Notas iniciais
Disclaimer: Infelizmente TWILIGHT não me pertence, mas essa fanfic sim. Por favor, respeitem!

Playlist

“Beautiful Dirty Rich” Lady Gaga
“Breathe”
Kylie Minogue
“Ring the Alarm” Beyoncé
“Let’s Spend the Night Together” The Rolling Stones
“Possession Obssession”
Hall and Oates
“In Your Room” Depeche Mode
“Promiscuous Girl”
Nelly Furtado feat. Timberland
“I’ll do It” Heidi Montag
“Suck It Up” She Wants Revenge
“Obstinate” The Strokes
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Capítulo cinco – Inveja

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"A inveja que fala e que grita, é sempre desastrada;
a inveja que se cala, é a verdadeiramente temível."
- Antoine Rivarol -

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Luxo. Uma palavra simples e com tantos significados: extravagância, ostentação, magnificência, suntuosidade, pompa, capricho, fantasia, aquilo que é supérfluo, dentre tantos outros. O luxo exagerado, vindo para trazer conforto, em alguns casos desnecessários, é atrativo, chama atenção, causa a inveja alheia. Ambos um pecado capital.

E por mais que tenha tido muito proveito da boa vida patrocinada pelas atividades ilegais do padrinho em Chicago durante toda a sua vida em que ele a auxiliou com as despesas, Isabella Swan ainda assim se surpreendeu com o tamanho do luxo, da suntuosidade que o Senador Edward Cullen e sua família vivem.

O hangar sete do aeroporto Ronald Reagan estava cheio de aeronaves onde vários funcionários trabalhavam nelas, verificando painéis de controle, hélices, lataria, combustíveis, diários de bordo, entre tantas outras coisas que qualquer pessoa leiga sobre aviões não compreenderia. Isabella era uma pessoa assim: totalmente sem nenhum conhecimento técnico em saber identificar nomes, marcas, potências, painéis de controle, entre outras coisas em um avião particular. Contudo, a jornalista de longos cabelos castanhos avermelhados, e perspicazes olhos castanhos como chocolate derretido sabia com toda certeza que o jato no meio do hangar era de seu empregador.

Não teria como ela saber que aquela aeronave era um Gulfstream, modelo G550, com capacidade para até 18 pessoas, possuidor um motor Rolls-Royce, e que até mesmo consegue cruzar o planeta sem fazer escalas. Eram coisinhas mínimas e sem importância para Isabella que admirava a grandiosidade e o evidente luxo da aeronave, despertando uma cobiça tóxica.

O animal selvagem de sua inveja e ambição cresceram dentro de si mesma, coçando por dentro, envenenando seu íntimo, fazendo-a ansiar por algo que não fazia ideia o que era. Um sorriso que era um misto de curiosidade, desejo, avidez, brotou nos lábios da morena, ela queria entrar naquele avião e conhecer, desfrutar, cada mínimo detalhe que poderia haver a sua disposição em sua cabine, em todo aquele espaço.

Uma brisa suave percorreu todo o hangar, balançando os cabelos da jornalista que admirava o avião de médio porte diante de si. Era uma tarde típica de março, início de primavera, o sol não era gélido como na estação anterior, mas também não era quente como a da estação que viria. A temperatura estava amena, mas ainda carregava alguns vestígios do inverno, mas estes não eram tão rigorosos como o que a estação precedente trouxe à Capital Federal.

Isabella vestia um vestido preto com decote em V e acinturado com estampa de listras em diversos tons de cinza sobre uma jaqueta de couro também negra, suas pernas estavam cobertas por uma meia de seda preta, e em seus pés botas de cano longo e salto de couro negro. Seu traje discreto, delicado e feminino, fugindo completamente das roupas que usava em seu dia a dia no Gabinete do Senador Cullen, onde a sua finalidade principal era marcar as tão bem definidas curvas de seu corpo e suas longas pernas com saltos stilettos, algo que o modelo que usava hoje, divergia completamente.

Não se podia negar que a morena não estava bem vestida, contudo era peculiar vê-la daquela maneira tão feminina e não femme fatale como seus trajes diários faziam parecer. E até mesmo o Senador que pouco sabia sobre o vestuário feminino achou a escolha de roupa de sua Assessora de Imprensa delicada demais para ela, deixando com um aspecto muito mais angelical do que as roupas que normalmente usava a deixava, e olha que tantas vezes ele mesmo pegou se debatendo se ela não seria um anjo maligno por conta disso, mas naquele momento, naquela roupa, ela parecia um anjo divino. Algo dentro dele se perturbou ao vê-la tão meiga, aquilo não era ela.

Contudo antes que alguém pudesse notar a sua hesitação, ou então que seu tesão por aquela mulher aflorasse e ficasse mais evidente do que comumente já era, resolveu se fazer presente para a jornalista:

- Ora senhorita Swan, chegou antes do horário combinado. – sua voz ressoou algum ponto atrás de onde Isabella estava. Imediatamente ela virou para a origem da voz e viu o impotente homem vindo em sua direção vestindo um conjunto azul marinho da Força Aérea Norte-Americana com todas as suas condecorações e títulos expostos em seu peito, uma camisa branca por baixo sobre uma gravata azul, acompanhado de um quepe azul com o símbolo das Forças Armadas. Um verdadeiro deus dos ares.

A morena teve que segurar o suspiro que estava prestes a sair por seus lábios e não indicar a ele que estava completamente deslumbrada com a imagem do homem que caminhava em sua direção.

- Gosta do meu brinquedinho? – inquiriu com um sorriso convencido no rosto, admirando a sua aeronave.

- Sim, Senador. É lindo. – concordou Isabella ainda fascinada com a beleza do homem ao seu lado, invés do avião.

- Algumas das vantagens de ser Coronel da Força Aérea. – expos convencidamente dando uma ligeira piscadela em direção à morena, que se limitou a sorrir completamente seduzida pelo charme e poder que de qualquer maneira aquele homem emanava. – Estaremos decolando em alguns minutos, somente aguardando a minha esposa que deve estar chegando e a aprovação do plano de vôo. – ponderou divertido.

- Hum... É... Ok. – concordou Isabella admirando a aeronave, mas sem realmente vê-la perdida em seus próprios pensamentos, que iam somente para uma única direção: fazer sexo com Edward Cullen vestido de piloto na cabine de controle do avião a sua frente.

Edward que ainda admirava a mulher ao seu lado, desejou que pudesse ler seus pensamentos e descobrir o que se passava naquela cabeça. Isabella era demasiadamente misteriosa, parecia esconder algo que não gostaria que ninguém soubesse e exatamente por conta disto que o ruivo estava disposto a fazer tudo o que estivesse ao seu alcance, e até mesmo além, para descobrir o que esta exuberante mulher escondia.

O político estava tão distraído com seus próprios pensamentos e preocupações que não notou seu copiloto aproximando-se dele e de sua assessora com o plano de vôo; ou o carro em que sua esposa estacionando na entrada do hangar, entretanto os dois eventos se fizeram entrar em seu conhecimento no mesmo instante.

- Senhor, o plano de vôo foi autorizado. – a voz grave e profunda do copiloto declamou com autoridade, enquanto a voz estridente e esganiçada de Tanya dizia:

- Edward, desculpe o atraso querido. Aconteceu um imprevisto... – começou a justificar-se antes de sequer aproximar do marido que virou para a origem de sua voz e a observava com uma sobrancelha arqueada e com uma visível expressão de ódio, ignorando completamente seu copiloto.

- Vejamos qual foi o imprevisto? – disse Edward ironicamente. – Hum... Eleazar? – provocou a esposa que usava um blazer preto por cima de uma blusa de babados na cor gelo, sobre uma calça preta, sapatos de salto altíssimos pretos. Tanya puxou as mangas do abrigo em um gesto inconsciente, tentando se proteger do ataque do marido.

Isabella que estava próxima observava a interação entre os cônjuges com curiosidade. Ela sempre quis saber como era o relacionamento dos dois, uma vez que Edward traia a esposa com todas as mulheres que cruzavam em seu caminho, e também porque Tanya parecia tão falsamente feliz quando eram visto juntos em eventos que no mínimo algo de errado deveria acontecer naquele relacionamento, e quando a morena ouviu o político proclamar o nome ‘Eleazar’ sua curiosidade aumentou.

Ela já tinha ouvido ou lido este nome antes, isto ela vagamente recordava. Mas onde, em que circunstância, ainda era uma incógnita, contudo ver o rancor que o ruivo usou a pronunciar o nome e a surpresa no olhar da loira só fez com que ela cresse que este nome significava muito mais do que ela sequer imaginava ou supunha. Talvez, Isabella constatou, esse tal Eleazar fosse o seu passaporte para acabar com este casamento e com a vida do poderoso Senador Edward Cullen da maneira que ela havia tão bem arquitetado.

- Eu, eu, eu... não poderia recusar atendê-lo! – exclamou incerta. – Ele estava na porta de casa! – defendeu-se diante do olhar e da frase acusadora do esposo.

- Imagino que sim. – ironizou. – Imagine, recusar algo ao santo Eleazar. – divertiu-se irritadiço o político. Isabella disfarçou fingindo que não ouvia a discussão do casal pegando o seu celular e digitando uma breve mensagem direcionada ao padrinho e ao amante, Aro Volturi e Jacob Black, respectivamente:

“Quem é Eleazar?”

Ela não precisava especificar sobre que Eleazar ela falava, já que tanto o padrinho, quanto o amante sabiam que todas as perguntas que a morena fazia eram sobre a família Cullen e seus agregados. E ambos sorriram satisfeitos diante da questão dela, quando a leram.

Isabella poderia ser bastante obstinada, bitolada em algo, às vezes ignorando pequenos detalhes, o que não cabia, tanto para Aro quanto para Jacob que analisavam tudo como um todo. Eles avaliavam minuciosamente todos os pontos fracos e vulneráveis dos seus adversários, uma tática que ambos aprenderam no Exército Americano, e devido a isto que sorriram cada um de seu lugar ao lerem a mensagem da morena, o mais velho em Chicago e o mais novo da própria Capital Federal, antes de irem para seus próprios computadores portáteis e enviar todos os dados a jornalista.

A discussão entre o casal Cullen não durou muito tempo, pois Edward visivelmente irritado com a esposa virou a sua atenção para o copiloto enquanto o motorista do carro em que a esposa chegou ao hangar tirava as malas deste e as levavam para dentro da aeronave.

- Senhorita Swan, a sua bagagem para guardar no avião. – pronunciou o Senador à sua Assessora que ainda admirava o seu Blackberry aguardando alguma informação. Contudo, quando o poderoso homem falou todos no hangar levantaram a cabeça surpresos com sentença do político, mas a única a manifestar curiosidade geral foi Tanya.

- Como? – inquiriu pega totalmente desprevenida. – Você irá dar uma carona a esta senhorita, certo, Edward? – emendou com outra questão, evidenciando sua insegurança, temor de que a morena fosse uma amante do marido e principalmente um ciúmes inadequado para a relação que tinham. Tanya somente de admirar a jornalista sentiu-se completamente ameaçada.

- Tanya, está é a senhorita Isabella Swan, a minha nova Assessora de Imprensa. Ela irá nos acompanhar nessa viagem. – informou o Senador sem emoção, contudo antes que a esposa pudesse protestar ele a calou com um arquear de sobrancelhas e emendou: – Como você muito bem sabe, na próxima semana irei começar a conversar com investidores para a campanha de Alec a prefeitura de Washington, e a senhorita Swan vai me ajudar a preparar as melhores estratégias de comunicação.

- Mas eu achei que fosse um fim de semana nosso, Edward. – protestou Tanya visivelmente atordoada pela presença da jornalista.

