Notas iniciais
Isso foi algo que surgiu em minha mente, após eu me estressar muito com um povo do meu trabalho de Química. Faço isso as vezes pra me desestressar.Divirtam-se (ou não)

Quando completei 16 anos ganhei um taco, uma luva e uma bola de beisebol que tanto pedi. No entanto, não havia ninguem para jogar, pois todos os meus melhores amigos estavam viajando ... Maldito dia em que fui nascer! Justo nas férias mais longas do ano, e somente alguns colegas que não falo tanto assim comparareceram, e não gosto de compartilhar nada com eles.

Pra ser mais sincero, não gosto de compartilhar nada com ninguem, principalmente como me sinto.

Quando pequeno eu fui sequestrado, e quase fui estuprado. Não sei se isso causou sérios danos ao meu cérebro, pois eu faço coisas e depois não me lembro o que eu faço

Por não ter nada o que fazer, resolvi jogar sozinho. Eu lançava a bola pro alto e rebatia com o taco... E fiquei nisso por bastante tempo, até que num momento qualquer, rebati a bola com tal força que foi parar muito longe, destruindo a janela do meu novo vizinho.

Saí correndo, é óbvio. Entrei em casa, joguei meu taco em qualquer canto escuro da casa e me tranquei no meu refúgio.

Meu quarto é o mais escuro de toda a casa. Por incrível que pareça, o Sol não bate na minha janela e é sempre nessa mesma direção que vem as tempestades. A unica visão clara que tenho, é a do jardim sombrio da minha vizinha, Senhora Harrows, que é doida, literalmente falando.

É meio estranho mas...Meu quarto não é o do tipo comum em relação aos meus amigos "normais". Eu não guardo pornografia debaixo da minha cama, não coloco pôsteres de bandas de rock na minha parede, tampouco deixo tudo uma bagunça.

Parece mais um quarto de asilo... Tem as paredes pintadas com um amarelo desgastado, com desenhos em formato de losango por todo o quarto. As paredes tem saliências estranhas, principalmente quando chegam perto do armário. Parecem veias expostas. A porta principal é marrom e preto, e muito comprida, e na maioria das vezes, sempre emperra. Já consegui um macete pra poder abrir com facilidade, mas parece que só eu entendendo.

No criado-mudo, deixo uma fotografia de quando eu era pequeno, junto com meu irmão mais velho e a minha mãe. Eles morreram faz muito tempo. Sou totalmente o oposto do falecido Jason. Ele era bem alto, de corpo bonito e moreno. Olhos verdes brilhantes e sempre com um sorriso enorme no belo rosto. Ele puxou muito a mamãe. E o papai, é claro.

Nem parece que eu sou daquela família! Papai até disse uma vez que eu não era filho dele, mas isso só foi quando ele estava bêbado.

Apesar de eu ter 16 anos, eu ainda não tinha desenvolvido coisas do tipo: pêlos pubianos, altura, voz grave.

Sou quase tão branco quanto papel, e meus olhos são amarelo-esverdeados, ou sejá lá o que eles forem, não os acho bonito. Meu cabelo é ondulado, um pouco grande para os meninos e castanho claro. Sem contar que tenho apenas 1,60 de altura, pareço mais uma criança perdida.

Semana passada, uma família se mudou para a casa do senhor Stone, o caçador. Parece que é apenas mãe, pai e e filho. Falei apenas com a mulher, que aparentava ter uns 29 anos apenas, no entanto, não falei com os outros dois. Pareciam sempre ocupados e a mãe é que ficava mais em casa. O nome dela é Sarah Slater.

Papai passava a maior parte do dia em seu escritório de contabilidade no outro lado da cidade, e eu? Bom, eu passo a parcela do tempo perambulando pela casa todinha, procurando o que fazer, e eu não sou de aprontar, vez ou outra acabo de castigo, o que vai acontecer hoje, quando papai descobrir que eu quebrei a janela dos vizinhos.

Notas finais
juro que vai ter mais coisa se eu tiver pelo menos dois reviews de outras pessoas.obg.^^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.