Cotidiano de um casal feliz.
105 Capítulo 105 - Passeio
Notas iniciais
— Vamos Emma esse banho esta se prolongando de mais – Fala Regina desligando o chuveiro
— Ahhh – Emma suspira com uma carinha de decepcionada – Estava tão bom – Sorri para Regina
— Estava mesmo meu amor – Regina diz abraçando a loira – Alias tudo com você é bom, mas temos três lindos anjinhos que daqui a pouco estarão... – É interrompida por batidas na porta.
— Mamãe e Mami, cadê vocês? – Lorena chama da porta – Eu quero entrar – Ela pede
— Chamando – Regina completa sorrindo junto com Emma e dando um rápido selinho nela, se enrola em um roupão e estendendo outro para a loira, sai do banheiro e responde sua filha impaciente que chamou mais duas vezes apo´s isso – Já vai querida.
— Mãezinha, Onand está com fome e pediu para te chamar – Fala a menina inocentemente.
— Lori! – Roland aparece atrás da parede em que ele estava escondido e encara a irmã com cara de bravo.
— O que foi? – Pergunta ela sem entender
—Não precisava dizer essa parte
— Ué, você que disse: ‘Lori sobe lá e fala pra mãe e para o pai que estamos com fome já que elas não resistem essa sua carinha fofa. ’ – Diz ela imitando a voz dele
– É, não precisa contar os detalhes – Diz ele meio sem graça vendo Regina e Emma explodir em uma gargalhada. Emma pega a menina no colo e começa a enchê-la de beijos por todo seu rostinho arrancando risadinhas da mesma.
— Essa é minha garotinha – Fala Emma ainda rindo
— Vão descendo meus amores, que já desço pra fazer o café de vocês. Só vamos nos trocar. – Avisa Regina passando a mão no rosto de Roland e planto um beijo em seus cabelos e eles concordam.
— Ei garoto – Emma chama Roland que já estava fechando a porta – Eu também não resisto essa sua carinha fofa – Roland abre um sorrisão mostrando as covinhas e sai porta a fora.
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— Ei garoto vai com calma, eu hein – Diz Emma impressionada ao ver Roland colocar quase uma panqueca inteira na boca – Se te veem assim vão pensar que não alimentamos vocês
— Bem seu filho Swan – Regina diz revirando os olhos – Pra você ver o que passo quando você começa a comer assim.
— Ei eu não como assim – Replica Henry.
— Claro que não! Você é meu principezinho – Regina diz sorrindo para ele – Educado como sua mãe aqui
— Ou seja, fresco que nem sua outra mãe – Emma sussurra só para Lorena escutar.
— O que é fresca mamis? – A pequena pergunta sussurrando da mesma forma que a loira
— O que disse Swan? – Regina pergunta indignada.
— A mamis disse...
— Nada não, linda – Emma corta a menina antes que ela falasse – Aliás, hoje estamos pensando em ir dar uma volta no parque ou ir à praia, já que esta muito calor, o que acham?
— Ebaaa – A garotinha comemora e Emma respira aliviada – Posso levar Pongo?
— E eu posso levar minha prancha? – Roland pergunta com a boca cheia sem tirar sua atenção do prato.
— E eu posso levar Peter? – Diz Henry meio tímido.
— Ei, ei, ei... – Emma fala gesticulando com as mãos – Uma pergunta de cada vez.
— E respondendo as perguntas de vocês – Começa Regina encarando todos – Lori, não. Henry Sim e Roland desde quando você tem uma prancha?
— Não tenho? – Roland pergunta pensativo e ela nega com a cabeça – Então... – Diz meio sem graça – Eu não contei que o vô Killian me deu uma, não?
— Não, você não disse e não deixaremos você andar de prancha.
— Nossa custava o Kill me comprar uma prancha também – Diz Emma baixo com ela mesma – Deixa ele. Ele me paga.
— E desde quando você sabe andar de prancha Swan? Pelo que sei você nasceu e cresceu nos distritos de Nova Iorque – Regina fala encarando a loira.
— Ué... Não sei – Diz ela dando de ombros – Mas é só aprender. Não deve ser tão difícil assim. Se Jones com apenas uma mão consegue eu também consigo – Fala rindo e Roland explode em uma gargalhada, seguido de Henry.
