Conspiração
6 A cidade palpita em suas veias negras e putrefarás corre o sangue do mundo e a vida de inocentes.
Notas iniciais
A cidade palpita em suas veias negras e putrefarás corre o sangue do mundo e a vida de inocentes.
O centro era um enorme foço de vida, mas agora estava ainda mais amarga e agoniante a escola andava meio sem graça dês que Safira sumiu muitos não notaram sua falta e ficaram felizes por isso sem ela, seria menos uma em potencial concorrente, contudo Lara não se sentia assim ela como Benjamin e Greg sentiam sua ausência e o temor de ter sido raptada por rebeldes, era esse o rumor que foi raptada e que provavelmente morta, as casas depois disso se tornaram mais vigiadas as câmeras foram dobradas em cada esquina e os militares rondavam as ruas mais do que nunca analisando chips e possíveis rebeldes, se tudo era ruim agora andava pior, as pessoas no fundo não se incomodavam se sentiam melhores assim, principalmente os ricos que temiam ser levados ou mortos por lunáticos contrariadores da lei e da ordem.
O shopping a tarde se tornou menos denso em sua massa, todo mundo estava num regime cauteloso, entretanto aos poucos os jovens se amontoavam e se jogavam ao perigo enquanto os pais trabalhavam ou se arriscavam na caçada por rebeldes. O Centro Shopping estava glorioso com a festividade do dia da ruptura o dia em que voltamos da cinza para a segurança de nossas vidas, as pessoas compravam roupas e esperavam os anúncios do presidente e seu real comandante o Senhor Braven e toda sua família quase imperial.
– Boa tarde, senhoras e senhores, hoje é um dia glorioso, um dia que reforçamos nossos prazeres desfrutando e nossa segurança contida pela nossa maravilhosa força militar. Festejaremos a vida e a cada vida um recomeço para que o amanhã venha cheio de gloria e vitorias.
Ele levantou seu vinho em suas roupas brancas sua família vestida de tal forma mostrava-se felizes pelo momento. Isso seria repetido até que às nove horas da noite chegasse e os fogos fossem acessos para iluminar o céu e a festa na mansão Braven com poderosos, invejosos como participantes.
Greg se mexeu nervoso e verificou com apenas o olhar a direita de seu corpo e sussurrou nervoso.
– acho que estão nos seguindo, percebo isso há algum tempo e acredito que não é apenas minha imaginação.
– rebeldes? Perguntou Lara temerosa.
– acho que é a segurança mesmo.
Ele me puxou andando levemente apoiando sua mão sobre minhas costas.
– mas porque a segurança, nós seguiria fez algo errado roubou alguém?
– eu roubar, seria mais logico que me roubarem e não, não fiz algo errado dês que fomos pegos pela policia resolve ficar muito quieto.
– você falou quieto não certo, porque sempre se mete em encrenca Greg?
– não me meti, acho que estão nos vigiando, fui levar Benjamin na escola esses dias e percebe um carro nos seguindo tentei despistar e notei novamente que nos esperavam em frente à escola.
– meu deus, porque isso. Não podem agir assim conosco, não somos criminosos e nem rebeldes.
– eu sei, mas o problema é se eles não sabem ou buscam algo que não sabemos.
– o que acha?
– não, posso falar nada qualquer coisa seria motivo para conspiração e seriamos mortos de maneira irônica sendo inocente apenas por suspeitar, mas vamos agir com cautela por hora e seguir como se fossemos adolescentes normais.
– e somos!
– certo, continue assim.
Entramos numa sala de jogos eletrônicos e verificamos alguns DVDS nas prateleiras.
– estamos despistando.
– mais ou menos, estava querendo alguns jogos de busca e resgate do novo Xbox YZ.
Ela deu um soco no seu braço rindo por um momento olhou em volta tentando ao máximo não se mostrar apreensiva.
– vou ter que ficar aqui com você?
– se quiser, vamos ficar na expressão de adolescentes normais, contudo se quiser falar alguma conspiração aqui seria um bom lugar vendem eletrônicos também e alta segurança sensorial não é permitida aqui danifica os produtos.
– como sabe disso se eu que trabalho com tecnologia não sei?
– você é o tipo garota certinha a base da lei, sou filho de políticos jamais seria certinho e nem a base da lei.
