Coração selvagem
16 XVI - Certas intimidades
Notas iniciais
Enfim os burburinhos ao meu respeito cessaram e estávamos no final de Setembro. Eu ainda planejava algo para ajudar Katsumi e Harumi, mas estava demorando tanto que começava a ficar irritada. Eu continuava a ir para casa de Atsushi e ele para a minha para fazermos os intermináveis trabalhos. Estávamos ainda mais próximos e eu queria saber quais eram os passos que ele completaria. Não que eu fosse ajudá-lo, mas eu queria saber, ne. Hum, enquanto eu planejava, Yuka e Midorima estavam juntos na casa dele. Com seis meses de namoro, Midorima levou Yuka para apresentá-la aos seus pais. Eles entraram na casa dele e tiraram os sapatos. Como ela não conhecia nada lá, ele precisou estar de mãos dadas com ela todo o tempo. Foram para a sala e o pai dele a fitou enquanto a mãe saía da cozinha. Ficaram surpresos com a beleza dela, porém ainda mais com seus olhos, mesmo Midorima já tendo contado sobre a cegueira dela.
– Mãe, pai. – Ele disse parando com ela ao seu lado – Essa é a Yuka.
– K-Kon’nichiwa. – Ela disse timidamente.
– Que prazer conhecê-la. – A mãe dele disse com sua voz doce e suave.
Ela foi até Yuka e a abraçou. Yuka se assustou com o ato repentino, mas sorriu com o gesto de carinho.
– Você é tão bonita. – Ela disse, tocando nas pontas do cabelo dela.
– Arigatou. – Yuka sorriu levemente, contente.
– Muito prazer, Kayou-chan. – O pai disse contente – Midorima não pára de falar em você. – Ele suspirou, achando graça no que disse.
Yuka corou, sorrindo.
– Arigatou. – Disse suavemente – A voz do senhor é parecida com a de Shintarou.
– Ah... – Ele disse sem jeito – Arigatou... Eu acho.
Ela sorriu, achando graça.
– Nee, Yuka-chan. Vai ficar para jantar? – A mãe dele perguntou.
– Hum, hai.
– Vou mostrar a casa a ela. – Midorima disse.
– Hai. – A mãe dele sorriu – Depois venham para a cozinha.
Midorima pegou na mão de Yuka e passearam pela casa. Ele descreveu como era, o que tinha e a levava até os móveis para tocá-los e saber onde estavam. No final, foram para eu quarto no segundo andar.
– Ele é na terceira porta a esquerda, depois do banheiro. – Dizia a ela.
– Hum. – Ela sorria.
Midorima pegou em sua outra mão, pondo-a na porta de seu quarto para ela abri-lo. Entraram e ele fechou a porta.
– Tem... – Ele dizia – Minha mesa de estudos.
Ele a levou até a mesa. Yuka a tocou, sentindo a madeira e subiu o toque das mãos, sentindo o laptop no centro da mesa, os livros à esquerda e cadernos à direita.
– Você é bem organizado. – Ela sorriu.
Ele sorriu e pegou na mão dela.
– Aqui é o armário. – Disse, deixando-a senti-lo – E... – Ele disse, andando com ela e se sentando, fazendo-a se sentar também – Essa é minha cama.
Ela sorriu, passando a mão no cobertor arrumado e impecável, que a fez sorrir novamente, e pegando o travesseiro dele. Ela o abraçou, fechando os olhos e sentindo seu aroma. Midorima corou levemente.
– Ele tem seu cheiro. – Ela disse suavemente.
– Uhm... H-Hum. – Ele disse sem jeito.
– Seu quarto é legal. – Ela sorriu – Tem alguma foto pendurada?
– Não. Minha mãe tem mania de colocar fotos de quando eu era criança no quarto deles.
– Você deve ter sido fofo. – Ela sorriu, achando graça.
– Não acho, meus óculos de criança eram enormes.
Ela riu, abraçando o travesseiro. Ele a fitou e acalmou o olhar, mexendo nas pontas do cabelo loiro dela. Ela acalmou o olhar, corando levemente e sentindo o toque.
– S-Shintarou...
– Hai.
– E-Eu... Gosto de você. – Ela disse envergonhada.
Ele sorriu e a beijou, cessando-o e encostando sua testa na dela.
