Corn Is Here

1 A Simplicidade Dele de Me Fazer Rir.


Notas iniciais
Olá pessoas, uma história nova que teve a criação à partir da cena que presenciei indo para o Conselho da minha escola, da moça da barraca rindo com o segurança, ambos corados. *-*

Espero que gostem.

Até!

Fanfic: Corn isHere.

Ideia original tirada de: Moça da barraca do milho + Segurança do shopping

Capítulo único

Título do capítulo: "A simplicidade dele de me fazer rir.".

Todos que por ali passavam, não deixavam de notar as risadas e os rostos corados do homem e da mulher que já aparentavam estar em seus 39-40 anos de idade, trabalhando no meio do shopping, de costas para a porta de saída do local.

As risadas tentando ser contidas e algumas palavras sujas podiam ser ouvidas daquelas piadas.

Era fofo, para o garoto de cabelos cacheados que os olhava, percebendo o brilho nos olhares de ambos, sorrindo um para o outro, e a coloração da pele ora vermelha ora rosa, demonstrando que enquanto ia passando o momento de ficar corados, vinha outra piada que os fazia ficar vermelhos. E como teve de ir embora, o menino não viu o viria a acontecer mais tarde daquela mesma noite.

E conforme o tempo ia se passando, e nenhuma venda ocorria naquela barraca, a mulher decidiu fecha-la, já que ainda tinha um longo caminho até sua casa.

— Já vai? — Perguntou o homem de cabelos louros raspados.

— Sim, ainda tenho um longo caminho até em casa. — Respondeu ela, vendo ele assentir.

Se despediram e ela colocou o enorme forro sobre a 'barraca', pegando sua bolça e seguindo em direção da porta de saída. No último degrau da escada que dava para a calçada, a mulher foi olhar para a bolsa, pegar a chave, quando tropeçou e torceu o tornozelo.

— Ai, cacete, que dor. — Pronunciou, respirando pausadamente.

Poucos minutos depois, o segurança apareceu, vendo a mulher sentada no último degrau e massageando o tornozelo, foi logo à sua ajuda.

— Está tudo bem? — Perguntou, vendo ele balançar a cabeça, indicando que nem um pouco. — Deixe que eu ajudo, você torceu o tornozelo, tenho certeza.

Ela assentiu, e ele sentou-se ao lado dela, pegando o tornozelo desnudo dela e massageando, deixando-a relaxada, sentindo a melhora. Agora ela podia enxergar que o segurança já não estava com as roupas formais, e sim uma calça jeans preta e uma camiseta azul escura.

— Indo para a casa? — Perguntou ela, vendo o mesmo sorrir, assentindo.

Momentos depois, a mulher já podia andar, sentindo que a massagem havia feito seu trabalho e melhorou-a.

— Obrigada... — Agradeceu ela, vendo ele sorrir. Lhe entregando um papel, com nove números seguidos.

— Se precisar de ajuda com alguma coisa. — Ele sorriu, vendo-a abrir um sorriso enorme, feliz por ele ter tomado a iniciativa, pois caso contrário ela não conseguiria.

— Aqui meu número. — Entregou ela para ele, em uma folha arrancada da agenda dela. Andaram lado-a-lado até o ponto de ônibus, onde ele esperou que o ônibus dela chegasse, para que daí seguisse seu caminho.

— Obrigada pelo tornozelo e ter me esperado. — Dizia ela, enquanto sinalizava para o ônibus laranja.

— Não há de que. — Responde ele. — Obrigado por rir das minhas risadas de forma natural e bonita, você é bonita.

— Só ri por que de fato era engraçado. — Respondeu ela. O ônibus parando em frente à eles. — Qual seu nome?

— Felipe, e o seu? — Perguntou ele, sentindo o coração bater mais forte.

— Catarina. — Respondeu ela, sentindo as bochechas ficarem rosadas.

— Até Catarina. — Disse ele, beijando-a na bochecha, vendo-a em seguida entrar no ônibus.

— Até... — Disse ela, suspirando, enquanto a porta fechava.

Ele sorriu, e feliz, se pôs à caminhar.

Notas finais
Gostaram? Foi bem fofo, e curtinho, pois é um conto. :D

Enfim, vejamos-nos nos comentários.

Beijinhos e obrigado por lerem. S2
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!