Contos de Bleach
6 6. Byakuya de Neve
Notas iniciais
Byakuya de Neve ~ (Branca de Neve)
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Há muito, muito tempo mesmo, enquanto flocos de neve caíam do céu como fina plumagem, a rainha Kuchiki, nobre e bela, estava ao pé de uma janela aberta, cuja moldura era de ébano.
Bordava algo e de vez em quando, olhava os flocos caindo maciamente. Num desses momentos de distração, picou o dedo com a agulha e algumas gotas de sangue caíram na neve, produzindo um efeito tão lindo, o branco manchado de vermelho e realçado pela negra moldura da janela. Cada louco com a sua loucura né.
“Quem me dera ter um filho tão alvo como a neve, carminada como o sangue e cujo rosto fosse emoldurado por cabelos negros como o ébano!” ela pensou, voltando ao bordado.
Algum tempo depois, essa mesma rainha teve um filhinho que era tão alvo como a neve, lábios avermelhados como o sangue e os cabelos negros como o ébano. Mas, assim que o bebê nasceu, a rainha faleceu, tendo como último pedido que nomeassem o menino de Byakuya. E por ser tão alvo como aneve, o apelidaram de Byakuya “de Neve”.
Decorrido o ano de luto, o rei se casou de novo, mas dessa vez com um príncipe muito bonito, mas extremamente orgulhoso chamado Yumichika. Ele não podia suportar a ideia de que alguém fosse superior a ele em questão de beleza. Possuía um espelho mágico, no qual se admirava frequentemente.
– Espelho, espelho meu, existe alguém mais belo do que eu? – ele perguntava a face que se apresentava dentro do espelho.
– É Vossa Realeza o rapaz mais belo desta redondeza. – espelho respondia com fraqueza.
Parece que alguém aqui está se achando demais, não?
Ele, então, sentia-se feliz, porque sabia que o espelho só podia dizer a pura verdade. No entanto, Byakuya de Neve crescia cada vez de bonito. Logo, ele era tão lindo como a luz do dia e por sua vez, muito mais que Yumichika.Um dia deu na telha do príncipe, seu padrasto, consultar no espelho como de costume.
– Espelho, espelho meu, existe alguém mais belo do que eu? – ele perguntou ao espelho.
– Real senhor, aqui você é o mais belo, porém... – o espelho disse. -... Byakuya de Neve é ainda mais belo!
O príncipe estremeceu e ficou vermelha de ciúmes. E daí, então, cada vez que via Byakuya de Neve, por todos adorados pela sua graça, seu coração tinha verdadeiros sobressaltos de raiva. Isso é que inveja da braba hein! E essa inveja se desenvolvia igual erva daninha. E isso crescia e dominava seu coração, não lhe dando mais sossego, nem de dia, nem de noite.
Alguns dias depois, já não podendo mais aguentar a inveja que sentia, ele mandou chamar no castelo um caçador, Abarai Renji. Além de suas habilidades na caça, ele também era conhecido pela sua farta cabeleira ruiva. Pensou no que este poderia fazer e lhe disse:
– Leve esse garoto daqui, não quero mais tornar a vê-lo. – ele disse com desdém. – O leve para a floresta e o mate. Mas me traga o coração e o fígado como prova de sua morte.
WTF? Ritual de magia negra?
O caçador obedeceu, apesar de um pouco espantado com a crueldade de Yumichika. Também né, quem não estaria? Chegou ao quarto onde ele estava trancafiado, com um capuz cobrindo o rosto e o pegou pelo braço. O rapaz pareceu meio relutante, mas o ruivo disse que eles apenas dariam um passeio. Ô dó! Não tinha uma desculpa melhor não Renji?
Depois de algum tempo caminhando pela floresta, esperou o rapaz se distrair com qualquer coisa para atacá-lo. Não conseguiria matar alguém assim, pois não era um assassino afinal. Então, quando desembainhou o facão para enterrá-lo no coração inocente do rapaz, ele se virou assustado e caiu no chão. O capuz revelou então o rosto mais belo que Renji já tinha visto. Vendo que o homem estava sem reação, apontando a faca para si, Byakuya de Neve arregalou os olhos claros e começou a implorar:
– Por favor, me deixe viver! Prometo ficar na floresta, e nunca mais voltar ao castelo. – ele deu um suspiro profundo. — Assim, quem te mandou me matar, nunca saberá que me deixou vivo.