Ela riu novamente e temeu por Greg, ele era rebelde e inconsequente, mas tinha uma esperteza e inteligência incomum algo nele sugeria que fazia coisas erradas mais era bom o suficiente para se livrar das acusações e de qualquer coisa que o incriminava. Saindo do ar pesado que pairava no local ela se encaminhou para algumas lojas de roupa e vestiu alguns trajes de festa seu celular tocou e na segunda chamada o atendeu.
– alo mãe!
– Lara aonde esta?
– no shopping como sempre com Greg dando uma olhada em algumas roupas para hoje vai chamar alguém, a família do Greg por acaso.
Ela se lembrou dos anos que comemorava a ruptura com Greg e Benjamin e a Safira sempre sorridente, mas em sua forma incomodada de estar com tanta gente estando sempre solitária era sempre um esforço faze-la ir a essas ocasiões, a mãe chamou mais empolgada ao celular.
– fomos chamados para a mansão dos Braven passar essa comemoração com eles, compre a melhor roupa e não se preocupe com os gastos, hoje você pode até comprar diamantes sem receber reclamações, chegue logo para irmos todos juntos.
A ligação foi encerrada e pode ver Greg se aproximar como uma sombra.
– Os Braven também chamaram vocês, estou com a impressão que vamos á toca de lobos e sairemos arranhados.
– não seja pessimista.
– e nem você tão otimista, vamos te levo de carro para casa.
– aonde esta o nosso vigia?
– o despistei perto do banheiro acho que vai demorar algumas horas até que consiga recobrar a consciência.
– o que fez?
– acalme-se qualquer coisa alego que foi legitima defesa e que nossos ânimos estão alterados pelas proximidades de rebeldes.
– como o reconheceu?
– ele estava me seguindo há horas, nos corredores nas lojas e não foi prudente, fui ao banheiro e permanecer por algum tempo, ele entrou e abriu todos os armários a minha procura o ultimo ele se surpreendeu com um chute e caiu no chão. Inconscientemente rir por isso, seu celular tocou e verificou a mensagem era Benjamim pedindo carona. – vamos preciso leva-lo ao recital de piano.
A viagem foi rápida e Benjamim cansava nossos ouvidos falando sobre a arte trabalhista instrumental recordista, sons horríveis de piano ou um instrumento clássico com sons eletrônicos.
Greg parou bruscamente um carro impediu nossa passagem, ele gritou havia arranhado a carroceria da frente.
– “Barbeiro”... Saia da frente arranhou meu carro zero e ganhei á pouco tempo.
Dois homens saíram do carro e retiraram uma arma eletrônica destrutível. Nossos corações palpitaram em um ritmo feroz, pude ouvir o grito de Benjamim e o comando de Greg para que abaixássemos, nos afundamos nos acentos e sentir um botão sendo acionado com leveza. O carro foi atingido e crepitou com uma forte luz azul o ar se tornou rarefeito, ouvimos o som do carro saindo em velocidade, tentei abrir a porta, mas Greg me parou falando ofegante.
– não toque em nada ou vai morrer eletrocutada.
O olhei apavorada e virei-me para observar Benjamim quase desmaiando, uma voz feminina soou no carro era o sistema de segurança.
– recuperando sistema de ar, estabelecendo oxigênio e os parâmetros de segurança, energia debilitada, aumentando sinais de absorção e repelindo níveis cruciais em 10... 20... 30... 40... 50... 60... 70... 80... 90... 100. Portais liberadas.
Os portais se abriram e todos se jogaram para fora, ouvir Benjamim vomitar estava pálido e ofegante. Greg se levantou era firme em seus passos pouco cambaleante comparado a nós.
– que diabos esta acontecendo Gregori?
– alguém tentou nos matar.
– isso percebesse o que você fez?
Benjamim estava desesperado e eu não o repreendia também estava.
– eu não fiz nada, acho que querem eliminar a gente, mas não sei o motivo e eu não fiz nada.
– e o carro o que foi aquilo?
– coloquei um sistema de segurança que se atualiza com o tempo, isso foi o que nos salvou.
– como conseguiu isso?
– sou um homem precavido irmão, não me pergunte minhas fontes, mas se quer algo mais compreensível eu não confio em ninguém esse mundo está louco sequestram e matam e a cada dia amigos nossos desaparecem então vou me defender e não me recrimine por isso!
