Notas iniciais
Olá pessoal, voltando com mais uma história depois da minha estreia com o filho do juiz. Essa se passa num mundo ficticio pós-guerra, onde vários seres místicos habitam.
Espero que gostem, leiam e comentem para dar suas opniões e também porque curto muito ler o que vocês tem a dizer.
Chega de blá blá blá, e vamos a leitura.

Num mundo antigo chamado Rowin, várias raças coexistiam pacificamente depois das três grandes guerras do passado há 300 anos que quase extinguiu toda a vida na terra. Foi planejada por um rei mago humano que foi derrotado na última guerra pela união de todos os líderes das principais raças dominantes naquele mundo: Homens, Elfos, Anões, Magos, e o povo do mar que eram seu forte aliado, e que com sua ajuda conseguiram vencer o rei mago, e trouxeram a paz momentânea ao mundo de Rowin.

Rowin era dividida em três continentes, governado pelas três raças dominantes no mundo: O reino dos homens chamado Astral que tinha o rei Donovam, o reino dos Anões chamado de Terra do minério que era governado por Thuhan, e o reino dos Elfos Álfheim governado pelo rei elfo Theraradel. Com esses três líderes que foram os responsáveis pela vitória contra o rei mago, o mundo foi dividido nessas três forças que fizeram um tratado de paz para que aquilo tudo não voltasse a acontecer. As outras raças se espalhavam pelos três reinos, dependendo da aceitação de seu governante em suas terras. Álfheim só aceitava os Elfos, ou as criaturas semelhantes a eles como as fadas, gnomos, e seres da floresta que era o tipo de reino deles. Os magos e bruxas viviam sobre a proteção do reino Astral dos homens. Já as outras criaturas subterrâneas e com pouca amizade com os Elfos e homens, viviam sobre a proteção de Thuhan na terra do minério em suas profundas cavernas e montanhas preciosas de onde extraiam sua enorme fonte de riqueza. E também não podemos esquecer-nos do povo do oceano que era extremamente poderoso e que recusava muitas interações com os outros. Na ultima guerra só aceitaram se aliar, pois seu rei havia sido capturado pelo rei mago que tudo controlava, e conseguiu lançar suas garras no povo do mar, que era domínio do deus dos mares Netuno que não era visto há mais de 1000 anos. Com o passar do tempo depois do tratado entre os quatro reinos, a relação entre o mar e a terra foram ficando mais amigáveis resultando em proles de ambos os lados, fazendo com que seus poderes individuais se unissem. Nessas uniões, apenas os Elfos recusavam-se permanentemente sujar seu sangue divino criado por seu deus Frey, casando-se com outras raças. Aqueles que quebravam essa regra eram expulsos do reino dos Elfos e taxados de impuros riscando seus nomes do livro da vida que os Elfos mantinham como controle daqueles que ali nasciam.

Era um dia ensolarado na terra élfica que fazia fronteira com o mar. Na borda da floresta, sentada na areia da praia estava uma jovem elfa deitada em uma toalha trançada com fios de seda, aproveitando o ar salgado que tanto fazia sentir-se relaxada.

Seu nome era Radathra. Era a filha do rei Theraradel, e herdeira do reino de Álfheim. Como seu pai era muito rígido e protetor dificilmente permitia que ela saísse da amada floresta e explorasse seu reino muito ao norte, onde ficava perto do reino dos homens.

Mas Rada, como gostava de ser chamada era um pouco rebelde. Ela sempre aspirou a liberdade que seria se aventurar fora do reino, mas sempre que sentia isso, lhe causava saudades ao pensar em se separar do mar que a ela tanto fascinava. Como era a aparência de Rada? Como se pode descrever tal beleza? Longos cabelos vermelhos como uma chama de um vulcão que brilhavam como chamas quando o sol refletia em seus fios, ou quando usava sua magia, fazendo-a parecer bela e poderosa como a rainha que viria a ser um dia. Corpo longo e delgado, com curvas sinuosas na pele macia e alva. Seios fartos e redondos que transmitiam a sensação de maciez ao ser observada de perto. Belas pernas torneadas que ganhara pelo longo treinamento com arco que teve desde pequena. Belos olhos azuis esverdeados como o mar, com seu nariz pequeno e perfeito em bochechas levemente rosadas no rosto de tamanho ideal. Suas orelhas como todos de sua raça, eram pontudas com uma leve cor avermelhada nas pontas por causa do cabelo. Radathra era linda, forte, e inteligente. Todos os meses, novos pretendentes importantes dos Elfos vinham visitar o rei pedindo sua mão em casamento, para ser o rei consorte, mas ela sempre rejeitou todos eles. Na verdade, ela não queria casar tão cedo, para viver eternamente presa em Álfheim. Ela amava sua casa, mas tinha o grande desejo de sair e explorar o mundo, começando com o mar. Ela sempre teve vontade de conhecer o reino do mar. A cidade de Atlântida, que era governada pela rainha sereia e o rei tritão que era descendente do antigo rei que forçou o povo submarino a ir à guerra. Diziam que a cidade era bela, e avançada se comparada com os reinos da terra. Isso deve ter se dado, por causa da benção de netuno que lhe deram uma inteligência superior as criaturas terrestres, para que pudessem sobreviver apenas no mar.

Levantando-se da areia ao perceber que já estava entardecendo por ter ficado sentada ali por muito tempo, Rada guardou a toalha e antes de entrar na floresta, olhou mais uma vez o mar.

- Será que um dia chegarei a conhecer você mar? – disse Radathra suspirando e dando um grande salto para caminhar nos galhos altos das árvores, onde foi pulando de um em um para chegar mais rápido em casa.

Notas finais
Eae gostaram? Deixem comentário para seu amigo aqui, para que eu tenha mais inspiração para continuar postando pessoal.
=D