Contos Eróticos
16 Orgia adolescente
A festa começou cedo e toda a turma estava por lá, mas Paulo tinha olhos apenas para Carlinha, a loira mais gostosa da sala. Não o culpava, ela mesma já tinha pensando em tocar aqueles seios e passar a língua de tão perfeito que eram. Carlinha tinha olhos azuis, cabelo loiro natural longo, pele branca, barriga sequinha e pernas de dar inveja a qualquer adolescente. Usando e abusando de mini saias e tops, Carlinha era o sonho de consumo de meninos e meninas da sala e já deixou muito professor de pau duro quando levantada para ir até o quadro.
Michele não poderia competir com tanta gostosura de Claudinha, mas tentou. Estava de vestido preto curto tomara que caia sem sutiã, para mostrar os seios o máximo que podia. Com as cochas grossas, usou um belo salto alto para chamar a atenção e deixou os cabelos negros soltos, com uma maquiagem ressaltada pelo batom vermelho, a cor do pecado e também a preferida de Paulo. Mas Carlinha, com sua mini saia jeans e um top branco sem sutiã, tinha chamado mesmo a atenção do seu amigo.
Ao longe e com uma cerveja na mão, Michele olhava a conversa dos dois na sala, em pé, ao canto. Ela sempre dava um jeito de tocar sem querer no pau dele e ele, fingindo não notar, ria gostoso para ela, que estava com os seios excitados encostada na parede, fingindo não notar o tesão a mostra no sexo rígido do garoto a sua frente.
‘A noite hoje não vai ser minha’, pensou Michele olhando para o amigo, que estava com uma calça apertada e os músculos a amostra, os que já a fizeram delirar tantas vezes olhando ele todo molhado lavando o carro do pai. Uma vez, sem querer, chegou de supetão na casa do garoto e o viu trocando de roupa e dali em diante sonhava sempre com o dia que seria penetrada de quatro por aquele pau grande que volta e meia estava de pé olhando para a Claudinha na aula de educação física.
Os dois continuavam na sala quando Paulo se aproximou e cochichou algo no ouvido dela que riu e fez que sim com a cabeça. ‘Vão transar?’, perguntou-se Michele. Bom, talvez sim, pois os dois subiram as escadas para o primeiro andar da casa dele e a festa rolando com musica jovem e alegre, na penumbra das luzes negras na sala para apimentar ainda mais o clima de tesão que Michele sentia.
O casal subiu as escavas devagar e Michele não agüentou cinco minutos de sumiço em foi atrás. Onde estariam e o que estavam fazendo? Subiu pelas escadas um pouco depois, conhecia a casa e sabia que o local certo para o que sua mente pedia era o quarto de casal dos pais, com uma cama enorme, refrigerado e espaço para estarem envolvidos um no outro.
Subiu e para a sua surpresa, a porta não estava totalmente fechada e encontrou um casal nada comportado. Ele, de pé, estava de olhos fechados com as calças abertas, sendo chupado por ela, de joelhos e contando com uma mão dele na sua cabeça dizendo como entrar e sair do seu sexo duro em sua boca. Olhou um tempo, mas foi descoberta por Paulo que olhou sorrateiro para a porta, mas não parou de guiar a cabeça de Claudinha. Ela sentiu mais uma presença e parou, observando Michele na porta com ar de tesão.
- Desculpe, eu não queria… – começou justificando a menina de vestido preto curtindo com muito tesão entre suas pernas.
- Não tem problema, se quiser entrar e se juntar a nós – respondeu ele de pronto. A menina parada na porta olhou para a garota ajoelhada no chão do quarto e sentiu um convite em seus olhos para a brincadeira.
- Vem, vai ser divertido. – disse Claudinha, levantando e tirando a blusa.
Michele não pensou duas vezes: entrou no quarto e trancou a porta atrás de si. As duas personagens mais gostosas de sua sala estavam juntas e a queriam também. Claudinha sem seu top branco foi a mais ousada, convidando Michele e passar a mão nos seus seios e foi atendida de pronto. “Como eram gostosos aqueles peitos”, pensou Michele, mas não teve tempo para muita reflexão, pois sentiu uma mão por baixo do seu vestido, a de Paulo, procurando por seu sexo molhado.
A brincadeira começou de leve. Estavam trancados, ninguém podia ver e nem eles mesmos, apenas sentir. Michele não estava perdendo a noite, era o centro das atenções. De pé, sentia uma buceta molhada nas suas mãos da loira gostosa da sala e uma mão masturbando seu clitóris rápido, do garoto que a fez gemer bastante em sua solidão noturna. Queria mais, queria saber como é excitar e passou a mão por entre as pernas de Claudinha. Era uma buceta bem inchada e molhada nas suas mãos, foi quando sentiu seu vestido levantar e um pau duro no meio da sua bunda.
Suas mãos ganharam vida. Uma estava na frente, esfregando uma xoxota molhada e sendo beijada por ela, e outra nas costas, esfregando o sexo do rapaz que tanto desejava. Queria mais, os três queriam mais e o objeto da atenção de Michele mudou, agora era ela.
Queria sentir como é chupar uma mulher e o fez. Empurrou de leve a menina para a cama e a deitou com carinho, tirando sua saia de leve. Paulo resolveu que era hora de entrar ainda mais na brincadeira e ficou completamente nu sozinho, olhando as duas mulheres mais gostosas da sua sala tirando a roupa na sua frente, não podia conter o prazer. A brincadeira estava maravilhosa.
Deitava, Claudinha sentiu uma língua em seu sexo e quis mais. Gemeu alto, pedindo mais e foi atendida com um dedo no bom e gostoso entra e sai e uma língua nervosa passando pelo seu sexo todo para se concentrar na região do prazer e trabalhar. Michele sentia aquele sexo em sua língua e queria dar prazer e também receber, pois Paulo a estava aproveitando de quatro para penetrar por traz a moça de leve, mas em um entra e sai gostoso enquanto ele a segurava pela cintura e conduzia o corpo da moça. Tapas de leve aumentavam a velocidade da brincadeira e Claudinha ia a loucura sendo chupada e penetrada agora com dois dedos, chegando ao seu limite de prazer, enquanto Michele sentia o pau duro e grosso do amigo por traz a fazendo querer ainda mais rápido, ainda mais forte.
Os três gozaram ao mesmo tempo, em um trio de prazer que jamais seria visto pelos dois posteriormente e fazendo a festa inteira ter inveja daquele quarto trancado.
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