Coração Dividido
6 Capitulo 6
Notas iniciais
Klaus entra no meu quarto e fica olhando sério para todos os lados, então ele olha para mim e do nada aparece com sua cara colada no meu rosto, vejamos, agora sim ele parecia enfurecido vi seus olhos ficando amarelo e voltou a rodar olhar pelo meu quarto, foi até a janela e de repente veio de novo na minha frente.
– Porque você está com medo Love?
Han? Como ele sabia? Será que ele sentiu o Stark? Será que eles se conhecem?
– Eu, eu... — Não conseguia falar, estava paralisada, não sei se foi pelo medo de Stark ou pelo olhar de preocupação que tinha no Klaus -.. Você o sentiu aqui?
Klaus me olhou ficando mais furioso... Acho que ele não sentiu, e eu devia ter ficado de boca fechada. MERDA
– Quem estava aqui?
– Ninguém, eu devia está sonhando, e dai você me acordou com o barulho da porta. — Menti para ele, afinal não sei se Klaus é amigo ou inimigo ainda.
Ele ficou me encarando desconfiado, eu sabia que ele não tinha acreditado, mais mantive o olhar forte. Ele deu uma risada sarcástica e falou.
– O seu amado está ai...
– Han? — Ele só saiu do quarto e não disse mais nada.
Levantei-me tomei um banho de gato, me troquei correndo e fui ver de quem ele estava falando. Claro que fiz tudo isso correndo porque estava com um pouco de medo de Stark entrar pela a janela novamente.
Quando chego à sala vejo de quem Klaus estava falando.
– Bom dia Cary! Você esta bem?
Olho para o Damon e vejo um olhar preocupado em vez de um olhar sacana (que era o que eu estava esperando).
– Eu...eu — olhei em todos os lado e resolvi que Damon poderia ser um amigo confiável, pelo menos eu acho — Vamos dar uma volta !
Na hora ele levanta e pega minha mão saindo comigo da casa. Andamos um pouco, por incrível que fosse Damon não soltou nenhuma piadinha ou comentário sarcástico, só andou comigo e esperou eu falar. Quando chegamos a um banquinho eu sentei e ele me seguiu fazendo o mesmo.
– Preciso falar uma coisa para você, mais tipo você não pode contar a ninguém. Posso confiar em você?
– Pode Car, eu juro que não vou sair contando para cidade inteira.
– Então, eu vim à cidade atrás de algumas informações sobre quem matou minha mãe e quem inferno me transformou em vampira. — Olho para ver se o mesmo está levando isso como brincadeira, porém vejo um olhar sério e com um pouco de paixão? Será isso.
– Isso você tinha me explicado, mas ou menos. Porque essa informação é tão preciosa?
–Acontece que minha mãe era bruxa, e alguém a matou porque queriam o seu poder, ou queriam que ela fizesse um feitiço que somente nosso clã sabia fazer, acontece que minha mãe e eu éramos a ultima do clã e á mataram para conseguirem isso, mais pelo que sei não conseguiram.
Respirei um pouco, ele só ficou me olhando , esperando eu continuar. Fitei o céu e continuei
– Antes dela morrer, ela engarrafou seu poder para mim, e agora eu posso usar a magia dela. Acho que a pessoa que a matou esta a traz de mim para usar o poder dela e conseguir realizar o feitiço.
– Era aquela cara que vi ontem? Por isso você estava com tanto medo?
– Então ai acaba minha pesquisa, eu não sei quem a matou, não sei se foi o Stark (o cara que você viu ontem), ou se o Klaus também esta envolvido nisso, pelo que você falou Klaus estava no meu clã na época da morte de minha mãe. E o pior Niklaus já é forte, mais Stark se conseguir este poder ficaria na altura dele e usando este poder só quem é do sangue da minha tribo conseguiria o matar.
– Por quê? Uma estaca não o mataria? — Ele me olha, pronto agora ele está mais preocupado comigo do que antes.
– Uma estaca poderia fazer alguma dor nele, porem matar não. Seria basicamente o mesmo principio dos originais, só que em vez de ser carvalho tem que ser banhada no sangue da tribo que lhe deu o poder.
Ele para de falar e fica me analisando, passa a mão em meu rosto e chega bem perto roçando seu lábios no meu, como meu desejo era grande não me importava se eu estava ali só para descobrir algo, eu queria este beijo então completei pegando o cabelo dele e puxando para beija-lo, foi um beijo ardente, senti meu corpo todo estremecendo, eu queria mais que um beijo queria poder tocar o corpo dele e fazer mais, nos separamos um pouco e vi no olhar dele o desejo também.
