Eu não costumo fujir de meus sentimentos ou desejos, quando quero e sinto algo, eu luto até conseguir, se for para quebrar a cara que seja, afinal eu já quebrei varias outras vezes e hoje estou aqui totalmente rcuperada do que passou. Sei que assim como hoje estou aqui a qualquer momento posso não estar, tudo passa rápido demais, então porquê me prender ao medo, porquê não me arriscar? Se eu sofrer hoje, amanhã ou daqui a alguns anos eu esqueço. Então porquê não mergulhar de cabeça e ir atrás, tentar saber como estar aquele cara que mecheu comigo desde a primeira vez em que o vi. Pra quê tentar fujir? Eu não sou covarde!

Estacionei perto dos predios onde ficam os dormitórios masculinos. Por sorte saiam alguns caras de um deles e assim que desci fui até eles perguntar aonde fica o dormitório de Edward.

Fui até lá sentindo as pernas bambas.Parei na frente da porta, respirei fundo antes de bater, quando o fiz, Jacob logo abriu a porta,e um sorriso largo brotou em seus lábios.

- Oi Bella!

- Oi Jacob, o Edward está?

- Não ele, saiu.

- Posso conversar com você então?

- Claro.

Eu o chamei para caminhar pelo campus e ele aceitou. Após alguns minutos em silencio começei a falar.

- Como Edward esta?

- Ah... É, Bem.

- Tão bem que você agora virou babá dele? — O encarei parando de andar e ele fez o mesmo.

- Fiquei preocupado. No fim de semana ele estava mal sabe, bebeu muito e só chorava feito um menino.

- Você é bem amigo dele não é?

- Ele é um cara legal, apezar dos problemas.

- Que problemas?

- Ah... Bella, eu não posso falar sobre isso, é coisa só dele.

- Tudo bem. Mas só me responde uma coisa. É sério... Os problemas?

- Você ta afim dele?

- Não! — Respondi rapido.

- Olha é o suficiente para você não se meter com ele.

- Tudo bem. Obrigada por vir conversar, e... Não conta a ele que fui procurá-lo e sobre nossa conversa ta?

- Pode deixar.

Voltamos juntos caminhando, e perguntei sobre seu curso de mecanica que Rose havia me falado outro dia. Ele falou que estava gostando muito e Edward até pareceu entender algumas coisas pois o ajudou com um trabalho. Deduzi que ele passou a semana bem, já que Jacob falou apenas sobre o final de semana.

Quando entrei em meu dromitório Rosalie me olhou séria com os braços cruzados.

- Você pirou!?

- Rose...

- Olha para isso. — Ela jogou meu celular sobre a cama. Com certeza eu havia o esquecido sobre a mesa no Pub, quando o peguei haviam uma mensagem aberta.

Vai se arrepender por ir atrás de Edward.

Alice B.

- Esta vendo Bella! Essa garota é louca você não conhece ela, não sabe até onde vai a sanidade dela. E se esse "vai se arrepender" for sério?

- Rose, eu estou pouco me lixando para ela.

- Como ela soube que você foi atrás dele? Deve ter informantes, deve ter uma verdadeira gangue vijiando o homem dela. Entenda, Edward Cullen é um problemático que ainda por cima tem Dona, entendeu? Do-na.

- Ele não gosta dela. — Falei enquanto sentava em minha cama.

- E de você? Hello, ele só teve um deslumbre quando te conheceu.Seja lá o que aconteceu entre vocês, e pelo que disse foi nada, já passou. Esta esquecido, ele encheu a cara deu um show aqui na porta e pronto. Então não vai atrás pelo amor de Deus foje disso.

Ok, aquelas palavras foram um choque de realidade. Rosalie estava falando a pura realidade. Mas então porque eu não conseguia me conformar?

A noite chegou e Rose me chamou para sair, mas eu não quiz, fiquei deitada em minha cama repassando mentalmente tudo que Rose me disse. Mas no final, eu não havia perdido a vontade de ver Edward, eu não queria simplesmente esquecê-lo. Ou pior, eu não conseguia. Senti meus olhos arder e me amaldiçoei por ter me apaixonado tão facilmente. Evitei beijá-lo para isso não acontecer e agora estou sofrendo por ele, sem nem se quer ter sentido seu gosto.
Batidas na porta me fizeram levantar, passei as mãos nos cabelos e fui até a porta, abrindo-a. E juro que por pouco não cai, mas senti suas pernas fraquejar ao vê-lo ali, em minha frente. Lindo como sempre. Me olhando fixamente, com uma expressão séria. Cada mãos de um lado da porta.

