Notas iniciais
Mais um cap! Queria agradecer a todo mundo q ta lendo a fic, fico super feliz,e acho que só, vcs são de mais!! Nesse cap, Desenvolvimentos de relações, pistas ao vento e boa leitura!!

Como assim, Carly, podia ter me chamado!

–Missy, já disse o site queria a Sam. Sabe que com isso posso entrar mais facilmente em uma boa faculdade! Tive que pensar com o cérebro.

As duas estavam em frente aos armários enquanto Carly guardava seus livros. As aulas já haviam acabado, e Missy aproveitava para tentar persuadir a amiga.

–Não acredito.

–Missy, você pode me ajudar como o Freddie ta fazendo, eu e a Sam podemos até te pagar...

–Ah, que ótimo eu agora virar empregada sua e da Sam, lindo de mais.

–Ah, para, vai. Vamos no cinema hoje, o Gibby já confirmou to indo chamar a Wendy, viu ela?

–Não. –A ruiva se afastou. –Vou à casa de uma tia. Agora vou estudar um pouco na biblioteca.

–Me espera.

–A gente se vê la. –A ruiva se foi com a cara fechada sem dizer mais nada.

Feliz pelo sucesso da amiga? Não mesmo.

A garota andava em direção a biblioteca quando esbarrou em alguém.

–Oi, Missy. –Cumprimentou Freddie. –Bem distraída hoje, não?

–Ah, oi Freddie. –A garota sorriu largamente. –É discuti com a Carly. Ela não quis me colocar no lugar da Samantha.

–Não é como ela quer, ela tem um contrato com a Sam e o Hilarious LIfe.

–Ta do lado dela?

–Nós dois, não?

–Esqueceram de tudo o que a Puckett já nos fez? De todas as nossas feiras e projetos científicos arruinados?

–Talvez agora ela se comporte melhor com a gente.

–Estamos falando de Samantha Puckett.

–Tem razão. Mas ela realmente é engraçada, precisamos dela, que podemos fazer?

–Ok. Não podemos fazer nada. Quer ir no cinema comigo mais tarde? Perguntou sorridente.

–Ah, nem vai dar a Carly me chamou, mas tenho que ajeitar umas atividades atrasadas e depois gravar um vídeo com elas duas, passa la.

–Ta. Talvez eu passe.

A menina se afastou sorrindo e desfez o sorriso falso assim que deu as costas ao amigo.

Freddie continuou sua caminhada, e se dirigiu a saída. Viu Sam e Brad sentados na calçada em frente a escola, provavelmente esperando o resto da gang. Nem os cumprimentou, parou um taxi que se aproximava, e entrou.

Quando entrou, e virou-se para fechar a porta, lançou um olhar involuntário a loirinha. Percebeu que ela ria, de um jeito diferente. Descontraído, e livre de maldade. Seus olhos se cruzaram e ela acenou ainda sorrindo. Ele retribuiu o gesto surpreso e mandou o motorista partir .

–Por que acenou pra esse garoto?

–Sei lá, foi automático.

–Ele é um idiota.

–É só um filhinho de papai mimado e covarde.

–Sam, eu estou com dois ingressos por show do Coldplay sabado, e ai vai querer ir?

–Como conseguiu isso, se tava esgotado?

–Meu pai deu uns telefonemas da cadeia.

A garota soltou uma gargalhada.

–Até que eu queria, mas fiquei de gravar uns vídeos com os nerds. Por favor, chama Shelby, ela tava louca pra ir...

–Queria ir com você...

A garota corou um pouco.

–Tenho certeza que a Shelby não vai recusar, por favor ela é sua amiga também!

–Ta bem.

–Como esta o seu pai?

–Ta bem. Na medida do possível. Preso por uma coisa que ele não fez, mas ta.

–Acha mesmo que ele não teve nada a ver com o assassinato?

–Tenho certeza. Não me orgulho disso, meu pai não mentiria pra mim. Ele é o chefe da quadrilha, mas nem ele nem os homens dele nunca mataram ninguém. Não é estranho o sumiço do Peter?

