Contos do Eddie e Seus Peugeots

11 Conto: Denunciatório Ultraconfidencial e Manhã Gelada


Notas iniciais
Este conto se ambienta no AU (Universo Alternativo) “Eddie e Seus e Peugeots: 2014”, ambientado em Maués, em estilo GTA. Eddie Peugeot (meu OC principal) é o protagonista desta história. Aproveitem a leitura! OBS: Tem partes que fazem referência a algumas missões do GTA San Andreas e South Park.

Denunciatório Ultraconfidencial

O celular toca, uma pessoa atende a ligação. E essa pessoa diz: “Âlo?”.

–Eddie! – diz uma voz pouco rouca, com linguajar meio estranho – Achei que você tentaria me escapar, não é?

–Cartman.

–Isso mesmo. E ainda soube que conseguiu levar meu amadinho Kyle — pronuncia-se “Kahl” no linguajar dele — de volta para a mãezinha judia de Jersey – referindo-se a Sheila – e você vive ainda tentando chantagear o meu grupinho de baderneiros – referindo-se ao Blackbox – que um dia vão fazer uma festona em plena cidade que você nunca vai acreditar.

–Como assim, Cartman? Você enfiou o seu pinto feio e quase contaminado de Aids no cú do Kyle como estupro, seu porco antissemita! E o pior, vimos toda a cena que rastreamos as câmeras do seu esconderijo e você causou um trauma para Sheila! Enquanto tentamos negociar toda a porra do resgate, fiquei apenas cuidando dela para se confortar! E o pior de novo, ela está puta de vida com você e muito a fim de arrancar a sua cabeça gorda e provocadora! E ainda ela xingou a sua mãe.

–Lógico, deixa a aquela gorda puta de Jersey xingar a minha mãe, porque não tenho o contato com ela desde que mentiu a minha paternidade por ser filho de um ruivo que tinha um filho que me sacaneou dos pentelhos pubianos e recusou-se de devolver a minha grana. E ainda teve coragem de fingir de ser hermafrodita!

–Aí que você xinga a sua mãe por ter um caso com outra mulher com essa mentira dela. E o pior de tudo, dizem que ela teve o caso com Sheila – mente Eddie, pois na verdade foi uma armação feita por ele e Sheila nas reuniões do grupo anárquico do Eddie – com Sharon, com Linda e até mesmo com Carol.

–E você vive fodendo com elas – provoca Cartman com mais ironia – para chifrar os maridos dela, assim que fiz com a Wendy para chifrar o Stan em público.

Eddie fica estressado e irritado e deixa escapar um leve rugido de raiva, no qual Cartman percebe o som.

–Já tá com areia na vagina, Eddie? – provoca mais uma vez.

–PARA COM ESSA PORRA, SEU FILHO DE UMA VERDADEIRA PUTA!!! VOU DESLIGAR ESSA PORRA DE LIGAÇÃO DO CARALHO SE INSISTIR COM ESSAS PROVOCAÇÕES DE MERDA!!!

Cartman fica assustado e decide-se pegar leve.

–Calma, calma. Tenho uma oferta para você de trabalho. Se você cumprir esse trabalho, eu largo o seu pé.

–Fala logo sobre esse trabalho, porco.

–Olhe, Eddie. Algum idiota está na minha cola tanto que está me espionando, quanto me hackeando. Alguém mandou um detetive a fazer um dossiê contendo acusações que provem a existência do meu esquema ilegal de transporte de contrabando de eletrodomésticos e armas do exército para mim. Tanto que essa encomenda de armas do exército é para reforçar o meu grupo de baderneiros para alta segurança do meu esconderijo. E a senhora Stotch me deu uma informação que esse filho da puta quase judeu está no terreno de lotes no Bairro Santa Tereza, próximo a Secretaria de Meio Ambiente e um posto de saúde, com um helicóptero blindado, que infelizmente nenhuma bala vai ser suficiente para derrubá-lo, à não ser que você arrume um rifle de precisão para atirar contra ele por uma bela distância e não deixar ele fugir. Mas se ele fugir fique na cola dele para aonde ele estará indo, porque possivelmente pode parar no aeroporto para pegar o avião. Caso você consiga matá-lo com facilidade, pegue o dossiê e fique com ele até eu ligar para marcar o encontro onde você me entregará esse documento. Entendeu o que falei?

–Certo – afirma Eddie.

–Então mexa a sua perna e mete a bala nele.

Eddie desliga o celular e logo pega algum veículo mais próximo, possivelmente uma moto off-road que tem, para o destino aonde o Cartman falou.

–/-/-

Antes de ir ao local, Eddie checa o seu rifle de precisão e confirma-se que está bem carregado, afinal, é só um tiro certeiro para pegar o dossiê. Em seguida, pisa fundo passando pela Estrada dos Moraes na moto, principal acesso até o local.

Eddie tem um momento de reflexos quando se lembra de um fato que ocorreu anos atrás:

–Alô?

–Eddie! É a Faris!