- E será Tanya, somente trabalharei com a senhorita Swan quando você estiver tendo seus sonos de beleza, ou seus cuidados com a pele e aos cabelos. Eu sei o quanto o ar dos Grandes Lagos deixa a sua pele e cabelos ressecados. – disse o político, divertindo-se da esposa, mas fora Isabella, ninguém no hangar notou a ironia com que ele dizia aquelas palavras.

- Tudo bem. – concordou a loira a contragosto, sabendo que seria uma batalha perdida discutir com o cônjuge, retirou seus imensos óculos negros do rosto e pela primeira vez admirando a morena de cima a baixo cuidadosamente.

Tanya que aprendera sobre como avaliar uma mulher pela sua beleza e pela forma com que se vestia analisou clinicamente Isabella. A mulher diante de si era bonita, mas não tinha nenhuma beleza espetacular, de parar o trânsito, ou ainda deixar alguém que a olhe surpreso, era uma beleza comum, encontrada em qualquer esquina. Pele lisa, razoavelmente bem tratada, cabelos brilhantes e com um bom corte, e olhos de águia, perspicazes.

Seu corpo não era dos mais esculturais, tinha curvas acentuadas, mas estas não alcançavam o padrão de beleza internacional, sua altura era normal, um pouco baixinha talvez, diferentemente da loira que tinha o corpo e a altura de uma super top model de renome internacional. Apesar do traje um pouco juvenil – uma roupa um pouco inapropriada para alguém da idade da morena, que Tanya acreditava ser uns trinta dois, trinta e três anos – servia para uma curta viagem.

Apesar do evidente desprezo e arrogância que esbanjava, este foi completamente extinto quando encarou o rosto da morena. Os profundos e intensos olhos castanhos como chocolate derretido de Isabella, fizeram com que Tanya sentisse uma sensação ruim. Algo em seu íntimo despertou seu instinto de proteção, de sobrevivência, contudo a loira não conseguiu interpretar esta sensação, este aviso, considerando por fim que tinha mais haver com o fato do marido estar a traindo com a jornalista que agora iria passar o fim de semana com eles do que com os futuros problemas que aquela mulher lhe causaria. Instantaneamente assim que considerou este ponto, colocou em sua cabeça que deveria ao máximo mantê-los afastados ou interrompê-los sempre que possível para evitar um contato íntimo entre os dois enquanto estivessem nesta viagem, já que no dia a dia do marido era impossível controlar as mulheres que ele se envolvia.

O Senador que conhecia muitíssimo bem a esposa que tinha, divertiu-se intimamente com o olhar que Tanya lançava sobre Isabella, foi inevitável para o político não se entreter com a mãe de seus filhos, mesmo que internamente, pois era evidente que ela estava planejando algo para evitar que os dois ficassem juntos e ele acabasse fodendo a assessora no quarto de hóspedes em que ela ficaria. Todavia, ele era muito bom em tudo o que fazia e conseguiria foder quem quer que fosse na cara da esposa e essa nunca sequer perceberia o que aconteceu bem debaixo do seu nariz.

“Ah... esse fim de semana será muito interessante.” Pensou o Senador antes de sorrir torto consigo mesmo e caminhar para a sua aeronave e preparar finalmente para a decolagem.

Tanya que ainda estava ressentida com o tratamento do marido e com a ida de Isabella Swan em seu final de semana, que ela acreditava ser uma nova lua de mel, bufou irritada caminhando para a entrada da aeronave onde em seu interior se acomodou na larga poltrona de couro bege no meio do avião e colocou a sua máscara de gel para não inchar seus olhos, evitar uma cefaléia, e quem sabe dormir e descobrir que tudo não passou de um pesadelo.

Por sua vez, uma Isabella visivelmente deslumbrada pela suntuosidade e comodidade do avião sentou-se em umas das primeiras poltronas admirada pela riqueza e pelo luxo que estava ali ao seu alcance, diante de seus olhos deslumbrados.

Por força do hábito Isabella desligou seu aparelho celular e aguardou o início da decolagem. Ouviu o Senador Cullen dizer – claramente a ela – que a viagem seria de um pouco mais de duas horas de Washington até Lorain no Estado de Ohio, onde iriam pousar em uma pista particular, deles, evidentemente, e que ela estava autorizada a utilizar todos os serviços que o avião proporcionava.

Como previsto, assim que o avião estabilizou na sua altura de vôo e os avisos de cinto foram apagados, Isabella começou a desfrutar do conforto do avião. Ela se sentia como uma criança na Disneylândia, encantada com tudo, por mais que tentasse ao máximo não demonstrar. Duas horas e quinze minutos nunca se passaram tão rápido para a jornalista como aquelas, uma vez que todas as outras vezes que fez uso de algum avião, sempre passava mal e precisava ficar boa parte da viagem no minúsculo banheiro, ou então rezando para que o interminável vôo acabasse logo, algo que sempre parecia demorar muito mais.

A pista pertencente aos Cullen em Lorain era suficiente para pousar um avião de grande porte, e o que não surpreendeu ao todo Isabella foi notar que até mesmo uma torre de controle de tráfego aéreo tinha no lugar, o que mais tarde foi explicado a ela pelo Senador que vários políticos e magnatas que tinham propriedades na região pagavam a ele para fazerem uso da pista e por isso conseguiam manter o serviço tão bem guarnecido.

Um Audi Q7 azul metálico estava à espera de Edward, sua esposa Tanya e Isabella para levarem a casa de campo que sua irmã Alice havia herdado do avô, o ex-Senador Anthony Cullen, na sua morte por força do testamento. Edward que assim que deixou a sua aeronave já estava grudado em seu celular, enquanto Tanya ficava visivelmente irritada pelo pouco caso do marido. Isabella Swan, por sua vez, admirava como mera telespectadora o casamento bastante fatigado de seu empregador, analisando quais seriam os pontos fracos que ela poderia explorar. E como um aviso dos céus, ela conseguiu captar uma cena que a surpreendeu:

Um funcionário do pequeno aeroporto admirando – mais do que deveria – o corpo escultural de Tanya Cullen, o que fez com que o Senador mesmo dando atenção mais ao telefone do que a sua volta olhasse torto para o jovem rapaz, que rapidamente disfarçou o olhar cobiçoso que lançava para a esposa do patrão. Isabella sorriu consigo mesma. Edward obviamente não gostava e nem amava Tanya, contudo tinha um prazer evidente de expô-la como um troféu, mas porque um troféu? O que teria Tanya Denali Cullen para causar tanta ‘devoção’ do Senador Edward Cullen?

E para responder as suas perguntas mentais, seu celular lhe comunicou o recebimento de dois emails, originados de seu padrinho Aro Volturi e de seu amante Jacob Black. Isabella sorriu perante a eficiência de ambos e a necessidade de lhe ajudarem seja pelo próprio bem ou pelo bem dela. Discretamente para não atrair a atenção do Senador Cullen ou de sua esposa, a jornalista abriu o email do amante.

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Princesa,

Espero que o vôo até os Grandes Lagos tenha sido confortável, eu sei o quanto você odeia voar. Lembre-se da dica que eu te dei, pense nos orgasmos múltiplos que te forneço quando estamos fazendo amor. Sinto a sua falta, este apartamento sem o seu fervor, sem o seu sexo, é muito frio. Odeio que você esteja longe, mas isso tudo que você busca é mais importante, mas não impede que eu deseje estar junto de você, explorando este corpo que tanto admiro, a vendo nua, e o resto você sabe o que eu faria, te foderia de todas as formas que você mais gosta, e depois das formas que mais gosto.

Mas antes que você me ligue irritada por ficar enrolando para dizer o que você me perguntou, aqui vai:

Eleazar Masen é primo do Senador Edward Cullen por parte de mãe. Foi viver com os Cullen em Chicago quando ambos tinham sete anos. Carlisle e Esme Cullen cuidaram de Eleazar como se fosse filho, causando o ódio do filho legítimo que queria atenção. Um mimado filho da puta atrevo-me a dizer. A inimizade entre os primos vem de longo tempo, parece que o ponto máximo da briga entre eles foi quando o intocável Senador testemunhou contra o primo no High School sobre o roubo do exame do SAT, que segundo informações Eleazar Masen furtou da secretária da escola.

Mas antes que você ache que seja só isso, tem um fato que pode te deixar muito, mais muito animada, Isa.

Eleazar após a condenação pelo furto dos exames do SAT deixou Washington onde a família Cullen vivia e foi para a Califórnia refugiar-se na casa da avó paterna, onde se apaixonou perdidamente pela recém-eleita miss Califórnia, na ocasião a inocente, bela e virginal Tanya Denali. Viveram um romance tórrido, antes do avô de Edward, Anthony Cullen, negociar o casamento do neto com a filha de uma amante, no caso a querida e atual esposa do Senador.

Conforme consta nos papéis que reunimos, Eleazar nunca suportou a separação e a traição da família Cullen diante do amor de Tanya, por mais que só Edward e o falecido avô dele sabem toda a história, de qualquer maneira Edward não suporta a esposa, a usa só como um troféu, fazendo questão de esfregar na cara do primo que ele conquistou a mulher que o outro amava. Briga infantil de um cara que foi a vida inteira mimado. Filho da puta arrogante e mesquinho, honestamente.

Sabe Isa, este Edward é um otário, não que o tal Eleazar também não seja, já que como bem sabemos o Senador tem pelo menos três amantes fixas que ele sustenta e muitas outras ocasionais, prostitutas de luxo que ele consegue facilmente no DernierPlaisir com um amigo de longa data, Emmett McCarty. Em suma, parece que Eleazar Masen é ainda obcecado em Tanya e agora se mudou para Washington para trabalhar em uma obra, onde é engenheiro chefe (como também para ficar perto da amada, testemunhando ela ser fodida pelo primo que tem tudo). Família de otários perdedores.

Este é o resumo de tudo o que consegui reunir por enquanto, se precisar de mais alguma coisa ou os papéis originais é só me pedir que te arrumo facilmente. Você sabe que por você eu vou até a lua, cachorra. Quero ver você uivando para mim.

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Isabella terminou de ler a mensagem do amante com um sorriso nos lábios. Jacob poderia ter dado seus pitacos – de um troglodita, ausente de qualquer sensibilidade – em sua maioria eram os próprios pensamentos da morena sem o devido refinamento que tinha devido a sua profissão; todavia, todas as informações estavam ali naquelas linhas, e ela precisava somente de uma conversinha com Eleazar Masen para fazer esse casamento ruir e conseguir o que desejava. Ou assim acreditava.

O Senador que ainda estava ao telefone com seu advogado e amigo de longa data da Escola de Direito, Seth Clearwater, ouvia com demasiada atenção tudo o que o seu Assessor Jurídico lhe dizia sobre o seu primo Eleazar Masen. Algumas informações que sua mãe havia lhe dado no telefone se confirmavam, porém, em sua maior parte era uma enorme surpresa para o político o pegando completamente desprevenido quando teve conhecimento que o primo havia transferido o seu seguro social para o Distrito de Columbia, pois gostaria de manter residência fixa na cidade.

Edward não temia o Engenheiro Civil, contudo gostava de saber que o loiro se mantinha a uma distância considerável dele e de sua família, para evitar que qualquer eventualidade de sua vida particular afetasse a sua vida pública, e ter Eleazar por perto significava uma ameaça constante, não só pela obsessão por Tanya que era doentia, mas principalmente por conhecer muitíssimo bem o primo político que foi criado como irmão e tendo como provar sua a amoralidade, a ilicitude tão bem escondidas e mascaradas que fizeram do ruivo o homem público respeitável que era conhecido atualmente.