Ele era tão lindo. Por que alguém seria capaz de querer fazer algo de mal a ele? Não demorou meio segundo para que o caçador, que não era besta nem nada, perceber que tinha se apaixonado pelo rapaz instantaneamente.
– Pois bem, fique por aqui na floresta. – ele disse. – Eu voltarei para buscá-lo.
Deixou-o ali, próximo a uma grande arvore da qual se via a copa de longe. Foi caminhando pela floresta e pensando: “Eu vou levá-lo para casa e a vontade do príncipe será satisfeita, sem que eu seja obrigado a suportar o peso de um crime tão feio”. Estava tão fascinado por Byakuya, não podia nem sequer relembrar que estava prestes a matá-lo. Sim, levá-lo para casa era a melhor solução. Já quer levar pra casa né? Tá, parei. Mas como dizer ao príncipe que não teve coragem de fazer o que lhe foi mandado?
Oh God, parece que alguém estava encrencado. Só um milagre do céu para ajudá-lo a se livrar dessa situação.
Justamente nesse momento passou correndo um veado. E nesse mesmo momento teve uma ideia quase que brilhante... Pelo menos para ele né. Renji matou o animal, tirou-lhe o coração e o fígado, os colocou dentro de uma caixa e os levou ao príncipe como se fossem de Byakuya de Neve. A alegria que se via estampada no rosto dele era desumana assim que notou a presença do caçador.
– Então Abarai, me trouxe o que eu pedi?
– Sim, Majestade. Aqui está o que pediu. – dito isto, ele abriu a caixa revelando o coração e o fígado. Em seguida deixou a caixa ali, aos pés dele.
– Urgh! Tire essas coisas daqui! – exclamou Yumichika, dando um passo para trás. – Já está mais do que provado, agora se livre dessas coisas feias e nojentas!
Agora você tá com nojinho é, criatura?
Durante esse tempo Byakuya ficou no mesmo lugar, esperando o caçador. Como já estava escurecendo, achou que havia sido abandonado na floresta, então começou a vagar pela mesma, sem saber o que fazer. Ouvindo o uivar dos lobos, aumentou a velocidade dos passos, quase correndo, cheio de terror. Passou pertíssimo de muitos animais ferozes, mas estes não lhe fizeram mal algum. Ainda bem né, senão seria o fim.
Enfim, à noitinha, cansado e ofegante, Byakuya encontrou uma linda casinha situada no meio de uma clareira. Entrou, mas não viu ninguém. Contudo, a casa devia ser habitada, pois notou que tudo estava muito bem arrumadinho.
Como é que você vai entrando assim na casa dos outros? Cadê a sua nobre educação hein?
Byakuya de Neve, que morria de fome e sede, vasculhou na cozinha, encontrando frutas e um assado, do qual ele tirou apenas um pedaço e bebeu a água que havia num jarro em cima da mesa. Se sentia mal em fazer isso, mas no momento seus instintos falavam mais alto. No quarto ao lado, viu quatro camas: uma grande de casal e três de solteiro, uma do lado da outra. Não pode resistir àquela visão tentadora e se deitou na cama maior, apenas para tirar um cochilo. Mas Byakuya acabou caindo num sono profundo. Estava morto de cansaço!
Ao anoitecer chegaram os donos da casa: eram três jovens, de estatura tão baixa que pareciam anões. Durante o dia, eles trabalhavam no vilarejo que havia ali perto. Cada qual acendeu uma lanterninha e, quando a casa se iluminou, viram que alguém entrara em sua casa, porque não estava tudo na ordem perfeita conforme haviam deixado ao sair.
Além de tudo ainda bagunçou a casa deles?
