Coração selvagem
29 XXIX - Verão e novas!
Notas iniciais
As férias de verão chegaram e Atsushi viajou, porém agora... Eu fui com ele. Ele me levou para a praia e eu achei incrível. Era o mesmo lugar onde ele foi no ano anterior e tirou as fotos para me mandar pelo celular. Chegamos a tarde e ficamos caminhando pela praia. Era maravilhosa ao pôr-do-sol! Quando voltamos para a hospedagem jantamos com o pessoal. Os pais dele foram conosco assim como Jun e seu namorado universitário, Kou. Depois do jantar cada casal foi para um quarto e eu fiquei envergonhada por ficar a sós com ele com todos sabendo.
Eu estava na cama e Atsushi saiu do banheiro apenas de bermuda. Corei e desviei o olhar. Ele deitou na cama e eu queria muito fazer algo novo com ele, uma curiosidade.
– Anou...
Ele me fitou e eu não tive coragem, então fiz. Estava vestida com uma calcinha e uma blusa de alças. Subi em cima dele e me sentei em cima de seu quadril, o que me fez perceber que mesmo sem ereção aquilo era grande.
– Nani? – ele sorriu maliciosamente – Quer algo?
– Baka... – sorri – Queria tentar assim.
– Hum. – ele cantarolou – Baki-chin querendo experimentar.
– Pára com isso! – exclamei.
Ele riu e sentou, me beijando. Corei levemente e fechei os olhos. Ele tirou minha blusa, deixando meus seios à mostra e eu tirei a calcinha, um pouco desengonçada. Ele deitou ofegante, tirando a bermuda e sentou novamente, me beijando e me penetrando. Apertei suas costas e comecei a mover meu quadril. Ele segurou minha cintura, ficando ofegante e deitou, movendo meu quadril ao mesmo passo que eu. Era excitante e vendo-o desse jeito me deixava ainda mais excitada.
Quando terminamos, estávamos deitados na cama e ele com o braço em volta de mim.
– Ne, quero ajudar Amaya. – disse.
– Como assim? – ele me olhou.
– Ela quer perder a virgindade com Kagami-kun, mas não tem coragem.
– Ela não está preparada?
– Está, mas tem vergonha.
– Não dá pra você fazer a vergonha dela sumir. – ele riu – Nisso não tem como você ajudar.
– Mas eu gostaria... – abaixei o olhar e suspirei.
– Hum. – ele virou de lado e me abraçou – E eu quero de novo.
Deixei escapar uma risada.
– Baka...
...
Amaya queria ter coragem e mesmo não tendo conseguido obtê-la, foi à casa de Kagami. Quando ele atendeu a porta ficou surpreso ao vê-la, não haviam marcado de se encontrar naquele dia.
– Amaya?
– Hum. – ela sorriu.
Ele a deixou entrar e foram para a sala.
– O que houve? – ele perguntou.
– Queria ficar com você. Tem problema?
– Não. – ele sorriu – Eu estava jogando.
Ela fitou a TV e o videogame, que estavam ligados.
– Posso jogar também?
– E sabe? – ele riu.
– Eu sei. – ela disse, cruzando os braços e sorrindo.
Ele riu e começaram a jogar. Era um jogo de luta e estavam empatados depois de meia hora. Amaya corou em pensar numa ideia e o fitou por um momento, voltando-se ao jogo em seguida.
– Quero apostar. – ela disse.
– Você vai perder. – ele riu – Se eu ganhar quero que cozinhe pra mim.
– Tá. – ela riu – Se eu ganhar... Quero dormir com você.
Ele paralisou e pausou o jogo.
– O que?
Ela o olhou, corada e acalmou o olhar.
– Quero... Dormir com você.
– Não precisa apostar pra isso. – ele disse sem entender.
– Só assim pra eu ter coragem. – ela disse sem jeito.
– Amaya, se você não está pronta...
– Eu estou. É que tenho vergonha.
– De que? Já te vi nua. Bem, seus peitos na viagem e daquela vez que a gente quase...
– Bakagami. – ela riu – Cala a boca. Tenho vergonha de você... Entrar em mim.
– Ah... – ele corou, desviando o olhar.
– E-E eu vou vencer! – ela disse, voltando-se para a TV.
Ele sorriu levemente e voltou a jogar com ela. Amaya estava nervosa, mas se sentia ansiosa mesmo se perdesse. Ela não achava que ganharia, principalmente com Kagami usando alguns macetes que ela desconhecia, mas quando ganhou ela gritou eufórica e pulou em cima dele, que riu.