–Onde você estava, sua vagabunda machuda? Tentei te ligar para planejar um excelente ataque contra as organizações ligadas ao Tommy Vercetti que sobreviveu daquele ataque de cinco anos atrás!

–Eddie, estive sumida. Os cubanos me sequestraram e por uma desvantagem, consegui aniquilar todos eles. Então eles conseguiram confiscar até mesmo o meu celular e tive que ligar pelo telefone público.

–E aí? Aonde vou ter que te encontrar, aliás, onde você está além de estar ligando pelo telefone?

–Estou aqui no telefone público em Little Havana, em frente do hospital e perto da ponte de ligação a ilha Starfish.

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–Conte todos os detalhes dessa emboscada que você caiu.

–Estava passando aqui no Little Havana, quando três carros dos Cubanos estavam atrás de mim e conseguiram até fazer me adormecer com...

–Clorofórmio.

–Isso. E em seguida, acordei dentro dum galpão, com sinais de espancamento de um cano que usaram para me torturar. Eles confiscaram tudo, exceto um canivete suíço, que consegui cortar a corda e em seguida, arranquei o cano e nocauteei todos na cabeça com o cano. Peguei um dos carros dele e fugi.

–Ok. Mas Faris, o qual era a informação pouco antes de você ser sequestrada?

–Os Cubanos planejavam um ataque surpresa contra a nossa mansão na Ilha Starfish. E o pior, eles adquiriam aquelas mansões abandonadas na Ilha Prawn como quartel-general secundário deles. Eu fui para lá às escondidas para instalar dispositivos que transmitem o áudio de dentro para o meu rádio, onde ouvi todos os detalhes. Mas quando pisei fundo, notei alguns cubanos que estariam atrás de mim. Ah, tá; voltando ao assunto, os Cubanos conseguiram arrumar um helicóptero blindado à prova de balas, ou melhor, três helicópteros. Vai ser uma tarefa difícil confrontar eles com esses troços imbatíveis como um tanque do exército.

–Pior que anos atrás já confrontamos desse jeito os Cubanos. Eles eram muito ligados ao Tommy Vercetti desde a guerra contra os Haitianos 20 anos atrás.

–É verdade.

>>>De volta a 2014>>— Maués

Eddie chega até o local, mas com uma vista privilegiada, como um excelente ponto para o tiro certeiro ao alvo marcado pelo Cartman.

Correndo às ocultas pelas laterais onde não pode ser visto por nenhum segurança, já que para a perspectiva do Eddie, o detetive pode estar sob guarda dos seguranças, mas ainda no caminho, Eddie percebe-se que o barulho dos passos pode atrair os seguranças e começa a andar com cautela. Observando o helicóptero, com o detetive que está com celular na mão no ouvido, que possa estar ligando para alguém, além dos seguranças e dos carros tanto dos guardas como um do detetive. Mesmo privilegiado da vista, Eddie estava com muita folga de matar o alvo e pegar o dossiê, além de dilacerar os seguranças para ficar e guardar para entregar ao Cartman. Porém, algo inesperado acontece: Eddie é derrubado por um segurança fisicamente, que deixa de escapar um grito de dor, despertando os seguranças e o detetive, que aciona o piloto para ligar o helicóptero.

–Filho da puta! – grita Eddie, que mata o segurança que o derrubou atirando o revólver na cabeça do referido.

Eddie levanta-se rapidamente e corre guardando o revólver Colt.45 e sacando-se em suas duas mãos as submetralhadoras Mac10 e Tec9. Em seguida, invade a área, onde os seguranças sacaram os cassetetes e partem para cima do Eddie, mas ele é muito ágil, no qual atira, matando parte dos seguranças. Já era tarde para o Eddie porque o helicóptero já estava decolando, enquanto os seguranças ainda tentaram aniquilá-lo, mas também foram mortos pelo Eddie. Em seguida, parte-se voltando para fora do local e pega a sua moto onde usou para vir ao local, agora começa a sua perseguição quase sem fim pelo helicóptero.

–/-/-

A rota do Eddie inicia na Estrada dos Moraes, por onde a visão até o helicóptero é bastante visível. Mas isso começa a se dificultar quando o helicóptero começa a passar por cima das residências no Conjunto Suhab, no Bairro Santa Luzia, que será uma verdadeira dor de cabeça para o Eddie, que vai passar e virar em inúmeras ruas e cruzamentos por todo o conjunto habitacional.

A situação começa a melhorar agora com Eddie na Rua Francisco Magnani, fronteira entre bairros Centro, Maresia e Santa Luzia, aonde vê o helicóptero passando meio reto da avenida. Mas as coisas se complicam quando o veículo se desvia para Rua Miranda Leão, que por pouco, o transito não dificulta o caminho do Eddie. Mais um desvio do veículo aeronáutico, e o Eddie vê-se obrigado ainda para virar ao outro caminho para ficar ainda mais próximo do helicóptero; porém as situações se complicam quando Eddie pega o caminho mais difícil na perseguição: as Ruas Adolfo Cavalcante e Ramalho Júnior, berço do comércio da cidade, que são pouco apertadas e muito arriscadas.