– Eu também gosto de você.
– N-Ne... – Ela gaguejou – Eu não sei quando a cirurgia vai vir.
– Eu sei. – Ele disse gentilmente.
– H-Hum. – Ela disse – Então eu... Quero saber.
– Nani?
– Como é... Aquilo. – Ela corou.
Midorima arregalou os olhos, corando.
– V-Você...
– E-Eu quero... Com você. – Ela disse – Eu gosto de você... Quero que minha primeira vez seja com você.
– M-Mas...
– Nani? É... Sobre aquilo?
– Eh? – Ele a olhou nervoso.
– Camisinha. – Ela sussurrou como se alguém fosse ouvir.
– Não. – Ele sorriu, achando graça – Na verdade eu tenho.
– Eh? – Ela corou.
– N-Não pense nada de errado! – Ele se justificou, pegando na mão dela – É que meu pai coloca um monte na minha gaveta, sabe.
Ela corou mais.
– H-Hai.
– M-Mas... Você quer agora? Agora? – Ele perguntava.
– Não sei... – Ela se encolheu – É estranho com seus pais em casa.
– Hum, mas eles não vão vir aqui de toda forma.
– Por quê?
– Porque eu estou com você.
– H-Hum. – Ela disse – Então... Pode?
Ele a olhava, acalmando o olhar, mas respirando de forma tensa.
– Tem certeza?
– Hai.
– Não quer pensar?
– Já pensei.
– Mas... Pensou direito?
– Hai. – Ela sorriu, achando graça – Mas... Anou...
– Nani?
– Mesmo eu não sabendo se você está me olhando tanto... Não... Repara muito em mim, tá?
– Nande?
– Hum... Eu não sei como eu sou. Se eu for feia...
– Você não é. – Ele sorriu, pegando no rosto dela – Você é linda.
Ela corou, admirada.
– H-Hum.
Midorima levantou e abriu a gaveta do criado-mudo, pegando uma camisinha e pondo-a em cima do móvel. Yuka corava e ele se sentou ao lado dela novamente, fazendo-a ficar nervosa. Ela engoliu em seco e começou a desabotoar sua blusa azul-claro, tirando-a e ficando com uma blusa de alças finas que havia por baixo. Midorima a olhava, percebendo que nunca a vira com uma blusa tão fina e pegou gentilmente no rosto dela, beijando-a. Yuka corou e começou a tocar seu peito, sentindo a roupa que ele usava. Não havia botões, então ela pegou na barra na blusa e começou a levantá-la, corando mais. Midorima terminou de tirá-la e pegou na mão dela, pondo-a em seu peito. Yuka o tocava, começando a respirar ofegante por sentir o calor da pele dele e ele a beijou, pondo as mãos gentilmente em sua cintura e subindo lentamente sua blusa enquanto a excitação em seu corpo começava. Ela levantou os braços e ele a tirou, voltando a beijá-la. Ele a abraçou, fazendo-a sentir o seu calor de uma forma mais acentuada assim como ele sentindo o calor do corpo dela. Ele pôs o braço em volta dela e a deitou, beijando-a e desabotoando sua calça escura. Quando a tirou ele a observava, vendo como ela era linda com suas roupas íntimas de cor rosa claro e sua silhueta gentil e tímida por ela tentar se cobrir com o braço.
– Anou... – Ela corou, fechando os olhos e se encolhendo – Não me olhe assim. Onegai...
– Como sabe que estou te olhando? – Ele sorriu, apoiando os braços e joelhos na cama.
– Você está ofegante. – Ela corou.
Ele sorriu, beijando-a. Colocou ambos debaixo das cobertas para tentar diminuir a vergonha de Yuka e tirou a bermuda. Ela se cobriu com vergonha e ele voltou a beijá-la, acariciando seu corpo. Ela pegou na mão dele, pondo-a em seu ombro para descer a alça de seu sutiã e ele o tirou, começando a beijar o pescoço dela, descendo e chegando até seus seios, que aos poucos ficavam arrepiados pelo toque dele. A sensação que Yuka sentia era de um prazer com a intensidade que ela sempre imaginou que seria. Ele a beijava já em cima dela e se aproximou mais, penetrando-a e tentando ser o máximo gentil possível. Ela apertou sua pele, apertando os olhos e o beijando, pondo os braços ao redor do pescoço dele. Ele se movimentava cada vez mais ofegante enquanto a escutava gemer baixinho como um sussurro e apertar seu cabelo.
