As memórias sobre ela voltaram a minha mente rapidamente. Foi a primeira vez que me senti morto. Quando soube que ela se foi.

— Não tema.

Uma madorna me possuiu. Fechei meus olhos e encarei aquela visão. Era daquele mesmo restaurante de onde uma Drica sorridente saia para tentar sinal no telefone, a minha espera, havia alguém de olho nela a muito tempo e contou com aquele exato momento para intimida-la, arrastando-a para um beco escuro mais isolado.

Empurrões. Socos. Chutes. Xingamentos. Não era um roubo. Era uma covardia e eu não estava lá para ajuda-la, nunca cheguei a tempo.

Nunca.