Depois de algum tempo tentando chegar a uma conclusão enquanto vasculhavam a casa, encontraram Byakuya de Neve dormindo na cama maior. Correram todos com suas lanterninhas para perto dele e ficaram cheios de admiração pela sua beleza. Parecendo inofensivo, os três jovens deixaram que Byakuya dormisse tranquilamente.
No dia seguinte, quando Byakuya de Neve acordou e levantou-se, ficou espantado ao se depara com aqueles jovens. Então se lembrou de que estava em um lugar desconhecido, a casa deles provavelmente. Achou que devia uma explicação, mas eles sorriram e perguntaram:
– Como você se chama? – perguntou uma garota de cabelo cor de rosa.
– Eu me chamo Byakuya de Neve. – ele respondeu. – E vocês?
– Eu me chamo Rukia. – uma garota de cabelos negros respondeu. – E esta é Yachiru, a alegre – ela apontou para a garota de cabelos cor de rosa. – E este aqui é o Toushirou, o zangadinho. – ela apontou para um garoto de cabelos alvos, no canto da sala e em seguida deu uma risadinha.
– Como chegou até a nossa casa? – Yachiru se sentou ao lado dele, perguntando.
Então ele contou como seu padrasto mandara matá-lo e como o caçador foi bondoso ao dizer que iria voltar para buscá-lo. Após ter corrido o dia todo chegara ali e, vendo a linda casinha, entrara para se abrigar e quem sabe conseguir ajuda.
– O ruivão é nosso amigo! – exclamou Yachiru. – Quando ele precisa de abrigo, ele vem até a nossa casa.
Byakuya se sentiu contente ao saber que teria a possibilidade de ver o caçador outra vez. Ele fora tão indulgente consigo, deixando-o viver. E ele estava tão assustado que nem agradeceu. Somente agora percebeu uma coisa: e se o caçador o procurou debaixo daquela arvore? Coitado, deve ter ficado preocupado. Mas se ele aparece por ali, poderia agradecê-lo devidamente.
Hm, devidamente né. Ui.
– Se quiser, você pode ficar aqui com a gente. – Rukia disse. — Só terá que cuidar da casa, fazer nossa comida, lavar e passar nossa roupa e manter tudo muito limpo e em ordem. E não será por isso que deixaremos de ser amigos.
– Sim, eu aceito. – Byakuya disse, ficando um pouco vermelho, afinal, não teve coragem de admitir que não sabia fazer aquelas coisas, como faxinar e cozinhar, apesar dele ser extremamente organizado.
O que é, ele era um príncipe a uns dias atrás, príncipes não sabem fazer essas coisas!
Deste dia em diante, começo uma nova rotina para todos: os jovens saiam de manhã, cada um para seu trabalho. Byakuya ficava só, e aos trancos e barrancos foi aprendendo a limpar a casa e a cozinhar. Á noite, quando voltavam, todos jantavam juntos muito alegres. Como o moreno ficava sozinho de dia, os jovens pediram que ele tivesse cautela.
– Tome cuidado com o seu padrasto. Ele não tardará saber onde você está. Então, durante nossa ausência, não deixe entrar ninguém aqui. – Toushirou o alertava todos os dias.
Yumichika, entretanto, certo de ter visto o fígado e o coração de Byakuya de Neve, aquelas coisas nojentas que só de lembrar lhe davam arrepios, vivia despreocupado e satisfeito, achando que finalmente era o primeiro e o mais belo homem do reino. Certo dia, porém, ele infelizmente teve a fantasia de consultar o espelho, e certo de que ele responderia não havia ninguém mais lindo do que ele.
PQP. Ferrou Bahia. O que esse maldito tinha que olhar, já não bastava saber não?
– Espelho, espelhinho lindo, maravilhoso e meu. – a face do esplho até revirava os olhos. – Existe alguém mais belo e mais perfeito do que eu?
Imaginem a cara dele quando o espelho respondeu que Byakuya, que vivia numa cabana com três jovens era o mais formoso e mais perfeito do mundo! E ainda tinha mais: ele aprendeu até a cozinhar e faxinar, e isso o tornava mais perfeito! Seu queixo até caiu e sua face ficou avermelhada. Mas não tinha acabado com essa desgraça? Sabia que o espelho não podia mentir e deixou seu coração se dominar pela inveja.
