Contos Do Dragão E Da Sacerdotiosa

3 Capítulo 3 Segunda impressão.


Notas iniciais
Nesse dia eles saberão mais um da vida do outro, de uma maneira não muito convencional...

No dia seguinte Delphinger foi até a sacerdotisa, ele disse que voltaria, porém não quando, mas achou aquele dia apropriado, ele havia passado por uma batalha, sua barriga foi um tanto ferida, algo que ele não escondeu, não achava errado mostrar seus ferimentos era algo de orgulho, quando ficou em forma humana mostrou tal ferimento, ao chegar lá viu um garoto saindo da casa de Lissandra correndo, ela saiu e o viu.
Lissandra: Ora...veio bem rápido.
Delphinger: Sim, fiquei curioso a seu respeito, por que o garoto saiu de sua casa, é sua cria?
Lissandra: Não não, eu ajudo os aldeões fazendo alguns remédios.
Delphinger: Por que o faz?
Lissandra: Não gosto de ver pessoas sentindo dor, quando posso fazer algo e falando nisso que ferida é essa?
Delphinger: Lutei antes de vir para cá, eu faço isso com frequência.
Lissandra: Minha nossa deixa eu cuidar dessa ferida, fica na sua forma original.
Delphinger: É melhor não.
Lissandra: Não se preocupe.

Delphinger ficou curioso com a confiança da mulher, a visão de um dragão leva pessoas normais ao pânico e isso é famoso entre os humanos, ela possivelmente sabia disso e ficou a olhando com aquele sorriso calmo e gentil, ele resolveu fazer o que ela pedira, queria ver como reagiria.
Delphinger: Está bem, você pediu

Delphinger se afastou um pouco e se transformou, aquele enorme dragão vermelho, maior do que a cabana dela, maior do que a árvore mais alta daquela floresta, ele não abriu suas asas, pois senão poderia destruir aquela floresta, e quando a olhou não acreditou no que viu....Ela estava o olhando com o mesmo sorriso, ele podia sentir o medo das pessoas e ela não estava com medo, sua intensão não mudara nem um pouco, ele já enfrentou guerreiros humanos mas, nunca vira alguém como ela, ela se aproximou, colocou suas mãos na ponta do ferimento suas mãos brilhavam, ela o estava o curando um branco bonito como a neve que aquele dragão nunca vira só ouvira falar, era uma sensação boa, mantendo a mão ali durante alguns minutos seu ferimento foi se fechando, ele a olhava após o tratamento voltando ao normal.
Delphinger: obrigado....e...não teve medo de mim?
Lissandra: Não, por que deveria? Não ia me machucar ia?
Delphinger: Não, mas...nunca vi alguém ficar normal frente a minha verdadeira forma como ficou, ainda menos mantendo ....ah deixa pra lá.

Lissandra não entendeu, mas não se importou muito, Delphinger a olhou mais seriamente dizendo.
Delphinger: Devolverei esse favor.
Lissandra: Não precisa, mas como é orgulhoso não me importo.^^

Delphinger foi até aquela enorme arvore onde gostava de pegar sombra e ela o acompanhou ele se sentou e ela a seu lado.
Lissandra: Gostou mesmo dessa árvore.
Delphinger: Sim, é confortável.

Não demorou e Delphinger dormiu, não admitiria nunca, mas estava cansado da batalha, planejara dormir longe dali, mas estava tão estranhamente confortável que caiu no sono, Lissandra ficou a olhá-lo.

Notas finais
Bem o próximo capítulo eu planejo colocar um pouco de ação aguardem E o que acham que essa sacerdotisa tem hein?