e percebo ela paralisada quase salivando em me ver fazer isso. Sorrio para ela e enfim retiro sua calcinha de forma meio bruta e rápida e sem demorar pega em sua coxa direita e elevo até a altura de seus seio, e que visão meu amigo.
A vagina de minha mulher estava completamente babada, só me esperando devora-la. E foi o que fiz, fui para cima dela, passando minha perna esquerda ao seu esquerdo, ainda segurando firmemente em sua coxa direita e lentamente fui descendo até minha vagina encontrar com a escorregadia vagina de minha morena, e senti-las escorregar-se ao contado de nos duas, nos fazendo suspirar pesadamente.
Então começamos a nos mover uma contra a outra, aproveitando aquela fricção deliciosa. Num vai e vem que logo se sincronizou e tornou-se mais precisos e a melhor parte disso além de ouvir os gemidos de Regina e ver seus seios se mexendo todas as vezes que minha vagina encontrava com a sua, aquilo dá um tesão inexplicável. Sem mais resistir cai de boca neles e os chupei com vontade, deixando hematomas nos seios dela.
Quando estávamos quase gozando Regina me puxa pelos cabelos e me beija e sinto pela sua respiração ofegante e seus movimentos acelerar que ela esta vindo para mim. Então coloco minhas mãos uma de cada lado de seu corpo e aumento os movimento, ela entrelaça como pode a perna em minha cintura e me acompanha e logo estamos chamando uma pela outra.
— Emmaaaaa ahhhhh hummm — Minha mulher se derrama em mim
— Ohhhhh Régis... Que gostoso amor — Digo depois de me esfregar mais algumas vezes e é minha vez de gozar deliciosamente em minha esposa.
— Caio exausta em cima dela e tento aos poucos recuperar o fôlego e começo a sorrir em seguida e ela mesmo sem saber o porque ri junto.
— O que foi? — Pergunta acarinhando meus cabelos sorrindo.
— Como eu posso pensar por um segundo que seja que conseguiria te resistir? — Pergunto a encarando
— Também queria saber... — Diz ela com desdém e caímos na gargalhada — Mas já que começamos... — Diz ela apertando minha bunda — Melhor fechar com chave de ouro, não? — Me pergunta sorrindo cínica.
— Definitivamente — Digo a beijando já entregue aquela mulher novamente.
Não te disse que só Deus sabe o quanto foi difícil resistir aquela mulher? Pois bem, eu tentei.
FLASH BACK OFF
— Você que fica enrolando ai e... Emma você está me ouvindo — Ela pergunta depois de muito tempo falando e perceber que não estou respondendo.
— Vamos? — A chamo já com nossas malas em mãos da porta. Ela abre e fecha a boca algumas vezes e então se levanta e passa por mim e faz sua última reclamação: — Antes tarde do que nunca! — Não seguro minha risada e a sigo.
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POV REGINA
— Eu ainda não acredito no que Emma acabara de fazer no nosso embarque. Primeiro me tapou os olhos não permitindo me ver para onde era nosso voo. Não me deixou ver nossas passagens. Além de convencer a desembargadora não dizer, falando que era uma surpresa de lua de mel e a mulher claro caiu naquele sorrisinho simpático meio de lado de Emma, que cai entre nós que não se derrete não é mesmo? E não hora que estava para anunciar nosso voo, ela simplesmente tampou meus ouvidos e começou a gritar chamando a atenção de todos no aeroporto.
— Linda, me dá sua mão — Ela me pede com aquela carinha de gatinho de botas — Amor, por favor!
— Eu não estou falando com você Emma — Digo com raiva.
— Tecnicamente você acaba de falar comigo, então acho que você esta sim falando comigo. — A olho e ela esta com aquele sorrisinho mais uma vez nos lábios.
— Digo a partir de agora — Explico dando de ombros.
— Mas linda você esta falando então deixa eu te falar uma coisa — Ela pede como uma criança encurralada.
— Não. — Digo firme, mas já queria saber o que ela queria dizer. Ela então fica quieta, quer dizer para de falar, porque percebo que ela não para de balançar as pernas e passar as mãos pela as mesmas em um claro sinal de inquietação.
“Senhores passageiros, apertem os cintos; pois estaremos decolando dentro de poucos segundos.”
Escuto um dos comandantes anunciar o voo e então decido encostar-se à poltrona, colocar meus fones de ouvido. Fecho meus olhos assim que ouço os primeiro acorde do piano de Nina Simone.
Pouco tempo depois escuto bem de longe e deduzo que seja Emma conversando com alguém, alguém que não faço ideia de quem seja e decido abrir meus olhos e ver o que esta acontecendo. E assim que faço quase dou um pulo de minha poltrona.
— Posso saber que palhaçada é essa? — Digo quase rosnando entre dentes e vejo Emma com uma carinha de apavorada.