– Ganhei! – exclamou – Ganhei mesmo! Você não me deixou ganhar, certo? – ela disse desconfiada.
– Não. – ele riu, se sentando.
Ela sorria animada e se lembrou do que teria que fazer.
– Ah...
– Se não quiser, não tem que...
– Eu quero! – ela sorria.
Ele a olhava em dúvida e acalmou o olhar, sorrindo.
– Mas agora eu não quero! – ele exclamou, virando o rosto.
– Eh...?! N-Nani?! Como assim?
– Você é inexperiente em tudo.
– E você é bastante, ne?
Ele riu e ela levantou irritada, pegando na mão dele e o levando para o quarto.
– Eh...? Nani...?
– Cala a boca! – ela exclamou e fechou a porta, começando a desabotoar a blusa.
– O que você está fazendo? – ele perguntou nervoso – Eu estava brincando.
– Tira a roupa logo antes que eu me arrependa. – ela corou.
Ele gaguejou, mas o fez, ficando nu e vendo-a nua.
– E-Eu devia ter ido pra cama antes. – ela disse, se cobrindo com a roupa e indo para a cama.
Eles sentaram na cama e Amaya estava nervosa, olhando-o nu e percebendo que ele estava tendo uma ereção.
– Baka, hentai! – ela exclamou, jogando um travesseiro nele.
– G-Gomen! – ele disse, achando graça – É que você é tão...
Ela o olhou.
– Pequena.
Ela fez cara de tédio.
– Tenho medo de te machucar. – ele disse.
– Mas antes você não teve.
– Mas agora não estou pensando com a cabeça de baixo.
– Grosso. – ela corou, desviando o olhar.
Ele riu e apoiou os braços na cama, deitando-a.
– O-Oe... – ela disse corando.
Ele a olhava e engoliu a seco.
– Você é muito bonita... Cabelo de tocha.
Ela fez cara de tédio.
– Isso é pra melhorar?
– Foi mal, estou nervoso.
Ela tampou o rosto com as mãos, corando mais.
– Baka.
Ele sorriu e a beijou, tirando as mãos da frente de seu rosto. Beijou seu pescoço e desceu pelos seus seios e barriga até chegar ao lugar que a fez exclamar e corar.
– N-Nani?! – ela sentou e o olhou.
– Eh... É pra não doer tanto.
– E como você sabe que não vai doer fazendo isso?
– Aomine me disse. – ele desviou o olhar e a deitou de novo.
Ela corou, esperando que realmente não doesse e que se Aomine falou isso pra ele, ela realmente não sentiria tanta dor já que Madoka não sentiu. Ela apertou os olhos por sentir a língua dele e se contorceu levemente, ficando ofegante. Ele ficou sobre ela, entre suas pernas e ela o olhou, nervosa.
– V-Vai devagar, tá? – ela disse.
– H-Hum.
Ele a beijou, começando lentamente a penetrá-la. Ela gemeu enquanto o beijava e sentiu dor, mas quando ele a penetrou por completo com ela o ouvindo deixar escapar alguns gemidos, parou de sentir dor. Ele a olhou, vendo-a ofegante e sorriu, beijando-a e pondo a mão em sua cintura, apertando-a levemente e ficando cada vez mais excitado. Amaya olhava para o teto sentindo todas aquelas sensações e o abraçou, pondo os braços ao redor de seu pescoço e fechando os olhos para senti-lo.
Quando terminaram, ele havia adormecido abraçado com Amaya e ela pegou o celular, digitando e mandando uma mensagem. Ela deitou de lado e olhou Kagami, abrindo um sorriso em seguida e fechando os olhos.
Eu estava na praia naquele momento, debaixo do guarda-sol e fitando Atsushi me chamar. Ouvi meu celular tocar e o peguei, lendo a mensagem e arregalando os olhos.
“Remetente: AMAYA;
Mensagem: Dormi com Taiga! Foi ótimo! :D”
Abri um sorriso e levantei, deixando o celular dentro da bolsa e correndo até Atsushi. Quando cheguei o abracei.
– Você tem que correr mais vezes. – ele sorriu.
– Eh?
Ele fitou meus seios, eu usava um biquíni turquesa.
– Baka... – ri – Eles dormiram juntos!
– Quem?
– Amaya e Kagami-kun.
– Que fofoqueira você é. – ele riu.
– Ela me mandou mensagem!
– Outra fofoqueira.
Eu ri e o beijei. Ele me abraçou, me segurando e se jogou na água. Eu exclamei e afundamos. Quando emergimos, joguei água nele.
– Baka!
Ele riu.
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