Notas iniciais
Aaaaaaa socorro dskjfksdjf quanto tempo né? desculpa gente, foi MUITO corrido pra mim! To tendo que estudar em dobro etc, mas, enfim. Terá sexo nesse capítulo. To avisando aqui nas notas pra que todos saibam antes de começar a ler ;)

Os dias se passaram e tudo estava na mesma. Eu ainda não tinha me acostumado muito com o colégio novo, mas não tinha nada para fazer. O Lucas ficava em casa o dia todo, eu chegava depois do meio-dia, e nós sempre arrumávamos algo pra fazer.

Sexta-feira, meio-dia, um calor infernal. Cheguei em casa e percebi que estava tudo muito quieto, gritei o nome do Lucas mas ele não respondeu. Cláudia, a nossa empregada, apareceu atrás de mim e me cutucou.

-Ah! -Exclamei de susto. -Clau, cadê todo mundo?

-Oi Carol, eles estão no hospital. Sua mãe ligou avisando que a Ju melhorou muito essa madrugada e ela já podia receber visitas. O Lucas quis esperar você chegar, mas sua mãe pediu para que ele fosse antes.

Aquilo tinha sido a melhor notícia que eu já recebera em toda a minha vida. Abri um sorriso. Não pensei duas vezes. Subi correndo para o meu quarto, tomei uma ducha, me troquei e chamei um táxi. Em cerca de vinte minutos, lá estava eu. Maluca dentro do hospital tentando achar meus pais ou alguém que me autorizasse ver a Juliana. Um dos médicos estava passando pelo corredor onde eu estava e me reconheceu. Glória!!! Ele me disse que minha irmã estava recebendo visitas e indicou o quarto dela. Cheguei lá e dei de cara com o Lucas e a Ju conversando e rindo. Quando eles me viram, fizeram silêncio. Eu congelei na porta. Vi a Juliana finalmente acordada, rindo. Aquilo parecia um sonho. Ela começou a rir e chorar ao mesmo tempo, eu não pude evitar e fiz o mesmo, depois fui cuidadosamente até ela para que eu pudesse abraçá-la. Era um pouco constrangedor ver minha irmã cheia de aparelhos, mas vê-la sorrindo compensava tudo isso. Eu e o Lucas ficamos no hospital até as cinco da tarde, quando o horário de visitas foi encerrado. Passamos em uma lanchonete para comer algo, já que eu nem tinha almoçado, e depois fomos pra casa.

Enquanto o Luc tomava banho, eu me joguei na cama e fiquei olhando para o teto, sem fazer nada, pensando em nada, quando meu celular começou a vibrar. Três ligações perdidas do Nicolas. Retornei.

-Carol? -Ele atendeu.

-Oi Nick, meu celular estava no silencioso.

-Ah, sem problemas.

Eu contei para ele sobre o progresso da Ju, ele demonstrou felicidade, e nós continuamos conversando por mais um tempo.

O Lucas bateu na porta do meu quarto, eu deixei que ele entrasse, claro. Ele estava arrumado, com roupa de sair e um perfume maravilhoso.

-Vai sair? -Eu perguntei enquanto me sentava na cama.

-Sim. Conheci a filha de uma das médicas lá do hospital. Nós estamos nos falando há uma semana mais ou menos. O nome dela é Laura. Nós temos bastante em comum, e ela é bem legal. -O Luc sorriu.

-Hm. -Resmunguei com uma ponta de ciúmes. -Lucas e Laura... Isso tá mais pra nome de dupla sertaneja do que um casal. -Eu ri ironicamente.

-Não vamos virar uma dupla sertaneja, garanto. Já sobre o casal, bom, não sei de nada.

-Você ta querendo me provocar? Porque se foi essa intenção, não ta dando certo. -Eu menti, pois por dentro eu estava quase surtando de ciúmes.

-Eu? -Ele disse fingindo uma indignação. -É claro que não. Enfim, agora tenho que ir. Ainda tenho que passar na casa da Laura pra buscá-la. -Ele respondeu saindo e fechando a porta.

Esperei intacta por cinco minutos e depois o gritei. Ele não respondeu, então tinha certeza de que eu já estava sozinha. Surtei.

-AAAAAAAAAAAAAH!!!! Vagabundo, filho da puta. Ele faz de propósito, otário. -Eu gritava ainda louca de ciúmes. -Calma, você tem que se controlar. -Repeti três vezes para o meu reflexo no espelho.

Depois do meu momento revolta, olhei para o relógio e ele marcava sete e quinze da noite. O que eu iria ficar fazendo sozinha em casa? Liguei para o Nicolas, antes do segundo toque ele atendeu.

-Carol?

-Nick, você ta ocupado?

-Não, na verdade nem to fazendo nada. Por que?

-Porque eu to sozinha aqui em casa. -Eu disse sem malícia. -E faz tempo que a gente não se vê. Será que dá pra você vir aqui?