— Swan! – Regina repreende indignada – Ótimo exemplo você está dando aos nossos filhos.
— Desculpa? – Emma diz com uma carinha e sorriso sapeca – Bom de qualquer forma, não vai ninguém mais a não ser nossa família – Diz olhando para Henry – E linda, não podemos deixar o Pongo aqui sozinho – Diz voltando a comer.
— Não vou nem discutir com você hoje – Fala Regina se levantando e colocando seu prato na pia – Henry querido pode ligar para Peter, tudo bem? – Ele concorda sorrindo e Emma faz cara feia para aquilo – E vocês se já terminaram vão se arrumando – Todos concordam e saem da cozinha indo para seus quartos se arrumarem – E você senhora Swan Mills por favor, trate o namorado do seu filho bem.
— Namorado, namorado – Ela diz se levantando – Henry ainda é uma criança, não tem idade para namorar não.
— Ele é um adolescente de 15 anos e se eu fosse você começaria a aceitar esse fato logo.
— Meu menininho, tão pequeninho, namorando? Eu não consigo acreditar!
— Amor a vida é assim mesmo – Regina fala olhando para ela – Olhe para nós, esses dias estávamos nos encontrando por acaso na cafeteria e olhe onde já estamos. Casadas, com três filhos e um cachorro. Quem diria que Regina Mills teria um cachorro um dia – Fala ela fazendo uma careta e rindo em seguida.
— Você tem razão – Diz Emma vencida
— Claro que eu tenho – Regina fala voltando sua atenção para pia – Pensei ter deixado isso claro hoje pela manhã – Finaliza rindo e Emma só nega com a cabeça e vai se aproximando e abraçando a morena por trás
— É, hoje você realmente acordou chatinha – Emma fala apertando ela contra si, enquanto deixa seu queixo repousado nos ombros da morena – Minha chatinha linda que eu amo tanto – Deposita um beijo nos ombros da esposa – Ou seria minha linda, chatinha? – Pergunta rindo e levando a Regina soltar um risinho também.
— Me diz como posso achar suas idiotices, fofas?
— Talvez pelo simples fato de você me amar? – Emma pergunta rindo
— É talvez – Regina diz se virando de frente pra Emma – Mas também pelo fato de você ser uma esposa maravilhosa, uma mãe maravilhosa e acima de tudo um ser humano maravilhoso.
— Resumindo sou maravilhosa – Fala a loira convencida
— Maravilhosamente convencida isso sim – Regina fala a encarando
— Que você acha fofa e ama acima de tudo – Emma provoca e Regina ignora. Depois pega nos cabelos da loira e com cuidado começa a dizer.
— Bom e por ser essa pessoa maravilhosa que sabemos que você é... – Sorri para a loira que retribui toda convencida – Você vai tratar Peter bem, certo?
— Regina... – Choraminga ela tentando se soltar dos braços da esposa
— Por favor, amor, por mim! – Pede Regina com voz de manha – Promete?
— Isso é golpe baixo amor – Diz sabendo que perderia mais essa e Regina faz um beicinho irresistível e Emma soltou o ar vencida – Tudo bem, linda! Eu prometo – Emma cede e Regina solta uma Eba em comemoração.
— Você disse que eu te amo acima de tudo. E é verdade minha loira. E como eu a amo, meu amor – Regina diz abraçando a loira bem forte – Amo muito.
— Eu também te amo, minha linda – Emma sussurra afagando as costas e cabelo da morena.
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— Aqui estamos – Diz Emma abraçando a todos após Regina estacionar o carro e todos descerem – Família toda reunida – Finaliza feliz e Regina se derrete com isso e lhe da um selinho demorado.
— Tá bom chega de ver vocês se agarrarem assim – Diz Roland – Dá até Diabete em ver tanto mel. Já não basta vocês agora Henry vive agarrado com aquele Peter – Resmunga
— Acho que você esta precisando de uma namorada maninho – Fala Henry e rindo em sequencia em ver a cara de indignado dele
— Eu nunca vou namorar para ficar com cara de bobo, não – Rebate ele bravo
— Esse é meu garoto – Comemora Emma enchendo o rosto dele de beijos
— Aproveita enquanto pode Swan – Sussurra Regina para Emma, que lhe mostra a língua em resposta
— Olá – Uma voz desconhecida cumprimenta a todos
— Oi amor – Diz Henry meio tímido indo de encontro com o garoto e o abraçando – Pessoal esse aqui é Peter. Peter, esses são meus irmãos que você já conhece e essa daqui são minhas mães. Essa é a minha mãe Regina – Ele aponta para a morena.