- Mantenha a vigilância. Não quero ser pego desprevenido outra vez. – falou misteriosamente o Senador, antes de desligar o seu aparelho telefônico assim que paravam diante da enorme casa as margens do lago Erie.

A jornalista mesmo ainda distraída com o que havia lido em seu email, entreouviu o que o político disse, e aquela misteriosa sentença a fez ter certeza que era algo relacionado com o que ela acabara de ler, e ela estava disposta a saber, custasse o que fosse, do que se tratava. Entretanto, antes que pudesse começar a traçar seus planos em sua cabeça foi surpreendida pela imagem da enorme residência a sua frente, que ocasionou rapidamente a perda de sua linha de pensamentos.

Imensa. A casa diante dos olhos da jornalista fez mais uma vez que seu animal interno da inveja, da cobiça rugisse. Isabella sempre fora atraída pelo luxo, pela suntuosidade, pela grandiosidade, pelo poder, mas aquilo, aquela casa diante de si era muito além do que ela sempre quis. Ela sabia que a família Cullen tinha muitos recursos, que era rica, mas aquilo tudo o que estava presenciando ao longo do seu dia provava que aquela família tinha muito mais riqueza do que ela sequer supunha.

Não havia como Isabella saber, mas a residência de Alice Cullen-Whitlock às margens do Lago Erie tinha dez dormitórios, doze banheiros, um mini cinema, sala de jogos, academia, SPA, todo o conforto de uma casa na cidade e tantas outras ninharias que algumas pessoas somente vêem em filmes, ou simplesmente imaginam.

Tanya notou o deslumbramento da potencial rival, mas nada disse, riu para si mesma e guardou suas opiniões e desabafos para comentar com alguém tão maldosa como ela em algum chá da tarde em Washington onde zombaria da jornalista para suas ‘amigas’. Edward se surpreendeu com o olhar fascinado de sua Assessora, fazendo com que ele considerasse Isabella como uma amante fácil de agradar, já que a evidente humildade dela faria com que ela ficasse satisfeita com qualquer coisa, por mais insignificante que fosse.

Mal sabia ele o quanto estava enganado.

A jornalista seguiu o casal, junto com duas funcionárias da casa para o interior da residência. Tanya rapidamente seguida por uma empregada que carregava suas malas seguiram para a ala leste da casa, enquanto o Senador Cullen retirava o casaco da Força Aérea e virava a atenção para a sua Assessora que admirava a decoração do hall de entrada com demasiada atenção.

- Senhorita Swan, seja bem vinda à Casa do Lago da Família Cullen, atualmente esta residência pertence a minha irmã, Alice, que a senhorita irá conhecer em uma situação mais oportuna – iniciou o político pomposamente. -, eu e Tanya ficaremos na ala leste da casa, a senhorita ficará na ala oeste. Neste fim de semana só nós três faremos uso dela, assim a senhorita tem livre liberdade para utilizar as salas de projeção, SPA, piscina, jacuzzi, sauna, qualquer benfeitoria estará a sua disposição. Tanya e eu jantaremos em nossos aposentos, mas os empregados estarão a sua disposição para preparar o que você deseje para o jantar. – emendou.

- Sim, Senhor. – respondeu submissa a morena.

- Excelente. – sorriu torto o ruivo. – Venha, lhe mostrarei seus aposentos. – avisou abrindo caminho pela a ala oeste da imensa residência, sendo seguido de perto por Isabella e uma empregada que levava as bagagens da morena. – Amanhã por volta das nove da manhã a senhorita me encontre na biblioteca para trabalharmos, tudo bem, senhorita Swan? – perguntou com ligeira diversão o político.

- Claro, Senador. – respondeu prontamente Isabella, tentando disfarçar seu deslumbramento e a visível confusão que se instalava pelo seu corpo.

- Aproveite a piscina ou a jacuzzi esta noite, senhorita Swan. A senhorita tem estado muito tensa, precisa relaxar. – comentou com um olhar intenso para a Assessora da porta dos aposentos em que ela ficaria. – Seus aposentos, senhorita Swan. – avisou o Senador como um perfeito anfitrião, abrindo a porta do quarto para que ela admirasse onde ficaria durante o fim de semana.

Assim como toda a residência o quarto também era muitíssimo bem decorado. As paredes eram de um azul claríssimo que combinava com os padrões da estampa do edredom dobrado aos pés da cama, que contrastava com as cortinas de voal nude e com os móveis de pátina envelhecida. Sobre a cama de tamanho Queen size, lençóis de linho branco alvíssimos, acompanhados de almofadas nudes e azuis claras, indicavam o demasiado cuidado e bem estar que proporcionavam aos hóspedes. Abajures das cores dominantes no cômodo estavam a cada lado da cama.

Uma mesinha circular ficava em um canto acompanhado de um par de cadeiras estilo vintage extremamente elegantes. Duas portas brancas indicavam o banheiro e o closet, onde Isabella poderia pendurar alguma peça de roupa se necessário. De frente para a cama uma imensa porta de vidro que dava para uma sacada em que se visualizava toda a extensão do Lago Erie e as dependências da casa. Uma poltrona de estampa bege clara e nude, acompanhada de um pufe e mais uma mesinha, contudo desta vez quadrada, ficava próximo a porta, indicando um lugar tranquilo para se ler um livro.

O tamanho do requinte e da delicadeza dos detalhes do cômodo encantou Isabella mais do que qualquer outra decoração que seus olhos cobiçosos já tinham visto. Aquele quarto parecia os aposentos de uma princesa, de alguém da realeza, algo que durante toda a sua vida a jornalista somente sonhara, mas nunca havia tido, até agora, mesmo que fosse por apenas três dias.

- Bom, senhorita Swan, aproveite os ares do Lago Erie e qualquer coisa Kachiri providenciará a você. – explicou o Senador saindo dos aposentos que seriam de sua Assessora pelo fim de semana. – Tenha um excelente descanso. – desejou com um sorriso torto e com uma ligeira piscadela, caminhando a largas passadas pelo longo corredor que há segundos atrás ambos cruzaram.

A empregada Kachiri, uma senhora de sessenta e poucos anos, que há muito trabalhava naquela residência e por isto conhecia muitíssimo bem Edward e todos os outros, principalmente o avô do atual Senador de Illinois, murmurou algum impropério em sua língua mãe, o português, que nem se quisesse Isabella, que admirava a visão do quarto, ouviu ou entendeu. A mulher que tem os traços marcantes de sua origem – brasileira – pediu licença à jornalista com o seu sotaque carregado, e Isabella afastando completamente aquele ar de humildade e generosidade, resmungou alguma ofensa a pobre senhora.

Sozinha no calor acolhedor do cômodo, Isabella rapidamente retirou a roupa que usava, incomodada com a pureza e até mesmo delicadeza que aquelas vestimentas transpareciam, algo tão fora do seu personagem. Em apenas um par de minutos a morena estava completamente nua, não se incomodando com as janelas abertas do quarto, ocasionando a alguns funcionários um belíssimo show privé. Isabella é, e sempre será uma exibicionista. Gostava que todos: homens e mulheres a admirassem, fantasiassem com o seu corpo e quisessem fazer sexo com ela, a desejassem com toda a volúpia e luxúria possível, porque ela adorava ser desejada, e sabia muitíssimo bem que seu alvo, o Senador Edward Cullen, a desejava mesmo que não demonstrasse tal fato.

Agindo como uma madame, a exuberante morena foi ao banheiro da suíte e lhe preparou um bom banho de banheira, com alguns sais de ervas marítimas que tinham ali a disposição, e tão arrogante como é de esperar dela, se acomodou na imensa banheira redonda imaginando o quanto seria prazeroso, delicioso, fazer sexo com um homem como Edward Cullen naquele lugar.

O aroma da água perfumada se espalhava pelo banheiro enquanto a água esfriava. Isabella ainda encontrava-se admirada com a beleza do lugar, com a riqueza e o luxo da família Cullen, fantasiava com o dia que teria tudo aquilo para ela. O dia em que ela seria dona de lugares como aquele que se encontrava, o dia em que esbanjaria dinheiro como se nada fosse. Foi diante de seus pensamentos cobiçosos que se assustou quando ouviu o toque de seu celular ao longe. O toque de seu padrinho.

Rapidamente se enrolou em um roupão – para amenizar o frio que adentrava pela porta da sacada – e correu para a origem do som, atendendo com rapidez seu telefone.

- Alô? – respondeu ofegante.

- Ocupada? – inquiriu desconfiado o padrinho. – Se estiver fazendo alguma coisa, retorno depois, Isabella. – pronunciou o irmão de seu pai, sentindo um ciúmes fraternal de sua sobrinha, imaginando que ela estaria em meio a conjunção carnal com algum de seus inúmeros affaires.

- Não, não, tio; – tranquilizou rapidamente a morena — estava no banho e corri para não perder a sua chamada. Desculpe os modos e a demora em atendê-lo. – desculpou-se.

- Tudo bem minha querida, eu que peço perdão pelo meu julgamento precipitado. – justificou-se furtivamente. – Jacob me disse que você foi para os Grandes Lagos com o Senador Cullen, será que isto significa que estamos prestes a conseguir algo? – inquiriu ardilosamente.

- Não sei ao certo meu tio. – confessou a jornalista sentando-se na poltrona ao lado da imensa porta de vidro que dava para toda a extensão do Lago Erie. – O Senador exigiu a minha presença na viagem que faria com a esposa, sob a desculpa que precisava analisar como abordaria os investidores para a campanha do filho à prefeitura de Washington, mas sinceramente eu achei esta desculpa tão fajuta quanto à que George W. Bush usou para invadir o Iraque. – confessou fazendo um breve comparativo com a desculpa que o ex-presidente americano usou para se apossar das riquezas petrolíferas do país que um dia foi comandado por Saddam Hussein.

Aro Volturi riu da articulação da afilhada a fazer um comparativo político. O gângster sempre soube que Isabella se daria bem em qualquer atividade que fizesse uso da comunicação. Se ela tivesse optado pela carreira jurídica seria uma espécie de Advogada do Diabo, se tivesse preferido a artística seria uma atriz merecedora do Oscar, contudo a opção como jornalista também fora certa, pois fazia com que qualquer um acreditasse em suas palavras, e fora com este pensamento que o homem que comandava o Crime Organizado na cidade de Chicago admitiu para si mesmo que Isabella seria excelente em qualquer cargo político, conseguiria convencer qualquer homem, assim como Edward Cullen convencia até os mais descrentes.

- Hum... compreendo. Ele a levou para um fim de semana que seria uma espécie de lua de mel com a esposa para simplesmente discutir propostas de conversas com possíveis investidores para a campanha do filho? Humm. – refletiu o homem, com um sorriso enviesado no rosto. – Isto não é o Senador Cullen que conhecemos. – anuiu concisamente. – Isabella, você e Edward tiveram algum contato sexual durante estas duas últimas semanas? Seja sincera comigo. – exigiu saber seu padrinho.

A morena que sempre teve um relacionamento como de um pai com uma filha com o padrinho engoliu em seco. Aro tinha conhecimento que Isabella há muito já não era virgem que usava e abusava da sensualidade natural para conseguir o que queria, mesmo que para isso tivesse que fingir um orgasmo. Ela também tinha conhecimento que por diversas situações quando ela e Jacob eram mais novos, que ele os ouviu enquanto faziam sexo em sua casa, contudo nunca o tio lhe havia inquirido algo sobre a sua vida sexual de maneira tão direta, ele sempre deduziu – certo – o que a sobrinha fazia com os homens, mas a pergunta sobre sua vida sexual com o Senador Cullen a perturbou ligeiramente.