-Pode ser! -Ele respondeu animado. -Chego aí em dez minutos.

Um tempo depois a campainha tocou. Atendi, era o Nicolas, óbvio. Ficamos jogando xbox, mas ele ganhava todas as partidas. Confesso que eu era extremamente péssima para futebol. Eu mal conseguia encostar os meus jogadores na bola, caímos no riso. Eu peguei um copo de coca-cola que tinha em cima da mesinha de centro, quando comecei a beber, o Nicolas contou uma piada e eu engasguei. Foi aquela chuva de coca-cola. Derrubei no chão, no sofá e na minha roupa. Minha barriga doía de tanto rir.

-Ah, que droga! -Eu exclamei entre risos. -Vou ter que trocar de roupa, espera ai.

Nós continuávamos a rir e eu toda desastrada tropecei no Nicolas e acabei derrubando refrigerante nele também.

-Nossa! -Eu gritei. -Desculpa.

-Tudo bem, relaxa. -O Nick disse despreocupado.

-Vamos lá embaixo na lavanderia que eu vou lavar a sua camiseta, né.

-Não precisa, Carol.

-Eu sujei, eu limpo. -Nós rimos. -Não vai demorar, eu coloco na secadeira.

Descemos e ele tirou a camisa. AH! Para para paradise... hahaha. Eu virei de costas para ele, e apoiada no tanquinho, comecei a esfregar a camiseta dele até a mancha sair. Sabe aquela sensação de que tem gente te observando? Então. Eu sentia isso, mesmo sem olhar para trás, eu sentia que ele estava encarando minha bunda. Terminei de lavar e coloquei para secar.

-Eu to grudando, cheirando a coca-cola e nojenta! Preciso de um banho. -Eu resmunguei. -Vou subir, não demoro. Enquanto isso, sua camiseta seca.

Fui indo em direção a escada quando percebi que ele vinha atrás.

-Onde você vai, senhor Nicolas?

-Vou subir com você, né.

-O que? Vai comigo até o meu quarto?

-É claro. Você não achou que eu ia ficar aqui embaixo, achou?

-Achei.

-Achou errado, mocinha. -Ele disse num tom malicioso e colocou as mãos na minha cintura enquanto subíamos as escadas. Eu não fiz nada, mas subi um pouco tensa.

Peguei minhas roupas e levei para o banheiro.

-Não demoro. -Eu avisei observando o Nicolas todo folgado na minha cama.

A água caia sobre mim e meu pensamento estava longe e todo confuso. Eu pensava em como estaria sendo o encontro do Lucas com aquela tal de Laura, lembrava de como o Nicolas era maravilhoso... Quando tomei-me por mim novamente percebi que já estava ali no chuveiro havia um bom tempo. Desliguei, me troquei e saí do banheiro rápido.

-Isso é porque você não ia demorar, hein. -O Nick debochou.

-Sério que eu demorei muito?

-Não, to brincando. Acho que uns vinte minutos.

Em pé, na frente do Nicolas, comecei a escovar meu cabelo, mas não estava tentando provocá-lo. Juro que não, porém eu podia perceber que ele estava me secando toda. Eu estava com um shorts branco e curto, e uma regata, por causa do calor.

-Por que você faz isso? -O Nick deixou escapar e quebrou o silêncio.

-Isso? -Perguntei sem entender.

-É, isso. Você me provoca.

-Eu? Não Nicolas, não mesmo.

-Mesmo que seja sem querer, mas me provoca. Com o seu jeito, seu corpo. Olha aí. Parada, na minha frente, apenas penteando o cabelo e isso já me deixa louco. -Ele falou calmo e aquilo me assustou um pouco.

-Não é por querer. -Eu disse baixo e virando-me para guardar a escova. Ele agarrou minha cintura e me puxou por trás. Porra, que pegada!

-Eu sei que não. Você é tão inocente. -O Nick sussurrou no meu ouvido e aquilo me fez ficar molhada.

Eu nunca... ah, vocês sabem. Eu nunca tinha... é, nunca. Nem sabia como fazer aquilo, nadinha. E sem contar que eu estava morrendo de vergonha, mas deixei rolar. Nós começamos a nos beijar, beijos quentes e selvagens e ele me jogou na cama.

-Nicolas, ta tarde. Eu acho melhor... -Eu disse querendo arregar, mas ele me interrompeu.

-Eu acho que não tem problema se eu passar a noite aqui.

O Nicolas começou a me dar toques provocantes. Dei um sorriso malicioso em forma de sinal verde e em segundo as mãos dele percorriam por todo o meu corpo, ele encontrou os meus lábios e me beijou com intensidade.

-Nico-Nicolas... -Falei com a respiração ofegante. Não queria que ele parasse, mas isso não era certo, ou pelo menos... Eu mal sabia o que estava fazendo. Estava totalmente fora de mim.

