Cotidiano de um casal feliz.
119 Capítulo 119 - Festa
Notas iniciais
POV Emma Swan Mills
Como começar a contar sobre o mês mais tenso da minha vida? Todo dia era um a menos para o meu encontro com Regina para eternidade acontecer, isso fazia meu coração acelerar. Todos me diziam que minha linda me mataria, mas pelo sim e pelo não eu preferi arriscar mesmo assim. Eu faço tudo que estiver ao meu alcance para arrancar um sorriso daquela mulher. Minha mulher. Regina Mills Swan. Eu também confesso que eu adoro ver a cara de brava dela. Ela faz umas poses tão sexys e a oz fica mais rouca do que normalmente já é. E o olhar dela parece que vai atravessar a alma, mas mesmo assim me fascino pelo mundo através dos olhos de Regina. Exceto claro, quando aquela bendita veia dela fica sobressaltada. Conselho de uma boa entendedora de Regina Mills Swan, se você ver a veia dela em ação, corra o mais rápido que conseguir. Tem outro jeito de ver a veia que eu carinhosamente apelidei de a ‘veia do medo’ que inclusive ela odeia. Você a vê sobressaltada e quer ficar e entregar-se por inteira e não sair correndo. Entretanto meu amigo a única pessoa que tem o privilegio de ver esses momentos da veia do medo sobressaltada de uma forma, digamos enlouquecedora, sou eu. Quando a veia do medo esta pulsando juntamente com o corpo e os olhos de desejo que minha morena me dá quando estamos nos entregando mutuamente é o momento que sinto que sou a loira atrapalhada, como ela me chama, a mais sortuda desse mundo.
Minha mulher é tão linda. Bem linda mesmo. De alma, coração, espiritualidade. Ela é aquela pessoa que te faz querer ser melhor. Querer dar o seu melhor, por vezes você nem sabe o potencial que tem, mas ela enxerga mesmo assim. Por isso eu a chamo de linda. Linda por dentro e por fora. Da cabeça aos pés.
Eu estava muito apreensiva com o que ela iria achar. Por mais que eu às vezes goste de provocar minha esposa, eu não quero transformar o momento mais sonhado da vida dela, em o pesadelo dá vida dela.
Com tudo pronto, as pessoas já acomodadas em seus lugares, os padrinhos já tinha entrado. Minha princesa já tinha espalhado pétalas de rosas vermelhas nesse imenso tapete branco, enfim chegou minha vez. Eu não costumo me emocionar muito fácil. Okay, eu sei se Regina estivesse lendo meus pensamentos estaria dando uma das famosas gargalhadas dela. Eu sou um tanto quanto emocional, digamos assim. Continuando, a emoção me pegou em cheio. Ver todos ali prestigiando o nosso amor. Nosso amor. Isso soa tão bem. É tão difícil ter um amor por alguém e esse alguém ter amor por você também. E esse amor ser tão grande por ser dois, que acaba se tornando um. E vira o nosso amor.
Enfim eu entrei com meus pais, que à parte isso eu não poderia estar mais feliz. Quem diria que um dia eu estaria me casando e ainda sendo levada ao altar pelos meus pais. Que outrora pensei terem me abandonado, entretanto são as pessoas mais carinhosas que conheci e que realmente ama a mim e meu irmão.
Como de praxe Regina demorou a aparecer. E o medo que dá nesse momento não é desejável nem para o inimigo, são os segundo, minutos, horas, não se sabe ao certo; pois se perde a noção de tempo e espaço, mais longos que você vivencia. Internamente você invoca um mantra de ela te ama, ela não vai te abandoar que começa a brigar com uma parte desconhecida dentro de você que se torna em um monstrinho do mal que assopra em sua mente, ela vai fugir e você nunca mais vai ver ela novamente. E essa briga que parece infinita, acabou assim que ouvi a orquestra soando a marcha nupcial de imediato olho para a entrada e lá está a mulher deslumbrantemente mais estonteante que já andou nessa terra me presenteando com o mais lindo dos sorrisos que já vi ser desenhado no rosto da minha morena.