A embalagem da camisinha aberta em cima do criado-mudo e os dois debaixo da coberta, na cama. Midorima olhava para o teto, lembrando-se toda a sensação que o levou ao clímax e Yuka estava abraçada com ele com seu braço em volta dela. Ela adormecera e ele a olhou, sorrindo levemente e se lembrando de como foi tocá-la pela primeira vez, a sentir da forma mais pura de amor.
...
Eu estranhei a forma como Yuka chegou naquele dia que foi conhecer os pais de Midorima. Ela entrou em casa e quando perguntamos como foi ela corou e disse que foi tudo bem. Antes de dormir, eu fui ao quarto dela e perguntei o que aconteceu já que ela parecia um pouco estranha. Ela disse que não foi nada, que ocorreu tudo bem e que os pais dele eram gentis e engraçados. Eu suspeitei de algo, porém não sobre o que aconteceu realmente. No dia seguinte enquanto andávamos tranquilamente para ir ao colégio, eu estava voltada para frente com minha bolsa escolar no ombro e fitei Yuka de relance. Franzi o cenho e a olhei de novo, ela estava com o olhar baixo e a mão na altura do peito.
– Nani? – Perguntei.
Ela parou e voltou o rosto na direção da minha voz.
– Hum, nada. – Disse calmamente.
– Tem certeza? Você está esquisita desde que voltou da casa do Midorima.
– Hum. – Ela se voltou para frente e sorriu levemente, feliz.
– Yuka. – Suspeitei.
– Hum.
– Fala logo, eu estou pensando tanta besteira que...
– Nós dormimos juntos. – Ela disse suavemente.
Parei na hora, paralisada e a olhei, pasma. Yuka parou e se virou na direção de onde me ouvia gaguejando.
– Tsubaki... Daijoubu. – Ela dizia docemente – Ele foi carinhoso, quase não doeu.
– M-Mas... Vocês só namoram há seis meses, ne?
– Hai. Mas eu gosto dele, foi minha escolha.
Abaixei o olhar, não sei por que, mas aquilo me deixava nervosa. Não acreditei que ela fizera isso de verdade.
– Tsubaki.
A olhei, pasma.
– Quando você encontrar alguém que faça você se sentir como eu me sinto em relação a ele, você vai querer dar tudo a essa pessoa. – Ela dizia – Mesmo que o “tudo” seja você mesma já que vai ser como um ato de amor.
– M-Mas... Ele pode muito bem estar...
– Eu sei. – Ela sorriu – Mas eu gosto dele e foi minha escolha. Mas no fundo eu sei que ele gosta de verdade de mim.
Isso eu não tinha dúvida. Desde que Midorima começou a namorar Yuka, as outras garotas pararam de caçoar dela e mesmo quando o faziam, ele a defendia. Na verdade eu fiquei impressionada pelo modo como Midorima gosta dela, pela intensidade em relação ao afeto que ele sente por ela. Era surreal! E com isso agora, vi que não era assunto meu. Que eu apenas estaria ali para Yuka caso algo acontecesse.
Eu abaixei o olhar, compreendendo o que ela dissera e agora até com certa curiosidade.
– Hum, hai.
Ela sorriu e voltou a andar. Eu a segui e logo chegamos ao colégio. A aula estava um pouco mais animada e depois das aulas, tivemos nosso treino à tarde. Teríamos outro jogo em duas semanas e no campo notei que Katsumi fitou os meninos do basquete quando chegaram e foram para o ginásio. Eu sorri, vendo como ela olhava para Akashi e me aproximei.
– Toma!
Ela se virou e parou a bola com o pé, sorrindo.
– Ne! – Me aproximei ofegante por correr – Você podia falar com ele, são da mesma sala, ne?
Ela corou levemente, desviando o olhar.
– Talvez. – Sorriu – Mas não acho que ele vá gostar de mim.
– Nande?
– Ele é perfeito demais pra mim.
– Como assim? – Perguntei em dúvida.
– A família dele é rica, ele é refinado, inteligente, sabe se portar adequadamente e não parece se interessar por nenhuma garota daqui. – Ela dizia desanimada.