— Boa tarde, senhora Swan Mills – O garoto cumprimenta pegando a mão de Regina educadamente e Regina assente com a cabeça e lhe dando um sorriso cordial.
— E essa é a minha mãe Emma.
— Boa tarde, xerife – Ele cumprimenta igualmente educado, Emma apenas na mão dele de forma séria e aperta.
— Seja bem vindo a família Peter – Diz Regina sorrindo – Espero que comece a frequentar nossa casa, para que possamos nos conhecer melhor
— Com certeza, Senhora Swan Mills. Estarei honrado em ir a casa de vocês. Meus pais querem muito conhecê-las pessoalmente.
— Então marcaremos um jantar ou almoço um dia desses – Regina fala sorrindo e se vira para Emma – Ficaríamos feliz em recebê-los, não é amor?
— Ér... Humm – Emma limpa a garganta – Com certeza – Sorri meio forçado para o garoto.
— Bom então vamos? – Chama Henry pegando na mão de Peter e Emma olha indignada para isso.
— Swan – Regina chama – Você prometeu – Ela lembra. Emma respira fundo umas três vezes e concorda.
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Após eles todos se instalarem na areia da praia. Emma lotar Lorena, Roland, Henry e até mesmo Regina e Peter de protetor solar, alegando que o sol faz mal. E Henry explicar que ela uma vez se queimou tanto que deu insolação e que sempre que toma um sol a mais ela fica meio com febre e mole, por isso o trauma de sol ela convence todos a deixara passar uma quantidade exagera de protetor solar neles.
Emma foi buscar em um dos quiosques que tinha espalhado pela praia cadeira e um gigante guarda sol para eles. Ela e Regina logo se acomodaram lado a lado nas cadeiras de praia e ficaram vendo seus filhos que estavam de frente pra elas brincando na areia e água do mar.
— Se um dia perguntassem o que é felicidade para mim, definitivamente eu descreveria esse dia – Fala Regina olhando seus Henry e Peter jogando água um no outro, Roland e Lorena brincando com pongo na areia enquanto ela brincava com seus dedos nos dedos de Emma que esta sentada ao seu lado, mas de mãos dadas com ela.
— Definitivamente – Diz Emma sorrindo também – Obrigada – Diz Emma se virando para ela.
— Por ter vindo? – Pergunta Regina – Estávamos precisando de um dia em família.
— Sim, por ter vindo à praia hoje – Diz Emma entrelaçando sua mão na de Regina – Mas não só por hoje. Mas, por ter vindo para Storybrooke comigo. Se estamos aqui hoje e todos felizes é graças a você. Eu nem sei o que teria me acontecido se você não tivesse vindo – Emma declara – Aliás, sei sim. Provavelmente estaria com um vazio enorme em minha vida, meu coração e em minha cama – Termina sorrindo maliciosamente
— Você é tão safada Emma. – Regina fala gargalhando – Mas obrigada por ter me chamado. Porque eu também não sei como estaria minha vida sem você.
— Provavelmente sua cama estaria vazia – Emma brinca
— Será? – Regina pergunta provocando – Acho que eu já teria trazido alguém para esquenta-la.
— Regina – Emma fala sério – Se eu soubesse de alguém em sua cama, certamente eu teria retornado e prendido o safado ou a vadia e ainda botaria fogo em sua cama.
— É mesmo? – Pergunta Regina em um tom totalmente malicioso e indo sentar no meio das pernas da loira enquanto mordiscava seu pescoço – Você deixaria minha cama em chamas é? – Sussurra essa última parte e Emma gargalha com a libidinagem da esposa em pleno a praia.
— Oh, não tenha dúvida que sua cama ficaria bem quente.
