Contos De Um Vampiro Puro-sangue
6 The Final
Notas iniciais
No Extra a seguir está a letra e tradução (e um link de vídeo) da Música tema da fic 'Remember Forever' do Versailles!
Atarashii jidai o...
Koe ni nara nai omoi o dore dake tsutaerareru darou
Kizutsuketa tsugunai o mune ni kizami anata to
Meguri aeru to shinjite
Zero enxuga as lágrimas de Kaname e, em seguida, o abraça e o beija sem nenhuma cerimônia, ele puxa Kaname para perto da sua cama e o derruba no chão, logo após, tira a camisa dele e o beija de novo e de novo...
Entre as quatro paredes, Kaname entrega uma rosa vermelha a Zero para provar seu amor por ele. Algumas lágrimas teimosas caíram de seu rosto, Kaname delicadamente passa a mão em seu rosto e sussurra no ouvido dele: “Eu te amo, você não descobriu isso ainda?”
Zero abraça Kaname tão forte...
- É sério essa história do ciúme?
- Bem, a ideia era da Yuki de te fazer ciúmes! Segundo ela: "Fazer ciúmes ao Zero é divertido"
- Nossa! — Zero faz uma cara de nojo
- Oh não fique assim... Ninguém irá atrapalhar nós dois... Eu desejei esse momento desde o dia em que soube que você gostava de mim... — diz Kaname, enquanto Zero fica igual a um pimentão.
- E-eu... Eu sempre achei que... — Zero faz uma pausa.
- Sempre achou o que? Que eu ia me casar com a Yuki? — pergunta Kaname numa cara de indignação, Zero faz que sim com a cabeça — Esse era o meu plano no início, depois que descobri que você gostava de mim... Desisti dessa perspectiva!
- E a Yuki, você contou isso a ela?
- Sim, no começo ela não quis aceitar... Ainda hoje ela não aceita — Kaname faz uma careta — Por isso, ela gosta de te fazer ciúmes... Afinal, ela gosta de você também!
- Eu sei... — Zero faz uma careta, retribuindo a de Kaname — Não quero fazer disso um hábito, estou muito feliz por estar ao seu lado...
Kaname puxa Zero e o beija, sussurra novamente em seu ouvido: "Diga que compartilhará comigo um amor, uma vida... Aonde você for, leve-me também. Zero é tudo o que peço a você". Zero abre um sorriso largo e agarra Kaname.
Zero POV
Aquelas palavras arremessaram distante o último vestígio de sanidade que ainda se encontrava em mim. Vi, Kaname distribuir seus beijos na curva do meu pescoço, marcando intensivamente minha pele alva, me entreguei àquela luxuria. Nossas camisas rapidamente foram lançadas em um canto qualquer do quarto, enquanto nossos peitos nus se tocavam.
Eu guiei Kaname velozmente até a cama, onde se repousou por cima de mim mais uma vez. Nossos membros se tocavam sobre a roupa, já rijos, implorando para que fossem estimulados. Sua boca explorava cada canto do meu tórax, deixando um rastro de saliva por onde decorria; arfei profundamente ao sentir sua língua atiçando meus mamilos, deixando-os devidamente ouriçados.
Ao se deparar com o cós da minha bermuda, o moreno não hesitou em abri-la, e retirá-la. Fiquei muito envergonhado ao reparar seus olhos pervertidos percorrendo meu corpo por inteiro, até repousarem sobre a cueca que eu estava usando. De início, ele apenas mordiscou levemente meu falo por cima do tecido, fazendo-me soltar alguns suspiros. Entretanto, ele não fizera aquilo de início; estava adorando a ideia de me deixar carente.
- Me... Chupa... logo... Ka... name! – eu arfava enquanto ele provocava meu corpo.
Ele sorriu e minha última peça de roupa fora arrancada. Enquanto sua mão me masturbava ternamente, sua língua se ocupava em percorrer a extensão do meu membro. Deixei um longo gemido escapar ao ter meu pênis envolvido pela sua boca quente. Era uma sensação tentadora. Joguei minha cabeça para trás e afundei meus dedos em seus fios de cabelos castanhos.
Eu ia resmungar em desaprovação ao sentir sua boca abandonando meu falo. Felizmente, foi apenas para ele retirar o resto da roupa que ainda sobrara. Ao retornar, à proporção que a sucção aumentava, minha respiração se tornava mais pesada, até um ponto onde eu não aguentaria mais.
- Ka... na... eu... vou...