–Estranho por que se foi ele que atirou?

–Não pra policia, mas pelo menos meu pai deveria saber do paradeiro dele, como sabe o de todos os outros que estão soltos, meu pai não iria entrega-lo pra policia. Ele não estava obedecendo ordens do meu pai quando atirou no Benson.

–Vai ver o Benson reagiu.

–Eram seis homens, Sam, ainda que ele reagisse, ele estava desarmado a quadrilha daria um jeito. E a própria pericia disse que não houve luta.

Sam silenciou. A pena de Ronald foi de 30 anos pra 60 por conta do assassinato. A quadrilha dele era conhecida por só roubar. Atacavam estabelecimentos a noite, rendiam guardas e levavam produtos de valor. Só roubavam pessoas afortunadas, e alem de tirarem o sustento disso, ajudavam pessoas pobres no subúrbio. Não era nada bonito, mas o fato de pouparem a vida e a integridade física das vitimas já era alguma coisa.

O fato é q eu Brad não se conformava e voltava seu ódio para Freddie.


O shopping estava sempre movimentado, aquele era o preferido de Carly. Caminhava ao lado dos amigos olhando vitrines após sair do cinema até que resolveram sentar e lanchar.

–A Missy não veio mesmo, heim? Ela ta uma arara contigo.

–Wendy, para de fazer intriga. –Disse Jeremy

–Vai passar, somos amigas já superamos coisas piores.

–E como é trabalhar com a Sam? –Perguntou Gibby.

–Legal, ela é engraçada. O ruim é que ela não se da bem com o Freddie. E ele parece ter nojo dela, acho tão ridículo tudo isso...

–Quantos vídeos já enviaram pro site? Fora o do seminário?

–Três. Enviamos um a cada semana, já devíamos ter enviado cinco, eles tão fazendo o maior sucesso no site, mas a Sam e o Freddie ficam brigando, atrasam tudo!

Os três riram.

–Coitado do Freddie. –Disse Gibby devia dar uma chance a ele, Carly.

–Somos só amigos, da um tempo, vai?

–Estranho seria namorar um inimigo. –Disse Wendy sorrindo.

–No caso impossível, certo? – Corrigiu Gibby.

–Já pensou se o Freddie se apaixonasse pela Sam? –Perguntou Wendy.

–Definitivamente impossível. –Respondeu Gibby.

Todos concordaram e trocaram de assunto frente assim que a pizza chegou.


Sam entrou em casa encontrou Shelby sentada no sofá e sentou ao lado da amiga.

–E ai o Brad falou com você? –Disse dando um tapinha na perna dela.

–Falou. Me chamou pra ir no show do Coldplay no sábado, nem disfarçou a desanimação. Recusei.

–Não acredito.

–To quase desistindo dele. Cara, no outro dia, na festa só faltei agarrar ele enquanto a gente dançava, e ele se esquivando, qual é?

Sam riu e subiu para tomar banho. Não sabia mais o que fazer Brad ou era lerdo de mais ou gostava de outra. Tomou banho, colocou uma roupa e desceu.

Chegando à saída percebeu que os garotos já haviam chegado para ensaiar. Shelby certamente havia conduzido-os até a garagem, e ela achou melhor nem ir la, ou então acabaria ficando com eles em vez de ir gravar.

Ao sair, encontrou uma correspondência do seu pai e sentiu o coração palpitar. Abriu ansiosamente, mas a expectativa morreu dando lugar a o vazio em seu rosto ao ver apenas notas de dólares dentro. Nem uma carta, nem um bilhete, nem um cartão postal. Voltou, guardou o dinheiro na cômoda e quando estava prestes a sair ouviu barulhos na cozinha.

Se dirigiu até lá e deu de cara com Jonah bebendo água.

–Me assustou imbecil! –Esbravejou.

–Anda devendo pra andar assustada?

–To de saída, agente se vê. –Disse cortando o papo.