Depois do sufoco da Rua Ramalho Júnior, Eddie vira-se a Rua Raimundo Albuquerque e em seguida, direciona-se na esquerda entrando na Rua São João, que vai até o aeroporto. Porém, Eddie precisa tomar muito cuidado com uma ladeira próximo à igreja, mas para não perder a visão do helicóptero. Passando o problema da ladeira, a perseguição continua ainda acirrada do Eddie contra o helicóptero; mesmo passando pelos prédios públicos como a penitenciária, duas escolas e um ginásio abandonado.

O helicóptero chega ao aeroporto quando Eddie finalmente chega pouquinho antes dele, no qual o próprio estaciona a sua moto, saca o seu rifle de precisão e vê o helicóptero pousando no chão. Mira na pessoa que pode sair, na sua perspectiva, o seu alvo carregando o dossiê, do helicóptero. A porta abre, o Eddie se prepara com o dedo no gatilho, a pessoa sai e ocorre o tiro: Eddie conseguiu acertar o alvo.

Em seguida, Eddie se escala da cerca e corre até o helicóptero, mas armado com as suas duas submetralhadoras onde confronta os seguranças do aeroporto e do veículo também. Finalmente consegue pegar o dossiê, deixa o aeroporto, pega a moto e deixa o local.

–/-/-

Eddie está na Praia da Maresia, com a moto atrás e olhando pelas águas do rio. Ainda carrega nas mãos o dossiê que o Cartman mandou pegar das mãos do detetive que matou no helicóptero. Mesmo trabalhando contra o próprio Cartman, no qual tem a sua equipe anárquica que está investigando silenciosamente todos os esquemas, incluindo dos parceiros e líderes do Cartel Cartman, despertou uma curiosidade ao chefão da anarquia anti-Cartman para ver o que contém na maleta do dossiê.

Isso seria muito bom se de repente, uma ligação telefônica ocorresse no seu celular. Eddie atende em seguida:

–Fala.

–Conseguiu matar aquele detetive?

–Sim, e também peguei a maleta dele.

–Ótimo, ótimo. Isso era como eu desejava para evitar a exposição do meu segredo. Mesmo assim quero essa maleta em minhas mãos.

–Como vou te entregar a maleta se você não fala a porra do local do encontro?

–Acalme-se Eddie! Olhe, vou agendar o encontro para você me entregar essa maleta. Estarei na Horta Comunitária no leste da cidade, próximo ao restaurante na Estrada dos Moraes. Vai aceitar ou vai se decidir nas próximas horas?

Eddie para e pensa em 14 segundos.

–Vou. Vou estar aí na Horta Comunitária para entregar essa maleta ao senhor.

–Mas você não vai sozinho não. Arrume alguém que você conhece para vir acompanhado para esse encontro – desliga em seguida.

–Eric! ERIC!!! Porra! – guarda o celular.

Manhã Gelada

Eddie deixa o local de moto após receber a ligação do Cartman ao confirmar que conseguiu pegar a maleta de dossiê. Ainda antes do fim da ligação, Cartman pediu ao Eddie que comparecesse junto com um conhecido dele na Horta Comunitária, no leste da cidade na estrada próximo ao restaurante.

Passando pela orla e logo na entrada do porto, Eddie vê uma pessoa que é da equipe e está no orelhão do telefone, ligando para alguém. Deixa a moto, pega a maleta e aproxima da pessoa de cabelo moreno e jaqueta azul, que está ligando pelo telefone:

– Olhe, Shelly, tenho uma cançãozinha para te contar: “Quando eu olho em teus olhos, não há nada para ver; Nada além do meu próprio erro, olhando de volta para mim.”

– Ô Kevin – diz Eddie ao lado na orelha do próprio.

– Vou ter que desligar, mas não se esquece de mim, tá bom, bonita? Te vejo de volta na mansão! – desliga o telefone, tira o cartão e vira ao chefe – o que foi, chefão?

– Kevin, não quero atrapalhar a sua vida, mas preciso imediatamente de você. O Cartman me mandou trazer essa maleta para ele e quer que eu arrume um acompanhante para esse encontro.

– E o que o Cartman vai aprontar nesse encontro? Ele vai sequestrar a Shelly e fazer a mesma merda que ele fez com Kyle?

– Lógico que não, ô amador da perigosa – referindo-se a Shelly – além dele, vai encontrar o seu pior inimigo e o outro: Davin Miller e Clyde Donovan.

– Aquele ruivo filho da puta, ele deu uma de Watch Dogs para estragar o meu amor por ela. Quero dar uma surra não só por...

– Guarde a sua raiva, Kevin – olhe por alguns lados – você está de carro?

–Não, mas vamos arrombar essa beleza bem parecida com a minha caranga – aponta ao carro estacionado modelo Fiat Siena 2008 de cor cinza/prata.