Kaname por sua vez não esperou eu terminar a frase. Tornou mais intenso o movimento a um ponto que eu não suportei mais, e derramei meu material em sua boca. Seus lábios voltaram a capturar os meus, enquanto suas mãos deslizavam pela minha coxa, e ele se atreveu em apertar alguns lugares, fazendo-me entreabrir minha entrada por instinto. Quando percebi o que viria adiante, olhei-o de forma apreensiva.
- Pronto para a segunda fase? – ele perguntou com um sorriso matreiro, ao ouvir aquilo instintivamente o puxei e o beijei violentamente.
Logo me oferecera seus dedos para que eu os lubrificasse. Fiz exatamente o que ele pediu. Ao sentir minha entrada ser invadida, tive uma leve sensação de desconforto. Mas após algum tempo, mesmo ainda sentindo certo incomodo, assenti para que prosseguisse. Ele já ansiava loucamente por isso; e eu também.
Nossos corpos já estavam molhados em suor. O calor que se fazia presente entre nós contribuía para que quiséssemos cada mais aliviar aquela excitação. Vir-me-ei de bruços, e logo estava sentindo seu corpo se aninhando as curvas das minhas costas. Ao encontrar uma posição confortável, o moreno começou o trabalho de penetração.
A princípio, a dor que eu me encontrava estava quase insuportável. Escondi minha face no travesseiro, mordendo-o, tentando abafar meus gemidos ao máximo. Mas ao perceber minha descomodidade, Kaname começou a distribuir beijos e mordidinhas, de forma afetuosa, pela minha nuca e ombros. Senti um arrepio ao sentir sua língua deslizando pelo lóbulo da minha orelha. Deixei escapar um gemido, ao sentir que seu pênis já se encontrava por inteiro dentro de mim.
- Posso ir?
- E-espera um pouco...
Pedi um pouco tempo, até que me habituasse ao invasor. Quando senti seu falo pulsando dentro de mim, percebi que ele precisava se mexer. Comecei a remexer meu quadril lentamente, indicando que eu já havia me acostumado a sua presença. De início, seus movimentos eram leves e calmos; mas com o passar do tempo, suas estocadas evoluíram ao tal ponto em que ambos acabamos inebriados com aquele ato.
O cheiro forte de amor e paixão que preenchia cada canto do quarto auxiliava nosso total delírio. O som peculiar de suas coxas se chocando contra minhas nádegas já havia se tornado uma melodia aos nossos ouvidos.
Deixei escapar urros cada vez mais altos ao sentir seu membro tocar-me em um ponto mais sensível. Quando Kaname repara que eu não suportaria por muito mais tempo, acelerou seus movimentos. Numa última inserida, não suportei a fricção entre meu pênis e o coxão, e cheguei ao orgasmo.
Caímos um sobre o outro, exaustos. Mas perfeitamente completos. Fora a melhor experiência da minha vida. Enquanto nossos batimentos se acalmavam, repousei minha cabeça sobre seu peito, pedindo um afago; Kaname não hesitou em fazer, o que colaborou para que o sono viesse a crescer cada vez mais.
***
Kaname POV
Após a esplêndida noite de ontem, eu e o Zero acordamos abraçados e completamente nus. Eu abri um largo sorriso para Zero, que o retribuiu com um sorriso mais contagiante. Eu me levanto da cama e, instintivamente, Zero puxa minha mão...
- Vai me deixar sozinho? – perguntou surpreso.
- Não, jamais... Vou apenas arrumar uns papéis! Coisas de família...
- Quando serei parte da sua família, Kana? – perguntou ele, eu abri um sorriso.
- Tá vendo o sol? — indaguei, Zero estranhou a pergunta e fez que sim com a cabeça, olhando em seguida para o sol que irradiava o quarto. — Ele é como você, ilumina e acalenta meus desejos mais profundos! – Zero começou a derramar algumas lágrimas, mas eu continuei. — Quando chega à noite, basta acender a chama do amor que tudo se transforma... Não se preocupe você já É minha família, Zero!
Beijei-o como nunca o tinha feito antes. Sinto-me feliz, realizado consegui conquistar seu coração, afinal era o que eu mais queria em todo esse tempo contando histórias de amor e dando uns amasses nele. Só o que posso dizer é que viver sem ele é como tirar o ar dos meus pulmões!
FIM
Notas finais
Quem quiser também pode conferir minhas outras histórias através do meu Perfil (https://www.fanfiction.com.br/u/150357/) ou adicionar meu msn (Que está também está na página do perfil).
Fale com o autor