Contos Românticos

2 Nowhere couple


Notas iniciais
Inspirado no filme Nowhere boy, filme sobre John Lenon

O lugar estava totalmente escuro, não, não era de noite, era o funeral da mãe de John. Ele estava chegando da escola, os professores tinham feito uma pequena reunião para passar ser ressentimentos, como se John(http://24.media.tumblr.com/tumblr_lszihlezuu1qgq3iqo1_500.jpg) se importa-se, estavam todos de preto e todos os seus amigos estavam lá.

- John, sinto muito. – Todos diziam ao momento que ele entrava na casa, foi direto para Mimi, sua tia, que o olhou com os olhos cheios d’água pedindo socorro em silencio, ele a silenciou, a abraçando. Sentiu que sua tia não queria o soltar.

Como Deus podia ser tão cruel? John se perguntava, querendo saber, porque no momento em que estava prestes a conhecer melhor sua mãe, ele a mata. Sua mãe foi atropelada na tarde de anteontem, os policiais não sabiam onde estava o criminoso.

Ele soltou sua tia, pedindo um momento, por obrigação, ele tinha que ver todos e dar a atenção a todos, ele sempre pensava que fosse ao contrario, todos que tinha que dar atenção à ele. John continuou falando com todos, seguindo em frente a sala de música de sua mãe. Onde estava seus amigos, Alex estava sentado na poltrona, somente observando. Quando pegou a violão vermelho encostado na parede e começou a tocar. John avançou com a raiva borbulhando em seu rosto.

- Você tá louco? – Ele gritou, encostando o violão onde estava. Alex se levantou rapidamente arrumando o topete loiro.

- Cara, relaxa... – Ele iria falar que iria homenageá-la, sim ele iria, mas John não se importou, dando um golpe com a cabeça, acertando em cheio o nariz de Alex e depois saiu, precisando de ar puro, não ar de cigarros por todo o lado.

Ele correu para o jardim, correndo para algum lugar, não sabia, tinha que sair dali. Mas escutou uma voz, que mudou completamente tudo. – John!. – Ela gritou, dava para sentir o desespero e sua voz. Ele se virou e lá estava Magie(http://www.all2need.com/wp-content/uploads/2012/02/Red-Hair-Demi-Lovato-Hairstyle.jpg), seu cabelo ruivo estava um pouco liso e suas ondas naturais as pontas, do jeito que ele gostava. Apesar daquele uniforme a deixa totalmente sexy. Ele não se importou naquele momento. Somente parou e esperou, seu subconsciente concluiu ela e Paul seria as únicas pessoas para quem ele pararia de correr.

- John. – Ela disse de novo cansada, respirou fundo e olhou nos olhos de John, os olhos castanhos mais bonitos, apesar dos de John ser azul, ele achava o dela mais bonito. Ela sorriu, oferecendo o um abraço, ele aceitou desesperado.

- Me desculpe. – John disse primeiro, sobre o golpe que deu Alex. Ela o abraçava forte.

- Eu falaria para você me golpear se quisesse, mas acho que não acabaria bem. – Ele riu, junto com as lágrimas, ele a amava por isso, sempre tentar o fazer rir quando os problemas eram maiores. Ela sentia o choro em seu pescoço – Shii...shiii. – Ela abafa seu cabelo.

- Ela foi embora Magie. – Ele disse chorando.

- Eu sei.

- Ele foi embora e nunca mais vai voltar. – Magie demorou um pouco, por um momento John pensou que ela estava chorando, dessa vez, ela demorou a respondeu.

- Nunca mais.

John a soltou, e a beijou logo em seguida. O beijo foi como ele procurasse algo em que pode se segurar e ficar ali para sempre, somente fugir, ela recebeu o beijo o puxando para mais perto, botando sua mão no pescoço de John, ela sabia o que fazer. Porque John se sentia seguro. Depois que a respiração tinha acabado ela disse.

- Quer sair daqui? – John ficou pensativo, abaixou a cabeça e olhou para as mãos deles entrelaças, John era um total pegador antes de conhecer Magie, não se importava e nem acreditava em amor. Apesar de ter mostrado a Magie o melhor lado do mundo, ele nunca mais iria ficar com outra mulher até o fim de sua vida, disso ele tinha certeza. Ela sorriu torto quando ele levantou a cabeça, ele a beijou de novo, mas nesse foi rápido e agradeceu a Deus por ter mandado a ele. Ele não iria se arrepender.

— Não, quanto mais cedo começar, mais cedo acabaremos, ai podemos sair daqui. — Ele sorrio arrumando o topete com outra mão.

- Sim, vamos passar por isso juntos. — Ela o interrompeu e arrumou o topete dele, o provocando, ele beijou seu pescoço e ela riu maliciosa.

- Sim. Juntos. — Os dois voltaram para dentro de casa, sem soltar as mãos

Notas finais
espero que gostem