Confissões
6 VI - Tortura/Embriaguez/Sexo/Queimaduras/Eu Te Amo
Notas iniciais
Primeiramente, me desculpe pela demora, mas essa demora foi muito boa PARA MIM. Eu recuperei min ha nota em física, e estou conseguindo manter minhas notas altas, mas para isso eu precisei focar nos meus estudos.
Eu demoro mas eu posto, e novamente, me desculpem pela demora.
Espero que gostem do novo capítulo.
Acho que daqui a 2 ou 3 capítulos essa história acaba.
Mas eu não sei, talvez a história tenha mais capítulos, mas isso depende da minha inspiração.
P.S.: NÃO HÁ SEXO NESSE CAPÍTULO, APESAR DO TÍTULO DO CAPÍTULO.
Lembro-me que depois daquela declaração, começamos uma relação escondida. E somente escondida, pois eu não queria ferir os sentimentos de Itachi. Não queria que ele descobrisse que eu estava me envolvendo com seu irmão mais novo. Orgulho masculino. Ele estava apaixonado por mim quando terminei nossa relação, e alguns meses depois eu começo a me envolver com seu irmão. Como ele se sentiria? Devastado, depressivo, arrasado, traído, com o orgulho ferido. E eu não queria isso. Não, nunca. Itachi sempre teria um espaço reservado no meu coração e na vida. Ele, de forma alguma, merecia essa humilhação.
Sasuke nunca gostou da minha atitude, de esconder nosso relacionamento. De acordo com ele, “homens devem mostrar a outros homens o que são deles”. Machista? Sim. Eu me importei? Nem um pouco. Era bom sentir-se desejada. Era bom saber que eu era dele.
Dele! Meu maior sonho. Eu finalmente estava nos braços do meu príncipe encantado.
Também tinha o problema com Neji. Mesmo que eu estivesse com 25 anos, Neji me tratava como se eu tivesse 15 anos. Principalmente na questão ‘homens’. Para ela, todos os homens que se aproximavam de mim queriam somente uma coisa. Sexo. Ele nunca aceitou nenhum dos meus relacionamentos, mesmo que só fossem dois. Sai e Itachi. E mesmo Tenten, minha melhor amiga e atual namorada de Neji, e única pessoa que consegue fazer dele um cachorrinho na coleira, conseguia domá-lo quando o assunto era minha vida pessoal.
Mas não me preocuparia com isso. Primeiro veria se meu romance com Sasuke seria uma coisa séria e duradoura ou somente seria mais um casinho da vida de Uchiha Sasuke, o que eu particularmente desejava que não fosse.
Mas eu realmente não acreditava que eu fosse um mero casinho. Toda vez que nós tínhamos um encontro, Sasuke sempre me tratava como uma dama. Jantar a luz de velas em um restaurante chique e reservado totalmente e somente para nós. Passeio de iate pelo Mar Leste do Japão. Viagem ao EUA somente para passear pelo Soho nova-iorquino, o que eu achei extremamente desnecessário até ele parar na 97 Greene Street, mais especificamente na loja Tiffany & Co. e comprar um lindo, delicado, e grande, anel de diamantes para oficializar nossa relação.
Mas também tínhamos encontros mais casuais. Cinemas, teatros, livrarias, cafés, restaurante ‘meia boca’, como ele mesmo chamava, e sim, ele era metido, mas com a desculpa de que ‘eu merecia o melhor’. Kawaii! Mas depois de qualquer programa juntos, sempre terminávamos no meu apartamento, tanto conversando sobre coisas bobas ou beijando. E sinceramente, essa era a melhor parte de todos os nossos encontros. Não pela parte dos beijos, não que os beijos dele não eram bons, porque eram muito bons, mas porque era uma parte mais íntima, mais pessoal, somente eu e ele. Ele sempre sussurrava palavras doces no meu ouvido, e algumas palavras mais ousadas, que me faziam corar todas as cores derivadas do magenta. Uma vez fiquei roxa e quase desmaiei, mas eu gostava dessas partes, não por eu ser pervertida, mas porque essa era a personalidade de Sasuke, meu Sasuke.
