Notas iniciais
Larissa:OiOiOi Brasil!! ~solta fogos, pula, grita e dança o tuts tuts~ UMA RECOMENDAÇÃO *O* Oh God, Dannie sua diva gata ~me abraça~ obrigado pelas palavras

Byakuya Adormecido ~ (A Bela Adormecida)

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Há muito tempo, existiam o rei e a rainha Kuchiki, dos quais eram reconhecidos por suas virtudes, riquezas e beleza. Só havia algo de errado nessa família perfeita: a rainha Kuchiki não conseguia engravidar por mais que tentassem e, que todos os dias dizia:

– Ah, se nós tivéssemos uma criança! – ela dizia, já começando a ficar desgostosa.

Aí aconteceu que, depois de tantas tentativas, Deus havia lhe concedido à graça de esperar uma criança. A rainha teve um menino, — que recebeu o nome de Byakuuya — que era tão formoso que o rei mal se continha de felicidade. Então ele preparou uma grande festa. Ele não apenas convidou seus parentes, amigos e a gentalha toda, como também as fadas, a fim de obter suas bênçãos para a criança.

Havia cinco delas em seu reino: Matsumoto, Hinamori, Rukia, Yoruichi, que era a predileta da família Kuchiki, e Yumichika. Como o rei só possuía quatro pratos de ouro, nos quais elas poderiam comer, uma das fadas teria de ficar em casa. Isso que ele era o rei né.

A festa foi celebrada com todo luxo e ostentação que uma festa de rico podia ter e, quando chegou ao fim, as fadas presentearam a criança com dotes mágicos: Hinamori com a virtude, Matsumoto com a formosura, Yoruichi com valentia, e assim com tudo o que há de desejável no mundo.

Quando três já tinham falado, entrou de repente a quinta fada, Yumichika. Ele queria se vingar por não ter sido convidado e, como era obsecado pela beleza e tinha ouvido falar sobre a formosura do bebê, ficou de recalque e esbravejou:

– Quando completar 21 anos, o príncipe cortará o dedo numa pétala de cerejeira e cairá morto. — E sem dizer mais nada, virou as costas jogando o cabelo e deixou o salão.

Coitado. Alguém ai dá um beijinho no ombro desse bebê, por favor?

Todos estavam assustados. Então a fada Rukia, que ainda não tinha abençoado a criança, decidiu fazer alguma coisa. Como não podia anular a maldição, mas apenas ameniza-la, ela disse:

– O príncipe não morrerá, apenas cairá em um sono profundo que durará cem anos.

Grande mudança. Pelo menos ele vai acordar num século melhor. Ou não né, vai saber.

O rei, que queria salvar seu querido Byakuya do infortúnio, ordenou que todas as árvores de cerejeira — que também faziam grande parte da decoração dos jardins do castelo — do reino inteiro fossem cortadas e queimadas. Entretanto, nele se realizaram plenamente todas as bênçãos das fadas, pois ele era extremamente belo, educado e sensato que todos que o viam não podiam deixar de gostar dele.

Sucedeu que, justamente no dia em que Byakuya completava 21 anos, o rei e a rainha Kuchiki não estavam em casa, e o rapaz estava sozinho no castelo. Já que não tinha nada melhor pra fazer, ele andou por todos os cantos, examinando à vontade os aposentos, câmaras, pátios do castelo e finalmente chegou até uma torre.

Ah, sério? Não brinca.

Abriu a porta e, mais a frente do quarto, se deparou com um jardim de inverno muito bonito, onde havia uma pequena árvore de cerejeira. Os galhos estavam bem floridos, com algumas pétalas e flores no chão. Ele, parecendo estranhamente atraído pelas flores, se aproximou de um dos galhos. Neste momento, um vento soprou, espalhando algumas pétalas pelo ar. Byakaya esticou a mão para pegar uma delas. Mal ele tinha pegado a pétala, a maldição se realizou, e ele cortou o dedo.

Que maldição mais...maldita!


Ele deu alguns passos para trás, voltando para o quarto. Sentia um sono demasiado, a visão turva. Cambaleando, recostou-se na velha cama que ali havia, e foi tomado de um profundo sono. E este sono estendeu-se por todo o castelo: o rei e a rainha, que tinham acabado de chegar, começaram a dormir, e com eles toda a Corte. E o vento assentou-se, e nas árvores defronte ao castelo nem uma folhinha se movia. Paralisia total!

Ao redor do castelo começou a crescer uma cerca de galhos de cerejeiras, com pétalas cortantes, que a cada ano ficava mais alta e que, por fim, estendeu-se em volta de todo o castelo e cobriu-o de tal forma que nada mais se podia ver dele. E o mais engraçado, era que as cerejeiras permaneciam floridas de ano á ano.

WTF?

Começou então a correr no país a lenda do Byakuya Adormecido, pois assim ele era chamado, de modo que de tempos em tempos chegavam príncipes e aventureiros que tentavam penetrar no castelo através da cerca viva. Mas nenhum deles conseguiu, pois os galhos de pétalas cortantes estavam tão entrelaçados, que e os jovens acabavam fatiados por todos os lados, sofrendo uma morte lastimável.