–Te admiro por aturar aqueles dois...

–E eu te admiro por não aturar ninguém. –A garota se pôs a caminhar em direção a sala.

–Vai pichar o muro da igreja com a gente hoje? –Perguntou seguindo a loira.

–Não. Tenho que estudar e arrumar a casa quando voltar.

–Você e a Shelby estão muito devagar... Até o Brad ta mais barra pesada que voces duas.

–A Shelby trabalha á noite. Se assim como agente você arrumasse uma ocupação, não teria tempo pra nem se quer pensar nisso. -Disse já na porta

–É uma critica?

–Não. –Se virou para olha-lo. –Só estou dizendo que não tenho tempo.

Abriu o último portão, ou o primeiro no caso de estar entrando, e se pôs a caminhar pela rua. Odiava vandalismo a troco de nada. Se era pra correr riscos, que fosse por algo que valesse a pena, como quando atiraram ovos no carro de um professor que discriminou Shelby por causa de seu pai. Após a longa caminhada até o ponto, subiu no primeiro ônibus que ia para o centro.

Chegou ao estúdio e sentiu ainda mais desmotivação ao ver Missy e Freddie sentados a mesa juntos.

–Cadê a Carly? –Foi tudo o que disse.

–Ainda não chegou. –Respondeu Freddie sem olha-la.

–Por que diabos não olha pra mim quando fala comigo, heim? Ah, esquece não to nem ai!

O garoto abriu a boca, mas não teve tempo de responder. Ela juntou dois puffs e deitou destinada tirar um cochilo. Deitou de lado com as pernas dobradas. Parecia um anjo, não demorou a adormecer.

Missy e Freddie continuaram a conversa sem dar atenção a garota que dormia. Eles conversavam baixo, mas quando assistiam uns vídeos bizarros do Hilarious life, Missy riu um pouco alto despertando a loira. Ela continuou deitada tentando voltar a seu sono até Carly chegar, mas foi inútil.

Por sorte Carly chegou logo depois.

–Então, vamos ensaiar? –A morena entrou sorrindo, fez cócegas em Sam que nem ao menos se moveu.

Missy revirou os olhos com aquela cena,mas permaneceu no local. Queria encontrar um jeito de tirar Sam da jogada.

–Freddie, já leu o jornal hoje? –Perguntou Carly enquanto arrumava o lugar.

–Hum.. Li, por que?

–Falaram da sua loja hoje.

–Ah, eu vi. Mas três empresários interessados.

–E então?

–Desiste amiga, ele não vai vender esta determinado a dar continuidade, sabe Deus a que. –Disse a ruiva sarcasticamente.

Freddie se calou. No fundo sabia que elas estavam certas, a loja falira uma vez, quem garante que ele conseguiria fazer o que a mãe não fez?

–Mas tome cuidado Freddie, pode estar desperdiçando a chance de fazer um bom negócio pra jogar fora todo o dinheiro que te resta numa tentativa mal sucedida de reabrir a loja.

–Não é por dinheiro que me apego a loja.

–Então se desapegue por dinheiro! –Disse Carly brincando.

As duas sentaram a mesa ao lado dele.

–É Freddie, se desapegue, -Aconselhava a ruiva. -você fica com uma bolada e ainda se livra daquela loja abandonada que é um peso pra você e sua mãe.

–Ah, claro não foi seu pai que morreu tentando defender o patrimônio dele. –Interrompeu Sam levantando. –Carly vamos gravar ou não?

–Garota não se mete em conversa de gente, quem você pensa que é pra achar que sabe de alguma coisa? –Esbravejou a ruiva furiosa.

–Eu só sei que moro do outro lado da cidade e to aqui a duas horas aguentando vocês dois por que a Carly se atrasou e ainda tenho que aguentar mais papo de nerd? Meu ônibus passa de uma e uma hora e ainda ando muito pra chegar na minha casa e já são sete horas já devíamos ter acabado essa droga!

