Notas iniciais
Demorei, mais nunca vou abandonar a historia, eu juro, só estava sem tempo e espero q gostem do capítulo!

Visão de Lúcia

A alegria que encheu em mim era impossível de se dissipar. Esta muito feliz por Liliandil estar gostando de Pedro, isso abre caminho para Susana e Caspian que é um dos casais que eu mais quero felizes, principalmente com Susana sendo minha adorada irmã e Caspian que eu vejo como um irmão

Além de que seria maravilhoso ver Pedro namorando Liliandil, embora eu tenha certeza que eu tenha que colocar juízo na cabeça dele pra ele entender que gosta dela, mais também não será impossível, esta tudo muito perfeito

–Você não tem idéia da minha felicidade – ri do nada, mais ela permanecia sem sorrir – o que foi?

–minha mãe, ela não vai me querer com ele e nem que eu deixe Caspian

–Ela devia querer o seu melhor

–mais ela acha que o meu melhor é com ele

–mais não é – suspirei – péssima situação, o que pretende fazer?

–Eu não sei ainda, nem sei se Pedro gosta de mim

–Eu acho que sim

–preciso ter certeza – ela suspira e em um olhar de esguelha espia Caspian – antes de tomar uma decisão

Visão de Edmundo

–Wiccas? – Susana pergunta primeiro — o que é uma Wicca?Uma bruxa?

–Não exatamente – Selene responde – uma Wicca é quase que como uma bruxa, mais nossos poderes e regras são limitados?

–como limitados? – pergunto

–Nossa magia vem da natureza e somente a natureza – ela suspira – e só uma dois filhos de uma Wicca recebe os poderes

–A Primogênita – Flor diz raciocinando – por acaso... Somos videntes?

–sim, esse é o nosso único poder que a natureza não faz parte – ela diz – além de que ao contrario dos bruxos recebemos os poderes aos 18 anos, o processo é muito doloroso, mais depois você tem um grande surto de saúde

–isso explica a minha doença e meu surto de bem estar – Flor sorri entendendo – então eu já sou uma Wicca?

–Como nasceu primogênita é

–Precisamos de mais um bruxo – Pedro diz

–seja o que for não vai funcionar – Selene diz – ela é uma Wicca e não uma bruxa

–E eu não deixaria – Maria diz séria – quero Flor o mais longe possível de Nárnia, Magia e tudo isso!

–Não tem como fugir Maria – Selene diz – ela é uma Wicca!Tem que aceitar!

–A decisão é minha – Flor diz levantando-se – posso ser útil vendo o futuro – ela sorri pra mim

Eu devolvo o sorriso

–Com 18 anos ou não ainda é minha filha! – Maria diz autoritária e se levanta – não vai ajudar, corre risco até de morte e inclusive, o que fazem aqui?

–viemos proteger a Flor – Susana diz

–Proteger? – ela volta os olhos pra mim – Pevensie o que você fez?!

–não fiz nada! – digo – é tudo culpa de Acemira

–Não sei quem é essa mulher e não me importo, minha filha não vai ajudá-los!

–A decisão não é sua – pela primeira vez Selene parece exaltada

Sua voz que aumentou alguns oitavos causou um vento forte e gelado soprar que me fez estremecer

–Lembre-se que ela não saiu do seu ventre! – ela continua

–Enquanto você fugia, eu cuidei de Flor, ela é minha filha! – Maria responde exaltada

–meu sangue! – a voz dela voltou a provocar um vento frio

–parem! – Susana diz – sejamos sensatos, a situação aqui não é de quem ela é filha, mais o que vamos fazer, ela precisa de proteção

–Ela vai ficar segura na minha casa – Selene diz – lá ninguém vai encontrá-la

–Eu vou – Flor fica do lado de Selene

Maria ia dizer algo mais eu a interrompo

–Ela precisa de proteção – digo firme – mostre alguém nessa sala que quer que isso acabe mais que eu e eu a deixo aqui

Maria me encarava calada sem nada responder

–Vai levá-la agora? – Pedro pergunta a Selene

–Sim, eu também verei o futuro

–Ótimo, então vamos todos pra casa – Pedro diz

(...)

Visão de Eustáquio

O sol da manhã iluminava pela janela do quarto e depois de uma boa noite de sono me preparei para mais um dia de aula

Depois de um bom banho e pegar minhas coisas me dirige a cozinha e sorri para meus pais ali presentes

–Bom dia filho –minha mãe amorosa como sempre me puxou para uma abraço

–mãe –a repreende me desviscerando do seu abraço de urso

Ela só ri enquanto eu me sento na mesa pra tomar o café da manhã que foi chato como sempre.

O caminho pra escola era normal como sempre. “normal”, “normal”, como essa palavra é chata, sinto falta da adrenalina de Nárnia, faz 3 anos desde a primeira e única vez que estive lá, tenho 13 anos agora e moro em USA, enquanto meu primos que já foram Reis de Nárnia moram na enorme Londres

–Eustáquio! – uma voz desesperada me chama

Me viro em direção a voz e encontro Sra Pevensie, ela é minha tia e se mudou para uma casa perto da minha

Ela estava em um estado de susto e medo que me chamou muito a atenção e eu corri até ela

–O que houve tia?

–Eustáquio acho que estou louca, estava em casa e comecei a ouvir vozes! – ela olhava pros lados e não se mantinha quieta – me ajude!

–vozes?De quem?

–Eu achei que fosse algum moleque que tinha entrando no meu quintal para pegar uma maça e então eu vi!

–viu?Viu o que?Me diz!

–Me ajuda Eustáquio! – ela dizia em pleno desespero – diga que eu não vi o que acho que viu?

–O que você viu Tia?

–4 ogros, como os da mitologia conversando sobre me raptarem!