- Queria me ver? — Perguntou com a voz rouca, que eu lembrava muito bem, porem não fazia jus. Pessoalmente era mil vezes mais sexy.

- Como.... Jacob! — Balancei a cabeça negativamente.

- Na verdade foi um outro amigo e... Fiz Jacob me dizer a verdade. — Me perguntei se ele havia contado sobre minha preocupação.

Ali de frente para ele, eu não consegui criar se quer uma frase.

- Eu só... Você me procurou a uma semana e...

- Por favor esquece o que te contaram. — Pedio e suspirou, passando as mãos pelos cabelos, em seguida ele aproximou-se de mim, e paralizei ali. Ele pegou uma mexa de meu cabelos e notei seu rosto aproximando-se do meu. Ele cheirou demoradamente meu cabelo e em seguida me olhou nos olhos. Senti meu corpo estremecer e meu estomago embrulhar. Sua aproximação me tirou o folego e achei que iria morrer naquele momento.

- Senti falta do teu cheiro. — Respirou profundamente feixando os olhos. — Tão linda. — Sussurrou. — Como pode fazer isso?

- I-isso o quê? — Murmurei ofegante. Seu rosto rondava o meu e feixei os olhos apenas sentindo-o ali proximo a mim, e uma vontade absurda de agarra-lo.

- Essa foi a pior semana de minha vida. — Ele afastou-se e abri os olhos.

- Porquê?

- Mas... Porque você foi me procurar? — Mudou de assunto como de costume.

- Na verdade, eu só queria saber como você estava.

- Não se preocupa comigo linda. Segue sua vida e esquece que existo, não mereço sua preocupação. Esqueceu o que te fiz em nosso ultimo encontro?

- Como não Edward eu... Eu gostei de te conhecer e você é... Bem, você errou me tratando daquela forma mas mesmo assim não estou com raiva. Quem sabe podemos... Ser amigos. — Eu nem acreditei quando as palavras sairam por minha boca.

- Amigos? — Ele sorriu torto pela primeira vez, e eu quaze pulei em seu pescoço ali mesmo.

- Não, na verdade não! — Não resisti e avancei enlaçando meus braços em seu pescoço, ele segurou em minha cintura encarando-me. Eu não sabia quando o veria novamente e não iria deixar a chance de saber e sentir seu gosto.

- Quer mesmo isso? — Sussurou, roçando seus labius nos meus. Não respondi e diminui a minima distância entre nossa bocas.

E quando meus labius uniram-se aos dele, senti meu corpo estremecer. Sua lingua invadio minha boca e a minha leslizou por ela começando um ritimo inacreditávelmente delicioso. A macies de seus labius, o gosto do álcool e hortelã faziam uma sensação extremamente boa invadir minha mente. Por incrivel que pareça. Talvez os meus hormônios estivessem fazendo com que tudo que vem dele se torne excitante.

Quando me desliguei um pouco de nossas linguas, senti o aperto de suas mãos em minha sintura, que fizeram minha blusa subir um pouco e ele já estava tocando em minha pele. Meu sexo já estava umido apenas com o beijo agora ao sentir seu toque novas sensações surgiam em meu centro. Concentrei-me então em minha intimidade que estava um pouco abaixo de seu membro, me deu uma vontade louca de ficar na ponta dos pés e acomodar-me para senti-lo roçando em mim.

As vesperas de meus dezoito anos, meus hôrmonios gritavam e meu corpo exalava sexo, claro. Eu estava a ponto de para o beijo pois eu não aguentaria por muito tempo. Mas antes que eu me afastasse ele começou a caminhar par trás ouvi o baque da porta se feixando, em seguida voltou a caminha me levando para o interior do quarto, sem parar o beijo.