Nesse momento tudo se congela e só tem ela e uma luz envolta dela evidenciando-a mais, como se ela já não fosse minha luz e a razão de tudo bonito em minha vida. E lá vem ela com aquele ar de alguém supremo. Uma verdadeira rainha, minha rainha. Quando ela chegou perto de mim quase que não sai nada da minha boca que estava seca a essa altura. Nosso casamento foi regido por nossos filhos e isso sim foi uma surpresa, por essa eu não estava esperando. Não poderia ter sido mais perfeito. Dizem que filhos são o espelho de nosso sucesso, e se assim for Regina e eu podemos sair na Forbes, New York Times e tudo mais; pois nossos filhos sãos os melhores amigos que fizemos para uma vida toda.
Enfim a cerimônia acabou e a hora que mais queria chegou. Sim a hora de ter minha linda em meu braços para poder abraça-la, beija-la até perder o ar e o sentido. E foi isso que fizemos. Todos os convidados já tinham nos cumprimentado e se dirigido ao salão de festa, restando apenas Regina e eu ainda aqui na ‘capela’ de cerimônia uma olhando para outra com o sorriso quase rasgando nossos rostos.
— Oi – Sussurrei para ela, ainda sem saber bem o que dizer ou o que ela me diria.
— Oi – Sussurrou ela de volta com a vozinha toda manhosa.
— Estou muito encrencada?
— Definitivamente – Disse ela com aquela voz rouca dela me arrepiando de imediato – Ainda mais depois de tudo o que houve aqui.
— Você... gostou? – Perguntei ainda sem saber bem o que ela estava achando?
— Se eu gostei? – Pergunta ela me puxando de encontro ao corpo dela. Ela envolveu minha cintura em seus braços e me inclinou e me deu um beijo típico de cinema. Com intensidade, pose e tudo o que se tem de direito. Ela deslizou sua língua por todos os cantos da minha boca. De inicio dominando-me por completa depois convidando minha língua com a sua à uma valsa de sensações. Quando já estávamos ofegantes e quase sem ar ela foi parando aos poucos e chupou meu lábio inferior, fazendo um barulho ao solta-lo no final de um jeito tão delicioso e foi me erguendo aos poucos até eu estar frente a frente com ela novamente, e a intensidade dos gestos foi tão perfeito que quase esqueci que meu nome era Emma e onde estava.
— Isso responde sua pergunta? – Ela me perguntou com aquele jeito de predadora que só ela tinha.
— Isso responde a muitas pergunta – Respondo e ela gargalha. E voltamos a nos beijar, mas infelizmente fomos interrompidas por Cora nos chamando, quer dizer nos ordenando a ir ao salão de recepção porque as pessoas estavam perguntando por nós e fomos para lá curtir nosso casamento.
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Assim que adentramos o local ouvimos alguém nos anunciando. Agora vamos receber a família Swan-Mills. E todos começaram a nos aplaudir em pé. Roland veio correndo ao meu encontro e eu mais do que depressa peguei ele em meu colo, quase caindo por ele já está do meu tamanho; seguido veio Henry que estava com nossa princesinha no colo e os dois abraçaram a Regina. Roland desceu do meu colo e me puxou para nós abraçar todos juntos. Nem preciso dizer que estávamos todos muito emocionados e com o sorriso constante nos lábios.
— Eu amo vocês – Eu declarei, sem mais conseguir conter minha emoção – Amo muito!
— Nós também te amamos – disseram todos e sorrimos mais ainda. E paramos de nos abraçar assim que percebemos que não havia mais aplausos e assovios, bom na verdade não havia mais nada, apenas um monte de olhos marejados nos assistindo atentamente.
— Acho que deveríamos socializar – Henry sussurrou para Regina e eu, e concordamos. Enquanto Regina colocava a Lorena no chão que logo se escondeu atrás das minhas pernas, como de costume quando ela estava envergonhada, ela sussurrou.