Alguém tossiu o que me fez solta-lo e ver quem era.
–Leah? Está tudo bem?
Ela estava com um machucado enorme no braço, parece ter sido recente
– Vamos dizer que Klaus está mais que irritado hoje.
Olho entre ela e Damon, até pensei em falar que estava ocupada e depois ir direto para um quarto com ele, mais afinal de conta ontem eu estava sozinha e ela ficou comigo.
– Vamos lá para casa do Damon beber um pouco, para esquecermos as preocupações.
Chegamos lá ficamos os três bebendo, hahaha foi bom dançamos e como o Damon e Sexy dançando, Leah no começo estava tímida, mas se soltou depois da terceira garrafa de Johnnie Walker, brincamos de caçar um a o outro, mostrei um pouco do meu poder a ele, acho que Leah não entendeu o que aconteceu, só que estava fazendo um poder, mas não tinha noção como eu estava fazendo isso.
Então lá pelas 11 da noite tocaram a campainha, Damon me olhou de rabo de olho e olhou para uma estaca que estava de baixo de uma mesinha, fui lá e peguei a estaca. Ele abriu a porta.
–Quem seria você? — Damon fala meio desconfiado
– A Car está aqui?
Oh Oh ele já chegou saiu correndo da onde eu estou e pulo no colo de Phillipe.
–Você chegou! Que bom! Você não sabe o medo que senti ontem Phi — Me calo ao olhar para Leah e ver que ela não sabia de nada, MERDA Klaus estaria sabendo hoje mesmo disso.
–Yeah Clar, vejo que esta dando uma festa sem mim.
Coloco-o para dentro da casa e apresento a todos, na hora que apresentei Phi para Leah vi o olhar dele e sabia que até em dois dias Leah estaria na sua cama, afinal ela também me deu um olhar de quem o achou um gato. Ah Dios isso fica cada vez melhor.
Depois disso me lembro de beber mais e acabar dormindo ali na casa do Damon mesmo.
Acordei lá pelo meio dia, vi que estava numa cama, virei e vi Damon que OH Deus estava sem blusa, dei uma pequena olhada no meu corpo e vi que eu estava de roupa, então nada aconteceu, minha vontade era de passar a mão pelo tanquinho dele. Me levantei e fui para cozinha, que sede que eu estava, encontrei Leah saindo de um quarto, dei uma espiadinha dentro e vi o Phillipe dormindo.
–Bom dia! Leah você não saberia onde tem sangue por aqui?
– Não, haha — Ela me olhou com um olhar de cúmplice e continua dando risadinhas.
–Eu sei onde tem, mas porque as duas estão aqui?
Olhei e vi Elena com um rosto bravo, pensando que agente ia fazer alguma maldade.
– Bem é que Damon deu uma festinha particular e acabamos dormindo aqui. — Eu respondi com um sorrisinho, vi na hora a cara de nojo que ela olhou para mim e para Leah.
Alguém abriu a porta eu já estava entrando em posição de ataque quando vi quem era. HÁ eu não acredito
– Não é que a Petrova apareceu!
– Ah não você esta aqui também!
Sai da posição de ataque e fui lhe dar um abraço
– A Kat faltou você ontem.
– Não sei se Damon gostaria de ter eu aqui...
Olhei para ela e comecei a contar dois mais um e lembrei ah não ele é um dos Salvatore que ela pegou.
– Me mostre onde é o sangue e depois iremos conversar sobre isso. — Falei para ela com um risinho de canto de boca.
Café da manha tomado, e resolvi volta para casa dos Originais junto com a Leah, mais antes fui acorda o Phillipe.
Passei a mão na barriguinha dele, fui cheirando seu pescoço, ele então sussurrou.
–Ah Leah que noite incrível!
Hahaha Vejo que tem alguém caidinho aqui.
– Seu bastardo sou eu, levanta e vamos para casa dos Originais.
Fiquei esperando com a Leah lá fora até o Phillipe sair, vejo alguém chegando rápido demais por traz de mim e me viro já com a mão no pescoço dele.
– Não faz isso Damon, na próxima eu posso te matar.
–Relaxa Car, a culpa é sua por sair sem se despedir.
Ele me lasca um beijo com um fogo que puta merda, quase que eu decidi volta para o quarto com ele, solto ele e dou um sorriso e vejo o olho dele passando por todo meu corpo.
–Depois passo aqui Damon.

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