Confusões Em Khs - 1ª Temporada

22 Capítulo 22:Tenten, Pacote entregue e Ino-confusão


Notas iniciais
Demorei mais voltei! Bom o capítulo tá horrível segundo minha opinião, mas mesmo assim, foi o que deu pra postar! Boa leitura!

*Tenten*

Abri lentamente meus olhos piscando inúmeras vezes até me acostumar com aquela luz que invadia o local. Eu estava deitada em uma cama em um quarto totalmente branco. Olhei para o lado e avistei uma senhora de longos cabelos castanhos e alguns fios brancos sentada na cadeira de um modo nada confortável. Pisquei novamente e reconheci a mulher. Era minha mãe.

- Mãe? – perguntei acordando-a e fazendo-a correr para perto de mim. – O que houve?

- Filhinha. – murmurou com lágrimas nos olhos. – Que bom que está bem!

- O que houve mãe?

- Você sofreu um acidente. – murmurou e minha mente começou a ativar diversos flashs. Uma luz forte como um farol de carro. Um som estridente como uma buzina de carro e depois ficava tudo escuro.

- Acidente? – perguntei – Mãe... – pausa. Tinha alguma coisa errada ali. – Mãe por que eu não estou sentindo minhas pernas?

- Tenten se acalme, por favor! – murmurou minha mãe. – É algo temporário. Não se preocupe com isso.

- Eu estou calma! – exclamei alto. – E como você me diz que não é pra eu me preocupar? Eu estou ALEIJADA! Entendeu? A-L-E-I-J-A-D-A!

Nesse instante um senhor alto com o cabelo negro comprido chegando até o meio de suas costas e olhos igualmente negros envoltos por profundas olheiras e um jaleco branco entra na sala.

- Doutor? – perguntou minha mãe meio confusa. – O que houve?

- Pelo que vejo a mocinha já acordou. – resmungou ele olhando para mim. – Ótimo! Tenho boas notícias.

- Diga logo doutor, por favor! – exclamou minha mãe esperançosa. – O que temos?

- Os últimos exames de Tenten saíram. – murmurou – O caso que pensávamos ser irreversível tem cura. E ela não precisará se preocupar com as outras sequelas, pois elas não apareceram.

- E quanto ao fato dela não conseguir andar? – perguntou minha mãe. – Tem jeito?

- Sim, tem jeito. – murmurou o médico e eu ouvi um suspiro aliviado de minha mãe. – Acredito que com alguns meses de reabilitação ela voltará a andar normalmente.

- Isso é uma ótima notícia doutor! – exclamou animada minha mãe e correu para me abraçar. – Você ficará bem Tenten! Ouviu isso? Você ficará bem!

*Sasuke*

Eu nunca me senti tão feliz antes. Sakura e eu estávamos bem! Digo, estávamos juntos! A única coisa que ainda me deixava um pouco triste foi saber que ela estava esperando o filho de um desgraçado. Mas é o de menos, eu irei tratar aquele garoto ou garota como se fosse filho meu. E consequentemente, tratarei Sakura como se fosse minha namorada, o que eu tenho certeza que ainda será.

Mas mudando de assunto, eu acordei cedo hoje e todos ainda estavam dormindo. O porquê disso? Bem, o senhor preguiça humana me mandou uma mensagem cerca de dez minutos atrás para que eu descesse do prédio e encontrasse-o lá em baixo que ele chegaria dez minutinhos depois. Eu fiz isso, e onde eu estou? Sentado na frente do hotel a cerca de quase meia-hora e nada dele aparecer. Eu com certeza mato ele!

Minha mente girava em torno de buscar um método eficientemente torturante para matar aquele serzinho preguiçoso quando um grande Mercedes preto para na minha frente e por ele desce o preguiçoso do Shikamaru. Juro que visualizei a cena em que eu corro em câmera lenta e estrangulo-o, mas minha expressão mudou ao ver um pacote na mão dele.

- Ei Sasuke. – murmurou aproximando-se de mim. – Meu tio disse pra eu te entregar isso aqui.

- O pacote! – exclamei baixinho. – Meu pai disse algo sobre um pacote para pegar com você. Mas pensei que teria que ir até a empresa da sua família. – murmurei encarando-o.

- O quê? – perguntou ao perceber que estava sendo encarado. – Por que tá me olhando assim?

