Notas iniciais
Boa noite leitoras! ♥ Gostaria de começar essas notas lhes comunicando de que há uma verdinha(o) por aí tentando hackear as minhas contas tanto no Nyah quanto no Spirit (Por mais complicada que seja a situação não podia perder a piada... Enfim, peço por favor que quem está tentando faze-lo pare...) Passei o dia inteiro aborrecida, mas acabou passando... Agora vamos aos agradecimento, fiquei muito feliz com as recomendações que recebi depois de postar o capítulo anterior... Mirley e Mills vocês me fizeram uma escritora muito feliz :D ♥ Muito Obrigada! Também agradeço as mais de 3400 visualizações no Nyah,as 1128 no Spirit (47 favoritos) e é claro a todos os comentários recebidos em ambos e é claro lá na página ;) Também fiquei feliz pelo apoio que recebi em tratar sobre o tema de vidas passadas, não achei que você iam aprovar, todas que comentam pelo menos aprovaram ♥ Assistam a chamadinha do capítulo tudo que tem lá no vídeo acontece aqui no capítulo,fica mais fácil para visualizarem os ocorridos LINK: https://www.facebook.com/Minhasfanfics/videos/2029134950645818/ FOTO CITADA NO CAP: https://www.facebook.com/Minhasfanfics/photos/a.1983242861901694.1073741828.1983220875237226/2030329723859674/?type=3&theater Um beijão! Boa leitura ♥

No capítulo anterior...

Por fim chegaram, Archie as recebe alegremente.

—Ao que devo a honra?

Zelena logo trata de responder: -Regina, ela veio fazer uma terapia de regressão ao passado.

Archie a encara surpreso: -Eu não sabia que você acredita nessas coisas.

—Na verdade eu não acredito, estou aqui porque Zelena insistiu.

—Mas se você não acredita vai ficar difícil.

Zelena suspira.

Vendo a inquietação no rosto da irmã. Regina diz: -Mas estou disposta a tentar.

—Você tem certeza?

—Sim.

—Uma regressão ao passado pode revelar algo profundo.

Regina apenas consente e Archie continua:

—Você vai deitar e nós vamos fazer o relaxamento, a partir daí você procura não pensar,não raciocinar,não avaliar. Vamos tarbalhar com lembranças,sensações, ou imagens que virão fragmentadas. Entõ não tente ordenar o que vem pela sua cabeça, somente você verbaliza tudo bom?

Logo a mesma se deita.

Archie conclui: -Procure fechar os olhos,relaxe o corpo,foca na sua respiração.

Regina assim fez esforçou-se ao máximo para deixar todas as suas angústias de lado. Embora não acreditasse já estava ali, fez o que foi pedido.

Archie contou até três e Regina entregou-se ao momento, não sendo mais capaz de controlar o presente, mas sim o passado...

—Regina?

—Sim.

—O que você vê?

Regina não era capaz de enxergar algumas coisas com clareza,mas viu-se jovem, sendo obrigada a casar-se com o rei anos mais velho.

Tornando-se uma rainha francesa no fim do século XVII.

Levava uma vida cheia de riquezas, consequentemente solitária. Pelas suas expressões ficava evidente de que havia tido grandes perdas...

Alguns anos passaram-se e já no século XVIII, o rei faleceu deixando a viúva e com um filho.

—O que você está vendo?

—Henry? Ele é meu... meu filho!

Archie e Zelena se encararam.

Regina vislumbrava um diálogo entre ela e o filho que já estava no período da juventude. O mesmo sofria pela ausência de um pai.

—E o que você é?

—Eu sou uma...

Era uma tarde na qual uma grande quantidade de neve pairava sobre uma estrada em meio a floresta enquanto voltavam ao castelo, a mesma estava rodeada de soldados. Era aguardada por alguns camponeses que logo curvaram-se com a sua chegada.

—Rainha.

Completou.

No instante seguinte viu que alguém a seguia, a mirava por meio das árvores, era uma mulher. Logo lançou uma flecha.

Alguém queria me matar.

Aquelas palavras chamaram a atenção de ambos.