– Sei... – Pensava.
Fala sério, ela achava que ele era um deus do olimpo por acaso?
– Katsumi, você é bem bonita, tá? – Afirmei convicta – Você é esportiva, eu sempre vejo no quadro de notas da sua sala que você é a segunda com melhores notas, é educada e pode muito bem fazê-lo se apaixonar por você.
– E você sabe como?
“E você pergunta pra mim?!”, pensei.
– H-Hum, tente conhecê-lo, saber como ele é de verdade. De repente ele quer isso. – Disse – Se todas as garotas pensam como você, ele deve achar que elas só querem a “perfeição” dele e não ele.
Ela abaixou o olhar, pensando.
– Hum, eu... Vou pensar em algo. – Sorriu, me fitando.
– Baka... – Pus o braço em volta de seu pescoço e comecei a andar – Pense logo.
Ela corou.
...
Eu ainda não sabia disso, mas Madoka e Aomine tiveram vários encontros desde as férias. Cinema, boliche, parque, filmes em casa. E como nas férias os pais dela atrapalharam os dois na casa dela, agora eles iam à casa de Aomine. Num dos “cineminhas em casa”, eles se beijavam, mesmo que o filme ainda não tivesse acabado. Aomine acariciava sua cintura, se segurando para que o aperto gentil não se tornasse algo que a deixasse marcada pela intensidade de sua excitação. Ela apertava sua blusa, ofegante e deixando escapar alguns suspiros. Seus encontros eram tão frequentes que se fosse na época em que beijar ainda não fosse uma “brincadeira moderna”, eles seriam considerados namorados. Porém Aomine ainda nem tocara no assunto. Ele passou o beijo para o pescoço dela e apertou levemente sua coxa, deixando tudo mais excitante.
– Seus pais não vão chegar? – Ela perguntou ofegante.
– Não. – Ele disse, deixando claro pela forma que beijava seu pescoço que estava excitado – Quer ir pro meu quarto?
– Hai... – Ela mordeu o lábio, sem nem ao menos refletir sobre a pergunta.
Ele a beijou intensamente, apertando seus cachos e se direcionaram para o quarto de Aomine. Entraram se beijando e ele fechou a porta, empurrando-a com o pé. Sentaram em sua cama e ele a beijava intensamente, tirando sua camisa e depois o casaco dela. Deixou as peças de roupa caírem no chão a beijava com ainda mais intensidade a ponto de tirar a blusa de Madoka. O prazer a ela estava em um nível tão alto que ela apenas percebeu o que acontecia quando ele tirou sua calça enquanto a beijava, deitando-a em seguida. Ela apertou o lençol, nervosa. Aomine a olhou ofegante e reparou no gesto, despertando para o fato que a deixara apenas com roupas íntimas em sua cama.
– Gomen... – Ele acalmou olhar e se voltou para o lado – Exagerei.
– Hum... – Ela se sentou, cobrindo-se com o braço.
– Quer ir embora?
– Não. – Ela o olhou.
Ele a olhou, vendo que ela estava com o braço abaixado e sem intenção alguma em se cobrir. Ele desviou o olhar, vendo que seu desejo em tocá-la estava quase descontrolado.
– Ainda quer dormir comigo? – Ela perguntou suavemente.
Ele a olhou, vendo-a levemente corada.
– Não vou tirar sua virgindade.
– Está dizendo isso por que acha que meu pai vai te matar? – Ela deixou uma risada escapar.
Ele riu, abaixando a cabeça.
– Em parte. – Disse – Mas você é muito legal pra eu fazer isso.
– Por quê?
– Porque o tesão está a pino e eu só quero transar.
Ela abaixou o olhar.
– E quem disse que eu não quero?
Ele riu.
– Você nem sabe como é.
– Então me mostra. – Ela o olhou.
Ele a fitou, vendo aqueles grandes olhos verdes com o brilho de esmeraldas e mordeu o lábio, desviando o olhar e rindo.
– Você vai me odiar depois.
– Por quê?
– Porque eu não quero nada sério e você gosta de mim. Pensaria que eu tivesse te usado.
– Você é um convencido! – Ela exclamou indignada – Quem disse que eu não estaria te usando também?