De repente assustei-me pois ele parou de me beijar e me jogou na cama, o encarei assustada, mas logo seu corpo estava por cima do meu voltando a me beijar. Sorri em seus labios e levei as mãos a sua nuca, puxei de leve algumas mexas e ele gemeu. Eu quaze enlouqueci ao ouvir aquele som. E para piorar ainda mais minha situação ele colou o corpo ao meu me fazendo sentir sua ereção, e foi impossivel conter o gemido. De repente ele parou o beijo novamente, o encarei confusa e ele imediatamente retirou a jacqueta, senti meu corpo tremer imaginando o que ele pretendia fazer. E quando ele arrancou a blusa ficando com o peito nu, tive que morder o labio segurando o gemido ao ver tamanha perdição. Seus musculos bem deficidos, os braços fortes vieram um para cada lado de minha cabeça encarando-me.

- Quero você todinha. — Seu olhar cheio de desejo, a boca entre aberta com os labius vermelhos, era a visão da perdição a minha frente, e ainda por cima dizendo que me quer todinha. Meu coração pulava no peito. Ele voltou a me beijar e eu travei uma luta interna. O que eu iria fazer? Dizer que sou virgem? Não, de maneira alguma eu iria dizer tal absurdo. Sair correndo? Não, eu não sou corvarde. Transar?

Tudo que eu queria no momento era não ter essa maldita virgindade, nunca imaginei que me arrependeria por tê-la preservado por tanto tempo. Sai de meus devaneios quando senti sua mão apertando meu seio enquanto sua ereção roçava em em minha itimidade. Rapidamente foi até a barra de de minha blusa levantando-a, paramos o beijo para terminar de retirar a peça e imediatamente ele enfiou a mão atrás de mim e arqueei o corpo para que ele retirasse também o sultiã. Fiquei extremamente vermelha quando me senti nua. Aquilo para mim era o maximo de intimidade, imagina só quando retira-se o resto? Eu iria retirar?

Sua boca veio até meu seio sujando e mordiscando arrancando gemidos que por mais que eu tentasse prendê-los parecia imposssivel. Eu jamasi havia sentido tal sensação. Era um misto de desespero e algo que eu nem sei dizer. Fiquei completamente descontrolada puxando seus cabelos e arqueando meu corpo. Notei que a mão direita dele estava abrindo a propria calça enquanto ainda sugava meu seio, ele parou levantando-se e rapidamente, digo rapidamente mesmo, arrastou a calça e a cueca que eu nem pude ver a cor. Mas não conseguiu retira-las da pernas pois seus reflexo pareciam estar terriveis por causa do ácool. E naquele momento eu quaze gritei dando pulinhos ao ver seu membro a minha frente. Grande, Grande mesmo! e ereto. Meu centro pulsava torturantemente desejando-o dentro de mim como jamais desejei ninguem antes. Se eu queria antes de ver imagine agora.

Ele veio até minha calça e a desabotoou puxando-a juntamente com a calcinha. Eu tive vontade de me cobrir com as mãos, mas já era tarde, seus olhos cheios de luxuria já me contemplava totalmente despida. Seu corpo veio para cima de mim e sinceramente estremeci por completa, um nervosismo terrivel, que me fez petrificar, porém, soltei um gemido que mais pareceu um grito ao sentir seus dedos em meu sexo. Ele sentiu a umidez e em seguida beijou-me com desejo. Eu não sabia o que fazer, a qualquer momento ele iria entrar com tudo dentro de mim e minha tão protejida virgindade estaria indo embora, mas esse não era o problema, mas sim, a dor que eu iria sentir.

Edward parou o beijo e olhou ao redor parecendo confuso. Foi com dificuldade até a sua calça retirou algo que eu desconfiei ser um preservativo. Feixei os olhos imaginando que seria agora. Não demorou muito para ele voltar para cima de mim e começar a lamber e sugar meu pescoço, gemi arquendo o corpo, e foi ai que o senti em minha entrada, feixei os olhos com força e o que senti a seguir foi uma dor, ou um ardor, nem sei bem como era. Ele começou a movimentar-se e cada vez doia mais. Afinal quando vai começar o prazer? Quando ele gozar? Seus movimentos de vai e vem estavam ficando cada vez mais fortes, e a dor estava misteriosamente diminuindo. Até que um gemido atravessou meus labius, e logo depois outro e outro. Começei a sentir uma sensação tão boa, que antes parecia impossivel surjir tal maravilha em meio a tanta dor. E a cada nova estocada eu desejava mais e mais daquilo. Edward parecia um animal encima de mim e aquilo colaborava para me deixar mais desejosa de prazer. Passei as unhas em suas costas desejando mais daquela sensação gostosa, movimentei os quadiz para senti-lo mais profundamente e mesmo ainda sentindo um leve incomodo a sensação boa era mil vez melhor.

