Notas iniciais
Oi Pessoas,
Faz MUITO tempo que eu não escrevo nada então posso estar meio enferrujada, mas acho que da pra ler kkk
Minha primeira fic (postada) Dramione e é pra linda e diva Lu Mendez que ficou enchendo o saco pra eu postar :*

Acordei num completo breu, não conseguia enxergar nem um palmo a minha frente. Até tentei me virar, porém senti um braço logo abaixo do meu, segurando-me fortemente e sorri ao lembrar que estava no dormitório particular de Draco – É, ser um Malfoy e ter Snape como padrinho lhe leva a ter vantagens. – e apertei sua mão com força.

— Bom dia, Hermi. – Sussurrou no meu ouvido, arrepiando-me toda. Para mim, nossa relação às escondidas ainda era um sonho.

— Dia. – Me virei para ele e consegui ver o seu contorno sobrepondo-se à escuridão.

— Por que acordou tão cedo? Ainda são 3 horas, Hermi, volta a dormir. – Murmurou pondo uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.

— Já descansei Loirinho. E para de me chamar de Hermi, pelo amor de Merlim! Você sabe muito bem que eu não gosto. – Resmunguei em resposta com um biquinho para provoca-lo, que respondeu do jeito que eu achei que fosse: me dando um selinho.

— Eu te chamo assim porque sei que não gosta, Mi. E quanto a estar descansada, realmente duvido. Ontem você honrou o animal da sua casa. Bela Leoa. – Draco retrucou passando o nariz no meu pescoço e rindo ao fim. Depois se afastou e me virou novamente de costas para ele, ficando em conchinha.

— Não precisa comentar, Draco.

— Não sei porque insiste em não querer falar das nossas noites. Tudo que é bom deve ser dito. – Respondeu naturalmente subindo e descendo a mão sobre minhas curvas (as que ele quis que tenho).

— Quieto, D.

— Adoro quando você me chama de “D”, e de “Loirinho” também.

— Eu sei, Drake, por isso que te chamo assim, ao contrário de você que é um pé no meu saco. – Brinquei.

— Serio, Baixinha? Nem sabia que você tinha saco, e olha que eu te conheço por inteiro já faz um certo tempo, hein. – Draco jogou de volta e lhe devolvi com um leve chute e uma risada fraca.

Ficamos um tempo quietos depois disso, só sentindo um ao outro. Pensei no pai dele hoje (tecnicamente ontem) tentando matar meus amigos e a mim. Meu “sogro” ainda não sabia do nosso caso, e da preferência de Draco a Dumbledore a Tom Riddle. Também não sabia que toda vez que ele mandava uma carta falando que “Milorde” o queria o mais rápido possível no seu time, ele dava um jeito, me trazia para seu quarto e chorava no meu colo pedindo desculpas até adormecer pelo seu infeliz destino. E também não deveria pensar nem em seus piores pesadelos o que seu querido filho sangue puro fazia comigo, a sangue-ruim amiguinha de Harry Potter, entre quatro paredes.

— Mi? – Senti seu hálito bater no meu pescoço.

— Sim.

— Não faz mais isso, por favor. – Pediu com a voz embargada, como se segurasse o choro.

— Não fazer o que, Loirinho?

— Sair de Hogwarts. Sumir sem me avisar. Quando fui te procurar hoje, quer dizer, ontem, e não te achei, fiquei completamente desesperado.

— Eu tinha que ajudar o Harry, Draco, desculpa. – Eu disse e me virei para ele, olhando-o.

— Eu sei, mas me escreva antes. Pensei no pior.

— Tenho certeza que sim.

— Me dói ver você assim, toda machucada, One.

— Eu sei. E pare de me chamar de “One” também. – Reclamei e mostrei a língua.

— “One” eu não paro, porque você é minha, só minha, e única da minha vida. E quem mostra língua quer beijo. – Falou e me puxou para mais perto, me beijando, o qual retribui com carinho. Por mais que estivéssemos um muito perto do outro e nus, o momento não era sexual, era mais de carinho, então, não havia um porque de ir com muito mais a fundo.

— Já disse o quão você é fofo?

— Hoje não.

— Você é muito fofo, Loirinho.

— Eu sei. Sou o seu fofo e o seu lindão.

— Convencido? Você? Magina!

— Não sou convencido, simplesmente falo o que sou.

— Modesto também.

— Também. – E me beijou mais uma vez, aprofundando o beijo, ao contrário do último.

— A Cobra não vai dormir, não?

— Já dormiu bastante e já esta com saudade da Leoa.

— Draco, amanhã a gente volta pra casa, é melhor descansarmos.

— E é por isso mesmo que te quero novamente, One. Nossa última vez até o sexto ano e nem sei como vai ser lá em casa.

— Vamos nos encontrar nas férias, seu dramático, mas já que é um cachorro pidão – Ajoelhei na sua cintura. -, eu lhe dou o que tanto quer. – E o beijei.

— Agora assim estamos de acordo.

— Drake, sempre estamos de acordo quando esse é o assunto. – E voltamos a fazer o que fizemos grande parte da noite.

Notas finais
Espero que tenham gostado e talvez (TALVEZ) eu volte com uma nova fic Dramione.
Beijos da Gi Cassie e até.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!