Ele riu e a olhou, vendo-a corada. Acalmou o olhar, parando de rir aos poucos e apoiou as mãos na cama, se aproximando e fazendo-a recuar até se deitar.
– Você vai se arrepender. – Ele disse com o rosto próximo do dela.
Ela desviou o olhar.
– Eu gosto de você. – Murmurou.
Ele sorriu.
– Ainda sou convencido?
– É. – Ela o olhou.
Ele deixou uma risada escapar e a beijou. Ela corou, percebendo que ele estava praticamente em cima dela e ele cessou o beijo, a observando enquanto ele tirava seu sutiã. Madoka desviou o olhar, corando mais e tampou os seios quando ele o retirou. Ela o olhou com vergonha ao passo que ele tirava sua calcinha e em seguida sua própria bermuda. A cueca box com o volume em contraste a deixava ainda mais envergonhada. Ele esticou o braço, pegando uma camisinha na gaveta da cômoda e Madoka fechou os olhos. Apenas o sentiu a beijar, fazendo-a abrir os olhos quando ele cessou. Ele a olhava como se ainda perguntasse se ela tinha certeza e tocou em seu rosto, mexendo no lábio inferior dela com o dedo e deixando-a com a respiração mais pesada. Ele aproximou o rosto e a beijou, correndo o beijou até seu pescoço e chegando aos seios dela. Ela mordeu o lábio pelo formigamento que a língua dele fazia contra seu mamilo, fazendo-os se arrepiarem e ele desceu mais o beijo, passando pela barriga dela até chegar em sua intimidade, o que a fez apertar a fronha do travesseiro e se contorcer.
– A-Aí não... – Pediu envergonhada.
Ele continuava, acariciando-a com a língua e cessou, beijando sua coxa. Ela pôs a mão cerrada a frente de sua boca por sentir um formigamento ainda mais intenso e ele ficou por cima dela, beijando-a novamente. Estava entre as pernas dela e ela ainda mais ofegante, excitada cada vez mais pelo simples fato de seus corpos se tocarem. Ela o olhava e ele a beijou, começando lentamente a penetrá-la para que ela não sentisse dor. Madoka corou, sentindo-o cada vez mais dentro dela e gemeu ofegante quando aconteceu. Apertou a pele dele, sentindo-o se movimentar e o olhou ofegante sem acreditar que aquilo realmente acontecia.
– N-Não doeu tanto... – Ela ofegava.
– Por que acha que eu te chupei? – Ele sorriu, achando graça e a beijando de novo.
Madoka ofegante e às vezes se contorcendo pelo prazer deixava Aomine ainda mais excitado a ponto de gemer, o que ele nunca fizera com tanta intensidade com outra garota. Apertava a coxa dela, proporcionando mais prazer para ambos e mesmo sendo sua primeira vez, Madoka sentia o clímax chegar cada vez mais perto ao passo que os minutos passavam. Ela ofegava mais ainda ao passo que sentia aquela intensidade exorbitante de prazer chegar. Se contorcia, abraçando Aomine com os braços em volta de seu pescoço e apertando os olhos por sentir a sensação pela primeira vez. Ele a sentia, deixando-o mais excitado e ouvindo seus gemidos, que ele logo chegou ao clímax, parando aos poucos, ofegante.
Os dois estavam deitados e Madoka se cobria mais, mesmo já estando coberta. A sensação de vergonha por um garoto finalmente tê-la tocado dessa forma era tão intensa que ela não conseguia mais olhar para Aomine.
– Se eu soubesse que você ia ficar assim, não tinha feito nada. – Ele riu.
Ela corou.
– Eu ia ficar assim de qualquer forma. – Disse timidamente – Você sempre tem camisinha?
– Hum. Por quê?
– Sempre trás garotas para o seu quarto?
Ele a olhou, achando graça.
– Eu... Nunca trouxe garota nenhuma pro meu quarto. Já transei antes, mas... Nunca trouxe. – Ele disse – No dia que eu disse que podíamos jogar um jogo, eu queria tanto dormir com você que nem me importei em quebrar minha própria regra.
– Qual?
– Nunca levá-las pra minha própria cama.
Ela corou.
– Verdade?
– Hum. – Ele assentiu, sem jeito – E o pior aconteceu.
– Nani?
Ele riu.
– Quero dormir com você de novo. – Disse, fazendo-a corar mais.
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