O sol brilha sob a pequena cidade, os habitantes vivem suas vidas tranquilas e pacificamente, porém algo de novo ocorreu, pelas ruas de comércio, um jovem que aparenta ter 20 anos, com vestes mal feitas e remendadas corre desesperadamente. Em uma de suas mãos, um saco de moedas roubada, e na outra, uma adaga.

As pessoas saem da frente do homem, com medo de algo ruim possa ocorrer. Dois guardas entram em sua frente para o prender, porém sem sucesso. Em um movimento rápido, o bandido entra em uma pequena viela e joga algumas caixas para tampar o caminho e despistar os guardas. Ele corre alternando entre as vielas e as ruas da pequena cidade, e se torna uma questão de tempo até que ele consiga fugir da cidade. No entanto, algo força o bandido a parar sua corrida desenfreada. Uma flecha aterrissa perto de seu pé. Na realidade, se ele estivesse mais rápido, a flecha poderia ter acertado ele. Mas não, ele não tem tempo para isso. Enquanto volta a correr, com um olhar rápido ele procura o atirador, mas com a distração acaba em uma viela bifurcada. Por um lado há a passagem para a ultima rua antes da saída da cidade, já o outro lado, um caminho estreito e impossível de se saber o seu destino.

Numa corrida para a rua alguém entra em seu caminho, um jovem garoto de aproximadamente 16 anos empunhando uma espada. O bandido olha para o garoto com um olhar de desleixo, porém decide optar pelo outro caminho da viela, enquanto corre para fugir do garoto misterioso, desviando entre os corredores, jogando o que encontrar no caminho para atrapalhar o seu perseguidor.

Em um caminho sem saída o bandido não tem outra escolha se não encarar o misterioso garoto.

— QUEM É VOCÊ, PIRRALHO? – pergunta o bandido, enfurecido.

— Me chamo Zulu e vou prender você.

— ...E a guarda dessa cidadezinha aceita qualquer um que acha que sabe empunhar uma arma?

— Eu ainda não sou um soldado, mas quando tiver idade eu vou ser um dos melhores do reino.

O bandido, sem hesitar corre na direção do garoto com a adaga na direção de seu pescoço. Zulu é mais ágil e com um golpe certeiro, desarma seu adversário, mas há algo errado. Zulu sente a falta de algo. O bandido aproveita o saco de moedas,e com um movimento, girando o corpo todo golpeia Zulu perto de sua orelha com o saco de moedas, tentando simultaneamente pegar sua adaga.

Zulu estava atordoado, ele recua dando alguns passos,e quando olha somente percebe o bandido avançado com a adaga.

Uma flecha acerta o peito do bandido, ele cai para traz berrando de dor. Zulu rapidamente levanta e vê os guardas se aproximando.

— ZULU, VOCÊ SABE QUE NÃO DEVE SE ENVOLVER NISSO! — Berra um dos guardas ao se aproximar.

— Onde ele está? Ele está perto. – Zulu olha desesperadamente pelos arredores dos prédios.

— Quem? — pergunta o guarde enquanto prende o bandido, que no momento estava chorando em posição fetal no chão com a flecha fincada no seu peito.

Zulu corre pelas ruas procurando algo no topo dos prédios, até avistar alguém com um arco e flecha correndo, pulando de casa em casa. Zulu, com um olhar cheiro de raiva, grita:

— DEVOLVA MINHA ESPADA!

Notas finais
ola para você leitor ou leitora, quero agradecer por ler minha fic ate aqui e espero que esteja gostando. pretendo postar novos capítulos em no máximo 2 semanas.