Coringa Rei
1 Capítulo 1 - O Rei manda no Valete, não no Coringa
Notas iniciais
Imparavel- Invencivel – O Proximo Governante – Xerans, O Fodão! — É assim que as pessoas me chamavam.
Eu fiz diversas manobras táticas de guerras para o Monarpube, — um homem está vendo um quadro de um general varrendo seus inimigos (literalmente) eu consegui subir na estratificação social como um cometa a cada vez que voltava da batalha – Outro quadro, dessa vez dele sendo coroado com um bigo mustache na boca -. E agora, com o Reino em declinio, está à cargo do meu filho virar o próximo Reisidente!
Só que a bichinha não quer.
Casar? — disse espantado o garoto — Eu não irei me casar, não agora! — sua face se expremeu e ele ficou quase corado — Tenho assuntos mais importantes que isso. — sua face então se conteve em uma face extremamente séria e madura.
Jogar cartas não é importante – disse seu pai com os braços cruzados.
O garoto pulou da cadeira, estava com outros 2 outros caras da mesma idade em uma mesa redonda de madeira.
Interrompendo um possível discursso de esporro, um dos garotos que estava na mesa, que vestia um colete verde escuro e uma camisa aberta de botões. começa a falar com um tom gozador -Calma, Tio, o Gran só tá jogando com a gente.
Tio? — seu bigode postiço sobe até as alturas do Rei Dali — Você vem aqui tantas vezes que acha que pode me chamar de TIO?- Começa então a cuspir enquanto fala, deixando seu sorriso banguela à mostra — Eu sou Xerans, Conhecido pelas melhores alcunhas que alguém já recebeu pisando nesse mundo! E você ousa me chamar de TIO?, você vai ver moleque! — Xerans então tira um pedeço de pal de dentro de sua calça e vai para cima do garoto.
Xerans cai.
Hahahahaha – disse passando a mão na barriga um gordinho que estava tambem na mesa. Esse coroa é muito engraçado. Ele sempre esquece que o pedaço de pal que carrega na perna é para manter o equilibrio do corpo dele! Hahahaha esse velho é uma figura.
O pior é que crog tem razão – pensa Gran enquanto olha para suas cartas – meu pai já é um velho com seus 70 e poucos anos, Minha mãe era uma mulher de 20 na época, Um dia ele teve um infarto e, pensando que ele teria morrido, minha família deu a herança para ela, que fugiu, deixando meu pai para cuidar de mim sozinho. A Herança nada mais era do que a fortuna que ele conseguiu virando de pebleu para nobre, deixando ele pobre de novo. Mas nada que uma intimidação aqui e ali na nobreza para não segurar eu e ele ainda na posição social de nobre.
Bati! — Disse Crog. Gran nem havia percebido a partida pensando no passado.
Vamos indo, Torren. — Disse Crog para o outro garoto, o mesmo que irritou Xerans. Que já ia colocando as mãos no joelho para levantar-se
Ok- foi a resposta de Torren.
Gran, foi uma boa partida – Disse Torren. Podemos voltar amanhã?
Gran embaralhava as cartas – Mesmo horario – confimou fazendo sinal de positivo com a cabeça
Os dois passaram ao lado direito e esquerdo do corpo de Xerxans e desceram as escadas.
Gran, meu filho. — Disse Xerxans com a cara entalada no chão – você tem de se casar – ele estava quase a ponto de suar pelos olhos.
Não, pai. — disse quase que ordenando e de forma bem calma Gran – Mulheres são só dor de cabeça.
Um silencio bem momentaneo bateu naquele local, até que ouviu-se um som de passos rápidos da escada, logo apareceram de novo eles, Crog e Terran, assustados e agitados, assim que Crog recuperou o folego (Gordis-) Terran gritou para Gran, que estava surpreso com a reação nas suas faces:
Tem uma carruagem gigantesca, daquelas de casamento de elite na porta da sua casa!
Xerxans sorriu- Finalmente, eles chegaram! — gritou, animado. estava ainda enterrado no chão. Mas de súbito correu até Gran (sua perna estava agora ''completa'') pegou na cabeça de seu filho e o atirou pela janela.
Enquanto os dois garotos olhavam pálidos Gran ter voado longe e, por sorte, ter caido bem em cima do toldo da carruagem – Xerxans se levanta e diz com uma cara bem desafiadora: — Eu faço pior com vocês, sumam daqui!
Nunca se viu tamanho velocidade vinda de Crog. Terran já havia se atirado na escada.
Enquanto Gran, que havia voado como se fosse um peso morto, estava meio atordoado pelo susto, antes mesmo de se recuperar, alguém puxou o pano que o mantinha intacto. Caiu em um banco de couro extremamente caro, com a cabeça no colo de uma garota.
Quando ele se recupera, completamente que percebe: '' Ela está amarrada?!''
Logo, de sobressalto, se ergue do colo dela, desajeitado
Pai! Pai! — Gritava Gran desesperadamente enquanto olhava para a janela de onde foi jogado e tentando tirar as fitas que a prendiam – têm uma garota sequestrada aqui!
Gran então puxa com tudo a fita que prendia os braços da garota, fazendo um grande vermelho em sua pele – ô bichinha – disse Xerans com as mãos apoiadas na janela – ela não é sequestrada coisa nenhuma – Gran então leva um empurrão da garota e quase cai da charrete – ela é a sua futura esposa, Juin — Gran arrega-la os olhos e a olha com estranheza: Como?!
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