Notas iniciais
Oi gente, os links que eu vou colocar ao longo da fic são os personagens, ou como eu imagino que eles sejam. Só pra lembrar, a Maria Luiza é a Malu e a Lú ( só o irmão que a denomina assim) BEIJOSSS NA BUNDA, hehehehehe.

POV--- MARIA LUIZA

Depois de um banho resolvi ficar um tempo no celeiro, quem sabe escovar alguns cavalos. Ao todo eram sete cavalos e duas éguas. Gandhan era meu favorito, ganhara de meus pais com 10 anos, e com certeza foi a melhor coisa que eles me deram. Apesar de serem extremamente ausentes nas nossas vidas eles compensavam dando presentes.

Só nos mudamos para fazenda em fevereiro, apesar de nossa vó morrer em novembro e as aulas já haviam começado.

Antes de nos mudarmos completamente, convenci meu irmão a comprar mais um carro pra cada um, porque devido às circunstâncias precisávamos de consolo. Fizemos compras para renovar nossos armários para começar o ano bem, se isso for possível. Pode parecer frieza não demonstrar a falta que sinto dos meus pais e avós, mas... não, pera, é frieza mesmo.

Sou bem orgulhosa, mas não chego aos pés do meu irmão, esse sim é um grande inferno para fazer concordar com alguma coisa, igualzinho meu pai, "tal pai, tal filho”, sempre brincávamos. Fisicamente também éramos totalmente opostos, enquanto seus cabelos e olhos eram escuros, os meus eram claros.

Minhas aulas começariam na segunda-feira, então tinha o final de semana inteiro para aproveitar.Peguei meu camarinho preto (sempre fui apaixonada por carros esportivos e motos, aliás, tenho uma coleção delas) e fui dar uma volta pela cidade.

Sai da fazenda fiquei admirando as fazendas vizinhas, todas muito bonitas e luxuosas por sinal, e fui levantando poeira. Passei por 3 fazendas quando um cavalo vinha na direção oposta. O cavalo passou quase colado na minha janela e quando olhei pro dono, nossaaaaaa senhora, que Deus grego.

Ele me encarou e eu fiz questão de não desviar o olhar. Com um sorrisinho de lado falei:

– É uma estrada bem apertada, né?

– Muito, é horrível passar por aqui – ele respondeu olhando pro meu decote, balançando a cabeça e com as sobramcelhas juntas. Por que tinha a impressão que ele não tava falando sério?Pensando nisso eu não consegui me conter e dei um sorriso. – Meu nome é Noah, Noah Amiccuti.

– Meu Deus, Noah??

– Sim, eu te conheço? Porque eu não me esqueceria de uma moça tão bonita assim... Eu tava muito bebâdo? — Enfim ele acaba com seu monólogo e me pergunta com as sobrancelhas extremamente juntas. Reviro os olhos.

– Vejo que não mudou nadinha, hein? — pergunto irônica — Malu Salomon, se lembra?

– Malu?!?!- a expressão dele era cômica,um tanto chocado-o tempo te fez muito bem, devo confessar.

– Como assim? Tá querendo dizer que eu era feia antes? — joguei com ele.

– Magina Chérie, você sempre foi magnifica. É que agora que seu corpo também está, entende?

– Realmente não mudou em nada. Bem, foi bom te ver Noah– falei maliciosa.

– O prazer foi todo meu Malu– ele devolveu no mesmo tom.

Ele continuou seu caminho voltando pra sua fazenda e eu continuei indo para a cidade. E que cidade... Ensolarada, cheia de meninos lindos e sarados de short e prancha, e vários restaurantes atrativos.

Passei por uma escola chamada Instituit Albert Einstein, e lembrei que eu estudaria ali. Revirei os olhos só por pensar em ter que aguentar aquela gente me fazendo perguntas, como sempre. Continuei pela avenida e avistei uma sorveteria, estacionei e entrei. Pedi um milkshake de baunilha com pistache, meu favorito e fui sentar.

Sentei em uma mesinha na calçada e observei a escola. Fui passando o olho em tudo e vi uma academia de luta do lado da sorveteria. Fiquei interessada porque antes eu praticava, e era meu esporte favorito depois de Hipismo. Qualquer tipo de luta, enquanto morava com minha vó, eu praticava Muay Thai, e devo minhas pernas e glúteos bem desenvolvidos a isso. Não me aguentei eu fui dar uma olhada pra ver se era legal. Entrei pela porta de vidro e vi os meninos fazendo golpes juntos, realmente juntos. Eram muito treinados e fortes, dignos de orgulho de seu professor que era alto e forte também. Quando o professor me viu mandou um menino faixa preta continuar a contagem e veio falar comigo.

– Olá, tá interessada na aula? – perguntou.

– Hmm, sim, estava tomando um sorvete quando vi sua academia. – disse sorrindo -... parece que você treina muito bem seus alunos — falei olhando pros que treinavam.

– É, tento mostrar o possível essa arte maravilhosa que nosso corpo é capaz de fazer ... — Eufemismo — mas, então.. já praticou antes ?

– Sim, por uns três anos, mas tive que parar depois que minha avó morreu – falei com um sorriso amarelo — e acho que to querendo voltar.

– Nossa, fez por um bom tempo. Por que não pensa em voltar a lutar ? Seria bem recebida, apesar de não termos muitas meninas.

– Sim, vou pensar. Qualquer coisa passo daqui segunda, minha escola é aqui perto. – respondi.

– Ah, você estuda na IAE?- perguntou.

–Sim, por quê?

– Meu melhor aluno estuda lá, é o que está contando os golpes. – disse o treinador apontando para um cara lindo moreno, e gostosinho também – quem sabe não ficam na mesma sala...

– É, quem sabe... — respondi com um sorrisinho -.. já vou indo, passo daqui essa semana pra ver certinho.

– Ok, peça pra recepcionista um papel com o telefone daqui. Lembre-se que eu adoraria te treinar.

– Obrigada, tchau.

Sai da academia observando o cartão que tinha pego na recepção e pensando em como ela era de gente rica, aliás o que nessa cidade não é, né?... Mentira, eu sai imaginando como seria se aquele gostoso que tava contando estivesse na minha cama...

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Chegando em casa, fui para o meu quarto, que já estava com as minhas coisas arrumadas desde que decidimos que viríamos para cá e, depois de tomar um banho, fiquei fuçando no site da academia e da minha futura escola, ambos exclusivos pra classe A. Só sai do quarto para jantar com meu irmão que tinha pedido comida japonesa. Durante um diálogo qualquer ele me deu um envelope preto com um sorrisinho humorado de deboche.

– Um menino veio aqui te entegar esse envelope, "Chérie do camaro"- falou lendo no envelope e rindo, me fazendo rir também.

Abri o pacote curiosa com o que tinha dentro e vi um cartão e uma pulseira dourada, como aquelas de área vip ou coisas do tipo. Li o cartão e revirei os olhos sorrindo:

Chérie,

Esse é um convite pra uma festa Sábado, nada de mais, espero que ainda goste de festas. Apenas estou te deixando por dentro, já que esteve tanto tempo fora.

Beijinhos do jeito que você gosta.

Bem vinda de volta á Califórnia.

Noah.

NOAH:http://weheartit.com/entry/113160035/via/julia_silva180299

Notas finais
Essa coisa é confusa pra caralho, meu deus... Obrigada pra quem leu, e desculpe alguma coisa de errado. Ahhhhh, o link da foto do Noah tá ai no fim do cap., vejam como ele é :DD