-Não fala nada. -Ele tapou minha boca com um selinho e rapidamente tirou minha blusa e logo em seguida meu sutiã. Queria não pensar negativo, mas eu estava morrendo de vergonha. Nunca nenhum garoto, e nem garota, tinha visto meu corpo nu.

Eu logo tirei a camisa dele também, e ele começou a apertar minhas coxas e chupar meus seios me fazendo arfar, eu já estava totalmente dominada, mas tinha que contar.

-Eu sou virgem! -Gritei fazendo ele parar.

-Eu sei disso. E não me importo nem um pouco. -Ele sorriu maliciosamente e prosseguiu.

Nossos olhos permaneceram fixos uns nos outros e ele começou a dar leves mordidas na minha orelha, aquilo estava me deixando mais louca. Enquanto isso ele me tocava carinhosamente, parecia ter um cuidado especial comigo. Eu estava embaixo dele, gostava dessa sensação de estar sem controle sobre mim mesma. Passei minhas unhas sobre as suas costas e percebi que ele estava só de cueca, por sinal, boxer preta. Era visível o volume do membro dele, já muito excitado. O Nick desceu as mãos, assim tirando minha calcinha, e começou a me estimular. Meu corpo vibrava a cada toque. Entrelacei meus dedos nos cabelos suados do Nicolas e sem controle nenhum sobre mim, comecei a sussurar o nome dele enquanto sentia aquela sensação maravilhosa. Sem pensar duas vezes, troquei de posição. Eu queria o controle da situação, e estava louca, pois não tinha experiência nenhuma com aquilo. Nicolas colocou suas mãos por cima das minhas me ajudando a fazer o movimento vai e vem em seu pau, que já estava duro e com as veias saltadas. Não demorou muito, eu já estava por baixo de novo, mas não havia problemas nisso. Ele começou a roçar seu membro na minha coxa e subiu até a virilha. Eu percebi que ele estava agoniado pra gozar, então provoquei.

-A gente nem começou e você já vai gozar? Fraco! -Disse no ouvido dele, num tom provocante.

-Caroline, ah Caroline. Não faz isso comigo. -Ele respondeu em meio aos gemidos.

Eu já estava nas nuvens, toda molhada. Juro que não aguentaria segurar por mais muito tempo. Podia sentir o pau dele latejar, até que ele meteu um dedo. Dei um leve impulso para trás e comecei a gemer pedindo mais. Ele ficou me estimulando por mais um pouco e quando percebeu que eu ia gozar, mudou de posição. De pernas abertas, eu segurava nos cabelos dele e gemia baixo, dando mais prazer. Ele logo penetrou só na entrada da minha vagina, me fazendo gemer, uma mistura de dor com prazer, mas logo a dor passou e eu arfei por mais. O Nick começou num vai e vem devagar e foi aumentando o ritmo. Eu não me importava mais com a dor, que não era nem comparada ao tamanho do prazer que estávamos sentindo. Fiquei tensa quando ele começou a aumentar o ritmo, mas acostumei. Queria eu, mais uma vez, o controle de tudo. Sem tirar os meus olhos dos olhos dele, troquei de posição. Agora eu estava por cima. Sentei nele e comecei a cavalgar de uma forma que eu nunca imaginara que eu pudesse fazer. Ele dava leve chupadas nos meus seios e me estimulava enquanto isso. Meu corpo estava ficando trêmulo, bambo, até que cheguei ao meu ápice. Em questão de segundos, vi o gozo dele escorrer, estávamos exaustos e satisfeitos.

Deitados na cama, tudo que eu conseguia ouvir era nossa respiração ainda ofegante e a batida acelerada de nossos corações. Deixei-o deitado e levantei para tomar um banho. Enquanto me trocava, eu podia sentir minhas pernas ainda bambas e eu não conseguia parar de pensar em tudo aquilo. Voltei para o quarto e o Nicolas estava em pé, apenas de cueca boxer preta, me esperando sair do banheiro. Ele me agarrou pela cintura e me beijou.

-Você é minha, entendeu? Só minha. -Ele sussurou dando leves mordidas na minha orelha.

-Sim, só sua. -Concordei.

Nicolas entrou no banheiro e eu fiquei deitada pensando em tudo que acabara de acontecer. Nunca pensei que pudesse ser tão bom. Estava fora de mim, flutuando com os meus próprios pensamentos quando escuto uma voz vindo lá debaixo.

-Carol? -Era o Lucas.

FUDEU! Ele me mataria se soubesse o que tinha acontecido entre eu e Nicolas. Fui até a porta do banheiro e vi que ela estava destrancada. Entrei e avisei o Nick sobre Lucas, ele concordou em ficar escondido embaixo da cama até que eu dissesse que era seguro sair, e na manhã seguinte, bem cedinho ele iria embora.

Notas finais
Espero que tenham gostado e que tenha compensado a demora ): não vou mais ficar tantos dias sem postar! ;)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.