–Não temos culpa que você mora na caverna do dragão. –Respondeu Freddie dando de ombros, fazendo Missy gargalhar.

–Ok, pra mim já chega, Carly remarca a gravação, Freddie, você me deve 300 dólares pela piada, e tenham uma boa noite!

A loira pegou a mochila e chamou o elevador.

–Sam espera, por favor. –Pediu Carly, peço pro Spencer te dar uma carona.

–O que você ta pensando Carly? Que pode persuadir as pessoas com carona? O que você vai fazer quando sair daqui? Não sou uma patricinha que tenho tudo na mão.

O elevador chegou e a garota entrou e se virou.

–E vocês não perdem por esperar, isso não fica assim!

O elevador fechou. Os três se entreolharam confusos.

Freddie chamou o elevador.

–O que esta fazendo? –Perguntou Missy.

–Vou negociar esses 300 dólares com ela, não tenho esse dinheiro.

–Ela vai te bater. –Alertou Carly

O garoto entrou no elevador dando de ombros.

Sam andava apressadamente pela calçada. Quando ouviu alguém a chamar. Reconheceu a voz e continuou andando sem olhar para trás.

–Espera. –O garoto a alcançou e se pôs a a caminhar ao seu lado. –Não esta ouvindo eu te chamar?

–O que você quer? –Perguntou ríspida.

–Foi só uma brincadeira.

–Eu sei. Mas não vou perder a oportunidade de tirar 300 pratas de você.

–Eu não tenho esse dinheiro, sério aceita desculpas?

–Não. Aceito parcelado em três vezes.

–Pode parar de andar um estante? –Pediu educadamente.

A garota parou e o encarou nos olhos, ele tentou desviar o olhar, mas ela o segurou pelo queixo bruscamente. Aquilo a irritava.

–Eu não sou a Medusa, cara olha pra mim. O que você quer?

–É que... Sobre o que você falou do meu pai...

–Ok, desculpa só me alterei um pouco não quis me meter...

–Não, não é isso é que pode parecer estranho, e é, mas você foi a primeira pessoa que entende meu ponto de vista.

Sam apertou os olhos tentando entender o que ele queria.

–E ai, você veio perguntar se eu estava só provocando ou se eu realmente acho que você esta certo...

–Ou se só esta interessada em ter mais uma loja pra assaltar... –Disse rindo ironicamente.

–600 dólares. –Sentenciou. Mas não aborrecida, também riu da piada.

Caminhou um pouco e sentou na calçada. O garoto olhou pros lados confuso e repetiu o gesto. Silencio.

–Não que você va fazer voto de pobreza se tentar retomar os negócios do seu pai, -A loira cortou o silencio. -ao contrário se esforçar e fazer tudo certo pode fazer a loja voltar ao que era. Mas acho bonito que você queira dar continuidade a uma coisa que era tão importante pro seu pai. Que você não ceda a pressão capitalista que não suporta a ideia de ter uma loja enorme no centro de Seattle fechada e uma marca forte dormindo a anos.

–Falou a comunista. –Freddie riu.

–Não sou comunista, amo dinheiro, só acho que te coisas mais importantes.

–Tipo...

– De que vale achar uma mala de dinheiro e não ter sonhos e determinações aonde empregar essa grana? E não ter sentimentos reais que motivem você a investir esse dinheiro em algo que valha a pena?

Ela falava com um ar distante, mas não demorou voltar a si.

–Se contar a alguém, juro que te mato. –Disse antes de se levantar e voltar a caminhar. -Thau, Freddie. Leva minha grana amanhã, ta?

–E se eu não levar? –Ele se levantou e a seguiu.

–Te cubro na porrada. Agora volta pra casa que ta tarde pro filhinho da mamãe.

–Te acompanho até o ponto, não custa nada.

Ela continuou andando em silencio, não demorou muito chegaram ao ponto. Haviam umas oito pessoas no ponto, três mulheres e cinco homens, entre 20 e 50anos. Sam encostou-se no vidro lateral do ponto e olhou para Freddie.