Ele havia falado alto com um tom de pavor e acusação estava agoniado. Nunca saberia o que se passava na mente de Gregori e porque era tão diferente do irmão mais novo, não era algo que amadurecia era algo que o isolava com uma forma de anunciar que nunca estávamos protegidos, ele percebia algo sentia algo que para nos se tornava uma figura abstrata. Dirigiu-se ao carro e tentou liga-lo o carro estava morto não funcionava mais, o carro agora era sucata demostrava a morte que cabia a nós se Greg não houvesse se precavido na sua forma ilegal, retirou o mecanismo de defesa e colocou no bolso da calça, desativou algo no carro e limpou a memoria de voz e o percalço da segurança os dados da câmera de frente passou para o celular e pediu um pedido de socorro para a polícia agia rápido e pensava na argumentação certa para não se incriminarem.
– vamos dizer que provavelmente o sistema de segurança nos salvou ou a arma não era tão boa, vamos dizer que não sabemos quem foi e nem o que queriam essa será nossa maior verdade.
Benjamim concordou com a cabeça, não muito surpreso pelo rápido desempenho do irmão, Lara, no entanto, estava assustada e sentia a morte pulsando na sua veia.
A policia chegou todos deram seus depoimentos e receberam a ironia de estarem novamente numa delegacia seus pais chegaram e todos se encaminharam para casa recebendo o amparo e o sossego familiar, Lara ainda assustada ficou desgostosa para festas mais foi obrigada a se arrumar para ir à mansão, sua mãe esfregava em seu ouvido sobre os belos homens Braven e como eram excelentes partidos, não desaprovava Greg ou sua família, mas entre duas famílias de poder preferia a maior para sua filha. Benjamim ficou inquieto, assustado, enquanto recebia os carinhos da mãe, seu pai conversou sozinho com Gregori no escritório sempre era assim depois de alguma coisa que ocorria com seu filho que dês de criança, entravam nos maiores apuros.
A festa chegou e a mansão era esplendorosa cada centímetro dela era bem vigiada e ornamentada, os pais de Lara não escondiam a sua felicidade o que não era evidente na filha que se mostrava relutante, vestia uma esplendoroso vestido azul anil, seu cabelo era de um coque fofo e mechas pendiam mostrando seus cachos e sua cor dourada, sua maquiagem era simples e elegante e atraia olhares por sua juventude e beleza.
– senhora Kelsy.
O anfitrião beijou a mão de minha mão, apertou as do meu pai desejando boas vindas e boa noite, se virou para Lara e abriu seu sorriso.
– senhorita Kelsy. Ele beijou sua mão. – ouvir falar de sua amiga. Sinto muitíssimo pelo ocorrido, estou com um enorme pesar pela jovem órfã.
– Safira Groom e preciso ser sincera espero que a encontre acho que nenhuma de nos sobreviveria nessa ocasião.
Ele a encaminhou pelo salão. – sabia muito sobre a senhorita Groom?
– ela era minha amiga e eu a dela, a pouca que tinha, ela era solitária e quieta, bem educada e inteligente, eu não sei o que realmente houve para que isso acontecesse.
– nenhum de nós sabe a vida é um grande dilema. Ele parou sobre a mesa de bebidas e bebericou um drink oferecendo-me e recusei com educação. — Acha que esta viva?
– se tiver sorte, agora sinto sua falta, sinto falta de seu auxilio.
– espero que a polícia a encontre e que sua falta passe.
Gregori Lender entrou pelas portas com sua família, os olhos de Lara brilharam e o seguiram até ele, deu uma saudação á família que se dispersou e o abraçou sentia a sua falta e sempre sentiria.
– você veio.
– e deixa-la aqui no meio de todos esses homens de poder babando por você, jamais.
– fui interrogada sobre a Safira pelo senhor Braven, ele é assustador e tem uma camada forte de poder que te faz quase correr de medo.
– será que ela é o motivo de tudo isso. Refletiu Gregori.
– acham que a gente sequestrou nossa amiga.
Gregori a interviu de pronunciar qualquer coisa mais comprometedora e sussurrou no seu ouvido.
– sorria depois que eu falar com você de modo discreto, mas acho que querem saber se a gente tem algum contato com ela, sabem que não, mas estão nos cercando para saber mais sobre nós de alguma forma e sobre ela.
Ele se afastou e ela sorriu de maneira sedutora, ela se voltou a ele, inclinando a cabeça.
– e o atentado?
– acho que irritei alguém.