Logo Regina viu-se aclamada por soldados na calada da noite fria de Outono. Um deles sugeriu: -Vossa majestade precisa de um guarda costas.

—Precisava de alguém para me proteger.

Diante da solicitação da rainha um foi enviado.

Alguém foi escolhido.

Podia vê-lo cavalgando apressado em meio as estradas e florestas. Seu guardião havia chegado.

Um homem... não consigo ver seu rosto.

Ele apertava a mão de alguém e Regina viu a tatuagem.

Meu deus ele é...é o homem da tatuagem de leão.

Zelena, embora já imaginasse que a irmã o veria estava curiosa...

Pergunte quem é ele? Se nós o conhecemos!

O guardião a seguia em todos os lados, mesmo que ela não concordasse. Achava desnecessário, sentia-se impotente. Mas ele insistia em continuar a cuida-la, afinal havia sido contratado para protege-la. Mas não para se apaixonar por ela que foi o que aconteceu com O Guarda Costa.

A amou profundamente,porém manteve em segredo... Uma mulher como ela jamais lhe daria uma chance sequer...

Até que um certo dia diante de tanta teimosia ele a salvou de um grande perigo, se a mesma abrisse a porta seria queimada por uma armadilha na peça seguinte.

Depois do terrível ocorrido a rainha mudou a visão que tinha d seu guardião. Começou a nota-lo com outros olhos... Pode perceber o quão gentil ele era com todos, não havia percebido que ele e Henry haviam aproximado-se. Seu filho rasgava elogios.

Certa noite Henry passou o jantar inteiro falando sobre o mesmo...

Em uma tarde a rainha e o guardião enquanto cavalgavam engataram uma conversa da qual a fizeram sentir-se maravilhada. Nem perceberam o tempo passar.

Aquela conversa contribuiu para que virasse rotina o hábito de se encontrarem para trocar mesmo que fosse algumas palavras.

—Nos aproximamos.

Pela primeira vez em anos a rainha sentia-se feliz com a presença de um homem. Seu Guarda Costas lhe despertou sentimentos ternos que a mesma não vivia desde sua juventude, quando perdeu seu primeiro amor... Uma das causas que a fez se fechar para o amor. Dedicava tal sentimento ao seu filho. Até a chegada dele... seu guardião. Que aos poucos a conquistou. Enxergou nela a mulher que tanto tentava esconder ser.

Apaixonaram-se perdidamente um pelo outro, em uma noite entregaram-se ao sentimento que avassalava seus corações.

—Você já o reconheceu? Assim como Henry?

—Não.

—Como ele é?

—Eu não sei... Não consigo vê-lo.

Enfim havia chegado o dia do baile que fora muito aguardado por todos.

A rainha estava deslumbrante, em um vestido prateado, seus cabelos estavam presos por um belo coque.

Assim que a anunciaram todos pairaram seu olhar sobre ela, que trocou um olhar apaixonado com o seu... ainda não saia como se referir a ele então o chamava de O Guarda Costa.

O mesmo a aguardava ansioso enquanto ela descia a escadaria.

A postura dele era impecável, e sempre portava sua espada na cintura...

Todos dançavam felizes.

—Eu acho que...

Pela primeira vez diante de todos, a rainha deixou de ser guiada pelo sentimento que percorria seu coração, e entregou-se ao momento. O beijou na frente de todos, sem se importar sobre o que comentariam...

Se divertia nos braços dele, que viu o melhor que havia nela.

—[...] o amava.

Regina completa na sessão.

Ambos dançaram mais um pouco,até serem interrompidos por um convidado que pediu a honra de uma dança com a rainha.

A mesma concedeu,Robin os observava. Ela estava tão linda! Tão radiante!

Questionou-se como era possível amar uma mulher tão profundamente?

Porém algo lhe chamou a atenção, ela parou de dançar, parecia nervosa.

Logo o homem que estava com ela lhe puxou uma espada.

—REGINA!

Solta um grito exasperado.

E logo começa a duelar com o homem.

Regina estava assustada com o ocorrido,tudo aconteceu rápido demais...

Infelizmente seu guardião foi atingido pela espada. Um dos seus caveleiros de confiança intervém, e atingi o outro homem.