— Poique tá todo mundo olhando pra gente? – Regina já ia explicar para ela, um pouco encurvada para ficar na mesma altura que ela, Roland de abaixa igual a nós e também sussurra.
— Porque estamos sussurrando? – Disse ele e todos começaram a gargalhar com nossa interação e aproveitamos para entrar finalmente ao lugar.
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A festa estava realmente boa e linda. Modéstia a parte, mas minha mulher se precisasse de eventos para sobreviver, viveríamos muito bem, obrigada. Ela se encarregou de cada detalhe. Desde as flores espalhadas com a decoração dando um ar de primavera, passando pelas mesinhas que tinha toalha vermelhas com vasos transparentes e rosas brancas dentro dando contraste a o que era na capela de cerimonia. No salão de recepção as cores estavam todas inversas. Ao invés de branco com vermelho, agora estava vermelho com branco. Dizendo assim parece ser a mesa coisa, mas o braço lá sobressai e aqui era o vermelho. Comprovando isso com o bolo sendo vermelho com rosas decorativas na cor branca. As pessoas estavam todas com um imenso sorriso nos lábios e isso era tão bom de ver. Fazer com que nosso amor se estenda ao demais.
Regina estava leve com um lindo sorriso nos lábios desfilando com seu vestido pelo salão. Eu claro a acompanhei o tempo todo e tenho certeza que minha cara de boba apaixonada estava igualmente a dela. Agora estou aqui sentada na nossa mesa, Lori pediu para eu arrumar o laço de cetim do vestido dela e aproveitei para dar uma sentadinha e fazer uma de minhas coisas favoritas, observa meu amor.
– Posso saber o que minha agora oficial esposa esta pensando – Regina chegou sentando no meu colo e me dando leves beijos pelo meu rosto.
— Estava pensando que eu sou a mulher mais feliz nesse lugar.
— E eu diria que sou a mais feliz de qualquer lugar – Ela me disse me olhando intensamente. Como eu amo esse olhar. Como sempre, de uma forma automática e magnética iniciamos um beijo. Ah, eu adoro os lábios da minha mulher!
— Acho que vocês deveriam deixar isso para a lua de mel – Diz Rubi se aproximando de nós, juntamente com Zelena.
— Lua de mel? – Regina me pergunta surpresa
— Mas é claro – digo lhe dando um selinho – Você não acha que eu faria o serviço pela metade, não é?
— Ah, mas eu tenho certeza que não – Ela me diz de uma forma maliciosa e eu que geralmente ficaria com vergonha e vermelha nesse momento, mal me importei e correspondi seu olhar e levei minhas mãos a sua cintura dando uma leve pressionada o que a fez estremecer em meus braços, aproveite sentir seu cheirinho gostoso em uma forma de abraço, e ela aproveitou para me dar um beijo no pescoço me arrepiando de imediato. Ela deu mais alguns beijos e foi subindo para minha orelha onde deu uma leve mordidinha e eu já estava de olhos fechados, sentindo os carinho de Regina e só voltei a realidade quando ouvi uma risada tipicamente conhecida.
— Que isso irmãzinha, além do casamento ao ar livre, lua de mel também? – David vai dizendo sorrindo acompanhado de Mary que estava rindo de lado também.
— David babaca não constranja minha mulher – Digo rindo por Regina ter ficado com vergonha e escondido o rosto em meu pescoço – Não será ao ar livre... – Faço uma pausa – Não enquanto tiver plateia – Finalizo e Rubi e Zelena fazem um sons com a boca, dizendo que eu estava selvagem e Regina fica quase um pimentão de vergonha.
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Depois de termos conversando com todo mundo daquele salão ao som da orquestra que tocava música de forma agradável em que dava para apreciar e conversar ao mesmo tempo, os músicos pararam e fez-se aquele silêncio e todos direcionaram os olhares a nós. Paramos o que estávamos falando com nosso amigos e prestamos atenção ao que diziam no microfone.
— Agora o momento mais importante da festa, a primeira dança do casal! Regina e Emma, por favor venham aqui na frente para a valsa.