As experiências sexuais com o Coronel da Força Aérea foram tão intensas e tão intimistas que a morena queria guardar para si mesma como se sentiu ou o que haviam compartilhado. Tudo bem que ela havia se gabado para cima de Victoria Collins em uma primeira oportunidade, mas somente fizera isto para ver o ego da rival completamente despedaçado e invejando o que a outra tinha. Contudo narrar ao tio ou a Jacob as aventuras sexuais com aquele homem era um pouco humilhante. Mas visto que o padrinho aguardava e ansiava destruir aquela família de uma maneira que ela não conseguia compreender, assim como ela queria ser reconhecida como uma das melhores jornalistas políticas dos EUA, Isabella controlou sua vergonha e murmurou a resposta ao homem que a mantém.

- Sim. Algumas vezes. – respondeu com a voz mínima, arrancando uma gargalhada do homem diante de sua visível vergonha.

- Ora Isabella, não tenha vergonha minha filha. Você é uma jovem na flor da idade e transpirando sensualidade, é impossível não chamar a atenção de um homem tão viril quanto o Senador Edward Cullen, sinceramente, ele seria um tremendo idiota em não notar você e não querer fo... hum... quer dizer... ter relações sexuais com você. – falou Aro, controlando o ciúmes fraternal que sentia ao mesmo tempo em que se deliciava com a informação. – O que responde o porquê ele te trouxe nesta viagem. Desta maneira, minha querida, deixe que o Senador a veja, admire o seu corpo, se insinue para ele, ele tem que desejá-la com todas as forças, porque um homem que deseja doentiamente uma mulher é bem mais vulnerável. – expôs maliciosamente Aro Volturi.

- Eu sei tio, mas... tem a esposa dele, Tanya, ela parece desconfiar da infidelidade e dos objetivos do Senador ao me trazer junto com eles. – confessou inocentemente Isabella.

- Ora, ora, ora Isabella, nós dois sabemos muitíssimo bem que Tanya Denali Cullen não oferece nenhum perigo ou obstáculo para você, na realidade, convenhamos que será divertidíssimo brincar com a pobre Tanya e seu apaixonado ex-namorado Eleazar Masen. – divertiu-se mordazmente o criminoso. – E me atrevo a dizer que o Senador Cullen também ficará satisfeitíssimo quando descobrir a traição de sua esposa e assim de uma vez por todas pedir o divórcio, deixando o caminho livre para você, minha filha. – vangloriou-se profeticamente.

- O senhor acredita que isto será possível, tio? – perguntou a jornalista surpresa pelas proféticas palavras do padrinho.

- Com absoluta certeza. Eleazar Masen está se mudando definitivamente para Washington o que desagradou completamente o Senador, acredito que o senhor Masen tenha muitas cartas escondidas na manga que podem auxiliá-la a derrubar Edward Cullen. Porém, ele não é tão previsível quanto o primo, na questão de atração a outras mulheres. Pelo que sei, o idiota fez algo como um celibato durante os últimos vinte e um anos e esteve com apenas meia dúzia de outras mulheres, ansiando pelo dia que Tanya Denali voltaria para os seus braços, sendo assim, acredito que você possa usar a esposa do Senador como moeda de troca em uma negociação com o primo odiado de Edward Anthony Masen Cullen. – divertiu-se novamente.

- É... pode ser... terei que descobrir mais sobre Eleazar Masen. – refletiu Isabella.

- Descubra o que for, atraia o Senador para a sua teia sexual, e também atraia Eleazar para o seu jogo, nos seus objetivos Isabella, você não pode ter aliados ou pena de ninguém, você deve usar todos como alicerce para a sua vitória, seja o que for. Sentimentos nunca devem ser levados em conta, pois não significam absolutamente nada, entendido? – inquiriu retoricamente o padrinho. – De qualquer maneira estou indo a Washington na próxima semana para conversarmos pessoalmente, aproveite o fim de semana e enlouqueça o Senador, qualquer coisa me ligue.­ – despediu-se antes de encerrar a ligação.

A jornalista que estava sentada ainda na poltrona admirando a imensidão do Lago Erie afastou o Blackberry de sua orelha e o colocou sobre a mesinha ao lado, admirando o pôr do sol ao oeste de onde se encontrava. Retirou um cigarro do maço que estava sobre a mesa e o tragou profundamente refletindo nas palavras do padrinho, que tinham sido tranquilizadores e instigadoras, Isabella sabia que a sua sexualidade era um ponto ao seu favor, e que se quisesse atrair Edward Cullen para a sua teia teria que ser usando as suas próprias armas. Seu sexo e a necessidade de dominar que era natural do Senador.

“Sim, a necessidade de dominar daquele homem.” Isabella refletiu com seus próprios pensamentos, levantando-se em um átimo da poltrona, apagando o cigarro que estava pela metade no cinzeiro que estava sobre a mesinha ao seu lado, pegando o seu notebook e deitando-se na cama para pesquisar algumas formas de atrair ainda mais Edward Cullen para o seu sexo.

Fora só quando o sol a muito havia se escondido dando lugar à imensa lua cheia que Isabella se deu por satisfeita em seu plano ‘de como dominar um homem acreditando que ele está te dominando’ contra o Senador Edward Cullen.

Com um sorriso vitorioso em seu rosto, retirou o roupão que vestia, ficando outra vez nua onde caminhou tranquilamente pelo quarto até onde havia deixado seu maço de cigarros, e acendeu mais uma porção de tabaco e sem se importar com o vento frio, ou com a ausência de uma roupa, foi à sacada do quarto e admirou a negritude do lago que era iluminado somente pela imensa lua prateada. Isabella estava com a mente completamente em branco. Seu próprio plano para dar certo precisava somente dela, e ela estava mais do que disposta de fazer tudo o que estivesse ao seu alcance para conseguir o sucesso.

Uma brisa suave bagunçou seus cabelos castanhos, trazendo uma paz e um bem estar acalentador para a morena. Ao terminar o seu cigarro ela decidiu que seria um bom momento para explorar toda a extensão da enorme casa e enfim aproveitar algumas das vantagens que o Senador havia lhe dito mais cedo. Por mais que queria continuar nua do jeito que estava, Isabella acreditou que seria um pouco inapropriado andar como veio ao mundo pela casa, por isso foi até a sua mala e pegou um biquíni tomara que caia preto de uma grife brasileira, que a parte de baixo fazia questão de cobrir somente o seu sexo, uma vez que a sua bunda redonda e firme ficava em parte desnuda.

Mesmo adorando o efeito que a roupa de banho dava em seu corpo, a jornalista colocou um vestido leve preto com botões na parte da frente. Calçou um chinelo, antes de deixar seus aposentos e explorar a residência. A casa estava deserta e com uma luz suave. Nenhum dos empregados era visto em lugar algum, Isabella que lembrou que não havia comido nada desde que saiu de seu apartamento por volta da uma da tarde, fez uma breve parada na cozinha e saboreou algumas frutas frescas que estavam sobre o balcão e bebeu um grande copo de suco de laranja.

Satisfeita com o alimento que colocou em seu estômago, a jornalista começou a explorar a casa. Se deslumbrando mais uma vez com o conforto e a comodidade de tudo.

.

A quilômetros de distância do Lago Erie, em um loft no coração de Washington, uma porta se bateu com força, ocasionada pela força que uma mulher empregou ao fechá-la. O seu marido que estava na sala lendo algumas notícias sobre o universo político, sobressaltou-se com o barulho.

- Vick?! O que aconteceu? – questionou, levantando-se do sofá e indo até onde a esposa estava retirando o casaco, sapatos, e completamente vermelha confundindo o tom de sua pele com o da raiz dos cabelos.

- Aquela vagabunda que você me fez colocar no Gabinete de Edward – rugiu entre os dentes. – ele a levou para a casa no Lago Erie para passar o fim de semana com ele e a Tanya! – exclamou indignada. – Ele nunca levou nenhuma outra mulher para aquela casa, a casa da família dele, e de repente uma vagabunda que abre as pernas para ele facilmente consegue essa proeza. – debochou revoltada. – O que ela tem que eu não tenho?! Me diz, James?! O que aquela vagabunda da Isabella Swan tem que atrai tanto os homens? – exigiu saber a ruiva socando com suas duas mãos o peitoral do esposo.

- Calma, Victoria. – pediu James ligeiramente atordoado. – Você está me dizendo que Edward Cullen, o Senador Edward Cullen levou a Assessora de Imprensa Isabella Swan para uma viagem ao Lago Erie com Tanya? – perguntou com um sorriso no rosto.

- Sim! Você não está ouvindo o que eu disse? – inquiriu colocando suas mãos em sua cintura bem definida. – Ele está fodendo a sua amante, querido! – brandiu a ruiva irônica com visível ódio.

James Collins gargalhou diante da explosão da esposa. Ele e Victoria eram casados, todos sabiam disto, contudo ambos tinham uma espécie de acordo – se é que se pode chamar assim – que os permitia terem casos extraconjugais com quem quer que fosse quando bem entendessem, desde que se ajudassem a conquistar seus objetivos em suas carreiras profissionais.

Para a ruiva, era conquistar o Senador Edward Cullen e se tornar a esposa que ela sempre fora destinada a ser, mas que Tanya não permitiu. Para o loiro, todavia, era acabar com a fama de político correto e possível nome a assumir a Casa Branca em alguns anos. James odiava Edward com todas as suas forças e para ele só havia este objetivo de vida: acabar com Edward Cullen. E o jornalista sabia que a sua única chance de tornar isto possível era Isabella Swan, e se a morena que ele havia fodido por um bom tempo, havia atraído o político para a sua teia sexual, o fim dele estava bastante próximo.

- Vick! – vociferou, segurando os ombros trêmulos da antropóloga e balançando com força. – Ele pode estar fodendo Isabella neste exato momento, isto é fato, mas aquela vagabunda oportunista é a nossa melhor e única chance de conseguir aquilo que nós dois nestes últimos anos estamos tentando. – disse seriamente. – Se ela o deixar louco, maluco, fazê-lo perder o chão, mais fácil será ocorrer o divórcio dele com a Tanya e você, querida, tornar a esposa dele. Não é isso que você quer? – inquiriu o loiro fitando com intensidade os olhos âmbares de sua companheira.

- Sim, é o que eu quero. – respondeu minimamente.

- Então, querida. Isabella vai abrir o caminho para você, deixe-a seduzir, atrair e dilacerar o pobre Senador Cullen, quando ele estiver vulnerável e sozinho, você ‘nhac’, morde a chance, aproveita e conquista o que quer. É o plano perfeito, querida, mas você tem que ter calma, paciência e perseverança, Vick, porque é assim que os fortes triunfam, quando o nosso adversário está enfraquecido. – explicou fervorosamente o jornalista. A esposa que prestava a atenção em cada palavra que ele dizia, sorriu amplamente e acenou com a cabeça.

- Você está certo, James. Por isso que eu te amo, você me traz a realidade, coloca meus pés no chão. Não sei o que seria da minha vida sem você! – declarou apaixonadamente a ruiva ao loiro, o puxando para um beijo sôfrego que foi seguido por ele. Em questão de segundos os dois se despiam e seguiam para o quarto, onde fizeram amor com extrema intensidade.

.

Isabella por fim encontrou o pequeno SPA da casa e aproveitou-se da jacuzzi. A água quente e em constante movimento massageava os músculos de seu corpo, retirando o evidente estresse que ela sentia sobre seus ombros. Seus pensamentos seguiam um mesmo rumo, como ela atrairia – ainda mais – o Coronel da Força Aérea Americana para que ela alçasse seu objetivo. Ela precisava deixá-lo enlouquecido, ensandecido, a desejando como um alcoólatra deseja álcool quando está em recuperação, ou um viciado deseja sua heroína.