Contudo era tarde demais, o mesmo já sangrava demasiadamente.

Regina correu até ele, e se agachou diante do mesmo.

—Não,não.

Todos estavam perplexos com o ocorrido.

—Regina?

Disse em sussurro.

—Sim.

Estava com os olhos marejados.

—Eu quero que você saiba que eu não fiz isso somente para salvar a rainha, por ser seu Guarda Costa... também o fiz para salvar a mulher que amo. Não se culpe.Quando há amor, as almas se encontram.

Dito isso soltou seu último suspiro.

—NÃO!

Na sessão...

Regina abre os olhos.

Zelena pergunta: -Regina?Você está bem?

Regina estava assustada,ofegante,com os olhos lacrimejados.

—Não,não está nada bem!Eu sabia que isso não seria uma boa ideia!

A mesma afirmou pegando sua bolsa e retirando-se do consultório.

—Vá atrás dela Zelena! Não a deixe sair desse estado!

Assim Zelena o fez e alcançou a irmã que já adentrava o carro.

—Regina!Espere!

—O que você quer agora?

—O que aconteceu?Não minta para mim.Eu sei que você viu algumas coisas, você disse.

—Eu não quero mais voltar aqui!

—Por que Regina?Eu disse que ia te provar que o homem da tatuagem já existiu, eu sei que você o vislumbrou durante a sessão. O que você viu que te assustou tanto?

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Valerie voltava da universidade, caminhava pelas ruas de Nova York. Viu uma jovem da sua idade e deduziu que a mulher ao seu lado fosse a sua mãe, as duas pareciam tão felizes,gargalhavam uma com a outra.

Suspirou, sabia que aquela era uma alegria da qual nunca desfrutaria. Afinal sua mãe havia lhe abandonado assim que nasceu.

Não nutriu nenhum tipo de afeto por ela.E mesmo que a procurasse algum dia não a aceitaria, se sua mãe não teve compaixão em abandona-la, ela também não teria em perdoa-la...

Logo chegou no apartamento e foi recepcionada por um abraço caloroso de Roland.

—Val! Eu tava com saudade!

—Eu também!

Retribuiu o abraço. Já havia tomado a decisão de dedicar todo seu amor ao pai e ao irmão. Dos quais ela nutria um grande sentimento,mesmo não possuindo laços de sangue eram uma família e isso bastava. Mesmo sendo marcada pelo abandono.

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Regina havia retornado para a empresa, analisava uma foto da qual ela estava com Henry a um ano atrás... Lembrou-se do dia em que aquela fotografia foi tirada.

Consequentemente, as imagens que vislumbrou na sessão com ele vieram a sua cabeça.

Por mais que odiasse admitir,sabia que as visões não estavam erradas. Afinal aquela era uma explicação cabível ao fato de que a mesma e seu sobrinho tinham uma relação tão sólida. Um amor recíproco entre ambos. Algo que muitos não conseguiam entender principalmente no começo da relação entre eles, desde a primeira troca de olhares,primeiro contato souberam que havia algo especial ali.

Analisando aquela foto a fez questionar-se se de fato haveria vidas passadas?

Seria verdade que em outra vida alguém a amou profundamente? A ponto de lhe dar a vida? O homem da tatuagem de leão realmente existia? Ela havia o amado intensamente em outra encarnação?

Sentiu-se confusa eram informações demais para sua cabeça, não viu nada com muita clareza, e o tempo passou rápido demais, queria mais detalhes que seu consciente lhe negou naquela sessão. Foi tão rápido,demasiado.

Regina queria saber o que aconteceu depois de que o guardião fora morto, o que aconteceu com ela? Ou o que a vida havia tirado dela antes mesmo de conhece-lo?

O inusitado é que ela não via mais ninguém em sua vida não fosse Daniel, para a mesma ele fora seu primeiro e único amor. Jurou para si nunca mais entregar seu coração novamente,estava cansada de sofrer, não queria ser um coração ferido novamente...

As palavras de Zelena vieram a cabeça: “Alguém irá ver o melhor que há em você.”

