Notas iniciais
Leiam, não chega a ser clichê, mas tem um enredo simples, mas prometo que tentarei torná-la o mais interessante possível. Mas saibam que ela é mais interessante do que aparenta.

Começaremos com um pequeno resumo de sua vida, assim será possível que vocês a entendam melhor.

Angelique, sim um nome nada comum, culpa de seus pais, Carlos e Laura, que exageraram quando disseram "queremos um nome diferente"; já havia vivido 15 anos, morava em Londrina, junto com os pais e Karina e Jean, tristemente Angelique era a filha do meio.

É importante saber de outras personagens, nenhum pouco menos importante na vida de nossa querida Angelique. Suas melhores amigas, o grande quarteto: Danielle (bff — best friends forever, sua melhor amiga), Flávia (ita — incondicionalmente te amarei, sua irmã, foram criadas juntas desde pequenas) e Heloisa (irmã, a irmã que sempre desejara ter). Haviam outros também, mas que não desejam uma "grande" apresentação.

Agora tentarei descrever Angelique.

Como todos nós mortais, somos extremamente cheios de defeitos; Angelique, óbvio, também os tinha, mas em minha opinião e dela também, o pior era querer algo, começá-lo e não terminar ou se quer nem começar, talvez por medo, insegurança, não saber como nem por onde começar, preguiça, é preguiça. Bom, o que mais posso falar de Angelique? Ciumenta, muito amiga, sempre está lá para fazer o melhor por quem ela ama, chata, idiota, ama bater em todos, mas acredite com muito amor, muito estressada, ela e sua voz são irritantes, estudava apenas o básico, não se dava muito bem com o irmão, era simpática, meiga às vezes, sabe, tenho tantas coisas e tenho nada a falar dela, no decorrer de nossa história você irá percebendo a nossa complicada estrela.

Agora vamos a mais outro resumo, o 15 anos que já vivera.

Quando nasceu, morava aos fundos da casa de sua avó paterna, eram bem felizes. Passado algum tempinho, seus pais haviam construído uma casa em um bairro “novo”, digamos assim, com poucas casas sabe, onde passaram à época mais feliz. A rua era realmente o sonho de qualquer criança naquele tempo, haviam amigas, Letícia, Carla, Paloma, Bárbara e Flavia (isso, a amiga da qual lhes falei a pouco, ela não morava naquela rua, mas não saia de lá) além de sua irmã, é claro. Havia também um tesouro, uma data vazia, onde com a fértil imaginação de 5 crianças construíram casas, que em um dia iam para o chão, escorregavam no barranco com seus “cipós” , cuidavam de suas filhas, aprontavam o inimaginável naquele pequeno pedaço de terra. Do outro lado da rua estava a casa de Paloma, onde tinha uma rede e um enorme quintal, e lá também usavam toda a imaginação. A brincadeira “ilha perdida” era mais ou menos assim: o avião (rede) caia sobre uma ilha habitada por onças e os mais variados bichos selvagens, as mamães cuidavam de suas bonecas, quero dizer, filhas, enquanto a mais corajosa saia para matar onças, aguardando o socorro chegar. Nesta mesma casa, aconteceu o batizado de Marisol, e os padrinhos Polly e Beethoven (“marido e mulher” com direito a casamento, bolo, madrinha de alianças, padre, festinha e tudo), os três, cachorros. Brincaram de tudo o que era possível naquela rua, até que o tempo passou, Jean nasceu, e tiveram que mudar de casa novamente. Para ela a sua vida tinha acabado, ela não sabia o que seria morar longe do lugar que mais gostava, que mais lhe trouxe felicidade, então começou uma das, se não a pior faze de sua vida, dos 9 anos 11 anos. Estando na 6ª série, com seus 12 anos, conheceu Danielle, a pessoa que transformara sua vida, de mocinha inocente, comportada ao extremo, a querida dos professores, que só se dedicava aos estudos acabara ali. Havia sido transformada, mas não se tornando um boneco de sua amiga, mas sim formando sua própria identidade, o que queria ser, só precisou de um empurrãozinho. No ano seguinte, estava formado o quarteto, Angelique, Danielle, Heloisa e Flavia, estudando juntas por dois anos, Quando chegaram ao primeiro ano do ensino médio, ele sofreu modificações, Angelique e Heloisa continuaram na mesma escola, já Danielle e Flavia foram para outra. Angelique sofreu muito, estava à beira de uma depressão, mas conforme o tempo passou, tudo se ajeitou, o quarteto continuou intacto.

Penso que agora sim poderemos desenvolver este capitulo mágico da vida de Angelique.

Notas finais
Minha primeira "história de verdade" nunca escrevi uma história assim, minha primeira vez, por isso gostaria muito de receber comentários sobre ela, sugestões, algo do gênero pra me ajudar. Obrigada.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.