Cansada de permanecer na água borbulhante e quente da jacuzzi a morena se enxugou em uma felpuda toalha branca antes de tornar a vestir o vestido de botões que usava e saiu do pequeno espaço em busca de seu quarto.

A casa completamente escurecida e cheia de longos corredores parecia um labirinto para Isabella que não conseguia encontrar o caminho para seus aposentos. Entrava em portas e dava em salas, que dava em novos corredores, que davam em novas salas. A morena estava ficando completamente irritada com aquilo, porém, quando estava prestes a desistir e pedir a ajuda para alguém uma luz fraca e sussurros em um cômodo ao lado do corredor em que ela estava chamou a sua atenção.

Como uma gata, completamente silenciosa, Isabella empurrou a porta que dava para o cômodo, era uma antessala, poltronas listradas de marrom e bege, móveis escuros e uma televisão de ultima geração decoravam o ambiente, entretanto este estava completamente vazio e apagado, a luz que ela havia visto do corredor provinha da porta do lado oposto da entrada. Lentamente a jornalista estava de frente para a porta do cômodo iluminado precariamente e quando seus olhos se acostumaram com a claridade, algo que durou alguns milésimos de segundos, ela viu algo que a deixou completamente excitada.

Em um quarto em que a decoração era predominantemente dourada, com móveis de madeira escura e paredes de um tom pálido de bege, remetendo a beleza dos aposentos de um rei ou de uma rainha, uma dança completamente sensual e sexual acontecia sobre a cama de dossel. Edward Cullen completamente nu sobre a sua esposa também completamente nua, a penetrando com uma calma inapropriada. Isabella Swan segurou sua respiração completamente fascinada pela exuberância do corpo do político desprovido de roupas. Discretamente a morena se acomodou melhor sobre as sombras para conseguir assistir com mais clareza o que acontecia no quarto.

Os braços do Senador se apoiavam pelas suas mãos grandes na imensa cama, lhe dando o impulso que era necessário. A cada movimentos seus músculos bem tonificados e definidos se contraiam e relaxavam, em uma exótica dança fisiculturista onde cabia a ela, Isabella, julgar a simetria, a definição dos braço e das costas daquele homem.

Mesmo com a distância razoável, a jornalista conseguia vislumbrar algumas partes da enorme tatuagem em forma de asa em tons de azul, branco e preto da Força Aérea dos Estados Unidos fixada para sempre nas costas musculosas do político. Aquilo era tão sexy que a deixava fascinada conforme ele movia seus músculos e as asas do símbolo pareciam criar vida.

Seu braço esquerdo também era marcado por uma tatuagem, esta, todavia, era o selo das Forças Armadas dos Estados Unidos, em uma faixa circular a frase ‘Made with pride in the USA’ se destacava. Assim como o desenho de suas costas, a águia e o escudo ali desenhados pareciam criar vida cada vez que os músculos se contraiam e relaxavam. Isabella estava plenamente extasiada por aquele homem.

“Quais outros segredos ele escondia?” Pensou a jornalista consigo mesma. E respondendo sua pergunta interna o homem intensificou os seus movimentos, entrando e saindo de sua esposa que gemia agora audivelmente pedindo mais e mais.

Isabella era uma mulher que além de gostar de sexo, adorava explorar de todas as maneiras de fazê-lo, até mesmo uma vez tentou convencer Jacob a acompanhá-la a um swing, contudo o moreno recusou à oferta afirmando que não queria ver outro homem fodendo a morena na sua frente, ela poderia sim ter outros amantes, desde que ele nunca estivesse presente. Entretanto era a primeira vez que ela estava como voyeur de alguém, e ver aquela cena tão sensual a estava deixando completamente molhada, com seu sexo pulsando por atenção.

Edward com seu membro completamente ereto e tão grosso como a Assessora se recordava investia com força na entrada Tanya, que se deliciava com cada movimento. O político massageava com uma de suas mãos e com sua boca os seios voluptuosos por conta das próteses de silicone da loira. Que com os olhos fechados jogava a sua cabeça para trás completamente deleitada com o prazer que lhe era fornecido.

Isabella buscou o atrito entre as suas pernas, para sanar minimamente o tesão que se acumulava por sua intimidade. Ela queria se tocar, mas temia que qualquer movimento que fizesse atraísse atenção dos anfitriões ou então que ela perderia alguma parte daquele show. Seus seios endureceram sobre o tecido úmido de seu biquíni, a sensibilidade era incomoda em seus mamilos que exigiam atenção que ela não estava disposta a dar naquele momento, já que temia perder algum detalhe daquela dança erótica.

O Senador suspendeu a perna longa, branca, lisa e bem cuidada da esposa colocando-a sobre o seu ombro, mudando a sua posição ao entrar e sair da entrada de sua mulher. A mudança na posição e no ritmo causou um longo gemido que parecia uma lamúria de Tanya. Suas mãos com unhas bem feitas pintadas de um esmalte nude se apoiaram nos ombros definidos do político, puxando levemente os cabelos arruivados de sua nuca, tentando atrair a sua boca para junto com a dele. Entretanto, Edward se esquivou do contato tocando seus lábios na testa da esposa em um gesto mais amigável e fraternal, do que sexual e apaixonado, e pela primeira vez olhando para frente no exato lugar que Isabella estava.

Um gemido audível de surpresa saiu pelos lábios da jornalista quando percebeu que o político a observava com um sorriso em seus lábios. Sedutoramente ele deu uma ligeira piscadela e comandou em voz alta:

- Se toque.

Isabella sabia que o comando era para ela, contudo a esposa do político fez o que ele pediu no mesmo instante em que a morena abria os botões do vestido que usava abaixava a parte de cima de seu biquíni revelando os seios com mamilos endurecidos devido ao tesão que sentia. Com um sorriso travesso em seus lábios, a morena massageou com as duas mãos seus seios, beliscando os mamilos enrijecidos, fazendo com que esta jogasse sua cabeça para trás completamente deliciada com o próprio prazer, e também para o deleite do político que a admirava a cena totalmente fascinado.

No entanto, nem a Assessora e nem o Senador estavam satisfeitos somente com o toque singelo em seus seios bem definidos que clamavam atenção, não só dela como também daquele homem. A morena mordeu seu voluptuoso lábio inferior contendo o gemido que ansiava por sair, fazendo com que o ruivo urrasse e intensificasse as investidas na mãe de seus filhos.

Sagazmente a morena retirou com extrema rapidez a parte debaixo de seu biquíni, expondo completamente sua feminilidade para que Edward admirasse o lugar que ele tanto ansiava estar nos últimos dias, mesmo que confessasse isto só para si mesmo. A ausência de pêlos pubianos naquela região, fizeram com que Edward sentisse um aperto de completa excitação em seu baixo ventre, com um sorriso torto e desavergonhado Isabella deslizou lentamente sua mão por seu abdômen rumo ao seu ventre, ao seu sexo que estava quente, pulsante, úmido e clamando por um toque.

No instante que seus dedos delicados, com unhas pintadas de um esmalte preto tocaram o seu clitóris completamente inchado ela teve que controlar o gemido que exigia passagem por sua garganta. O Senador, porém, não conseguiu controlar o gemido gutural que saiu por seus lábios quando viu a Assessora se tocando. Agilmente ele que controlava os movimentos junto à esposa na posição gancho, sentou-se na cama, trazendo Tanya junto consigo a colocando sentada sobre as suas pernas sem sequer retirar o seu membro dela, para que assim na posição cavaleira sentada, impossibilitasse a esposa de ver a morena entre as sombras, e para que ele pudesse admirar sem se preocupar com a vigilância da ex-miss Califórnia, Isabella se masturbando.

Devido à nova posição, Tanya sentia maior prazer a cada investida dura do esposo. O seu membro grosso, comprido e ereto, forçava a passagem por sua entrada, a penetrando com uma força sobrenatural que se tornava incomoda, porém evitando uma discussão com o político a loira não lhe disse nada, tentando ao máximo aproveitar o prazer que lhe era proporcionado, mesmo que depois se saísse machucada. Ela gemia, lamuriava, suplicava, mas Edward que estava mais atento a sua Assessora que se dava prazer não percebeu o desespero da loira, que fincava as suas unhas no ombro musculoso do homem, para que ele diminuísse a intensidade de seus movimentos.

Isabella estava completamente extasiada, excitada. A volúpia, a luxúria, o desejo que ela sentia por querer que o Senador estivesse com ela invés da esposa, era transpirado por seus poros, por seus gestos. Cada vez que ela introduzia o seu dedo em sua feminilidade quente e extremamente molhada, ela sentia o prazer avançando em ondas de contemplação, que somente o sexo pode proporcionar aquela plenitude.

O Senador estava fascinado com o vigor que a jornalista se tocava para ele. O prazer que ela estava se proporcionando era tamanho que estava deixando-o completamente enlouquecido, ele gostaria de estar com ela, metendo nela, saboreando a sua boceta com o seu pau, ouvi-la gemendo o seu nome, gritando pelo prazer que somente ele poderia proporcionar. Edward estava tão vidrado em Isabella que se sobressaltou com o grito de satisfação e dor que Tanya deu, ressoando por todas as paredes do quarto.

- Edward! – vociferou completamente atordoada. – Eu não aguento mais! – choramingou, tirando momentaneamente a atenção do político de sua Assessora e dando a esposa.

- Então goze! – ordenou Edward, não só para a esposa, como também para a amante que o observava o casal.

Como uma explosão de sensações, Isabella sentiu as paredes de seu sexo apertando-se em torno de seus dedos, o seu orgasmo avançava como uma avalanche por seu corpo. Seus fluídos orgásticos e sexuais escorriam por seus dedos, descendo por suas pernas, enquanto ela tentava ao extremo controlar a vontade de gritar diante do prazer. Tanya teve o seu orgasmo, contudo bem mais contido e bem mais calmo do que a morena, e quando Edward gozou em sua esposa, não foi por conta do orgasmo que ela teve, mas sim o de Isabella que fora inexplicavelmente fascinante de ver.

O político saiu rapidamente de sua esposa após o gozo, fazendo com que a loira caísse molemente sobre a cama king size coberta com lençóis seda pérola. Isabella ao perceber que já não era mais uma voyeur, mas sim uma intrusa na intimidade daquele casal, recolheu a parte debaixo de seu biquíni que estava aos seus pés, e saiu o mais rápido e o mais silenciosamente que conseguia da antessala mal iluminada.

Desta vez o caminho até o quarto em que estava na ala oeste da casa foi fácil e sem nenhum erro, Isabella ainda estava completamente arfante e extasiada com o que acabara de presenciar e participar. Fora tão prazeroso que era completamente irreal. Ela desejava com tamanha voracidade Edward Cullen que chegava a ser uma necessidade insalubre, tóxica, viciante. A jornalista estava totalmente atordoada e indignada consigo mesma; ela não poderia ter ‘uma necessidade tóxica’ pelo Senador, ela tinha que usar, explorar e depois massacrá-lo, e não ansiá-lo como estava naquele momento.

Irritada com toda a situação, arrancou a vestimenta que usava e bufando entrou no banheiro. Estava uma noite amena, em que seria necessário um banho morno, porém ela optou por um gélido, para tentar furtivamente esfriar a sua cabeça, tranquilizar o seu âmago.

A jornalista tinha vontade de bater com sua cabeça na parede de azulejos brancos. Era incompreensível o que estava sentido, esta vontade alucinada de ser dominada por aquele maldito homem, gritar o nome dele, senti-lo entrando e saindo de si com voracidade, satisfazendo a sua necessidade, apaziguando o seu desejo, a inundando de prazer.