- Eu estou imaginando como te mato. – resmunguei depois de pegar o pacote. – Demorou demais viu? Achei que alguém tinha feito o favor de te matar antes de mim.

- Calminha Sasuke. – murmurou com um meio-sorriso. – Parece que esse pacote é mesmo importante, pois meu tio fez o motorista dá umas três voltas pela cidade antes de vir aqui só pra ter certeza que não iria ser seguido.

- Nossa! – exclamei – Então é melhor eu esconder bem isso aqui. Agora, se me dá licença... Eu quero dormir!

- Fique a vontade!

*Gaara*

Devia ser quase umas dez da manhã quando Kurenai-sensei mandou todos se juntarem a seus respectivos grupos. Bem, ficou eu, Ino, Matsuri, Tayuya, Sari, Lee e Chouji. Com certeza minha loirinha ia pirar de ciúmes. Ficamos no mesmo grupo de duas ex-peguetes minhas.

Tipo, a primeira foi a Sari. Acho que fiquei com ela depois que terminei com Ino, digo, que ela terminou comigo. Ela é uma garota que conheço desde que tinha cinco anos de idade. Alta, morena, olhos castanhos e um belo corpo, cá entre nós. Já a segunda é a Matsuri, e vocês bem, já sabem o que houve com ela.

Eu estava calmamente conversando com Naruto que ficava comentando que iria dar um problema danado no meu grupo. Ele simplesmente não sabia que eu e a Ino estávamos tendo um caso escondido de todos por causa daquele probleminha dela, e ficava dizendo na frente da Matsuri que era pra ela não ficar com ciúmes de Ino e Sari, que elas foram minhas namoradas antes, mas que agora eu estava com ela e não com elas.

Resmunguei baixinho para Naruto dizendo que eu não estava mais com a Matsuri e o que ele fez? O que melhor ele sabe fazer... Um escândalo!

- O QUÊ? – gritou chamando a atenção de todos ali. – COMO ASSIM?

- Shii. – murmurei dando-lhe um tapa. – Cala a boca baka. – revirei os olhos, parece que Kami-sama tinha pegado toda a parte de inteligência que deveria ser do Naruto e desviou para alguém. – Depois eu te explico tudo. Agora faz o favor de calar essa boca!

- Você tem muito mesmo que me explicar! – exclamou irritado cruzando os braços até que Hinata fez o favor de carrega-lo para longe de mim antes que eu estrangulasse-o.

Fomos todos caminhando pela cidade. Kurenai-sensei ia explicando sobre cada prédio conhecido e dizendo o que ele representava antes e agora. Falou por longos minutos e quando deu cerca de meio dia fomos até um restaurante que se não me engano chamava-se La Victorio. Sentamos cada um com seu devido grupo. Eu sentei ao lado de Lee e Ino com Sari na minha frente. Ela mandava olhares sugestivos e alisava minha perna por baixo da mesa. Olhei de relance para Ino que parecia que iria explodir ali.

*Ino*

Conta até dez trilhões Ino! Respira fundo e conta de novo! Devem estar me perguntando o porquê disso... Simples! Eu estou para explodir de raiva! A vontade que eu tenho é de quebrar dente por dente daquela irritante da Sari se ela continuar a flertar sugestivamente com o MEU Gaara!

- Ino... – murmurou Lee para mim. – Você tá bem?

- Eu... – sussurrei me corroendo de raiva. – Eu... Preciso tomar um ar...

- Liga não Lee-kun... – falou a vaca da Sari. – Ela só deve estar se queimando por dentro.

- Pode traduzir o que você disse... – murmurei baixo – É que eu não tive a capacidade de entender a linguagem das vacas ainda!

- Sua... – resmungou já se levantando da cadeira e avançando pra cima de mim. – Eu te mato porca!

- Ei! – gritou Gaara entrando no meio. – Parem com isso já.

- Me solta que eu vou matar essa vaca! – gritei enquanto Gaara e Naruto tentavam inutilmente me segurar enquanto Lee e Sasuke seguravam a vaca da Sari. – Me solta!

- TODOS PRA FORA DO MEU RESTAURANTE! – gritou um senhor alto de longos cabelos ruivos. – FORA! FORA! NÃO QUERO ESCÂNDALO AQUI!

Notas finais
Desculpe novamente pela demora, mas eu finalmente consegui um tempinho pra escrever e postar! O próximo não sei quando sairá, espero que não demora! Beijos!