Porém ouve o momento em que achei que fosse ter um troço, eu iria explodir de tando desejo, queria mais sempre mais. Então meu corpo começou a estremecer meu centro pulsava e eu me senti completa, finalmente eu havia alcançado o tão sonhado prazer com um homem, mas não era um homem qualquer. Se Edward fosse "qualquer homem" eu não teria me entregado de tal forma a ele. Logo depois de chegar ao ápice Edward deu mais algumas estocadas e o senti estremecer encima de mim. A visão daquele homem gozando era ainda mais linda.

Agora com certeza eu estou perdida. Ele não vai mais se quer olhar para mim. Homens como ele são todos iguais e eu já sabia disso e assinei meu atestado de infelicidade do mesmo jeito. Pelo menos eu sinto algo por ele. Não é um total estranho pois eu conheço muito bem o sentimento que causou em mim.

Edward caiu deitado ao meu lado, estava ofegante e eu também. Fiquei ali fitando o teto sem saber o que fazer.

- Você é...

- Não fala. — Ele começou a falar ofegante mas eu não aguentaria ele me chamando de gostosa, como se fosse uma das vadias que ele esta acostumado a pegar.

- Bella isso foi... — Ele não terminou.

Levantei tentando me desligar de seu olhar que com certeza estava em meu corpo.Fui até um roupão que estava na cadeira da escrivaninha e o vesti, quando virei-me Edward olhava fixamente para a cama.

- Bella o que é isso? — Franzi o cenho não entendendo do que ele estava falando, caminhei até lá, e me deparei com um pouco de sangue na colcha.

Droga! Eu já havia ouvido mil e um relatos de minhas amigas, e também sobre as amigas das amigas que e grande parte não sangraram em sua primeira vez, porque isso tinha que acontecer logo comigo?

- Eu não... — O que eu iria dizer?

- Você era virgem? — Tentei decifrar se ele estava chatiado, mas não conseguia ficar olhando por muito tempo para seu rosto. — Bella, responde.

- sim eu era e dai? — tentei ser idiferente.

- Como e dai? Eu poderia ter te machucado, e se eu estivesse mais bêbado... — Edward passou a mão pelos cabelos, e levantou e começou a vestir-se.

- Mas não aconteceu, isso não tem importância.

- Como não Bella? Desculpa, nem se quer perguntei se queria... eu....

- Não precisa pedir desculpa. Eu quiz isso! — Praticamente gritei enquanto o via se vestir, temendo que fosse embora com raiva. — Esta chatiado comigo?

- Não. — Ele terminou de vestir a blusa e me encarou. — Como poderia? Me desculpe. — Suspirou. — Eu nem sei o que di...

- Não diga ou pense nada. Eu quiz e... gostei, não precisa achar que vou ficar no seu pé por ter sido meu... primeiro. — Respirei fundo, tentando ser indiferente. — Só achei que ja estava na hora,sabe.. já tenho quaze dezoito. — Ai que ridiculo! Mas eu não podia me passar por boba apaixonada.

- Tudo bem. — Edward aproximou-se e depositou um beijo em minha testa. — Agente se vê. — Ele afastou-se e pegou sua jacqueta que estava no chão, acompanhei todos os seus movimentos até a ponta quando seu olhar fixou-se ao meu, me fazer arrepiar, e em seguida se foi. — Senti meus olhos arder, mas respirei fundo e fui para o banheiro tomar banho.

Acho que foi o banho mais longo de toa minha vida. Por mais que eu desejasse ficar com o cheiro de Edward em meu corpo, eu tentava inútilmente afastar os pensamentos sobre não haver futuro para nós. Não queria se quer pensar em Edward ou no que aconteceu, não agora que eu estava me sentindo tão vulnerável, por mais que eu quizesse chorar e expor meus sentimentos, eu não faria, primeiro vou clarear minhas idéias e depois verei como vou fica, se vale ou não apenas tentar.