Os dois aproximam ao carro, no qual Kevin quebra o vidro da porta do motorista e destranca a porta, onde Eddie entra e destranca a porta do passageiro no outro lado, onde Kevin entra no veículo pelo banco do passageiro. Eddie então faz ligação direta e consegue fazer o carro funcionar. Os dois deixam o local enquanto o carro soa alarme por conta do roubo.

–/-/-

O celular do Eddie toca no caminho do local, no qual o próprio para no estacionamento da Praça de Alimentação e atende a ligação:

– Alô?

– Eddie, é a Henrietta.

– Qual é a novidade? Estou no meio do caminho para entregar a maleta de dossiê ao Cartman e...

– Era isso que queria te dizer – diz a gótica.

– O quê? – ativa o viva-voz do celular.

– Toda aquela perseguição do detetive era armada por mim. Usei isso para distrair o Cartman no foco de botar todas as informações contra ele na polícia. Aquele detetive e os seguranças eram apenas atores que contratei para isso. Você foi uma perfeita isca para fazer o Cartman ficar distraído nesse plano de caça ao dossiê, pois o verdadeiro dossiê de denúncias contra ele já está entregue à polícia, mas com o nome de um dos líderes dele, enquanto você está carregando umas cópias do dossiê, porém com o nome apagado.

– Então você fez de tudo para o Cartman ficar bem distraído enquanto você entregou todas as denúncias à polícia?

– Certo, chefe – confirma a gótica.

– Maravilha – agradece a ela – vamos conversar como foi esses detalhes na mansão – desliga o celular.

Kevin olha para o chefe depois de ouvir toda a conversa.

– Eddie, que porra foi essa do qual a Henrietta disse que usou você como isca para o Cartman ficar distraído?

– Mentes de uma inconformista que foi comida por vários homens. Ela podia ter tida essa ideia se ela ouvisse a minha conversa com Sheila no meu quarto sobre os planos contra o Cartman, principalmente a distração – diz Eddie.

– Antes de ficar permanentemente com a Shelly, já transei com Henrietta – confessa Kevin – Só que abandonei ela por ser um pouco exigente e arrogante, além de me chamar de “conformista” assim como ela faz com os outros.

– Mas você não abandonou além do peso dela? – diz Eddie com ironia.

– Além de gordinha como a sua nova namorada paulistana e prima da sua ex-esposa, ela fumava um pouco, mesmo que já fumei um cigarro desde a adolescência. Já manjei e apalpei as tetas dela por conta disso – diz Kevin também com ironia.

– Ô Eddie – diz Kevin novamente após cinco segundos – imagine a reação do Cartman ao souber dessa denúncia e ver se foi um dos líderes do cartel dele?

– Não sei – nega Eddie – mas vamos ver o que ele pode aprontar.

–/-/-

Os dois chegam a Horta Comunitária localizada no leste da cidade, próximo ao restaurante na Estrada dos Moraes. Eddie estaciona o carro fora da rua no lado direito da “calçada”, já que viu o Jeep Grand Cherokee 1998 vermelho do Cartman estacionado do mesmo jeito, mas no lado esquerdo. Em seguida, os dois deixam o veículo e caminham para o outro lado da estrada, entrando pela entrada da Horta Comunitária. O lugar é público, pois moram agricultores que plantam e colhem as suas hortas já maduras e vendem tanto pelas feiras no centro comercial quanto nas barracas que montam no caminho da comunidade. Mas o Cartman escolheu o lugar para fazer um encontro que pode haver algum desentendimento. Isso está intrigando Eddie e Kevin por conta disso, por ter escolhido um lugar público e não um terreno privado para negociações secretas; se houvesse um tiroteio, haverá gritos das pessoas que moram no local.

Depois de caminhar pela rua principal da Horta Comunitária, os dois encontram um dos guardas que está guardando a porta de uma moradia já adquirida pelo Cartman, que não era uma moradia, mas um terreno enorme com plantações ao redor. Os dois foram revistados pelo guarda, que por sinal, ambos não estão carregando as armas, e liberados em seguida para entrar.

Eddie e Kevin finalmente encontram Eric Cartman junto com outras duas pessoas que também são líderes do cartel dele; Clyde Donovan, que carrega uma pá, e Davin Miller, este último deixa Kevin com expressão de raiva no rosto ao ver Davin, já que foi o maior responsável pelo término precoce do namoro com Shelly.

– Ora, ora. Vejo se não são dois panacas de diferentes características. O idiota que fala mal da política dessa cidade no telejornal de TV – refere ao Eddie, com ironia – e o irmão pobre do mais pobre de South Park que namora uma vagabunda que usou um aparelho ridículo – refere com ironia o Kevin, para mais raiva do referido.

– Sem ironia, Cartman – diz Eddie – Aqui está a maleta com o dossiê que você pediu para pegar – entrega o objeto ao Cartman.