Nessa hora Regina arregalou os olhos de forma preocupada e entendi o medo dela. Ela sabe que não sei dançar e como para ela nosso casamento é nosso há apenas poucas horas, ela pensa que eu não me preparei para este momento e faria a passar vergonha pisando em seus lindos pezinhos. Nisso me levantei primeiro e estendi a mão para ela como uma perfeita cavalheira. Direcionei-nos a pista e ela ainda me olhava apreensiva e então fiquei de frente a ela e a reverenciei como geralmente é feito em castelo de realezas, estendi minha mãos a ela pedindo permissão e ela prontamente aceitou e já vi que ela estava com um olhar de surpresa e claro, me senti orgulhosa, pois se ela soubesse como as aulas de dança fora intensas e difíceis estaria mais surpresa ainda.
Então com todo meu charme e delicadeza passei meu braço por sua cintura enquanto segurava a outra mão suspensa e sussurrei para ela de forma doce – Confia em mim! –
— Com todo meu amor – Ela me respondeu e nem preciso dizer o tamanho do meu sorriso.
E então a valsa começou e começamos a dançar perfeitamente sincronizadas. Regina foi criada para ser uma dama da alta sociedade, Cora sempre zelou pela etiqueta e educação dela então aquilo ali ela tirou de letra. O surpreendente foi como nos encaixamos como se eu tivesse feito os ensaios com ela. Estava amando aquilo. Eu rodava com ela em meio o salão com os instrumentos tocando a valsa e ela me sorria de volta. Se fosse para eternizar um momento, e depois revivê-lo mais uma vez, certamente seria esse. E ver o rosto dela de orgulhosa em ver meu esforço é impagável. Valeu a pena tudo que passamos esse mês, só por esse instante e esse olhar que ela me lança.
Terminado a valsa, inicia-se outra um pouco mais agitada e então Archie e Henry se aproxima e nos puxa para dançar. Não saberia dizer qual sorriso era maior se de meu pai o do pai de Regina ou mesmo se os nossos. E finalmente tocou uma terceira música e todos os casais foram convidados a estar na pista. E assim os casais foram se formando e todos dançavam felizes.
Rubi e Zelena, David e Mary, Mulan e Rose, Henry e Peter, Cora e Killian, Henry e Malévola. E pasmem Cruella e uma morena muito bonita dançando com ela e o olhar dela de apaixonada era muito bonito de ver. Olhei em sua direção e ela me deu uma piscada e soltei uma gargalhada com o jeito dela. E mais casais ao nossa volta, Gepeto e Helena, Archie e Ingrid, Roland e nossa princesinha, Robin e uma moça de cabelos vermelhos, chamada Ana que trabalhava juntamente com meu pai. E até mesmo a vó de Rubiana dona Granny estava abraçada com um senhor dançando de forma desengonçada alegremente. E Lili com uma moça loira comum lindo vestido azul parecendo a personagem do filme Frozen, a Elsa.
— Obrigada meu amor – Sussurrou Regina me olhando de forma intensa – Eu nunca poderei agradecer o suficiente pelo dia mais feliz da minha vida.
— Ah, acharemos uma forma – Digo de forma maliciosa
— Você é tão safada amor – Regina responde gargalhando
— E você adora – Pisco para ela que concorda e então voltamos a nos concentrar na dança e principalmente em Roland, Lorena e Henry dançando. Era tão bom ver Henry daquela forma leve, dançando com o Peter sem medo dos julgamentos e aceitando a ele como ele é.
Depois das danças clamas vieram as agitadas e do meio jeito meio desengonçado me acabei na pista. Dancei com minha princesa, com meus príncipes e com minha mulher. Meus pais e todos juntos. Era uma verdadeira festa. Quando não estávamos mais aguentando decidimos sentar e comer alguma coisa, afinal Regina e eu ainda tínhamos uma viagem para ir. Minha mãe e Cora vieram ao nosso encontro nos apressar para sairmos logos para não pegarmos a estrada muito a noite, pois havíamos acordado cedo de mais.