Enquanto tentava lavar minha mente de qualquer lembrança ruim ou fantasia boba, de repente ouvi o baque da porta de meu quarto. Peguei uma toalha, enchuguei-me, enfiei a roupa que havia levado para o banheiro e sai.

- Ele já foi embora? Vadia! — Alice estava parada no meio do quarto, com um cara loiro ao seu lado

- Vem cá você é louca? — Perguntei olhando, dela para o cara que me encarava, ameaçadoramente.

- Eu te avisei Isabella. — a louca parcia estar insana, pois no mesmo pomento, começou a puxar a couxa da cama, bagunçando tudo.

- E eu me lixei para seu haviso. O que diabos esta fazendo? — Gritei tentando me aproximar mas fui barrada pelo loiro e imediatamente afastei-me. — Acha mesmo que faço ou deixo de fazer algo por sua causa? Me poupe Alice você não o centro do universo.

- O que Edward veio fazer aqui? — Ela havia acabado de jogar algumas coisas da escrivaninha no chão. Bufei com odio, se era para encarar o diabo, então eu iria encarar de frente logo de uma vez.

- Transar incansávelmente comigo, não esta vendo? Estou exausta, aquele homem é muito gostoso. — Ironizei aproximando-me mas o cara não permitiu novamente.

- Vadia! — Ela veio até mim com uma furia que até assustei-me quando senti o tapa em meu rosto, mas retribui no mesmo momento.

- Sai daqui sua imbe... — Senti um meus cabelos sendo puxados, mas Alice ainda estava ali em minah frente.

- Isso James, segura com força. — Alice sorrio enquanto caminhava para a porta. — Vem!

- O que você... — Tentei falar, mas o brutamontes puxava com mais força sempre que eu abria a boca.

- Vai já saber Bellinha. — Sorrio novamente saindo para fora do quarto.

Eu tentava fazer o tal james me soltar mas era inútil. Alice parou ao pé da escada, encarando-me.

— Olha bem Isabella, agora você vai ter só uma prova de que não deve brincar comigo. — Eu assumo daqui james. O carame soltou e Alice segurou da mesma forma

- Sua louca, você é doente! E eu vou te entregar para a policia sua vaca! — Gritei arranhando seu braço e tentando alcançar seu cabelos, ela não é tão forte, e logo consegui me soltar.

- Ai sua ordinaria! — Gritou sotando-me. — Se eu fosse você teria cuidado, pois coisas ruins podem acontecer com sua mamãezinha.

Eu ia partir para cima dela mas senti um empurrão que eu nem sei se foi ela mesma ou o cara, só o que senti foi meu corpo indo de encontro ao chão, mais precisamente a escada. A cada batida era uma dor tremenda, e aqueles degraus pareciam infinitos.

Ao contrário do que achei não fiquei desacordada quando cheguei no final, mas eu sinceramente desejei isso, pois meu corpo todo doia e principalmente minha cabeça. Passei a mão na testa e notei ter uma ferida ali. Uma risada sôou ali perto mas eu feixei os olhos me negando a encarar aquela doida.

- Oh que pena, eu bem que te avisei. Venha, olha aqui e diga X, agora é a vez do Ed saber o que acontece quando me desobedecem. — Abri os olhos e a vi a minha frente segurando o celurar. Ouvi o som de foto, e ela digitou alguma coisa. — Prontinho, ele vai já receber meu presentinho. Tchau Isabella, foi sinceramente um prazer.

Quando a vagabunda saiu tentei levantar, mas tudo a minha volta girava, fiquei sentada por alguns minutos, tentando consiliar as idéias. Minha face esquentou e notei estar chorando. Mas não por ter bolado aquela escada, mas por ver o quanto Alice era louca e decidida infernizar minha vida se me aproximar de Edward.

Mas o que posso fazer se isso é o que mais desejo?

Com dificuldade subi para meu quarto, lá peguei uma caixa de medicamentos e cuidei do ferimento em minha testa, era bem pequeno, mas ao redor um galo se formou. Tomei banho novamente, logo depois um analgésico e deitei-me.

Notas finais
Oiii, demorei mas apareci com capítulo. Passei dias negros sem net. :/
Proximo na quarta!!!
bjs e muuuito obrigada pelos reviews!!!