Cartman abre a maleta e observa todo o dossiê, contendo muitos papéis, discos, fitas cassete e fotos de encontro e fotografias de frame das filmagens, incluindo as das câmeras escondidas e câmeras rastreadas do estupro do Kyle.

– Ora, ora. Até tem as fotografias do meu amor ao Kyle que conseguiram rastrear das câmeras do meu esconderijo – fecha a maleta – Vou deixar essa maleta nas mãos do meu capanga, enquanto Clyde vai explicar os detalhes para o nosso plano – anda até o seu capanga de guarda.

Clyde pega o bilhete que escreveu e lê para o Eddie e Kevin. Enquanto isso, Cartman pega a pá das mãos do Clyde e continua segurando.

– Olhe só para vocês dois: o nosso plano é para usar essa pá que estava em minhas mãos, para quebrar aquele restaurante no outro lado da estrada. Em seguida, vamos quebrar – Cartman anda silenciosamente até o Clyde – as moradias do Bairro Senador José Esteves para extorquir o pessoal de lá e... AGH!!! – sente uma forte pancada na cabeça e cai no chão já desmaiado.

– SEU GORDO FILHO DA PUTA – chuta na barriga do Clyde desmaiado – TRAIDOR – chuta novamente – VAGABUNDO, CAIPRIOTO, INFERNAL, ANIMAL, FILHO DE BARBARA STREISAND – chuta várias vezes – VOCÊ JOGOU A GENTE NA MIRA DOS FEDERAIS, SEU FILHO DE UMA PICA ENORME DE MERDA!

– Vocês dois aí – aponta Cartman ao Eddie e Kevin – peguem esta porra das pás para vocês cavarem uma cova para o Clyde – Cartman joga uma para Eddie, e Davin joga a outra para Kevin – eu quero que vocês enterrem o Clyde vivo e desmaiado. Outra coisa que quero te contar para vocês. Vocês jamais sairão vivos daqui porque o Davin estará vigiando a sua rotina de cavar e enterrar o Clyde – joga a pistola 9mm que estava carregando para Davin, que agora está duplamente armado além do Desert Eagle.

Os dois começam a cavar a cova sob vigia do Davin, em pleno amanhecer de dia.

–/-/-

Manhã das 07 horas, e os dois continuam cavando a cova quase no fim, com profundidade de 8 metros. Eddie e Kevin estão bastante suados e cansados de tanto esforço na escavação, porém continuam na vigia ameaçadora do Davin Miller que continua apontando as armas contra eles. Os dois conseguem terminar de escavar toda a cova e Davin dá o acesso de escada para os dois subirem até a superfície.

Os dois conseguem subir com a pá nas costas e tentam recuperar o fôlego perdido, quando Davin questiona:

– Que canseira, né? Cavar uma cova tão profunda que dá para encontrar um poço de petróleo em plena Amazônia – diz o ruivo ainda apontando as armas nos dois.

– É melhor você desistir das loucuras do Cartman, Davin – diz Eddie – porque ele está te manipulando por conta de usar tanta gente e até autoridades para ficar no lado dele.

– Cala a tua boca, Eddie – provoca Davin – o Eric é tão meu amigo que ajudei ele naquele plano da vaca ruiva, quando ele veio lá na cantina da escola fingindo que lamentou de ter falado mal dos ruivos, além de pedir desculpas com Kyle e comigo. Aliás, ele conseguiu manipular o Kyle para virar um tipo escravo – Clyde silenciosamente se levanta – que “come peidos”, raspou a cabeça ao pedido de Deus ou Moisés, foi para o Israel com ele e foi chantageado enquanto o amigo dele falou a tal verdade da vaca ruiva ser divina e não pintada. Evitei que o Cartman não confessasse em público que ele pintou a vaca, eis a chantagem que Kyle sofrera.

– E quando ficou mais próximo dele como se fosse tão íntimos? – pergunta Eddie.

– Quer saber? – encara Davin – Sou muito amigo do Eric Cartman que ajudei em alguns planos que vou contar para você: sugeri o Kenny para dar um banho de meia com sabão – Kevin se surpreende e fica mais com raiva ao ouvir essa informação – ajudei para que Nichole e Token ficassem juntos e sugeri que ele contasse a ela que Kyle era amante; sugeri que Kyle pudesse fazer um contrato de acordo no qual ele chuparia as bolas dele se confirmasse a existência de duendes; tudo o que sugeri ao Eric já funcionou ou fracassou – agora levanta e aponta as armas aos dois – E agora? Qual um dos dois eu devo matar?

Clyde se levanta com pressa e tenta derrubar Davin se jogando, mas o ruivo percebe ao ouvir o barulho dos passos e consegue desviar e atirar nas costas do Clyde, que cai na cova completamente morto. Aproveitando a distração do Davin, Eddie e Kevin o seguram e arranca as armas que estavam nas mãos dele. Mesmo assim, Davin se reage ao dar canelada nas pernas dos dois e foge em seguida. Eddie e Kevin também fazem o mesmo e vão atrás do ruivo.