— Que tal você me mostrar como você a deixaria quente hoje a noite na nossa cama – Regina convida Emma enquanto arranha a pele alva da barriga da loira, que solta um meio gemido baixinho encarando a morena, elas vão aproximando seus lábios naquele jogo de sedução delas, Regina puxa vagarosamente os lábios de Emma com seus lábios o chupando lentamente, a loira leva a mão ao rosto da morena e mergulha sua boca na de Regina , quando suas línguas se tocam elas tomam um susto.
— MÃE! PAI! – Chama Lorena e Roland ao mesmo tempo, completamente ofegantes por terem vindo correndo até elas – Vem brincar com a gente!? – Eles convidam. Emma e Regina respiram fundo e sorriem.
— À noite voltamos a esse assunto – Emma sussurra no ouvido de Regina – Leva água que a noite a temperatura vai subir bastante – Finaliza sorrindo e Regina sorri e olha para ela mordendo os lábios.
— Conto com isso, querida – Sussurra de volta e elas dão um selinho e Emma vai brincar com os pequenos furacões delas.
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— Swan cuidado! Você só tem uma mão. Vai se machucar mais ai... – Grita Regina advertindo a loira que esta jogando vôlei com seus filhos e pulando de um lado para o outro como se ainda não estivesse com o gesso no braço.
— Eu estou bem linda – Responde Emma virando para responder a morena e nisso Roland aproveita e joga a bola nela e ela cai de bunda e todos começam a gargalhar muito do tombo da loira, inclusive algumas pessoas que estavam ao redor.
— Garoto! – Exclama ela indignada – Agora você me paga! – Fala ela se levantando, pegando a bola indo atrás dele que sai em disparada pela areia. Emma corre e alcança ela jogando a bola nele, mas não acertando pois ele desvia e pega em Henry e o derrubando na água de bermuda e camiseta ainda arrancando mais risada ainda do de mais, incluindo de seu namorado. E é a vez de Henry correr atrás de seu irmão com Emma o ajudando e logo a guerra estava armada.
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Depois de Regina cansar de ver a bagunça de sua família uns com os outros ela decidiu deitar e relaxar um pouco. Ficou tomando sol, quer dizer meio sol, por Emma não a deixar ficar fora do guarda sol. Apesar da sombra do guarda sol, Regina sentia a intensidade dos raios solares sobre si e com seus óculos protegendo suas vistas, se deitou, fechou os olhos sentindo aquela paz, ouvindo apenas as gargalhadas de seus filhos e esposa, e até mesmo o latido de pongo que ainda era fraquinho, contrastando com as ondas do mar e o cheiro da maresia da praia estava lhe dando a sensação de paz e felicidade.
Após um bom tempo ali sentindo aquelas sensações de paz e alegria, ela sente isso diminuir a medida que não mais sentiu os raios solares bronzeando sua pele, diminuindo seus estado de perfeição se esvair. Ela bufou impaciente, já achando que a loira havia a coberto por completo com o guarda sol.
— Amor... – Diz com a voz cansada – É só um pouquinho – Diz de forma manhosa.
— Régis, querida... – Uma voz que Regina conhecia bem a fez abrir os olhos de imediato e encarar a dona dela – Eu carrego uma carreta pela loirão, não nego. Mas, ver esse seu corpão nesse biquininhos e falando manhosa assim, começo a entender o motivo de minha irmã ficar se lamento pelos cantos por você – Finaliza soltando uma gargalhada.
— Cruella, agradável como sempre – Regina diz completamente sem graça.
— Por que eu tenho a sensação de já ter escutado essa frase e com essa mesma voz manhosa antes? – Pergunta outra voz surgindo por detrás de Cruella e assustando Regina.
— Malévola! – Ela exclama meio sem graça, tirando seus óculos.
— É, mas agora essa frase e essa voz de manha é toda direcionada a mim que é quem acorda e dorme ao lado dela todos os dias e será assim até o fim de nossos dias. – Diz Emma surgindo do nada e encarando Malévola a deixando completamente sem graça e Regina sem reação e o clima fica completamente pesado. Ninguém ousava falar absolutamente nada, exceto claro por Cruella que alargou o sorriso em ver aquele clima e estava segurando o riso enquanto Emma encarava Malévola, que não sabia aonde enfiar a cara e Regina que não sabia o que fazer para quebrar aquele clima.
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