A guerra acabou, o cerco de 30 teve fim, a prosperidade finalmente voltava a Centurion, os portos não mais dependiam do extorquir do estrangeiro, aos poucos, os líderes viam a riqueza voltar a circular por suas terras, antes pobres, agora tinham aonde manejar, o ferro, o cobre, a prata e o ouro fluíram da terra. A queda Polermos era o sinal divino que Aramam ainda estava com eles.

Este sinal fez centurion crescer em riqueza e tamanho, a pequena península se tornou o centro da grande republica que agora, sem amarras, sem grilhões expandia-se ao oeste, ao norte e ao sul, enfrentando outras nações, povos e impérios. Agora a republica se via no fim de sua era de estagnação, seus heróis marcados no mármore do templo de aramam, pagos com a prata de Suider e emoldurado pelos artesões de Entron fixavam na história como os libertadores e guerreiros divinos de um povo que não saberia mais o significado do parar.

Unaganédia estava aberta, pronta para ver mais um nação surgir, diferente de tudo que antes existia, diferente de tudo que já existiu. Os ovos Entropys agora se encontravam em um novo patamar, não mais submetidos a outras raças, mas a seu próprio destino, escrito pelo sangue de seus antepassados, forjado pela mãos de seus avós e conquistado pela estada de seus pais.

Vida Longa a Centurion



Você chegou ao fim do livro. Parabéns!