“Ah, você tem que morrer criatura miserável.” ele pensou consigo mesmo. “Ainda que eu tenha que o pagar com minha vida, não vou deixar que acabe com a minha reputação de beleza! Mas de jeito nenhum!”
Levou vários dias consultando todos os livros sobre venenos e magia negra. Descobrindo um veneno mortal, mandou que o comprassem secretamente. Finalmente fechou-se num quarto e banhou uma maçã no veneno mortífero. Por fora era mesmo tentadora, bem vermelha, despertando a gula de qualquer um. Mas, quem provasse um pedacinho, teria morte infalível.
Oh God. Que ser maléfico!
Tendo assim preparado a maçã, vestiu-se com roupas simples – e nada elegantes do seu ponto de vista – se disfarçando entre os camponeses e como tal foi andando pelos caminhos até avistar à casa dos sete anões. Sorriu, batendo á porta, perguntando quem queria comprar suas maçãs. Depois de alguns minutos, ele coreu a porta, pensando que talvez fosse o caçador, mas assim que viu um rapaz estranho á porta, a fechou rapidamente. Logo pode ouvir a voz grave de Byakuya dizer de lá de dentro:
– Vai embora, bom rapaz, não posso abrir a porta para ninguém!
– Não preciso entrar. — respondeu Yumichika. – Você pode ver as maçãs pela janela se quiser comprar. Para provar que minhas maçãs são as mais gostosas, quero dar esta como uma amostra grátis. – Byakuya abriu a janela e o suposto camponês entregou a maçã nas mãos dele. O moreno ficou olhando, meio desconfiado para a fruta. — Prova um pedacinho, estou certa de que a acharás deliciosa!
– Não, não. — respondeu Byakuya de Neve — Não posso fazer isso.
Yes!
– O que está pensando? Que por acaso a maçã esteja envenenada? — disse ele. — Olha, vou comer a metade da maçã e depois você come o resto, e ai vai ver que deliciosa ela é.
WTF?! Atah, vai lá fera, come mesmo.
E esse foi o fim dele. Só que não...
Cortou a maçã e comeu com vontade, mas apenas a parte mais clara pois a fruta havia sido habilmente preparada, de maneira que o veneno estava todo concentrado na cor vermelha.
Ferrou Bahia.
Byakuya, tranquilizado, olhava cobiçosamente para a linda maçã e, quando viu a camponesa mastigar a sua metade, não resistiu, estendeu a mão e pegou a parte envenenada. Apenas deu a primeira dentada, caiu no chão, sem vida. Oh God.
– Branco como a neve, rosado como o sangue e preto como o ébano! –ele riu alto. — Enfim, morta, criatura atormentadora!
Criatura atormentadora? Tá né. Mas acho que essa criatura é outra pessoa. Só acho.
Então se apressou para voltar ao castelo. Mal chegou, arrancando aquelas roupas que o ridicularizavam – em seu ponto de vista – e correu para a droga de espelho maldito e... tá parei. E como já podemos imaginar, Yumichika fez a pergunta valendo um milhão de reais:
– Espelho, perfeito espelho meu, que eu amo tanto, existe alguém nessa droga de mundo mais belo do que eu?
Mesmo revirando os olhos com todo aquele mi mi mi, desta vez o espelho respondeu:
– De toda a droga de mundo, você é o mais formoso e o mais perfeito! – ele disse desanimadoramente. “E é também a mais chata e maléfica também.” pensou para si mesmo, vendo os saltinhos de alegria da criatura.
Os anões, ops... Quer dizer, os jovens só retornaram a casa à noitinha e, quase tiveram um piripaque quando encontraram Byakuya de Neve estendido no chão, morto. O levantaram e procuraram, em vão, o que lhe causou a morte. Mas tudo foi inútil: o moreno estava realmente morto. Então, o colocaram numa urna transparente, feita do mais puro cristal. Sua cor e seu corpo estavam conservados, o que fazia parecer que ele estava apenas dormindo.