- Gahhh... – a morena gritou para o banheiro vazio ecoando a sua voz pelas paredes frias, a água gelada batia contra seus ombros, mas de forma alguma diminuía o fogo que estava queimando sob a sua pele. Isabella fechava seus olhos numa tentativa de se acalmar, mas invés de se acalmar as imagens do que presenciou há alguns minutos inundavam sua mente.

Encolerizada com seus sentimentos, a morena desligou a água gélida e se secou em uma toalha felpuda azul clara, e depois deixá-la sobre a pia do banheiro, caminhou nua pelo quarto. Foi com um gesto automático que retirou um cigarro do maço branco e dourado da Marlboro e seguiu para a sacada do quarto para admirar a imensidão que era mergulhada pela escuridão do Lago Erie.

Felizmente a nicotina do cigarro acalmava o seu estado de espírito, todavia o fogo de sua pele não se abrandava, e exatamente por isso que Isabella não se incomodou em estar completamente nua na sacada com uma temperatura de 15°C. Um cigarro atrás do outro a jornalista consumia, porém, sem conseguir evitar se recordar do olhar cobiçoso, desejoso daquele homem que parecia consumir seus pensamentos nos últimos dias.

.

Edward após um longo banho onde retirou todos os vestígios de sua esposa caminhava vagarosamente pela a casa que passara a maior parte de suas férias na infância. As lembranças do avô sempre floresciam naquela casa, era inevitável, só que desta vez ele não conseguia se lembrar uma palavra, uma expressão do seu avô, Anthony; a única lembrança persistente e viva em sua memória era a de Isabella Swan se masturbando.

Aquela cena fora tão erótica, tão intimista que só de se recordar o Senador já sentia seu membro endurecendo sob a calça jeans que usava. Ele ansiava por encontrar novamente aquele calor único da feminilidade de Isabella Swan. Ele queria fodê-la incansavelmente, saborear, literalmente comê-la como nunca havia comido nenhuma mulher, e só de considerar esta ideia uma descarga de adrenalina, um choque de alta tensão correu por seu corpo.

Mesmo sabendo que Alice odiaria por ele ter fumado dentro da casa, o político não conseguiu controlar a ânsia da necessidade de nicotina que corria por seu corpo, sentando-se na sala de estar da casa Edward saboreou um cigarro, atrás do outro, somente para satisfazer a sua necessidade daquela droga e se tranquilizar.

Quando terminou a quinta porção de tabaco comercializável, guardando o restante do maço no bolso de sua calça que o ruivo tornou a seguir o caminho que fazia anteriormente, rumo à ala oeste da casa. O silêncio e a serenidade da casa eram tranquilizantes para Edward, significava que ninguém iria vê-lo caminhando por aqueles corredores ou que iria atrapalhá-lo em sua ânsia de desejo que estava prestes a ser sanado.

Seus passos eram silenciosos, abafados pelos tapetes decorativos, poderia se comparar seus movimentos como o de um leão em plena savana africana prestes a dar o bote em sua presa. Tomando uma respiração profunda e soltando o mais quietamente possível abriu lentamente a porta do cômodo onde a sua Assessora estava hospedada.

O quarto estava na natural penumbra noturna, as luzes dos abajures que compunham a decoração da suíte iluminavam precariamente o ambiente. Vestígios das roupas que ela usara anteriormente estavam espalhadas sobre as cadeiras e chão. Na cama encontrava-se um roupão abandonado e um notebook fechado. Os lençóis estavam bagunçados indicando que ela estivera deitada ali em algum momento. Uma suave brisa, contudo gélida, passou por todo o ambiente agitando as cortinas do quarto, e atraindo a atenção do político para a sacada.

A imensa lua prateada iluminava a pele pálida da jornalista a deixando translúcida diante aquela escuridão. O corpo bem torneado, excepcionalmente bem cuidado e cheio de sexualidade atraiu a atenção do ruivo. Ele queria foder aquela mulher tanto que seu próprio corpo doía com a vontade.

Prevendo que quando chegasse perto daquele corpo não controlaria o seu animal interior, o Senador sabiamente retirou – o mais silencioso que poderia ser – o computador e o roupão da morena de cima da cama os colocando sobre a mesa para café da manhã que tinha no cômodo. Ao notar que a mulher estava nua, algo que facilitaria o que queria fazer com Isabella, optou por se despir, a perda de tempo que teria se tivesse que retirar depois seria uma tortura ridícula e desnecessária.

Completamente nu, assim como Isabella que ainda continuava na sacada do quarto absorta em seus próprios pensamentos saboreando seu cigarro, não percebeu o imponente homem aproximando-se dela. Edward se viu fascinado pelos cabelos castanhos avermelhados ondulados ligeiramente úmidos que se agitavam minimamente diante do vento suave, que escondiam precariamente uma tatuagem negra no meio das costas da morena. Um cisne estilizado estava marcado em sua pele suave e branca como a neve.

O ruivo sorriu consigo mesmo. Isabella Swan era uma caixinha de surpresas, quando é que ele iria imaginar que a sua Assessora era uma mulher exibicionista que não se incomodava em ficar completamente nua ao ar livre, ou então que era uma voyeur natural, ou ainda escondia uma tatuagem em meio as suas costas, fazendo uma referência ao seu sobrenome?

Seu membro endureceu mais do que estava, ficando completamente ereto, o ruivo sorriu satisfeito com o seu instrumento de prazer. O próprio Edward se surpreendia com a rapidez que sua masculinidade se recuperava e ansiava por uma nova rodada de distração, seu cérebro e seu membro pareciam funcionar na mesma frequência sexual. O político estava satisfeito com esta ideia, ele gostava de saber que sempre estava pronto para uma nova aventura sexual, mesmo quando parecia impossível.

Serenamente caminhou ao encontro da mulher que terminara o seu sétimo cigarro. Isabella inesperadamente se sobressaltou quando sentiu algo duro e quente entrar em contato com a sua bunda e duas grandes mãos puxando o seu corpo, encostando suas costas no peito musculoso daquele homem.

- Você realmente achou que iria se safar, senhorita Swan, sua voyeurzinha. – provocou o Senador avançando suas mãos pela barriga da morena e indo em direção a sua feminilidade que já estava completamente pronta para recebê-lo.

- Se-Senador? – disse a morena atordoada.

- Quem mais poderia ser, senhorita Swan? – incitou. – Estava à espera de outra pessoa? – inquiriu correndo o seu nariz pela nuca da morena absorvendo o seu perfume natural misturando com o aroma da nicotina.

- De-desculpe Senador, eu... eu não queria invadir a privacidade sua e de sua esposa. – justificou-se a jornalista.

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- Não se desculpe Isabella, eu gostei e muito de vê-la se tocando diante de mim, sendo a mais perfeita voyeur que eu poderia imaginar. – disse o homem, trazendo mais o corpo da Assessora para o dele, fazendo com que ela sentisse toda a necessidade dele pressionada em suas nádegas. – Só que agora eu vou fodê-la até me sentir satisfeito. Entendido, senhorita Swan? – decretou ao seu ouvido.

- Sim, Senhor. – anuiu a jornalista atordoada, porém realizada ao saber que havia trazido ele até ali. Com um sorriso satisfeito o político virou seu corpo para o dele e com uma força beirando a brutal, segurou as pernas da morena e num impulso a suspendeu, para em seguida penetrá-la com seu membro duro e absurdamente ereto. Uma lamúria saiu pelos lábios de Isabella com tamanha incivilidade, mas se ilude quem acredita que ela se incomodou, a morena adorou a incisão do político.

- Isso! Geme para mim senhorita Swan, mostre o quanto eu te satisfaço. – exigiu Edward, mergulhando seu rosto entre os seios redondos, pequenos, porém perfeitos da morena e os chupando com volúpia.

- Oh... Senador... – arrulhou a mulher, para o deleite do homem que investia nela com voracidade.

Lentamente o poderoso homem guiou a si mesmo e a amante para dentro do quarto, para se acomodarem na cama, sem em nenhum momento cessar os movimentos ritmados que fazia. A cada gemido, a cada lamúria, a cada súplica de Isabella, Edward investia com mais força, fazendo o seu membro entrar e sair dela incessantemente.

O Coronel da Força Aérea parecia conhecer perfeitamente o ponto G daquela jornalista quando a deitou sobre a cama, fazendo com que a sensibilidade de seu corpo aumentasse gradativamente, explodindo com todas as sensações que somente o sexo poderia proporcionar.

- Grite meu nome. Diga para todos quem está te deixando alucinada, pedindo por mais, senhorita Swan. – ordenou Edward com seus movimentos intensificados, próximo ao ápice de seu prazer, saboreando os seios de Isabella.

- O... o... Senhor... Senador. – respondeu arfante e não muito alto a jornalista.

- Diga o meu nome, Isabella, diga a todos quem está fodendo você de verdade neste momento! – comandou autoritário.

- Senador... – lamuriou a morena. – Senador... Edward Cullen! – gritou audivelmente no momento que ele pressionava mais uma vez seu ponto G, levando-a mais uma vez a borda de seu segundo orgasmo da noite.

- Venha senhorita Swan, goze para mim! – ordenou o político, sentindo imediatamente as paredes internas da mulher se apertar em torno de seu membro o carregando para o ápice do prazer.

Uma sinfonia de gritos, gemidos, urros, lamúrias de ambos explodiram no silêncio do quarto quando chegaram um seguido do outro em seu orgasmo. Mesmo com tamanha intensidade do prazer, Edward rapidamente deitou na cama ao lado de Isabella e com seu membro semi-rígido exigiu de sua Assessora:

- Me chupe, como só a senhorita sabe fazer, senhorita Swan.

Mesmo arfante, porém não completamente satisfeita, Isabella sentou-se sobre o abdômen do político dando propositalmente as costas para ele, para quem sabe ele também não a chupasse quando ela fazia o mesmo nele, e segurando com demasiado cuidado a suntuosa masculinidade começou a massageá-lo em sua base lentamente. Uma vagarosa tortura para Edward.

Seus dedos circulavam lentamente a sua glande, o deixando completamente extasiado e necessitado de mais, as palmas de suas mãos apertavam em torto de sua extensão, o massageando com um pouco de intensidade, em seguida uma delas seguia para o seu saco fazendo o mesmo, ocasionando que um urro gutural saísse pelos lábios do político.

Satisfeita consigo própria, Isabella circulou lentamente a sua língua em torno do membro, fazendo com que Edward arqueasse o seu quadril buscando o calor acolhedor da boca feminina, contudo, a jornalista ainda achava demasiado cedo para satisfazê-lo por completo no momento, deslizando a sua língua por toda a extensão do grosso membro até a sua base, e depois sugando suas bolas suavemente.

- Porra, senhorita Swan! – brandiu o Senador puxando as pernas bem torneadas e brancas de sua Assessora para junto de seu rosto para facilitar o acesso de sua boca e língua ao seu sexo inchado e molhado.

Ao contrário dela, ele não fora nenhum pouco sereno, sua língua fervorosa entrou em contato com a boceta da morena com demasiada insensatez, vituperando sem nenhuma vergonha toda aquela extensão. Sua língua era agitada e insaciável, ia da direita para a esquerda, de cima para baixo, massageando o seu clitóris, e a penetrando vorazmente. A morena se contorcia em cima do ruivo diante do contato íntimo tão feroz, e exatamente por conta disto que ela resolveu intensificar seus movimentos.

Seus lábios se envolveram em torno do membro e desceram lentamente até a base, ocasionando que a língua de Isabella brincasse languidamente com a glande que era escondida no interior de sua boca. Seus movimentos de subida e descida pelo membro que se iniciaram em uma tortuosa lentidão, inesperadamente se tornaram mais ligeiros, fazendo com que Edward, completamente deliciado pelo prazer que a Assessora lhe dava com a sua boca, gemesse contra o seu sexo, transmitindo as ondas para ela, fazendo com que ela gemesse contra o membro do político.