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Davin está correndo e cruzando no outro lado da estrada, onde entra pelo restaurante e rouba um carro modelo Fiat Uno Mille 2004 cinza/prata. Mas no caminho de cruzar ao outro lado, um caminhão aproximava e o motorista fez uma manobra arriscada de desviar, que quase bloqueia a entrada/saída da Horta Comunitária, atrapalhando o caminho do Eddie e Kevin. Por pouco, os dois conseguem cruzar no outro lado da estrada, mas são surpreendidos pelo carro do Davin, que quase atropela os dois, por pouco conseguem evitar o pior.

Os dois arrombam um Fiat Uno 2010 também cinza/prata, fazendo ligação direta e saem do local atrás do perseguido. Por pouco, eles conseguem ver o carro de longe e virando para esquerda com uma virada brusca. Eddie decide fazer o mesmo para tentar se aproximar do Davin. Nos quarteirões do bairro Santa Tereza, berço de humildade e riqueza, Eddie consegue por uma virada a aproximação do carro do Davin.

Ao perceber que Eddie está na cola, Davin saca a arma reserva que estava guardada na calça e atira contra o carro do Eddie por três vezes. Nada foi sucessivo para atingir o carro do perseguidor. A perseguição ainda fica mais intensa quando os dois entram na Avenida Antarctica, no qual Eddie e Davin obtêm dificuldades de desviar dos carros do tráfego, nesse momento parte do trânsito está pouco movimentado em virtude das aulas, nessa alta periculosidade que está ocorrendo.

Davin decide irritar os dois quando ele pega o megafone no carro e fala pela janela em alto som:

– E aí ô Eddie? Como vai aí comendo as mulheres que são mães dos seus funcionários? – provoca Davin.

– Essa não – diz Eddie – lá vem ele com seus discursos provocativos.

– Ao invés de estar em São Paulo para comer a sua namoradinha que é prima da sua ex-esposa, aquela gorda da tal Dortmund de cabelo azul, prefere comer a mãe do Kevin e do Kyle?

– Kevin, não liga o que ele está falando de mim! – adverte Eddie.

– Ah não – diz Davin – prefere comer só mães.

– Puta que pariu – reclama Eddie.

– E o Kevin? – diz Davin – Cadê aquela gostosa da tua namorada? Aquela tetuda da Shelly que é parecida da mãe dela? E a sua irmãzinha da Karen, que está mais gostosa do que as namoradas do Kenny?

– Filho da puta, Davin! – grita Kevin.

– Filho da puta é a tua mãe, Kevin! – responde Davin com provocação – aquela ruiva pobre que o teu chefe só come ela por ser solteira! E a mais puta da sua família é a Karen!

– Não fale assim com a Karen, seu merda! – grita Kevin.

– Sabe quantos homens tentaram comer a Karen, Kevin? Muitos! Muitos por conta das tetas dela serem grandes como a Tifa Lockhart! – provoca Davin.

– Eu vou arrancar a tua cara de tarado, Davin! – grita Kevin, que quebra o vidro da porta e começa a atirar contra o carro descontroladamente.

–Hahahahahahahaaaaaaaaaahh!!! – ri maliciosamente Davin.

A perseguição fica mais arriscada e intensa com as velocidades altas e freadas bruscas, graças às provocações do Davin ao Kevin. Pouco antes de virar a Avenida Dr. Pereira Barreto, Davin volta a usar o megafone para provocar ainda mais o irmão do Kenny.

– Agora sabe quem foi que fez o Cartman botar o Kenny no banho de sabão e meia, Kevin? Eu! Eu que sugeri a ele que botasse o Kenny no banho de sabão e meia, apesar de eu ter pegado piolho assim como foi a maioria da escola! Porque vocês eram pobres, e pobres são piolhentos!

Na passagem da avenida, Eddie começa a pisar fundo e consegue aproximar ainda mais do carro do Davin. Porém, algo acontece inesperadamente: Kevin tem uma tontura de lembrança que consegue se lembrar da cena que aconteceu com seu irmão. O próprio viu o Kenny sendo levado por Bradley e Kevin Stoley até a quadra do parque, foi até lá para espionar o momento, em que estava longe e escondido numa árvore. Enquanto o irmão estava sendo molhado por todos, exceto alguns como os principais amigos Stan e Kyle, que foram socorrer a professora deles para evitar o pior, e o Clyde que estava com sabão e meia, não estava fazendo nada, Kevin percebeu que Davin também estava lá na bagunça e notou a expressão dele.

Eddie olha no lado percebendo o que Kevin está se sentindo e em seguida, é surpreendido quando Kevin pega o volante e bate no carro do Davin, fazendo que o ruivo perdesse um pouco de equilíbrio no volante, mas, de repente, um caminhão estacionado no sentido oposto é visto com rapidez e um acidente violento ocorre nesse momento.