Alguns dias se passaram, e Byakuya de Neve permaneceu dentro da urna, e o mais incrível: sem apodrecer. Ele não tinha o mais leve sinal de morte. Tinha de ser perfeito até na hora da morte, né?
Aconteceu que, Renji, o mesmo caçador que tinha livrado Byakuya da morte, estava passando pela casa dos jovens para repousar. Se aproximando da casa, ele viu o mesmo jovem repousando dentro de seu esquife de cristal. Ficou totalmente perplexo e caiu em profunda tristeza.
A verdade é que, desde aquele dia na floresta havia se apaixonado por Byakuya. Ficou muito triste ao retornar naquela noite e não encontrá-lo. Queria ter o levado consigo para casa dos jovens, cuidado dele, ter enfim, o amado. Abriu a esquife e, completamente extasiado e o beijou. Esperou alguns segundos naquela sensação e esperava que ele talvez abrisse os olhos.
Só que não, infelizmente.
Decidiu que ficaria com ele pelo resto de sua vida. Então o tirou da urna para carregá-lo nos ombros até a casa dos ano ... Errh... Jovens. Como seu estado estava abalado, o ruivo não estava restando atenção no caminho e tropeçou numa raiz de arvore e, com o solavanco, pulou da boca dele, que estava meio aberta, o bocadinho da maçã que ele mordera, mas não engolira, o que não deu a ele a morte certa, apenas um sono profundo. Então Byakuya de Neve reanimou-se. Respirou profundamente, abriu os olhos, como se acordasse de uma noite de sono: estava vivo.
– Meu Deus, onde estou?! — exclamou ele.
– Está comigo. – Renji, radiante de alegria, lhe disse. — Agora acabou todo o seu sofrimento. Eu cuidarei de você para sempre.
Logo em seguida, o ruivo abriu o coração, contando ao moreno o quanto estava apaixonado, e que, não descansou um dia sequer procurando-o pela floresta. Além da gratidão que sentia pelo caçador, ela percebia o quanto ele era encantador e gentil. Byakuya aceitou as palavras do ruivo. Na verdade a gente sacou que o moreno queria ficar com ele para sempre.
Ahh, o amor. Mas ainda não acaba aqui.
Uma grande festa foi feita para os dois pelos jovenzinhos, chamando pessoas dos vilarejos próximos. Yumichika, sabendo que havia uma grande festa num vilarejo e que não fora convidado, decidiu ir até lá mesmo assim. Até parece que não ia comparecer a uma grande festa. E com certeza ia brilhar mais que todo com a sua beleza.
Oh God.
Depois de se vestir e ficar se admirando durante algumas hora no espelho, decidiu finalmente perguntar:
– Espelho, espelho meu, existe alguém mais belo do que eu?
– De todos aqui, o senhor é o mais belo. – ele fez uma pausa. – Mas, o rapaz que está compromissando com o caçador numa grande festa é mil vezes mais belo!
Imaginem a fúria da criatura ao ouvir aquilo do espelho. Quase teve um treco, pois sabia que o espelho não podia mentir. Agora é que queria ir nessa tal festa e ver a cara do sujeito. E ele foi.
Keep Calm e deixe de recalque.
Quando chegou a festa e, perante as pessoas que ali estavam, visualizou Byakuya de Neve teve um piripaque, não conseguindo mover um dedo sequer. Pensem na cara da pessoa assim que o viu, vivo e mais lindo do que nunca.
Chupa essa agora. Podia ter dormido sem essa.
Ele ficou com tanta inveja e a raiva dominaram o seu coração e ele começou a ficar vermelho. Tentou avançar em cima do moreno e do ruivo, mas antes disso começou a ter um troço e caiu duro ali mesmo. Sossegado por seu malvado padrasto finalmente deixá-los em paz, Byakuya decidiu que naquele dia mesmo se casaria com Renji. E a festa continuou,. mais bonita do que já estava. Mas isto é outra história!
E viveram felizes para sempre!
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