Ambos exploravam o sexo do outro com tamanha necessidade, volúpia, intensidade que todas as terminações nervosas de seus corpos estavam sensíveis, a beira de um novo orgasmo, mas orgulhosos como os dois são seguravam ao máximo sua libertação.

Isabella o explorava com a sua boca, enquanto suas mãos massageavam suas bolas tocando suavemente com as pontas de seus dedos o períneo de Edward, ele por sua vez explorava com sua língua toda a extensão do sexo da morena, penetrando um dedo em sua vagina e um outro com extrema suavidade em seu ânus. Os dois estavam completamente deslumbrados com a perícia que o outro sabia fazer aquilo, nem o político, muito menos a jornalista, tiveram um sexo oral tão prazeroso quanto aquele que estavam proporcionando um ao outro.

A intensidade do prazer era tamanha, que nenhum dos dois conseguia mais postergar o seu ápice. Edward fora o primeiro a gozar na boca de Isabella que sabiamente engoliu todo o fruto que o Senador lhe dava, a jornalista também não tardou para expelir todo o seu néctar do qual o político se fartou como um viciado se farta de sua droga.

Contudo, ainda não completamente satisfeitos com as atividades sexuais que partilharam, o Senador rapidamente posicionou a assessora de quatro sobre a cama para poder mais uma vez mergulhar o seu pau no calor único daquela boceta.

- Eu irei fodê-la de quatro agora, senhorita Swan, e quero que a senhorita seja o mais verbal que puder, entendido? – exigiu o político.

- Sim, Senador! – gritou a jornalista no instante que Edward a penetrava com o seu voluptuoso membro. – Oh... senhor... o seu pau.... ugh... é tão.... grosso. – confessou aos arquejos Isabella.

- E você gosta disto, senhorita Swan? – questionou convencidamente Edward, intensificando seus movimentos batendo a sua pélvis nas nádegas da morena.

- Oh, sim... me coma Edward, me foda como nunca fodeu nenhuma outra mulher. – pediu uma desavergonhada Isabella, completamente extasiada com o prazer que lhe era proporcionado. O político sorriu satisfeito com o pedido da jornalista espalmando sua mão em seu bumbum levando a mulher mais uma vez a beira do precipício de seu orgasmo.

- Gosta de apanhar, senhorita Swan? – quis saber o homem dando mais um tapa na pele agora rosada devido o atrito de sua pélvis.

- Sim! – exclamou extasiada Isabella. – Mais, senhor, por favor. – rogou ao homem, que atendeu prontamente o seu pedido, sem cessar os movimentos de entrada e saída do sexo da Assessora, que apertava com suas mãos os lençóis da cama a ponto de deixar os nós de seus dedos brancos.

- Foda-se, senhorita Swan, sua boceta acolhe tão bem o meu pau, quero arrombá-la inteirinha. – confessou o político em uma frase completamente vulgar para o seu vocabulário tão eloquente.

- Sim, Senador, me foda! – pediu mais uma vez Isabella, fazendo movimentos contrários aos que o homem fazia, ocasionando o choque entre seus corpos, aumentando o prazer proporcionado.

- Porra! Senhorita Swan, grita o meu nome, grita! – exigiu outra vez Edward, segurando com força a cintura da mulher e penetrando-a mais profundamente.

- Agrrr... Edward, mais forte! – solicitou a jornalista.

- Foda-se senhorita Swan, como você pode ser tão gostosa? Vem para mim, venha, goze para mim, goze! – demandou o político, sentindo a assessora apertar o seu membro com força em torno das paredes de sua feminilidade, rebolando a sua bunda perfeita o levando a beira de seu orgasmo, para enfim que ela com um longo e rouco gemido alcançasse a sua própria onda orgástica.

O político ainda não retirando o membro da jornalista, diminuiu a intensidade de seus movimentos, enquanto Isabella desfalecia sobre a cama, só não caindo completamente porque Edward segurava a sua cintura com seus braços fortes. Pausadamente retirou seu membro dela, a provocando deslizando seu suntuoso membro por todo o períneo encharcado com os fluidos sexuais que ela havia produzido durante o sexo. Somente com a ponta de seu membro provocou a entrada do ânus de Isabella, fazendo com que ela gemesse tremido com o toque. Edward sorriu satisfeito.

- Alguém já esteve aqui, senhorita Swan? – inquiriu o Senador, brincando com o seu membro na região.

- Na-não senhor. – respondeu com a voz tremida a morena.

- Ótimo, porque eu serei o primeiro a foder a sua bunda. – sentenciou o político, causando um tremor na assessora. – Mas acalme-se senhorita Swan, não será hoje, será quando a senhorita estiver preparada. – explicou paulatinamente Edward, mas não deixando de provocar Isabella mais uma vez com seu grosso e ereto membro.

A jornalista fechou seus olhos e tentou controlar a sua respiração. A provocação do ruivo a deixava em alerta, completamente excitada. Ela aguardava ele tornar a penetrá-la para conseguir chegar ao seu ápice, Isabella compreendeu que o Senador Edward Cullen se preocupava mais com o próprio prazer do que com o de sua parceira sexual, e como ele ainda não havia gozado desta vez ela acreditava que finalizaria o seu prazer. Transparecendo seus pensamentos o ruivo comentou despreocupadamente.

- Onde irei gozar hein, senhorita Swan? – disse o homem provocando com a cabecinha de seu membro todo o períneo de Isabella. – Gostaria de gozar em sua bunda linda, mas deixarei esse deleite para quando fodê-la, desta maneira onde eu posso fazer isso? – inquiriu com uma provocação o Senador, agarrando a cintura da Assessora e a virando rudemente para que se encarassem no rosto.

O famoso sorriso torto do político que tanto convencia legiões de eleitores estava estampado em seu rosto, entretanto seus olhos eram eclipsados pelo desejo carnal, tórrido de explorar o corpo daquela mulher, quem sabe até mesmo fazer com ela tudo aquilo que por anos lhe foi privado.

Sim, Edward Cullen gostaria de dominar, espancar, infligir dor, e todos os demais ensinamentos do estilo de vida BDSM para com aquela mulher, mas ainda era demasiado cedo na relação deles para exigir algo desta magnitude, que exige tamanha confiança.

- Você é gostosa pra caralho – recitou o Senador deslizando suas mãos grandes pelo corpo desnudo da jornalista, provocando a sua entrada ao inserir um de seus dedos. -, tem um corpo esculpido pelo próprio propagador do pecado, um corpo do pecado. – anuiu retirando seu dedo de sua entrada e escorregando suas mãos por seu corpo indo em direção aos seus seios. – Quem diria que você escondia seios tão perfeitos, senhorita Swan? – incitou Edward, massageando os seios de Isabella.

A jornalista cerrou seus olhos e se deliciou com o toque do aviador. Ele era rude, masculino e provocador, instigava que novos gemidos, lamúrias e suplicas saíssem pelos lábios femininos, e sem conter tamanho prazer Isabella mostrou a Edward através de seus sons de prazer como estava deliciada com o toque.

- Eu poderia gozar em seu rosto – começou o Senador, correndo seu indicador pelas bochechas rubras da face da morena. -, mas acho que não seria tão interessante para este nosso momento. Desta forma – deslizou seus dedos masculinos e rudes pelo vão entre os seios de Isabella -, vou foder aqui, entre os seus seios e depois gozar neles. – afirmou Edward. – Entendido, senhorita Swan?

- Sim, Senador. – respondeu ansiosamente à morena. O político sorriu torto diante da concordância e expectativa de sua Assessora e sem titubear se posicionou iniciando os movimentos de ir e vir nos seios perfeitamente redondos e naturais da amante que os juntava provocando um espaço mais remoto para os movimentos do ruivo.

A cada movimento que o homem fazia, a mulher tentava – em vão – levar seu suntuoso membro em sua boca, explorá-lo novamente e proporcionar um novo prazer ao seu dono. Edward se deleitava com o esforço de Isabella, sem estancar seus movimentos ligeiros. Percebendo que estava próximo ao seu ápice o Senador demandou a assessora.

- Abra a sua boca. – foi como uma verdadeira explosão que saiu o gozo do homem caindo sobre os seios da mulher e para dentro de sua boca. Ela se deliciava com aquele presente que ele estava lhe dando, e ele se encontrava fascinado com a devoção que ela empregava a ele. Quando já não tinha mais o que expelir, Edward afastou-se da cama onde Isabella estava agora o encarando como se quisesse mais. Ele pegou o roupão que anteriormente estava sobre a cama e limpou seu membro e em seguida caminhou até a amante e limpou seu corpo e rosto onde ele havia gozado, em seguida descartando a vestimenta no chão ao lado da cama.

Sem dizer uma palavra o político vestiu a calça jeans que estava anteriormente e retirou um cigarro de seu maço, o tragando profundamente depois de aceso. Isabella que estudava o Senador gostaria de entender o que se passava na mente daquele homem depois da experiência sexual que partilharam, mas evitando interrogá-lo, saiu da cama e foi até a sacada do quarto onde havia deixado seu maço de cigarros e acendendo um para ela mesma.

A morena se acomodou na poltrona próxima a porta da sacada enquanto o ruivo se apoiava no parapeito do mesmo e admirava a imensidão do lago iluminado precariamente pela lua. Isabella não se incomodava de estar completamente nua diante de seu empregador, na verdade ela ainda estava disposta a continuar fazendo sexo com ele, mesmo tendo conhecimento que é humanamente impossível duas pessoas conseguirem três orgasmos seguidos em um curto período de tempo.

Entretanto existia algo naquele homem que despertava algo nela incompreensível, como se o seu desejo, sua vontade para o sexo se multiplicasse por mil. Era inexplicável o prazer que ele despertava nela, somente estando próximo. Isabella se viu censurando mentalmente por ter esta sensação com Edward Cullen. Ela que deveria atraí-lo para a sua teia, massacrá-lo, e não ao contrário.

O Senador terminou o seu cigarro, e retornou para o quarto vestindo a camiseta branca que estava antes, e encarando com um sorriso torto completamente desavergonhado a sua Assessora.

O corpo dela despertava as mais deliciosas fantasias nele, e vê-la completamente nua, sentada como uma lady da noite, com seus cabelos castanhos avermelhados e sua pele branca como a neve fumando o seu cigarro o fez imediatamente remeter as elegantes concubinas parisienses dos anos 20, que tanto ele admirava em filmes, e que havia visto pessoalmente em um cabaré moderno de Paris.

Um sorriso torto brotou em seus lábios.

- Estarei a sua espera às nove da manhã na biblioteca para a nossa reunião, senhorita Swan. – disse o homem caminhando pelo quarto sentido a porta. – Não se atrase. – exigiu com uma ligeira piscadela deixando o cômodo onde a assessora de imprensa estava hospedada.

Um sorriso travesso e vitorioso cresceu no rosto de Isabella. Seria muito mais fácil atrair o poderoso Senador Edward Cullen para o seu sexo, para o seu prazer do que ela supunha, ele já se encontrava completamente enfeitiçado pelos dotes sexuais da morena, só precisava de um pequeno empurrão para ficar totalmente cego por ela.

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A segunda-feira chegou mais rápido do que se esperava. Isabella ainda carregava os efeitos do final de semana, onde foi fodida de todas as maneiras possíveis e imagináveis pelo Senador Cullen. Felizmente o político lhe havia dado o dia de folga, para que ela pudesse se recuperar de todas as atividades executadas ao longo dos três dias. Jacob estava a sua espera quando a jornalista chegou ao seu apartamento no domingo à noite, contudo, com uma desculpa completamente esfarrapada ela conseguiu se esquivar da necessidade de satisfazer o amante de longa data sexualmente.