A poucos metros de lá, Peter conversava com dois homens.
– você tentou matar três crianças na plena luz do dia, foi o que ouvir.
– ele havia batido em um dos nossos, merecia, e além do mais era desconfiado pareceu perceber que os seguia.
– percebeu, pois foram incompetentes ao vigia-los e agora estão mortos?
– não, o sinal da policia identificou o ocorrido todos passam bem, mas o carro foi detonado. Mandamos homens verificarem não há mais nenhum registro comprometedor para ambos.
– e sem uma ordem expressa tentou mata-los.
– o garoto Lender é perigoso, esperto, senhor.
– e a garota, o ligou a garota de algum modo?
– nenhum deles tem qualquer contato com ela, ou com algum rebelde, mas o garoto consegue meios para a ilegalidade e é bem malicioso.
Peter soltou o ar dos pulmões à conversa estava cansando-o, remexeu seu longo cabelo, o garoto podia ser um risco, mas foi imprudência tê-lo tentado mata-lo e ser visto, não admitiria erros e muito menos seu pai, os Lender assim como os Kelsy eram influentes e ricos levantaria suspeita ameaçar a vida, mas como sempre colocariam culpa nos rebeldes, entretanto esse alarme todo na população nunca seria bom poderia ser uma ameaça.
– ocultaram dos jornalistas?
– a policia foi informada do sigilo e bem paga pra tal coisa assim como o arquivamento por falta de provas, mas acho senhor que o garoto tinha mecanismo de proteção no carro ninguém sobreviveria ao ataque.
– que bom para ele, pois no fim são menos problemas, espero... Já você nem tanto.
Ele apontou a arma ao careca que lhe falava sem olhar no rosto, atirou em sua cabeça perto o suficiente para que respingasse sangue.
– na próxima vez que alguém decidir dar ordens sem antes me consultar não será apenas uma morte, mas de toda sua família também.
Os outros homens consentiram e o próximo caminhou ao seu lado.
– e agora quem cuidara da missão, senhor?
– você e espero que não me decepcione.
Peter se arrumou no casebre dos empregados era ali que morava e mesmo sendo um Braven não merecia a honra de ser aceito de tal forma pela família, deles só tinha o desprezo. Andou pela noite e observou os fogos e os convidados na casa festejando, mas sabia a ele não cabia nada disso, era um bastardo não um legitimo filho e nem legitimo Braven mesmo com o sobrenome dado como um presente sem peso.
Dentro da casa os murmurinhos das vozes alegres no jantar encheram a magnifica mansão, senhor Braven bateu em seu copo de cristal reclamando atenção.
– obrigado pela presença de vocês a minha casa, foi uma honra me valer de suas companhias e em especial aos novos amigos. Ele levantou a taça. – aos Lender e aos Kelsy e uma amizade que durara gerações.
– aos Lender e aos Kelsy! Falaram em uníssono.
Os pratos foram servidos e as gargalhadas foram sendo tomadas. Os pais de Lara se enchiam de orgulho e isso se demonstrava nos Lender, uma troca de olhares foi dada entre Lara e Gregori e uma voz feminina e doce surgiu ao seu lado, era a filha mais nova Stela.
– belo rapaz, seu namorado?
– quase isso.
Stela sorriu era linda com seus cabelos lisos caia sobre as costas, seus olhos eram negros como o cabelo, era doce em suas expressões faciais com seu nariz aristocrático e formas de modelo magra como uma menininha.
– tem namorado? Perguntou Lara inocente.
– sou casada. Ela apontou para o jovem a sua frente um japonês de cabelo de cabelo liso e curto nas extremidades de formais bem orientais, Lara levantou as sobrancelhas e Stela riu dizendo. – eu sei sou nova demais para casar, foi o que todos dizem mais eu o amo e ele me ama e isso que importa.
Sem mesmo perceber riu para Stela. – pulso firme... Gostei.
– era amiga de Safira?
– sim era.
– sinto muito.
– conhecia?
– não, mas espero conhecer ainda viva.
O jantar se passou e as duas fizeram amizade trocaram celulares e passearam pela casa, Benjamim e Gregori foram chamados à sala de jogo com os garotos, Gregori ficou incomodado com o olhar de Jaden, mas fingiu ignorar.
– joga golfe Gregori? Perguntou Demetrio.
– raramente, na verdade gosto de coisas um pouco mais radicais.
