Coração selvagem
33 XXXIII - Epílogo: Promessa concretizada
Notas iniciais
~ 7 anos depois ~
Eu estava em casa, arrumando a cozinha para me arrumar para o trabalho. Olhei para o relógio, Atsushi logo chegaria para me buscar. Eu sorri enquanto guardava as panelas, contaria para ele hoje. Saí da cozinha e fitei nossa foto de casamento na estante. Eu com o vestido branco e um longo véu e Atsushi de terno e o cabelo preso em um rabo-de-cavalo baixo. Aquele dia foi incrível e agora eu esperava logo pelo nosso encontro anual com nossos amigos. Nosso grande grupo sempre se encontrava em frente ao colégio para irmos para uma lanchonete colocar as novidades em dia.
Da última vez Katsumi disse que havia feito uma cirurgia em uma menininha e que ela fora curada de uma doença, Akashi assumiu os negócios da família, Mitsue estava com uma sessão de fotos prevista, Kise conseguiu folga do trabalho de piloto para ir ao encontro – o que deixou Mitsue bastante feliz já que por causa das viagens eles estavam se vendo pouco –, Madoka disse que estava com um grande caso nas mãos, Aomine conseguiu a promoção na delegacia para capitão, Harumi conseguiu o emprego de enfermeira no mesmo colégio que Kuroko dava aula, Amaya estava grávida e tirou folga do trabalho, Kagami conseguiu fazer os pontos de sua empresa subirem, Yuka teve vários livros para revisar, mas conseguiu ir ao encontro e Midorima conseguiu o emprego de cirurgião que almejava há alguns meses.
Eu suspirei, queria marcar um dia para visitar Amaya. Ela tivera o bebê faz duas semanas e eu ainda não a visitara por causa do trabalho. O restaurante ficava cada vez mais cheio a cada dia, e isso era ótimo!
— Tsubaki?— Atsushi me chamou.
— Estou aqui! – disse do quarto.
O ouvi subir e chegar ao quarto, parando na porta ao me ver de calcinha e sutiã, estava me trocando para o trabalho. Ele sorriu e eu fiz cara de tédio.
— Nem pense nisso. – disse.
Ele riu e me abraçou por trás.
— Parece que está engordando. – ele brincou, rindo em seguida. Ele ainda amava me sacanear.
— Hai. – sorri, achando graça – É o que acontece quando você está com três meses.
Ele parou de rir e cessou o abraço. Eu queria ter esperado para contar talvez em um jantar romântico, mas ele me deu essa brecha para falar, então...
— É sério?
— Hai. – sorri – Fui ao médico. Ainda não dá pra ver o sexo, mas...
Ele me beijou de repente, me fazendo sentar na cama e deitar em seguida. Eu ri e cessei o beijo.
— Vamos nos atrasar. – sorri.
— Eu sou seu chefe e você é minha esposa. – ele disse – Posso atrasar nós dois se quiser.
Eu ri e o beijei. Ele tirou sua blusa social e logo paramos debaixo do cobertor. Atsushi não mentiu, ele estava me fazendo realmente feliz.
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