Pois é. Chegar até o Byakuya não era fácil não.

Depois de muitos anos, num vilarejo do reino, um jovem chamado Abarai Renji, cresceu ouvindo a história que seu avô costumava contar, na qual havia um castelo cercado por árvores de cerejeiras com pétalas cortantes, aonde um o mais lindo príncipe, o chamado Byakuya Adormecido, já dormia há cem anos. Ele também sabia pelo seu avô que muitos príncipes e corajosos já haviam vindo e tentado penetrar pela cerca viva, mas nela haviam morrido tristemente.

Sorte a dele, pois quando ficou mais velho, sem esquecer a história de seu avô, cada dia mais ele desejava em ver esse tal príncipe Byakuya, para saber se ele era tão bonito mesmo. Apesar de haver alguns cartazes com a foto do príncipe espalhados pelo reino, ele queria conferir de perto. Vai que era só ‘’pegadinha do Malandro. ’’ Mas de uma coisa sabia: já era apaixonado pelo príncipe. Foi então que um dia criou coragem e disse ao avô:

– Eu quero ir lá e ver o tal Byakuya Adormecido. – o bom velho tentou dissuadi-lo de todos os modos, mas ele não deu ouvidos às suas palavras. Vestiria a sua melhor roupa e sairia no dia seguinte. Claro né, afinal não estava indo ali na esquina, e sim, resgatar um príncipe. Não podia estar farrapento.

Os moradores do vilarejo, ao saberem o que o ruivo pretendia fazer, começaram rir dele pelos cantos e cochichar sobre como um rapaz tão fraco e pobre, morador do Rukongai, poderia resgatar o belo príncipe. Mas Renji não se deixou abater, seguindo determinado e de cabeça erguida.

Agora os cem anos tinham justamente acabado de transcorrer, e havia chegado o dia em que Byakuya deveria acordar. Quando o corajoso ruivo se aproximou dos galhos de cerejeira, tocando em um deles, descobriu que as pétalas não eram agora mais do que simples pétalas colorindo tudo de rosa. Elas se abriram e o deixaram passar ileso, e se fecharam atrás dele, formando novamente uma cerca.

No pátio do castelo ele percebeu o que tudo o que ali havia estava adormecido como o tal príncipe.

Ele então continuou andando, e avistou no salão toda a corte deitada e dormindo, e lá em cima, perto do trono, estavam deitados o rei e a rainha. Eita povinho preguiçoso hein.

Aí ele continuou andando ainda mais, e tudo estava tão quieto que se podia ouvir sua respiração. Depois de algum tempo irritado de ter que andar tanto, Renji finalmente encontrou a torre e abriu a porta do quarto, no qual Byakuya dormia.

Lá estava ele deitado, e como era realmente belo! Ele não conseguia desviar os olhos, sentindo uma vontade incontrolável de beijá-lo. E foi o que ele fez, se inclinou e beijou-o. Quando ele tocou os lábios dele nos seus, Byakuya abriu os olhos e olhou para ele assustado. Afinal, havia um homem estranho, ruivo e ele estava... O beijando?!

– Q-quem é você?! – ele perguntou, se levantando num ímpeto da cama.

– Me chamo Renji e eu sou o seu salvador. – ele sorriu.

– Salvador de que? E porque você estava me beijando? – o príncipe estreitou os olhos.

Então o ruivo contou toda a história para Byakuya, acrescentando que ele deveria receber o beijo de seu amor verdadeiro para acordar, e então aproveitou a deixa para dizer ao príncipe o quanto desejou esse momento e o quanto estava apaixonado por ele.

Ruivo espertinho não?

– E como você sabia que era o meu amor verdadeiro, se a gente nunca se viu? – ele perguntou meio confuso.

– Isso são coisas que só o destino pode explicar. – o ruivo sorriu.

Ele estendeu a mão para o príncipe, e este cedeu, deixando-se envolver pelo rapaz. Então os dois desceram até o salão principal do castelo, onde o rei, a rainha e toda a corte acordaram, se entreolharando espantados.

E então, tudo o que permanecia adormecido despertou. Renji contou toda história ao rei Kuchiki que, percebendo que o ruivo os tirara da maldição, agradeceu a ele calorosamente. E para recompensá-lo a altura, lhe deu a mão do príncipe Byakuya em casamento.

Pois é, havia alguém que estava se dando muito bem né.

Renji, que não era bobo nem nada, aceitou imediatamente. E por mais que tentasse disfarçar, era visível que Byakuya já sentia algo especial pelo ruivo. E então, foram festejadas com todas as chiquezas possíveis as bodas de Renji com Byakuya. Mas isto é outra história!

E viveram felizes para sempre!

Notas finais
Larissa: Eae gente? Gostou? Não gostou? Amou? Odiou? Se apaixonou tanto que vai comentar e nos fazer mais felizes ainda? ~Tá parei kkkkk~ Bom obrigado por chegar até aqui ;) e quero mandar um Beijão no Kokoro de todo mundo que ta acompanhando, comentando, favoritando, recomendando...Vcs são lindjos Fantasminhas não se acanhem :3 amo todos vocês