Contos

2 Namoradinhos...


E como era de costume lá estavam os dois, sozinhos. Ela como sempre fazias suas manhas e ele só esperava uma brecha naquela brincadeirinha rotineira. Era normal a pequena garota dar-lhe as costas durante essas brincadeiras, era parte da diversão vê-lo tomar uma atitude. Os movimentos dos garoto eram sempre sorrateiros e com eles vinham seus toques leves sobre a pele branca da menina que se arrepiavam constantemente com percorrer de sua mão em direção ao seus cabelos.

O princípio do rapaz era deixa-la com tanta vontade quanto ele, deixa-la tão entregue e sensível quanto o próprio e provocar-lhe os mesmos desejos carnais intensos.

Dos cabelos partia para o pescoço. Poderia considerar que era uma das suas partes preferidas naquela garotinha. Beijos, lambidas e mordidas no pescoço, orelha e na parte mais interessante para o mesmo: Os seios. Não eram grandes, de fato, contudo segundo ele “o importante é a diversão que eles proporcionam”. Oh sim, essa era a parte na qual ele dedicava mais tempo, era quase como parar no tempo.

Ela rendia-se fácil ao toques e caricias do rapaz. Ela não era daquelas que sabia resistir bravamente aos carinhos, ainda mais quando eram os dele. Talvez ele não fizesse a menor ideia do quando ela era submissa a aqueles toques.

Ele descia cada vez mais suas mão sobre aquele corpo, e com os lábios brincava com a curva da cintura dela. Ela sorria, era notável naqueles lábios o quanto gostava daquilo, o quanto se divertida, o quanto queria aquilo. Seus risos aumentavam gradativamente junto com os arrepios que eram provocados com as mãos robustas que lhe apertavam com vontade. Ele olhou em seus olhos e correu seus dedos para debaixo da saia da garota. Seus dedos sentiram o liquido que se espalhavam pela calcinha da menina, com doce carinho começaram a dedilhar lhe suavemente movendo-se de um lado para o outro enquanto arrancavam dela lânguidos gemidos. O moreno sentia os arfares chegarem ao seu ouvido como uma música lúbrica. Seus dedos seguiam o ritmo daquela respiração enquanto seus lábios oscilavam sobre o colo parco de pomo da jovem. E quanto mais ela arquejava sobre a mão do rapaz mais ele avultava aqueles movimentos cobertos de furor e libido. O frenesi era tão pleno de furor que a mão do moreno chegava a embeber-se do liquido escaldante que escorria pela fenda úmida da garota.

Com braços fortes a colocou no colo e imprensou lhe contra a parede mais próxima. Os dois se olhavam nos olhos, ambos tinham o mesmo olhar, compartilhavam o mesmo desejo. Ela mordia a boca carnuda dele enquanto o mesmo abria com rapidez o zíper da calça. Ela gostava de distrai-lo, de lamber lhe o pescoço e os lábios, era algo que fazia percorrer um arrepio em ambos. Ele a endireitou em seus braços e a deflorou ali mesmo, naquela parede gélida daquela quarta feira de Setembro.

Seus beijos eram molhados ao ponto de estalarem quando suas ávidas línguas sugavam umas as outras. Mordidas, arranhões, arrepios, puxões de cabelo e gemidos ao pé do ouvido complementavam com entusiasmo aquela penetração deliciosamente impetuosa.

Ele a deitou no chão e a cobriu com seu próprio corpo, ainda mantendo a temperatura elevada do corpo de ambos. Ela sentia os arrepios correrem lhe o corpo enquanto aqueles lábios a desfrutavam e aquelas mãos a despiam. Os beijos desciam da boca, percorriam a nuca, os ombros e o colo até chegar lhe aos seios.

Ela sentia aquela língua quente e úmida tocar lhe os seios nus. Era um misto de prazer e dor quando sentia os dentes cerrar lhe os mamilos e puxa-los rapidamente. Não tinha como não se arrepiar quando aquelas mãos grandes e furtivas deslizava solenemente seu dedo sobre o ponto fraco dela, que sem pudor a penetrava a cada arfar agudo e involuntário que a mesma deixa escapar.

Línguas passeavam sobre seus pescoços, tanto o dela quanto o dele. Ela respirava bem no ouvido dele apenas para provoca-lo calafrios, seus dedos corriam perdidos sobre o membro rígido do rapaz que ofega e murmurava obscenidades quase inaudíveis para ela. Suas mãos se exploravam como aventureiros seus corpos nus deitados naquele chão de madeira. O suor que molhavam lhe o cabelo e desciam pela testa e costas se se misturavam e formavam um único cheiro. Era uma mistura bem peculiar de sexo, do perfume de suas peles, da saliva de suas bocas, do desejo e da vontade de tornarem-se um só. Não era um cheiro forte e nem muito fraco, era na dose certa.

A pequena garota sentou-se sobre ele e com movimentos repetidos arrancou dele intensos gemidos. Ela mordeu lhe o pescoço, lambeu seus lábios, chupou lhe a língua, puxou seu cabelo e sussurrou infames palavras ao pé do ouvido do rapaz, que acatou cada comando, cada vontade, cada malicia enquanto observava esbaforidamente aquela menina cavalgar sobre o mesmo. Era até uma bela cena, se assim podemos dizer. Ela estava nua com os cabelos molhados de suor que lhe corriam pela pele rubra ofegando e pedindo loucuras entre os gemidos suplicantes de prazer.

E ao sentir que suas pernas fraquejavam e oscilavam, rendeu-se. Sentou-se ao lado do moreno e beijou seus lábios. Ela olhou nos olhos negros do rapaz e como uma criança sedenta por um picolé num dia de sol, ela lambeu aquele membro pulsante por completo. Sugou, chupou e até mesmo raspou levemente seus dedos sobre ele. E ficaram assim até que ele puxasse com força seus cabelos castanhos e esfregasse naquela face escarlate o “brinquedinho” que ela tanto adorava. Mordendo os lábios a puxou para perto, onde sussurrou em seu ouvido com tom de voz sedutor um delicioso: “Safada”. E sem nem pensar duas vezes lambuzou aqueles parcos seios com seu gozo amargo, perpetuando naquela cena aquele cheiro forte de luxuria e libido daqueles dois eternos amantes.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.