Começou por volta das 00h00.

Trocavamos beijos, caricias... Estávamos loucos de desejo um pelo outro. Ela em cima de mim, com a mão no meu rosto, e eu com a mão na bunda dela. Apertava forte com os dedos. Sorriamos entre o beijo... Era um sorriso malicioso. Eu conseguia enxergar naquele olhar um desejo inacabavél de fazer amor. Então propus uma brincadeira. Um jogo de verdades. Iriamos fazer perguntas um para o outro e quem errasse, iria tirar uma peça de roupa. Então começou a brincadeirinha. Fiz minhas perguntas e ela as delas. Pouco menos de meia hora, estavamos sem roupas.

– Vamos nos amar agora, quero você, vem cá meu gostoso. ― Disse ela.

– Ei ei, calma, safada -riso- vamos continuar a brincadeirinha, vai ser excitante, vou te provocar. Mas vai ser um pouco diferente, como estamos sem roupa, vai funcionar assim, quem errar a pergunta, faz um desafio. ― Falei observando-a.

– Hmm, então quer se fazer de dificil pra mim? ― Disse ela por cima de mim, percorrendo o dedo pela minha barriga. ― Então ta bom, vamos começar a brincadeira. ― Sorriu, e sentou na minha frente.

Começamos a brincar, eu fiz a primeira pergunta e ela acertou, e assim foi... Na primeira vez que ela errou, desafiei que apertasse ela mesmo os seus seios e contornasse o bico. Então assim ela fez. Foi muito prazeroso ver ela mesmo se tocando. Logo menos ela parou e falou

– Ok, agora minha vez! — fez as perguntas

Entre erros e acertos rolou muita sacanagem. Já na minha vez, fiz a minha pergunta e ela errou. Era a minha vez de aproveitar a situação... Desafiei-a, sentar no meu pênis de frente pra mim, e rebolar, e enquanto rebolasse, ficasse acariciando seu grelo. Assim fez... Levantou-se, e sentou, mas apenas na cabeça, eu segurei na cintura da mesma, e acompanhava o movimento conforme ela rebolava.

– Vai, senta de uma vez. ― Disse eu em uma respiração ofegante.

Confesso que já não estava mais aguentando de vontade... Meu corpo suava, e eu não deixava ela parar. Então pedi mais uma vez.

– Senta nele, e rebola, agora... ― Falei em um tom de voz, tanto que não aguentava mais.

E então ela negou mais uma vez. Já não aguentava mais, peguei-a pela cintura, deitei na cama, e penetrei todo, fazendo vai e vem bem rápido. Colei meu corpo no dela, e beijava seu pescoço e dava chupões, com muita vontade, fazendo ela gemer alto de prazer. Já era 2h30. Ninguém em casa tinha acordado, e assim continuamos. Estávamos cansados e suando muito; olhava para ela, e ela retorcia a cabeça e o corpo conforme eu penetrava.

– Faz mais rápido amor, vai faz. ― Disse ela entre gemidos.

Como pedido, fiz mais rápido, senti seu corpo trêmulo, ela estava gozando, e eu também iria, tirei o meu pênis, e gozei na barriga dela. Estava cansado, muito cansado, assim como ela. Deitei do seu lado, e ela encostou a cabeça no meu ombro e disse:

– Que loucura, você me faz delirar. ― Disse ela sorrindo e ofegando

Apenas sorri e fiquei olhando para ela. Ficamos um tempo deitados, juntos, descansando.

– Vamos tomar um banho? ― Perguntei.

– Vamos, preciso me limpar e você também. ― Falou ela.

Fomos tomar uma ducha, e lá trocamos beijos e caricias, nada mais além do que isso. Lavei o seu corpo e ficamos brincando em baixo do chuveiro; saímos do banho, ela com o meu ropão, e eu com uma toalha na cintura. Nos secamos e fomos colocar as roupas. Ela ficou de calcinha e com a minha camisa, e eu apenas de cueca e bermuda. Deitamos na cama cansados, e exaustos ainda, trocamos algumas caricias e dormimos juntos.