– Golfe é coisa para mim. Intrometeu-se Benjamim.
Pegando o bastão das mãos de Demetrio que sorriu se afastando.
– ainda me lembro de quando era criança.
– eu não sou criança. Afirmou Benjamim dando uma tacada e acertando o buraco, ele comemorou levemente e estendeu o bastão a Demetrio que travou uma competição com o garoto.
– sei que seu irmão é um pequeno gênio e vai arrasar meu irmão, agora me fale e você, Gregori?
– sou o burro da família e a ovelha negra, fico impressionado que meu pai não me mandou para o alistamento militar ainda.
– sobre isso eu tenho que me deter. Compartilho de seu pesar. Falou Jaden bebericando seu drink, colocou mais de Gin em seu copo e ofereceu a Gregori. – gosta de Gin?
– prefiro cerveja.
Todos riram na sala com a forma que falou, parecia realmente um adolescente agora. Terran bebeu cerveja com Gregori riram com piadas sem graça e comentaram tolices juvenis com os outros o papo era mulher foi o que mais se tornava plausível entre eles, o tom era de cordialidade, se Gregori fosse ingênuo de mais para não perceber que todos ali queriam saber de como era a sua vida, ele, no entanto, foi amistoso e deu informações sem se apegar a fatos importantes o interesse sobre o seu irmão mais novo era pouco sabendo que ele podia ser mais valioso.
A noite tomou formas e os convidado iam embora da festa exausto, todos os Braven seguiram com sua amistosidade para os convidados que partiam, Stela chegou de mão dadas com Lara que sorria seus olhos encheram de luz ao avistar Greg e saudá-lo com carinho, ela o apresentou a Stela que sorriu de orelha a orelha, Gregori era jovem e belo e se demostrava misterioso e protetor algo que encantou Stela. Todos partiram e Stela se viu suspirando pelo garoto sendo repreendida pela irmã mais velha.
– você agora é casada mesmo seu marido sendo uma esponja, mas no fim deveria troca-lo por esse ai, parece ser inteligente de boa família e tem sua idade.
Stela saiu batendo os pés precisava encontrar Tomoya sua irmã era horrenda assim como sua mãe e seus irmãos. Todos se alojaram em seus quartos para dormir menos Phillip que saiu para encontrar a amante, Demetrio e Jaden para sua sombria vida noturno e seu pai para conversar com seu filho bastado Peter.
– como tudo andou soube que matou um dos seguranças?
– ele foi incompetente e quase matou os garotos Lender e a menina Kelsy.
– porque matou ele então?
– ele não me informou o seu plano. Confessou ele temendo seu pai.
– seu serviçal tomou cabo de um plano sem seu consentimento, estou decepcionado Peter, ultimamente só me vem com fracasso e derrota, não me trouxe a pequena Groom e agora deixa falhas e mais falhas levantando suspeitas!
– perdão meu senhor.
– perdão é algo que não lhe cabe, filhos são para trazer orgulho, mesmo que sejam bastardos, traga-me a garota e concerte as bagunças e se for matar alguém agora venha a mim e com meu querer autorizarei esta longe de seus planos com sua incompetência. Ele caminhou mais a frente dando as costas ao bastardo. – noticias da garota?
– não, mas estamos buscando.
Ele se virou e deu uma forte tapa no rosto de Peter deixando uma marca vermelha, se encaminhou até seu carro e gritou de lá.
– só venha a mim agora se tiver com a garota e faça o impossível, Peter e se ela estiver morta busque no inferno a sua alma e a ressuscite, não admito falhas.
Ele ouviu um sim e seguiu até em casa, entrou na cozinha e se deparou com Terran seu mais amado filho.
– alguma coisa grave pai?
– incompetências do Peter, mas tudo ira se acertar não se preocupe.
– me diga por que trazer aqui os Lender e os Kelsy, se suspeitamos deles.
– querido filho, saiba que pra ter sucesso na vida você tem que manter um olho nos amigos e os dois no inimigo e como somos poderosos e invejados manteremos os dois em ambos até que vejamos se o inimigo é perigoso e não se precise mais observa-lo, estamos mantendo uma longa guerra e cabe a nós vencer.
Terram consentiu e observou.
– o garoto mais velho dos Lender é astuto, seria um grande oponente ou um excelente colaborador.
– então façamos um colaborador e se for burro de mais de não ser, será um mero morto, oponente no inferno.
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