–Ok, agora pode ir.

–Fico esperando seu ônibus com você. –Ele se encostou no vidro ao seu lado.

–Não precisa, pode ir. Leva meu dinheiro amanhã que já ta de bom tamanho.

–Sei que não precisa, mas você não manda em mim, e eu fico.

–Então se afasta.

–Você é sempre assim?

–Só com quem eu não gosto.

–Nunca te fiz nada. –Disse dando de ombros.

–Nasceu, ué. –A loira respondeu em tom idêntico

Ele riu um pouco alto.

–Você é a garota mais insuportável que eu conheço.

–Fico feliz em saber disso assim não fica perto de mim. Agora vaza.

–Vou esperar seu ônibus.

–Por que? –Perguntou impaciente.

–Pra te aborrecer!

–Ninguém merece! –A garota revirou os olhos. -Se alguém me vê to perdida!

–Achei que não se importava com o que dizem de você.

–Mas tudo tem limites.

–Sua chatice não.

–O acordo fez você perder o medo que tem de mim?

–Estou tentando ser gentil.

–Não, esta tentando se livrar da divida. Mas vai pra casa, se acontecer alguma coisa contigo não quero que digam que foi culpa minha.

–Mas uma vez preocupada com a opinião dos outros... Quanta coregem, Puckett!

–Ah, e de onde vem o medo que você tem de mim, se mal me conhece?

–Te conheço a quatro anos!

–Ok. -Ela se colocou em sua frente de olhos fechados. –Qual a cor dos meus olhos?

Ele automaticamente mirou aqueles lábios cor-de-rosa a sua frente. Os primeiros que experimentara na vida. Como era possível serem tão rosa sem o uso de maquiagem alguma?

–Azul celeste sob a luz solar, azul turquesa sob a luz artificial, que da uma ilusão de esverdeamento e azul acinzentado na sombra como agora. –Falou com total naturalidade.

Ela abriu os olhos sorrindo impressionada.

–Belo chute!

O garoto pôs o capuz.

–Agora diz a cor dos meus cabelos!

–A mesma dos seus olhos. –Respondeu o óbvio.

–Que é...

–Cara eu to na sua frente... –Ela ria da idiotice do garoto, parecia uma criança insistente.

–Ainda não respondeu...

–Castanho claro na luz solar, castanho médio na luz artificial e preto no escuro. E castanho escuro quando ta molhado. –Disse no mesmo tom que ele.

Ficaram alguns segundos se olhando nos olhos

E depois explodiram em risos. Aquilo foi bizarro. Tão bizarro que não viram o ônibus se aproximar. A garota estendeu a mão e se apressou em entrar no veiculo. Sentou numa cadeira e observou Freddie atravessar a rua e se afastar de costas. Ainda de capuz. De repente a imagem dele se misturou com o reflexo dos seus olhos na janela. Sentiu um arrepio percorrer o corpo e olhou para frente.

Estudavam juntos a anos e essa foi a primeira vez que conversaram como pessoas normais, quer dizer sem se agredirem. Sam sabia que Freddie a observava sempre, mas por medo, e desconfiança por isso não o deixava em paz, odiava o fato dele ter medo dela sem motivo e resolvera usar a fama com proveito.

Mas como sabia tanto sobre seus olhos se sempre desviava quando ela o encarava? Mas em momento algum achou estranho ela mesma saber de cor as nuances dos cabelos do garoto.

Griffin observava os dois a distancia, da porta de uma lanchonete. Viu os dois caminhando pela calçada e observou a conversa no ponto. Não pareciam brigar. Recusara-se a ir pichar o muro por que as meninas também não iam, e elas sempre é que davam um jeito quando a coisa ficava feia. Não podia ter ficado mais surpreso do que estava.


Notas finais
Desculpem os erros ortográficos, mas e então? Pfv comentem, sim? Não vou falar mais nada pra não estragar as surpresas e tbm pq tenho q liberar o pc pra minha irmã! até a prx! bjos