Conflict Love
8 Flagrante...
Notas iniciais
Após atender a ligação e ouvir a voz de Kyo-Kun, tomei a decisão de dar um fim nisso...
– eu também quero vê-lo, preciso conversar sobre o que aconteceu.
Ele ficou em silêncio por instantes e por fim disse
– estou passando na frente da sua escola agora, já pode ir pensando na desculpa que vai dar aos seus pais.
E dizendo isso ele desligou.
Eu fui até a entrada da escola para esperá-lo, peguei meu celular e enviei uma mensagem aos meus pais dizendo que iria a uma livraria com as amigas e que chegaria mais tarde, logo depois que guardei o celular eu vi que kyoya já estava a minha espera. Quando entrei no carro ele fez questão de fechar os vidros, em seguida veio em minha direção para me beijar e eu virei meu rosto para despistá-lo.
Ele nada disse apenas ligou o carro e saiu da entrada da escola, seguiu até uma praça próxima da estação e parou.
– E então pode me dizer por que me evitou?
– eu fiquei sabendo de umas coisas e quero ouvir de você a verdade.
– hum, prossiga
– você teve algum relacionamento com minha mãe?
– isso é passado, o que importa é que agora eu quero você, você mexeu muito comigo e...
Fomos interrompidos inesperadamente por uma voz feminina
– E o que Otori Kyouya? Eu não te disse para ficar bem longe da minha filha?
Ambos ficamos como estátuas, eu por ter sido surpreendida pela minha mãe e ele por ser pego em flagrante assediando uma menor na frente de uma advogada e o pior ela é sua ex-namorada.
Minha mãe veio em nossa direção calmamente primeiro veio até mim com aquele olhar que eu conhecia melhor do que ninguém.
–Chizuru Maeda, em casa a gente conversa retire-se daqui.
Eu a obedeci imediatamente, contrariar minha mãe era uma coisa que nem meu próprio pai fazia. Ao seguir até a saída ainda pude ouvir o som do tapa que ela deu em Kyo-kun.
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POV Beatriz
Eu estava em frente a escola esperando Chizuru sair, ainda não tinha engolido a história de que ela havia passado a noite com o filho da Yumi, enquanto pensava nisso dentro do carro a vi parada no portão da escola com o pensamento longe, estava mexendo no celular e logo eu recebi uma mensagem dela dizendo que chegaria tarde em casa por que sairia com umas amigas. Eu já estava quase saindo com o carro de volta para casa quando vi um homem estacionando na frente da escola, e logo em seguida Chizuru entrando no carro.
Resolvi segui-los sem me manifestar e quando chegamos na pracinha próxima a estação ambos desceram do carro, esperei um pouco para descer quando vi com quem Chizuru estava, fiquei a espreita ouvindo sobre o que falavam. Quando ouvi a pergunta que Chizuru fez e a resposta que o homem deu a ela resolvi interrompê-los.
– E o que Otori Kyouya? Eu não te disse pra ficar longe da minha filha?
Após me manifestar ambos ficaram calados, disse a Chizuru que em casa nós conversaríamos e que ela saísse dali naquele momento, ela me obedeceu e quando vi que ela tinha se afastado o suficiente esbofeteei Kyouya com toda a minha força.
Ele me encarou por instantes e eu comecei a esbravejar
– o que você fez com a minha filha? você estava com ela na noite em que ela dormiu fora de casa não é? Você sabe que posso colocá-lo na cadeia por causa disso não sabe?
Ele nada disse continuou a me fitar sério.
– responda infeliz, o que você fez com a minha filha?
E por fim com um sorriso maldoso ele disse
– você quer saber com ou sem detalhes?
Fiquei enfurecida e parti pra cima dele, ele segurou meus braços me virando de costas para ele e em seguida me envolveu de forma que ficamos muito próximos e cochichou em meu ouvido
– você e este seu gênio forte me excitam vou te levar em um lugar bem aconchegante para conversarmos em sério.
E me jogou dentro do carro dele fechando a porta, em seguida saiu toda velocidade reduzindo depois de alguns metros me fitando pelo espelho retrovisor
– eu vou te processar por abuso a menor e assedio, tenho certeza que em dois dias você estará na cadeia.
– você não quer isso não é Beatriz,
Ele me respondeu sorrindo e acariciando meu cabelo
– Pare já este carro, vou entregá-lo a policia seu delinquente.
–ah vai é? Então vamos ver.
Ele estacionou em uma garagem e desceu do carro, em seguida abriu a porta e me retirou do automóvel e seguiu me puxando pelo braço, entramos em um elevador e eu logo perguntei
– onde estamos indo? Solte meu braço você está me machucando.
Ele não respondeu e nem me soltou, chegando ao andar estimado ele me arrastou até um corredor onde entramos em um apartamento, depois de trancar a porta ele me jogou no sofá e em seguida tirou seu terno e sua gravata.
– o que você vai fazer agora? Você ainda não respondeu o que fez com a minha filha.
– eu vou te contar e te mostrar o que eu fiz com ela.
Em seguida ele segurou-me contra o encosto do sofá me beijando, eu tentava escapar mas ele era mais forte depois segurando meus braços com uma mão ele começou a desbotoar a minha blusa e ainda me beijando ele começou a distribuir beijos por meus seios e a lamber minhas aureolas, meu corpo inteiro se estremeceu mas ainda assim eu tentava escapar.
Depois ele puxou minha saia até a altura da minha coxa e começou a acariciar o vão das minhas pernas meu corpo foi perdendo a resistência e fui me deixando levar aos poucos, ele notou isso e então distribuiu beijos em minha virilha massageando meu seio e eu inconscientemente comecei a gemer de excitação, ele começou a acariciar meu clitóris com a língua e logo começou a me sugar, eu segurava seus cabelos para que ele continuasse com as carícias e ele as fazia muito bem, ele me pegou no colo e me levou até sua cama retirou minha saia e continuou a me sugar eu estava muito excitada e puxei-o para um beijo.