Essa foi a parte chatinha, pois assim como queríamos ir curtir nosso tempo juntas, sabíamos que teríamos que deixar nossas melhores parte para trás que era nosso filhos. Regina e eu nos despimos com muito custo deles. O engraçado era que pensamos que a Lori por ser menor seria a mais manhosa com nossa partida, mas ao contrário disso que ficou meio murchinho foi Roland, mas sempre nos desejando felicidades e dizendo que merecíamos esse tempo.
Despedimos devidamente como se deve de todos Regina e eu entramos no nosso carro novo de sete lugares que eu comprei nesse meio tempo, pois nossa família estava maior e eu precisava para leva-los aos lugares. Com isso e tive que vender minha moto para um amigo de David, Augusto que estava morando na cidade, já que nem Mary e nem minha mãe deixou a moto ficar com ele. O carro estava devidamente enfeitado com Recém casadas escrito e as clássicas latinhas com fitas fazendo barulho por onde íamos.
— Tchau família – Gritei a todos que estavam esperando nossa partida.
— Tchau mamis e mãezinha – Disse Lori no colo de Cruella.
— Tchau pai – Roland gritou seguido de Lori e logo após Henry.
— Até daqui a pouco mães – Diz ele acenando e cochichando com Lili – Dou até amanhã de tarde para elas ligarem pra gente – E foi inevitável não rir, ele tinha completa razão.
E enfim chegou a hora liguei o carro enquanto Regina mandava beijos a todos e eu dei uma buzinada e acelerei com o carro.
— Enfim só – digo pegando a mão dela, depois de certa distância.
— Enfim – Ela concorda apertando minha mão.
— Eu não vejo a hora de estar a sós com você, mas com as mãos desocupadas – Digo lhe lançando um olhar malicioso.
— Acredite querida... Nem eu – Ela fala com uma voz melodiosa enquanto desliza uma mão em minha perna e aperta e eu só consigo soltar um gemidinho.
— E afinal onde vamos passar nossa lua de mel? – Pergunta ela depois de um tempo.
— Isso você só saberá quando chegarmos lá – Digo de forma misteriosa
— Amor – Ela choraminga e eu nego com cabeça dizendo que nem adianta ela falar desse jeitinho que me derreto toda que não vai adiantar – Por favor, vida.
Insiste ela eu nego novamente e ela faz um bico emburrada e cruza os braços. Sorrio de lado e ligo o rádio e começa tocar uma música alegre e eu canto junto dançando e ela acaba sorrindo e penso que ela esqueceu. Passa umas meia hora e ela desliga o rádio e fica me encarando.
— Quê? – Pergunto com a sobrancelha arqueada.
— Vai demorar mais quanto tempo?
— Só mais algum tempinho e chegaremos a um lugar – Digo olhando em volta
— A lugar? – Ela pergunta desconfiada – Não estamos indo direto?
— Nops – Digo apenas.
— Amooor – Ela choraminga mais uma vez – Você quer me deixar louca?
— Muito – Digo parando o carro em frente a um prédio e ela olha em volta.
— Vamos passar nossa lua de mel em Boston?
— Não vamos descansar em Boston e pela manhã tomaremos um voo com destino a felicidade – Digo rindo do jeito dela – Amor, não fique brava, só quero que seja surpresa. Aguenta só mais um pouquinho, tá bom? – Eu falo e vou me aproximando aos poucos dela e como ela não reluta a puxo para um beijo.
— Você está linda nesse vestido, mas estou louca para tira-lo de você – Confesso.
— Eu estou desde que te vi nesse terninho – Diz ela passando a mão em minha clavícula.
— Decidi por isso, pois queria que você fosse o centro das atenções – Digo sorrindo.
— Eu não iria me importar de nós duas estar de vestido amor.
— É eu sei que não. Mas, é o que convenceu a todos me deixar colocar isso aqui. – Digo rindo de lado e ela gargalha negando com a cabeça.
— Te amo amor – ela diz antes de me beijar apaixonadamente.
— Eu amo mais – Sussurro e voltamos a nos beijar.
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