Convocados
7 McGonnagal Enlouquece de Vez.
Notas iniciais
Narrado por Lílian Evans.
Mostramos à Dorcas e Marlene a sala de Phynt, que telefonou no mesmo instante. Qual é! Ele era vidente?
Só digo uma coisa, ele não ficou nada feliz com essa mudança.
– Acho melhor voltarem, McGonnagal não chegou a terminar. — ele disse, com um tom um pouco amargo. Abri a boca para tentar explicar à ele, mas ele desligou.
– Que grosseria! — disse Dorcas.
– Venham. — eu disse. — Melhor ouvir Phynt.
Saímos da sala, observando o corredor.
– O que é aquilo ali...? — começou Peter. — Ah, não, nada.
– Pete, o que você viu? — pergunto.
– Achei ter visto a Delacour. Mas foi só impressão.
Tiago olhou para trás, nervosamente.
– Acalme-se Tiago. — disse Six, batendo no ombro de Tiago. — Você têm uma ruiva aqui para se preocupar, porque precisa da loira?
– Para te ajudar a te jogar do telhado, talvez? — respondeu Tiago, empurrando Six.
– Os dois aí atrás! — disse Marlene, com um tom extremamente autoritário, que se assemlhava à McGonnagal de mau-humor. — Vão parar ou estão esparando um convite formal?
Six e Tiago pararam na hora.
– Ok... Vamos.
Entramos no Salão novamente, e quando olho para a mesa dos professores.... Paro de repente.
– O que foi? — sussurra Tiago ao meu ouvido.
– Ele. — sussurro de volta, apontando para um garoto sentado ao lado de McGonnagal. Cabelos longos, piercings na sobrancelha e semblante severo, que combinava com ele. — Severo Snape.
Estremeço ao falar novamente o nome dele.
– Ah. — disse Tiago.
McGonnagal se levantou, apresentou os novos alunos.
– Eles formarão outro grupo para a Batalha. Mas, voltando à atenção para a mesma, houve uma pequena mudança, sugerida por Bellatrix. — ela indicou a morena, de cabelos cacheados e armados, e sorriso maléfico.
– Ah não! — murmurou Sirius. — Minha prima!
Ela era do grupo de Snape quando eu o conheci.
– A Batalha será à capella.
Segurem meu coraçãozinho! McGonnagal enlouqueceu! O Salão entrou em desespero, junto com os grupos inscritos.
– Não sabemos cantar à capella. — eu disse, me desesperando repentinamente.
– Damos um jeito. — disse Lene. — Eu sei cantar à capella.
Encarei-a abismada. Ok, temos Lene para cantar à capella e dois meses para aprender a cantar à capella. Eu não aguento.
– Ela também sabe. — ela disse, apontando para uma garota de cabelos azuis curtos.

A garota, ao ver Lene, veio até nós.
– E aí, Lene!
– Dianne Noble! Tem tempo para uma aulinhas de capella?
– Claro! — a garota respondeu. — Sua banda, Lene?
– Na verdade, a banda é de Lílian. — Acenei timidamente para a garota. — E aí, aceita?
A garota pareceu pensar.
– Ok, vamos lá!
Dessa vez, ficamos para o jantar, conversando sobre músicas que ficavam boas à capella.
– Nunca vamos conseguir! — murmurou Remo.
– Ai garoto, que desanimo! — disse Dianne, batendo na mesa. Isso atraiu olhares de todos. Ela não pareceu se importar.
– Olá de novo, Lil's.
Congelei com aquela voz. Era só o que me faltava.
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