Poderia ela manter seu melhor vivo dentro de si?

Seus olhos marejaram.

“Nunca é tarde demais para a segunda chance de sua vida.”

Era merecedora de uma segunda chance?

E se esse homem da tatuagem surgisse em sua vida, ela seria capaz de amar novamente?

É interrompida por Robin entrando em sua sala. Sem bater na porta como de costume.

Rapidamente tenta expressar um olhar mais sério ao dizer:

—Deve me acostumar com esse seu comportamento?

—Aquele dia você também entrou na minha sala sem bater,mas se preferir eu posso me retirar e...

—Não, tudo bem.

Ela diz em meio a um suspiro,relembrando-se daquela noite. É desperta pela pergunta de Robin.

—É você e o Henry?

Ele diz apontando para a foto.

—Sim,no ano passado.

—Ele fala muito bem de você, dizer que ele te elogia a cada cinco minutos é pouco!

—Ah é? (Ela esboça um pequeno sorriso.) -Bom, ele também vive falando de você, e o quanto sentia sua falta. Você é importante para ele.

—Espero que sim, ajudei Emma a criar aquele garoto. Pelo que percebi hoje você leva jeito com as crianças de todas as idades, estava foi muito gentil com a Anna e seu filho hoje á tarde, o Téo conseguiu o que todos afirmavam não ver em você. Um sorriso.

Regina ficou o encarando e logo com desdém disse:

—Bom não posso fazer nada se eles vivem cometendo erros e não fazem nada direito, vou sorrir como? Mas se você quer saber isso não me surpreende se são capazes de me chamar de Dama de Gelo, ou Monstro de Saltos Altos...

É interrompida por uma gargalhada de Robin.

—Do que você está rindo? Não é engraçado!

—Me desculpe é que esse eu não conhecia. Quem disse isso?

—Você não conhece, ele não trabalha mais aqui. Agora é dono de uma das empresas concorrentes. O pior de tudo é que o encontro constantemente nos tribunais.

Robin pode perceber que ela não ficava confortável em falar sobre aquele assunto.

—Me desculpe.

—Pelo que?

—Por rir do seu apelido.

—Tudo bem. Agora vamos trabalhar.

Ambos pegam os dados que tinham sobre o caso e começaram a ler.

No entanto uma mensagem destinada a Regina os interrompeu. Assim que terminou de ler esbravejou.

—DROGA!

O que admirou Robin que logo pergunta: -O que houve?

—É um caso que estou trabalhando com o Dr. Barcellos e o Nogueira,o julgamento será daqui há três dias e agora o Dr.Barcellos me notificou que uma testemunha importante não ai depor. Eu estou estudando esse caso há meses, preciso inocentar um homem que foi preso injustamente,mas infezlimente sinto minhas chances esvaindo-se. Acho melhor você ir,preciso focar nesse julgamento antes.

—Tudo bem, eu vou.Mas eu acho que não é só isso que está te incomodando. Há algo a mais.

Regina não conseguia parar de se surpreender com Robin, embora ela realmente estivesse preocupada com aquele caso, toda a sessão de regressão pairava sobre seus devaneios.

Robin guardava suas coisas.

E Regina diz: -Ás vezes você parece a Zelena falando, só que há um porém, ela é minha irmã.E você é...

—Um funcionário?

Ele a interrompe.

—Eu ia dizer o cunhado do meu irmão,mas se você prefere esse termo... (Suspira pela pergunta a seguir.)-Como você parece me conhecer tanto?

Em tom descontraído ele diz:

—Eu não sei, quem sabe fomos amigos em outras vidas.

Notas finais
E aí o que acharam? Sei que nesse capítulo as coisas podem ter parecido um pouco confusas... é que quando eu o escrevi não sabia se vocês iriam gostar da ideia ou não... Mas teremos mais explicações pelos próximos capítulos... Aqui está o link de uma fanfic é Colifer mas se alguém tiver curiosidade: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-once-upon-a-time-verdades-secretas-5301575 Não deixem de comentar o capítulo ;) E já vou avisando vocês terão raiva da Cora no próximo cap! Não percam a chamada especial lá na página :) Beijoss