O Fiat Uno Mille 2004 bate no canto frontal direito com o caminhão azul violentamente, no qual o carro roda e capota várias vezes, danificando completamente o carro. Enquanto o carro sofre acidente gravíssimo, o Uno 2010 do Eddie, ileso do envolvimento, apenas um leve dano na batida do carro que resultou esse acidente, para bem na frente de uma residência próximo a uma panificadora. Eddie e Kevin deixam o veículo, no qual o irmão do Kenny vai ao carro danificado, com mais raiva e fortalecido.

Kevin vê o Davin saindo totalmente machucado com o impacto pela janela e logo ao ele ver o irmão do Kenny, é segurado pela gola da camisa e leva um soco pela barriga, além de ser jogado no carro.

– Eu não te falei para respeitar a minha irmã – chuta na barriga do Davin – respeitar o meu irmão – chuta novamente – respeitar a minha mãe – chuta novamente – e respeitar a minha namorada, seu filho da puta? – pega o Davin pela gola novamente – Isso que você acabou de causar é pelos atos que você aprontou com a minha família e favoreceu muito ao Cartman nestas merdas que você fez para ele – joga-o no carro.

– Quais são os seus últimos pedidos, Davin? – pergunta Kevin, no qual o ruivo tossia por conta das pancadas que atingiu o estômago.

– Argh... cof... cof... Eu... posso... cof... cof... fuder com sua irmã... cof... – questiona Davin.

– Você já atingiu o limite do seu exagero, seu filho da puta de merda! – diz Kevin, que chuta pela cabeça do ruivo que causa instantânea morte de traumatismo craniano.

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Eddie e Kevin deixam o local depois de confrontar pela última vez o Davin Miller, que já está morto em plena rua. Durante o caminho de volta para a mansão do Eddie, os dois conversam sobre essa lembrança.

– Como assim que ele sugeriu que botasse o seu irmão no meio da nojeira de banho de meia e sabão? – questiona Eddie.

– Cartman era tão preconceituoso com o ambiente da minha família. Nós éramos pobres, poucos recursos e etc. o que ele diria. Me deu vontade de socar na cara dele quando o Kenny me falou que ele zuou o pinto dele, quando arrancaram ele ao tentar arrancar o dente, era pequeno. Também me deu uma vontade de socar mesmo por conta do testamento no qual deixou o meu irmão morrer tirando o tubo, no qual ele queria o PSP dele.

– E o tal caso dos piolhos que ele pôs o como maior responsável?

– Nós pegamos piolhos, afinal passamos pela máquina anti-piolhos na quadra da escola. Todos também passam por lá. Então estávamos limpos dos piolhos nas nossas cabeças, mas observei a cara do Cartman que ele continua desconfiando de alguém. Quando Kenny voltou todo ensaboado, fiquei com muita raiva que queria ir para casa dele e quebrar os dentes daquela cara gorda, algo que aconteceria com a Wendy que brigou com ele. Ela fez o que eu queria que ele merecesse: porrada nele.

– Pior que hoje ela não está mais com Stan.

– Não mesmo, Eddie. Os dois se desentenderam meses atrás graças à briga dele com a Shelly. Eu não sinto culpado por ter defendido-a, mas eu amo muito ela. Ela é como eu, muito ágil e agressiva. Se essa morte do Davin vir à tona será que o Cartman pode até mesmo tacar fogo na cidade?

– Aí a porra ficou séria. Vai ter gente quebrando os prédios públicos, tacando fogo nos estabelecimentos, fogo nos prédios públicos, depredações, tiroteios, mortes e muitas merdas podem acontecer se estourar uma guerra sangrenta na cidade, pior do que a história da Cabanagem – diz Eddie.

–Ô Eddie – diz Kevin após cinco segundos – me diga uma coisa: aquelas provocações do Davin que ele diz que você teve um caso com a minha mãe... é verdade?

–Lógico que não – grita Eddie com rapidez – ô estraçalhado – referindo ao cabelo do Kevin – aquele Davin é muito chantagista e aproveita a amizade que eu tenho além da sua mãe e as da Shelly e Stan e do Kyle para inventar essas histórias pervertidas que nunca tive um affair com elas. Pior que não sou um “milf” na realidade, mas ele pensa que eu sou. Mas a Linda Stotch, que é a mãe do Leopold, nunca a conheci. Duas coisas que você sabe: uma é que salvei a sua mãe das mãos dos Blackbox na lojinha do posto, e a outra coisa é que protegi e aconselhei positivamente a mãe do Kyle antes, durante e depois do resgate dele.

–E ainda ele fez aquele jeito de tarado para falar a minha irmã, dizendo que ela tem tetas da Tifa. Mentira dele, porque nem os peitos da minha irmã são tão grandes; os tamanhos são médios – diz Kevin ao lembrar da provocação do Davin em respeito da aparência da Karen – Mas a Shelly está mais gostosa na minha perspectiva, bem ousada do que a namorada do Kenny.

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Os dois chegam à mansão, onde ambos deixam o carro. Caminham lentamente até a entrada, no qual Kevin anda até a sala de estar. Mesmo observando o reencontro do casal, Eddie recebe uma ligação inesperada.