Em seguida ele me virou de bruços e ficou entre as minhas pernas roçando seu membro em minha vagina e logo nos conectamos, ele começou a estocar forte e lentamente e eu puxava os lençóis gemendo de prazer, ele foi intensificando as estocadas e logo tivemos o orgasmo, ele se deitou ao meu lado e disse
– você continua muito gostosa, e parece que o marido não sabe satisfazer suas vontades.
– Ele faz bem melhor do que você!
Respondi me levantando da cama e procurando minhas roupas, ele me fitou e com um sorriso disse
– pode ficar tranquila Chizuru e eu só chegamos a parte do clitoris sua filha continua intacta.
Eu fiquei espantada, a razão voltou a si e eu percebi o que tinha acabado de fazer e agora estava sendo cúmplice dos atos dele, tinha entrado de cabeça no seu joguinho. Vesti minha roupa e quando cheguei a sala ele estava na porta sem camisa e com uma calça esporte me encarando.
– espero te ver logo, já chamei um táxi pra te levar até seu carro e você sabe que não poderá recusar não é?
Eu não sabia o que dizer, tinha traído a confiança de meu esposo e o pior não tinha volta, minha cabeça estava a mil peguei o táxi e fui até meu carro chegando lá entrei em meu veículo e desabei em lágrimas, estava completamente perdida.
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POV Chizuru
Cheguei em casa e fui direto para o quarto, tomei um banho e vesti uma roupa leve fui até a cozinha procurar algo para comer pois estava faminta quando recebi uma mensagem no celular.
Faz tempo que não ficamos juntos, quero beijá-la novamente ter um tempo com você me espere na estação amanhã depois do primeiro período de aula.
Souji
Meu coração acelerou, era mesmo verdade que nós não tínhamos um tempo só nosso mas se eu faltasse o segundo período depois de hoje minha mãe me matava, além do mais depois que ela me viu entrando no carro de um homem em frente a escola.
Estava tomando um suco de frutas sentada na mesa da cozinha pensativa quando vi a porta da sala abrindo era minha mãe com sua maquiagem borrada e olhos inchados acho que ela soube o que havia acontecido, comecei a pensar no pior, e se ela contasse ao papai? E se o papai acabasse fazendo uma besteira?
Essas e outras ideias sórdidas pairavam em minha cabeça, deixei o copo na pia e fui para meu quarto esperando o pior acontecer.
Depois de um tempo ela veio até meu quarto eu a fitava amedrontada enquanto ela trancava a porta na chave.
– Chizuru?
– Sim mãe. Respondi com a voz tremula.
– o kyouya abusou de você sexualmente? Ele forçou você a sair com ele?
– não mãe.
– Como você o conheceu?
Engoli em seco, o que eu podia esperar dessa conversa?
– eu estava desgostosa pq tinha visto Souji beijando outra garota, saí da escola mais cedo e iria pegar um ônibus para vir pra casa. Mas acabei sentada no ponto chorando muito e ele me viu e parou eu tentei sair dali depressa mas ele me seguiu e disse que era amigo de você e do papai eu acreditei e acabei indo tomar um suco com ele.
– E depois?
– Ele me convidou para ir ao Shopping me prometendo que me traria de volta pra casa, me levou ao cinema a sala de jogos e na praça de alimentação e como já tinha passado das dez da noite sugeriu que eu passasse a noite em seu apartamento e ... bom a senhora deve saber do resto.
– Filha antes de mais nada quero que você me prometa que não vai mais ver aquele homem, nunca mais entendeu?
–sim mãe
– e em segundo lugar me prometa que nunca mais vai esconder nada de mim ok?
– e em terceiro lugar não minta para seu pai e nem para mim nunca mais entendeu?
– sim mamãe.
– e você está proibida de sair a noite seja com amigas ou com aquele rapaz que ajudou você a mentir. Isso é tudo.
– mamãe você vai contar ao papai sobre isso?
– não acho melhor ficar entre nós.
Ela saiu do meu quarto me deixando surpresa. Me deitei na cama aliviada e depois de uns minutos decidi enviar uma resposta a Souji.
Eu adoraria sair com você, mas depois de alguns acontecimentos não posso mais sair a noite vamos nos ver no local de sempre, passaremos a tarde lá. bjus
Em seguida ele me respondeu com um ok e passei a noite pensando em como seria nosso encontro.
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Depois do primeiro período subi até o terraço onde sempre nos víamos, ele já estava a minha espera nos beijamos e ele me puxou para um canto onde tinha um lençol esticado no chão e algumas almofadas, havia pétalas de flores espalhadas e uma cesta com biscoitos e fruta, fiquei observando aquilo como uma boba e ele me sorria todo feliz.
– bom perguntei ao meu pai como surpreender uma garota num encontro e ele me deu umas dicas espero que tenha gostado.
– eu adorei, tudo isso é pra mim?
– sim, mas tem os extras...
Ele me tomou pela mão e me deitou suavemente no lençol deitando-se ao meu lado. Começamos a nos beijar e ele começou a acariciar meu rosto, logo estava passando a mão em meus seios por cima da roupa e eu o segurei pela gola da camiseta e aprofundei mais o beijo, de repente ele parou e se sentou e eu continuei deitada.
– Me desculpe, aqui não é o lugar e nem a hora.
– tudo bem, vamos deixar isso mais pra frente...
E passamos a tarde nos beijando e curtindo a companhia um do outro.
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