Mas nem tudo que é bom dura para sempre. A fase doce da nossa relação estava passando. Sasuke diversas vezes me pedia para transformar nossa relação em uma relação pública, mas eu sempre negava. Tinha medo, medo de Itachi se ofender. Sei que deveria me importar com o que Sasuke pensava, mas somente a imagem de Itachi triste por minha causa, mais do que quando nós terminamos o namoro.
Então Sasuke teve a brilhante, ou não, ideia de conseguir uma namorada para Itachi. Assim ele se esqueceria de mim e assim eu seria dele totalmente, embora ele já soubesse que eu já era dele.
Bem, o plano não deu certo, pois a ‘garota perfeita’ que Sasuke escolheu para Itachi provou que Sasuke nada sabia sobre Itachi, simplesmente porque Itachi já estava namorando outra garota. Essa foi uma surpresa maior. Konan, o nome da mulher, era uma renomada escritora de livros na Europa, embora ainda não tivesse ganhado o estrelato na Ásia. Ela, apesar da aparência um pouco rebelde, com algumas tattos e piercings, provou fazer Itachi feliz, e se Itachi estava feliz, eu estava feliz, e Sasuke mais ainda, pois agora poderíamos fazer nosso romance público. E assim fizemos.
Logo de cara, foi um escândalo enorme na sede conjunta das Empresas Uchiha e das Corporações Hyuuga. Mas a opinião mais importante para eles, a de Itachi, foi a mais impressionante. Com um sorriso pequeno, mas sincero, ele desejou tudo de bom para o novo casal.
Claro que a noticia chegou rápido aos ouvidos de meu super protetor primo e meu tradicional pai. E em dois dias, lá estávamos, eu e Sasuke, sentados na imperial mesa da sala de jantar na mansão de meu pai. Olhares gélidos e um silêncio incomodo, acompanhado da tensão no ar, me faziam suar frio. E eu nem sabia o porquê daquilo. Com Sai ou Itachi eu não passei por aquilo, mas eu tinha uma teoria na cabeça. A vida ‘galinha’ de Sasuke deve ter caído nos ouvidos de meu pai, e eu suspeitava de Neji. Logo de cara meu pai foi direto. Disse que eu era uma moça de respeito e tradição, e sendo a presidente das Corporações Hyuuga, deveria ser respeitada como tal. Sem escândalos, sem paparazzi, sem notícias sobre festas casuais, rumores sobre a relação pessoal e íntima, ou traição. A última parte ele disse olhando profundamente nos orbes negros de meu namorado. Sinceramente, aquilo era necessário? O que mais também era desnecessário era a reação de Neji, que se segurava para não rir da cara de Sasuke quando o mesmo ouviu a parte da traição. Mas eu e Sasuke passamos por esse apavorante jantar / interrogatório / tortura / idiotice / diversão para Neji. Sinceramente, se Sasuke não me deixasse depois daquele jantar, ele me daria a maior prova de que me amava, pois aguentar minha família fora realmente um inferno. Devo admitir que, depois desse jantar, eu e Sasuke enchemos a cara de whisky caro em meu apartamento, e nessa mesma noite tivemos nossa primeira vez. Embriagados. No tapete vinho da minha sala de estar, com a televisão ligada em um programa na qual eu não me lembro. Sim, essa foi nossa primeira vez juntos. Mas o que marcou mesmo essa ocasião foi o que ele me disse antes de eu apagar completamente, Eu Te amo!
Lembro-me também que, no dia seguinte, acordei com a maior dor de cabeça possível. O simples barulho do tik tok do relógio já fazia minha cabeça explodir. E para completar minhas costas e cochas estavam ardendo. Marcas de queimadura por causa do atrito entre minha pele e o tapete. E isso se ligava ao nosso ato de amor embriagado da noite passada. E logo um sorriso aberto se formou em minha face. Sim, a tortura que foi o jantar com a minha família, os vários copos de whisky que ingerimos, o sexo, as marcas de queimadura de tapete, tudo valia a pena, porque as três últimas palavras que ele me disse estavam impregnadas na minha cabeça. Eu sempre esperei, sonhei com ele falando essas três mágicas palavras para mim, mas ele falando essas três palavras na vida real, somente para mim, era algo completamente melhor do que o que eu sonhei. Ele me amava, de verdade.
Notas finais
p.s.2.: Vocês querem um hentai no último capítulo? só pensando aqui sabe .......... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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