– Eddie? – diz uma voz feminina bem conhecida pelo mesmo.

– Brena... Eu sei o que você iria dizer há meses.

– Sei, Eddie. Você tem um caso com a minha prima Karolyina.

– Isso.

– Olhe, Eddie, mesmo distantes e separados, apesar de nós somos solteiros, queria dizer que tome muito cuidado o que está acontecendo por aí. E também tome conta dela seja aí em Maués ou em São Paulo.

– Obrigado, Brena. E tome conta do Pedro Teixeira aí em Peugeotlândia. Estou depositando parte da renda para vocês dois aí.

Eddie termina a ligação, onde sobe pela escada rumo ao seu escritório. A primeira parte do seu trabalho foi feito: acabar com a parte do Cartel Cartman, já com a morte de Clyde Donovan e Davin Miller. Agora o seu maior foco será o Eric Cartman e a “Vovó” Stotch, já que poderá enfrentá-los em breve, mesmo que a denúncia em dossiê que Henrietta fez já está entregue à polícia. Um dia acompanhará o julgamento que possa condenar Cartman e sua gangue, mas caso seja absolvido, uma guerra sangrenta na cidade possa estourar para sempre, além mesmo dos Blackbox que podem interferir na guerra matando os manifestantes.

Notas finais
Fiz uma história bem longa com a mais de 5 mil palavras. LOL! Vocês que leram e releram essa história, dividi em duas missões nesse universo alternativo: a primeira que eram poucos diálogos e muitas explicações de caminhos; e a segunda que tem excessivamente muitas explicações e diálogos. Para quem duvidou sobre Davin Miller, ele aparece como um ruivo de camisa branca e parte de alguns diálogos foram inspirados nos contos Cartman Creed e Brotherhood do Knight Beast, no qual o primeiro era um fictício epílogo do episódio “Vaca Ruiva/Ginger Cow” da 17ª temporada de South Park; o segundo era a continuidade da primeira, só que anos depois com características diferentes dos personagens, já na adolescência. No segundo conto, peguei principalmente naquele capítulo onde Cartman e Kyle se confrontam durante o trabalho de relatório. Já esse tal caso do Kevin (McCormick) lembrando com raiva do episódio onde o Kenny tomou banho de sabão e meia, vem do ep dos piolhos, com algumas alterações envolvendo o ponto de vista do irmão do Kenny naquele momento do incidente. Falando em duas missões, essas missões foram baseadas nas missões do temido Tenpenny do GTA San Andreas na fase de Las Venturas: Misappropriation e High Noon, este último baseou os diálogos do Davin na perseguição, onde Pulaski provoca CJ sobre a irmã Kendl; neste caso, Davin provoca Kevin em respeito de Shelly, Karen e Carol, com muita ironia. Vocês podem até me duvidar se comentar este conto ou enviar um MP (mensagem privada) para mim o porque dessa piada irônica sobre os seios da Tifa Lockhart (do Final Fantasy 7) no diálogo do Davin: isso porque veio do RPG Las Aventurietas Del Robercleiton Turbo, ou até mesmo da história vista em alguns fóruns de RPG Maker sobre o jogo de RMN (Rafael Mori Neiva ou Robercletzon no nick). Duvidas antes de comentar: Davin Miller estava no lado do Cartman nesse conto?: R: Foi baseado no Brotherhood e Cartman Creed, que no meu ponto de vista, pareciam ser mais parceiros que fizeram o lance de pintar a vaca. Seriam pouco perigosos assim, mesmo então o Cartman sendo antagonista em alguns episódios de South Park ou mais perigosos (vide Brotherhood) com Kevin Stoley e Butters/Marjorine sendo protegidos por eles. Kevin McCormick é namorado da Shelly Marsh?: R: Os dois nunca se encontraram na série originalmente, mesmo que ambos se sentaram lado a lado na plateia do circo (veja Quíntuplas). Existe esse casal que se chama “Kevlly” no qual seria o melhor alternativo dos casais anteriores que envolveu a Shelly. Ambos são irmãos mais velhos respectivamente de Stan e Kenny. Como assim Kyle estuprado pelo Cartman?: Lado B dos Kymanistas ou Lado A dos anti-Kyman. Porque colocou essa parte onde o seu OC (Eddie Peugeot) conversa com a Faris do FF5?: Deixei essa parte para incrementar as memórias do meu OC que, aliás, seria uma prévia de outro possível fanfiction que farei, entre OCs + Final Fantasy 5 + GTA Vice City, só que em 2007. Mas coloquei para aumentar o número de palavras nesse conto. Qualquer dúvida que você quer saber em alguma parte desse conto é só comentar que logo eu respondo. Até a próxima! Comente! PS: A parte da canção em que Kevin canta para Shelly no telefone era a música “P5hng Me A*wy” do Linkin Park. Usei a tradução da letra do site Vagalume.