Porém, na manhã da segunda-feira ela não poderia recusar um contato íntimo com o moreno, descendente de índios Quileutes, ainda mais quando ele havia feito muito além do que ela havia instruído e pedido, conseguindo todos os dados sobre Eleazar Masen.

Jacob era bom de cama, isto era inegável, entretanto se comparar com Edward Cullen ele não passava de um principiante. Ele agradava Isabella, fazia tudo o que ela desejava e ela conseguia fazer tudo aquilo que ele esperava. Ele se preocupava com o prazer dela, e poderia se dizer que ela também se preocupava – mesmo que minimamente – com o prazer dele, todavia o Senador não se preocupava, ou pelo menos não evidenciava, qualquer preocupação com o prazer alheio, somente com o dele, e ela tivera a prova daquilo durante o fim de semana.

Ainda completamente atordoada com as emoções afloradas no fim de semana, a Assessora de Imprensa do Senador do Estado de Illinois se surpreendeu com o cuidado do amante após o sexo que partilharam. Jacob havia preparado um desejum com todos os desejos de Isabella naquele momento, e a morena que raras vezes dizia obrigada a alguém se viu agradecendo calorosamente o moreno pelo café da manhã.

O restante do dia a jornalista passou na cama com seu amante traçando os planos que executaria mais tarde naquele dia. Ela estava completamente ansiosa para finalmente dar o passo que mudaria completamente a sua vida, porém ela ainda não tinha conhecimento da amplitude que seus atos alcançariam, mas algo dentro de si dizia que seriam muito além do que ela esperava ou sequer imaginava.

Quando não mais poderia procrastinar o tempo em sua cama, porque senão se atrasaria para o encontro que daria uma avançada significativa em seu plano, Isabella sensualmente convenceu o seu amante a acompanhá-la no banho e tranquilizá-la um pouco através do sexo. Quando estava com os nervos sobre controle, a morena agradeceu com um beijo fervoroso Jacob, antes de começar a se arrumar para o encontro que teria em algumas horas.

Sensual e maliciosa, a morena optou por vestir uma saia de couro preta extremamente justa que marcava a sua cintura, assim como suas outras curvas, uma blusa animal print de onça colada ao corpo com um grande decote que evidenciava os seus seios firmes que estavam cobertos por um sutiã negro que subia suas alças pelo centro de seus seios e circulavam em torno de seu pescoço, descendo por suas costas. Em seus pés scarpins negros de saltos altíssimos. Seus cabelos estavam soltos e ondulados, uma maquiagem bem marcada nos olhos davam destaque aos seus olhos castanhos como chocolates derretidos, em seus lábios um suave brilho.

Isabella Swan estava sexy. Qualquer homem ficaria enlouquecido para levá-la para a cama ou fazer o que ela bem entendesse, ela esperava que aquele que ela iria encontrar também quisesse isso, ou pelo menos a segunda opção.

Com o desejo de boa sorte de Jacob, deixou o seu apartamento indo até o prédio comercial no quadrante noroeste onde se localizava a empreiteira onde ocorreria a reunião que ela tanto ansiava. Seus saltos batiam audivelmente pelos pisos marmóreos do edifício, todos os homens e mulheres que trabalhavam no local a admiravam com um desejo palpável. Ela sorriu satisfeita, era exatamente este o efeito que queria.

Foi extremamente fácil conseguir acesso à sala que pertencia a quem ela gostaria de ver. Surpresa pela evidente bagunça de projetos e plantas Isabella se acomodou na cadeira nada confortável de um tecido áspero que pertencia ao proprietário daquela sala. Suas pernas bem torneadas apoiaram-se esticadas sobre a mesa, aguardando impacientemente o engenheiro.

Os segundos, assim como os minutos, se davam tortuosamente lentos. Isabella estava completamente impaciente, e olhava as horas em seu telefone celular de segundo em segundo, tamanha era ansiedade que sentia. Foi com um suspiro de alívio que a morena ouviu o nome daquele que ela aguardava a ser dito. Um sorriso vitorioso brotou em seu rosto, era hora do seu show.

- Não tia Esme, eu não estou ignorando vocês, é somente que eu estou ocupado com o trabalho. – a voz grossa e profunda de Eleazar Masen dizia distraidamente. – Edward e Tanya estarão presentes no jantar? Faz tempo que não vejo meu primo, gostaria de ‘conversar’ com ele, como em nossa juventude. – disse ironicamente, com um sorriso torto em seus lábios parecido com o do primo, no mesmíssimo instante que tomava conhecimento da belíssima mulher em sua sala. – Tia Esme, aconteceu um pequeno imprevisto aqui no escritório, já retorno a ligação para a senhora. – rapidamente o homem desligou o Iphone e encarou a mulher que estava sentada a sua frente.

Ela era belíssima, Eleazar Masen não poderia negar. Seu corpo era o próprio caminho do pecado, ou pelo menos seria se ele se sentisse realmente atraído por aquela mulher. Há muito ele não se sentia atraído por outra mulher que não fosse Tanya Denali Cullen, a única mulher que ele amou e sempre irá amar.

- Presumo que o senhor seja Eleazar Masen. – cumprimentou Isabella, abaixando suas pernas sensuais da mesa e se curvando para a frente, evidenciando os seus seios com um sorriso enviesado e completamente sexy em seu rosto.

- Sim, Eleazar Masen, a senhorita... quem é? – inquiriu atordoado o homem, sentando-se em uma cadeira diante da que Isabella estava.

- Isabella Swan. – disse a morena estendendo a sua mão para cumprimentá-lo – O senhor infelizmente ainda não me conhece, mas em breve irá me conhecer muitíssimo bem, temos um inimigo em comum.

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Notas finais
N/A: E aí meus amores?! Todos sobreviveram a mais um capítulo gigante?! Espero sinceramente que sim.
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Tenho conhecimento que este capítulo foi intenso, vulgar até permito-me a dizer principalmente a lemon, nunca tinha escrito alguma parecida com esta que os dois compartilharam, principalmente tão vocal como ela ficou. Mas isso aí é a personalidade dos dois, eles são assim dois exibicionistas praticamente saídos de um filme pornô. O engraçado que normalmente meus personagens têm muito haver com pessoas que eu convivo ou até mesmo comigo, mas tirando o fato que o Edward é piloto de avião como um conhecido meu, e a Bella só usa esmaltes escuros, na sua maioria preto como eu uso, nada mais é parecido com ninguém que eu conheço, o restante é tudo culpa da minha imaginação e das novelas que já assisti.
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Eu sei que lendo este capítulo tudo ainda fica meio confuso, levando em conta o prólogo que se passa anos mais tarde do que tudo isso aqui, quando os dois já não são mais Senador e Assessora, ou amantes, mas sim ela Senadora, ele ex-Senador e lá são casados. Alguns fatores pela maneira que conduzo a trama dá facilmente para se supor, outras, porém ficam confusas, ou alguém notou que nem mesmo a Tanya o Edward beija, agindo mesmo como um prostituto? Por que será que ele age assim? Ou então que relação estranha é esta que Isabella vive com o seu padrinho, Aro? Por que ele dá tudo para ela e em diversos momentos sente ciúmes do que ela faz para conseguir o que quer?
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E Jacob, o que ele esconde? Será um mero fantoche da Bellorra ou ele tem também opinião própria? E Tanya e Eleazar? Ficarão juntos ou serão destruídos pelo plano maligno da Bella? Victoria e James, conseguirão algum de seus sonhos? E afinal de contas, no que consiste esse plano da Bella para destruir o Edward, seria só isso de se tornar uma famosa jornalista ou existe mais alguma coisa escondida por debaixo dos panos?
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Muitas perguntas não é mesmo? Me deixem saber o que vocês pensam sobre tudo isso, quem sabe eu não dou algumas dicas nas respostas das reviews? Hein, hein?!
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Então quer me perguntar mais alguma coisa, ou quer arriscar e ver se eu respondo uma destas minhas perguntas?! Não hesitem em ir lá no tumblr da fic e se arristar. O endereço é: fuckyeahsympathyforthedevil(PONTO)tumblr(PONTO)com/ , ou quem quiser usar o formspring para me perguntar o que quiser, fiquem a vontade também: www(PONTO)formspring(PONTO)me/carolvenancio prometo que irei responder todas as perguntas da maneira que puder, ok?
Só lembrando que para acessar qualquer um dos dois basta trocar a palavra (PONTO) pelo símbolo, ok?
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Obrigada a todos que tiveram paciência para esperar e para ler esse capítulo enoooorme, que mandam reviews, me perguntam milhares de coisas no twitter e que também ficam me cobrando atualizações. Gente muito obrigada por esse carinho e por essa atenção toda a fic. Mas eu volto em breve, com mais um capítulo enorme e também com algumas explicações e complicações de praxe. Tod, obrigadinha por betar essa coisa enorme! ;D
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Obrigada mais uma vez a todos, e até o próximo capítulo! Amo vocês!
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Beijos,
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Carol.
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N/B: Sabe, antes de mais nada eu preciso confessar para as amigas leitoras que eu li e reli o sexo sujo que a Carol nos presenteou e nas duas vezes eu consegui VIZUALISAR, o que não fez bem pros meus hormônios nenhum pouquinho. Sintam-se toooodas alegrinhas, porque Conexões Ilícitas vai ser assim, muita lemonada pela frente, e do promíscuo pro mais baixo nível possível, o que é a melhor das características desse casal.
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MAS EU FIQUEI TODA EMPOLGADA COM A BELLA VOYEUR! Foi super natural a cena, e deu pra perceber de uma vez por todas o quanto a relação deles tá muito avançada já, e que a Bellorra gosta do nosso homem fardado mesmo, só precisa aprender a lidar com isso enquanto coloca seu plano em ação. .
E por falar em plano, deu pra ver que todo mundo tem um rabo preso nessa história, todo mundo quer um pedaço de poder e fama, e se enquanto isso puderem encontrar um amor perdido, reatar laços esquecidos e conseguir um bom cúmplice, já é lucro.
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Eu quero muito que a Tanya e o Eleazar fiquem juntos, de verdade. Gostaria também de ver a Bellorra pegando o priminho do Senador, só pra ele ficar extremamente puto da vida (adoro homem fardado e puto, tá ai o motivo que Wagner Moura e seu Capitão Nascimento me fez perder as calcinhas mesmo dentro do cinema uhhuahuauhauha... tá, parei xD), e porque essa de voto de castidade por conta de mulher é o tipinho de coisa que faria a Bellorra uivar (adorei o Jacob falando isso no e-mail que mandou pra ela! É UMA CADELA MESMO ESSA MULHER!) de vontade de quebrar. Fica a dica, dona Venancio!!
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No mais, esse final foi de matar! A gente tem um tempinho para imaginar como essa dupla vai se sair, e se vai ter um lemonzinho dela, eu então vou pirar o cabeção só de imaginar. Amigas leitoras, mantenham-se focadas, não pirem que nem essa que vos fala...rs.
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Obrigada pelas reviews, por pedirem pra Carol atualizar (a gente sabe que ela tem seus afazeres, mas saber que todo mundo quer saber da continuação da história com certeza a deixa bem animada!) e por estarem ajudando a essa fanfic a ganhar vida e sabor.
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Nos vemos no próximo capítulo!
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Bjos,
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Tod.
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GOSTOU OU NÃO, DEIXE-ME SABER.
REVIEWS SÃO O COMBUSTÍVEL PARA NOVOS CAPÍTULOS!