Coração de Soldado

18 Capitulo 18 - Família e uma chance de retornar


Notas iniciais
Gente, achei q ia demorar pra postar mas....eu to louca pra saber como o Leon vai voltar (apesar de eu ser a autora kkkkk) Todo mundo me ameançando nos reviews neh?? Kkkk vou denunciar (zoera) Bom cap pra vcs ;)

Ela me beijou e eu não senti nada (por sorte).
Não pude evitar lembrar de Vilu e em quando nos beijavamos. Como eu falei, eu realmente sentia falta do beijo dela.
A afasto o mais delicado possivel empurrando seu ombro e cessando o beijo.
– O que foi? Você não... — pergunta e eu balanço a cabeça negativamente com os olhos fechados.
– É complicado...- falo.
– Tem mais alguém na historia?
– sim — respondo e levanto minha mão direita mostrando a aliança grossa de prata.
– Ela esta te esperando? — pergunta desconfortavel.
– Eu tenho fé que sim — sorrio um pouco.
– E não ha nada que eu possa fazer?
– meu coração ja é dela, Jessica. Minha vida sem ela não é vida, apenas existencia — explico — não me entenda mal, você é linda e uma otima pessoa mas eu ja encontrei quem procurava.
– Me desculpe pelo o que fiz — diz envergonhada — é que...parecia que você gostava de mim assim como eu gosto de você.
– Desculpe, mas não — sorri fraco.
– Como se chama?
– Violetta.
– Espero que Violetta goste tanto de você quanto você dela — sorri — agora me deixa terminar os curativos.
– Obrigado — respondo.

Pov's Violetta

Enquanto caminho com raiva pelas ruas um carro militar passa ao meu lado e um soldado olha pra mim. Era Leon! Uma alegria e um desespero tomou conta de mim, ELE voltou.
Começo a correr atras do carro, tentando chamar a atenção.
– Leon — grito — Leon, sou eu — o carro segue na mesma velocidade. Ele seguia para a rua da casa de Leon — Meu amor, para.
E então o carro para cerca de 5 casas de distancia da casa de Leon e de la desce um soldado machucado e com o braço quebrado.
Assim que me aproximo, vejo que não é Leon e paro abruptamente em sua frente. (N/A: Trolei todo mundo agora kkkk) O soldado se vira pra mim cansadamente.
– Você não é Leon — digo decepcionada e ofegante.
– É, não sou. Sinto muito por não ser quem você esperava — começa a se afastar.
– Tudo bem — respondo mas eu sabia que nada estava bem.
Ando tristemente até chegar a praça onde eu e Leon ficamos.Me sento ao lado da arvore me encostando nela.
Sera que essa angustia nunca teria fim? Começava a me perguntas se Leon realmente voltaria... E se ele não sobrevivesse? E se ele se ferisse? E se essa guerra nunca acabasse? E se ele resolvesse ficar la?
Eu amava Leon mas não suportava mais essa distancia...precisava ve-lo e saber que estava bem.
Chegando em casa eu, papai e Angie resolvemos preparar o jantar ja que Olga estava de folga.
Fizemos lasanha e eu nunca vi tanta sujeira na minha vida. Parecia que tinha passado um furacão na cozinha. No final estavamos com tanta fome que comemos toda a lasanha.
Depois assistimos a um filme do genero familia. E foi assim que eu me senti: numa familia. Em um ponto do filme eu nos observei: estavamos sentados no sofa, eu estava entre papai e Angie segurando um pote de pipoca, e eles riam de uma cena qualquer entrelaçando as mãos atras de mim.
– Boa noite Vilu — dizem os dois do sofa enquanto subo as escadas.
– Boa noite, papai. Boa noite mãe — digo. Foi tão natural dizer isso que só depois fui perceber minhas palavras.
Papai me olhava perplexo e Angie abriu um sorriso tão maravilhoso de felicidade, então não pude deixar de sorrir.
Depois segui meu caminho até o quarto, pronta para ver Sirius mais uma vez...

Pov's Leon

Passaram-se tres semanas, ou seja, faz dois meses que estou longe de casa.
Acontecem tantos conflitos que eu até perdi a conta.
Jessica voltou pra casa faz duas semanas, trocamos nossos numeros e prometi lhe ligar quando chegasse em casa.
Os pacificadores descobriram que se destruirmos um grupo terrorista, que esta causando toda essa confusão entre xxxx e xxxx, conseguiremos acabar com a Guerra. Com isso nosso grupo pacificador da Argentina se uniu à outros grupos pacificadores dos outros países.
Esta semana a "operação destruição" vai se iniciar. Atacaremos uma cidade inteira (cheia de terroristas) à noite. Não será uma batalha, será um massacre por conta de nosso numero ser bem maior. Estamos estudando o mapa da cidade, planejando um ataque perfeito.
Como nosso grupo foi o que descobriu a "raiz" do problema, recebemos o "direito" de atacar os lideres da cidade.
– ...E esse é o plano. Não aceitamos erros, eles podem custar a vida de vocês e a de seus companheiros — diz o comandante da Argentina à todos os soldados organizados em filas — Hoje quero que deem o melhor de si, e orgulhem seu país. Entendido?
– Sim Senhor — gritamos firmemente e fazemos continencia ao mesmo tempo.
O caminho ate a cidade terrorista é demorado. No meu bolso eu sinto as 3 fotos, e no outro eu seguro o colar de V da Vilu começando a respirar forte, com medo.
– Cara, você ta bem? — pergunta Andrew.
– To com um mal-pressentimento — respondo.
– Ei, esse é o passaporte para a nossa casa. Vai dar tudo certo, rapaz — sorri mas eu continuo preocupado — eu vou estar la com você, ok?
– Okay — respondo com um sorriso fraco. Essa frase me deu confiança.
– Atenção para a descida do caminhão — grita o tenente e a agitação começa — vai, vai — grita.
Começamos a descer do caminhã, correndo em direção à cidade silenciosamente. Como estava de noite esperavamos chegar de surpresa.
Então chegamos a cidade. E eu sabia que ali era vida ou morte, era ir pra casa ou ficar aqui pra sempre.

Notas finais
Aguenta o coração que a coisa vai ficar feia em gente... Peço, humildemente que não deixem de comentar, favoritar e recomendar. A fic tem exatos 60 acompanhamentos :) aeeeee!!!!! Ate mais, e acho que posto logo pq ate eu to curiosa pra saber oq vai acontecer.... Bjs