— Não é nada de mais, apenas a passageira Emma estava com medo da decolagem e eu vim auxilia-la. — A comissária me explica ainda segurando as mãos de Emma e alisando-as.
— Okay, já acalmou, pode soltar ela agora! — Ordeno e olho para Emma — Porque não me chamou?
— Essa senhora é sua acompanhante de viagem? — A comissária pergunta atravessando uma supoista resposta de Emma me ignorando completamente.
— Sim, companheira de viagem e da vida dela. Alcunha esposa dela — Digo com uma cara de deboche e percebo que a comissária ainda esta do mesmo jeito e aquilo esta me subindo o sangue e então olho para Emma de um jeito que ela já sabe que esta muito, mas muito encrencada.
— Er... — Ela engole em seco — É que eu... Eu te chamei algumas vezes e você, não tá falando comigo, embora você falou aquela hora, mas depois disse que não tava falando mais e não me ouvia te chamar... foi então, que foi... e ela, ela estava passando e disse que eu estava muito pálida e se eu queria ajuda, eu disse que já ia passar, e ela perguntou tem medo né? E eu, eu sorri sem graça e disse sim, ela perguntou se eu queria alguma coisa, e falei que queria um copo com água, e ela me disse não, você precisa de uma massagem, que massagem sempre acalma os passageiros, e eu disse não, não quero incomoda-la, e ela disse que era incluso no pacote da primeira classe e foi quando você acordou e foi isso — Emma ia dizendo tudo de uma vez, sem parar e gaguejando no meio. Se o momento não fosse meio tenso até sorriria de tão fofa que ela estava, mas sou cortada pela risada pela fulana que ainda esta perto de Emma.
— Ela é tão fofa! — Ela exclama olhando fixamente para Emma e não me seguro mais e arranco as mãos daquela mulher de minha esposa.
— Tudo bem querida, obrigada pelo seu serviçinho — digo com cara cínica — Mas agora pode deixar que da minha esposa cuido eu e ela só se acalma em meus braço — Sorrio vitoriosa.
— Mas era isso que ia dizer, linda e você não me deixava falar — Emma diz com bico.
— Não se preocupe querida — Digo deitando ela em meus ombros — Agora estou aqui okay? — E minha loira ronrona toda manhosa em meus ombros e aproveito para dar um tchauzinho para a comissária que está me fuzilando com os olhos e sorrio vitoriosa por fim.
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POV AUTORA
Depois desse episódio e Regina ‘brigar’ com Emma dizendo que ela deveria ter a chamado. E que se ela pegar em outra mão que não seja dela, Emma iria a conhecer de fato. Emma se desculpou, e Regina se desculpou logo em seguida por não ter ouvido ela, e que protegeria ela durante o voo. E assim foi Regina ficou mimando a loira o voo todo até que sem perceber pegou nosso.
Emma a acordou algumas vezes durante o voo, assustada com algum barulho ou turbulência e Regina com toda paciência, amor e carinho acudia a loira, exceto pela terceira vez que a loira a acordou para ir ao banheiro e Regina brigou com ela para parar de tomar refrigerante, o que a loira fez com um enorme bico, mas logo elas voltavam a dormir aconchegadas uma na outra,
Após longas horas de viagem Regina acorda com uma Emma super animada a olhando com um enorme sorriso.
— Acorda linda, chegamos — Regina meio desnorteada olha pela janela e percebe que o avião já havia pousado.
— Merda! — A morena exclama frustrada e Emma desfaz de imediato seu enorme sorriso.
— Se não gostou podemos mudar de lugar — Diz visivelmente chateada.
— Não amor — Regina se levanta e põe suas mão no rosto da loira — Não é isso. É que planejei ouvir onde estávamos quando estivéssemos pousando, mas parece que dormir de mais — Ela explica sorrindo e Emma volta com seu sorriso brilhante.
— Então vamos sair que você logo verá — A loira diz e sai puxando Regina que nem protesta e segue a morena. E assim que chegam a entrada do aeroporto ela lê o nome do pais em que elas estavam.
— Grécia? — Regina pergunta e logo sorri ao ver a empolgação da loira que estava balançando seguidamente sua cabeça concordando.
— Grécia! — Ela exclama mostrando o lugar a sua volta e Regina é contagiada pelo espírito alegre de sua esposa. — Será a melhor lua de mel de nossa vida.
— A melhor e única espero — Regina diz desconfiada — Ou está pretendendo casar-se novamente?
— Claro que não linda. — A cada dez anos, quero ter uma nova lua de mel com você — Emma explica — E casar novamente, só se for com a mesma mulher. — Regina apenas nega com a cabeça, não escondendo o enorme sorri que estampa seu rosto e recebe de imediato o beijo que a loira lhe dá.
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